a que direitos eu tenho?
boa tarde! Fui casada durante 5 anos com uma pessoa, e a 4 não estamos mais juntos. há dois anos eu e meu marido (pois foi dada entrada em um processo litigioso e eu não assinei) fizemos um acordo referente à pensão dos meus dois filhos. O meu filho mais velho de 8 anos quer ir morar com o pai. Recebo a pensão dos dois nunca trabalhei. O que vai acontecer com a pensão? Será dividida? ou tenho direito à integral?
"valéria brugosa 17/06/2013 16:14 bem, vivi durante 5 anos com ele, nada mais justo que receber algo! não trabalho pois ainda cuido do meu filho de 4 anos! ele vive com uma outra mulher, que ganha bem..."
Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. O seu ex marido paga pensão para os filhos esta é uma coisa. A Sra. recebe esta pensão EM TESE para custear a metade das despesas com a criação dos 2 filhos, a outra metade também EM TESE deveriam vir do fruto do seu trabalho. Indo um dos filhos morar com o pai, ainda EM TESE, desapareceria o motivo para os alimentos, já que cada um estaria custeando o integral para 1 filho, que seria a metade de cada um. O que disse acima é o que seria JUSTO e de direito.
Quanto ao conteúdo da segunda postagem da Sra. e, com todo o respeito, entendo um completo disparate. A condição de ex não é um trabalho, não devendo portanto gerar receita. A Sra. pode muito bem ingressar no mercado de trabalho (aliás onde se lê pode, leia-se deve) e, fazer como milhões de casais que trabalham fazem, colocar a criança em creches e ou escolas, com parentes, contratar babás etc. Se a atual esposa de seu ex ganha bem, isto é concernente apenas à vida do novo casal. Nada guardando de relação com a Sra.
Por fim, a Sra. não declinou qual o valor que o seu ex paga atualmente de pensão.
Saudações,
Caso meu filho vá morar com ele todo o meu esforço durante estes anos não será levado em conta?
Como disse o pensador, ex-companheira não é profissão, portanto não deve gerar receita. Vc PODE entrar na justiça e pedir uma pensão pra vc, o que, CASO GANHE, será TEMPORÁRIA (6 meses a 1 ano no máximo) e, sinceramente com 30 anos podes muito bem trabalhar e qualquer juíz lhe dirá isso, portanto vá arregaçando as mangas.
Caso ele entre na justiça pedindo a guarda do outro filho e ganhe, aí é vc quem terá de pagar pensão a ele.
A obrigação de prestar alimentos aos filhos é de ambos, pai e mãe. Entretanto, como a senhora não trabalhava e dedicou seu tempo à família, cabe alimentos em seu favor, que poderão ser requeridos a qualquer tempo. Sobre os valores pertinentes a seus filhos, como um deles vai residir com o pai, então a senhora somente receberá o valor do segundo. e isto até que ele complete 18 anos, quando passará a receber o valor sem sua interferência nem ger~encia, por ter alcançado a maioridade civil.
Concordo com os colegas quando a acusam de ter se acomodado na zona de conforto, ao invés de milhões de mães pelo mundo que trabalham e não deixam faltar nada a seus filho, inclusive e principalmente, amor e carinho. Há muito tempo este modelo de família já não existe, devendo homem e mulher buscarem suas independências. é difícil retornar ao mercado de trabalho, mas, se isto já tivesse acontecido, a situação seria bem melhor para a senhora e seus filhos, pois os pais teriam rendas diferentes, assim podendo melhor provê-los.
Por fim, aceite a redução da receita, mas busque compensá-la com a prestação de alimentos de seu ex-cônjuge em seu favor, mas não se acomode com isto. Busque sua qualificação e colocação no mercado de trabalho.
valéria brugosa
Se um filho morar com o pai e o outro com a mãe, certamente o pai será exonerado de pagar a pensão.
A obrigação de criar os filhos é de ambos os pais. Se você criar um e ele outro, a situação fica empatada.
