processo pó abandono afetivo
Boa noite meu pai teve um filho antes de casar com minha mãe não registou o menino mas ele sempre soube que era filho dele, a criança tinha convívio com os familiares, só que meu pai nunca deu muita assistência para ele, pois no inicio o meu pai morava em Brasília e o filho no maranhão, o meu tio quando visitou os pais que moravam no maranhão e viu o estado em que se encontrava a criança ligou para o meu pai falando que o traria para ter os cuidados médicos, ele ficou morando com meu tio por um tempo e de vez em quanto o meu pai o via quando ia na chácara, depois de um tempo foi mora com um outro tio meu começou a mexe com coisas errada e fugiu para a casa da mãe ele já tinha mais de vinte e dois anos. Agora ele esta processando meu pai por abandono afetivo e financeiro com o pedido de DNA lá no maranhão no valor de 600.000 mil reais e meu pai não ganha muito 1.500 por mês ele só tem um carro e a casa onde mora, tem como meu pai puxa o processo para ser jugado aqui no DF e quais a probabilidade dele ganha a causa.
Seu pai sabendo da possibilidade de ter um filho que precisava de assistência negligenciou seu dever. Desta forma, nem alegar que não sabia que era filho ele pode, uma vez que até tinha um certo contato com o suposto filho. Testemunhas nao faltarão ao rapaz para confirmar isso. As pessoas nao pensam nas consequências que seus atos podem causar no futuro. Agora é arrumar um excelente advogado e se defender. Boa sorte**
e o fato de meu tio ter dado assistência não vai contar para o juiz, ele não foi 100% abandonado e no processo ele fala que foi e que os únicos que ajudaram foram os avós antes de morre e que depois foi deixado de lado e que quando ficou doente foi a mãe que veio cuidar dele sendo que e mentira ele apareceu na minha casa atrás do pai dizendo que precisava de dinheiro para os remédios e meu pai deu. o meu pai recebeu a intimação no dia 22/09/2014 e a primeira audiência e no dia 07/10/2014 meu pai morra me Brasilia e a audiência sera realizada no maranhão tem alguma foma de puxamos esse processo para ser jugado aqui onde moramos.
Geyva
A obrigação para com o moço é do PAI e nao do tio. Seu pai negligenciou quando deixou de dar a ele um NOME, registro de nascimento, assistência material, social e afetiva. Isso era obrigação do seu pai e não do seu tio. Não significa nada pro juiz o que seu tio fez, mas sim o que seu pai NÃO fez. Não tem jeito de "puxar" o processo pra Brasília não. Boa sorte**