Se seu filho for morar com o pai, você terá que pleitear pensão provisória para si, e procurar emprego imediatamente, porque, pensão para alguém jovem e saudável, se conseguir, será provisória, de 6 meses a um ano.
valeria, a criança querer nao é motivo suficiente, ele tem que pedir a guarda judicial dela. Mas ja fique preparada, pois mais cedo ou mais tarde voce nao tera mais pensao, seus filhos irao crescer, ficar maior de idade, e nao terao mais a pensao, ai voce ja estara velha e nao conseguira mais emprego e nao tera direito a pensao, se ja nao tem hoje, imagina daqui ha 14, 15 anos. Viver 5 anos com alguem nao lhe dara direito a uma pensao vitalicia, ou a ser sustentada pro resto da vida, evite o parasitismo e de morar de baixo da ponte na terceira idade e va trabalhar.
valéria brugosa
Infelizmente as pessoas não consideram Trabalho Sem Remuneração, como Trabalho.
Todos sabem que o verdadeiro Trabalho está em casa: cuidar da casa e/ou criar filhos, 24 horas por dia, sem direito a férias de 30 dias, descanso semanal remunerado e fgts.
Portanto, não aceite trabalhar de graça, mesmo pelos filhos, eles crescerão e irão embora, e você poderá acabar velhinha, só, sem moradia e aposentadoria.
Encontre Trabalho Remunerado, cuide de você também, não apenas dos filhos.
Se o pai de seus filhos ganhar a guarda, você é quem vai ter de pagar a pensão, se ele exigir.
Se atualize, por favor, rsrsrs
Casamento é escolha, não obrigação. E o modo com cada pessoa leva ou suporta o casamento escolhido é questão tmb de escolha. Se está ruim, acaba. Os sacrificios devem ser sem nada esperar em troca,caso contrário deixa de ser sacrificio para ser um show, ou uma prestação de serviços onde um dos lados resolve cobrar mais tarde, sem dar ao outro a opção de avaliar se irá querer pagar o preço que ainda será fixado.
O mesmo acontece com ter filhos,tmb é escolha, não é obrigação. Se a pessoa resolve ter filhos deve estar ciente que ambos que os fizeram ou um deles poderá ter de cuidar desses filhos sozinhos, afinal, ninguém controla a vida, amanhã um dos pais morre e o que ainda vive terá de cuidar da prole.
Não dizem que é amor condicional??? Aonde??? Se acham que podem avaliar e colocar preço não é amor mas uma prestação de serviço!!!!!!!!! Só esqueceram de avisar aos filhos antes de nascer que ele iriam ter promissórias para pagar !!!
Vai ver ela alugou a barriga para ter um filho do homem, mas esqueceu de combinar antes o preço. Agora acha que lhe devem algo.
Faz o seguinte: combina o preço de "porteira fechada", ele leva o filho e ambos jamais lhe verão novamente, obviamente, vc abre mão total e completamente de seu filho (aliás, ele deixará de ser seu filho, ele terá só pai).
O pai dele arrumará outra mulher para fazer o papel de mãe, se ele assim quiser. Talvez a um preço bem mais em conta. Talvez ela aceite afeto, simplesmente. Coisa rara, quase ninguém mais vê hoje em dia.
"valéria brugosa 17/06/2013 22:08 eu não sou nenhuma parasita! Deus é testemunha e sabe do que eu fiz para manter esse casamento! dou meu sangue pelos meus filhos e vcs me mandam trabalhar? (...)"
Tens razão. Somos seres desalmados. Onde já se viu sugerir tal coisa? incrível, onde vamos parar se todos tiverem que trabalhar? isto realmente é uma afronta aos seus direitos de cidadã. Somos velhos reacionários de um mundo velho e caduco, um mundo onde ofensivamente as pessoas trabalham dia-após-dia.
Queridos colegas, é realmente uma grande ofensa aquilo que dizemos! não sejamos cruéis a este ponto. Tal como a lei de gérson, a consulente busca desenfreadamente meios de manter seu status quo às custas do suor alheio. Qual o problema nisso?
Esta é a corrupção que grassa de cima a baixo nesta nação. No fundo, somos nós os alienados.
Após quatro, isso mesmo QUATRO anos da separação, apenas quatro aninhos separada e os nobres colegas JÁ sugerem tal disparate, trabalhar. Apenas quatro anos utilizando a pensão que deveria ser para os filhos em proveito próprio. Apenas quatro anos vivendo às custas do suor alheio.
É pouquíssimo tempo. Sejam piedosos.
E ainda tenho que ouvir sobre justiça divina. Pois é.
Saudações,