A Caracterização do Estado após a Constituição de 1988

Há 27 anos ·
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Apresente aqui o seu parecer sobre a caracterização do Estado após a Constituição de 1988 e as mudanças relevantes frente a Constituição anterior.

4 Respostas
MAuricio Leal Dias
Advertido
Há 26 anos ·
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Prezado Ricardo,

Sua indagacao e muito ampla, mas gostaria de remete-lo a um artigo de nossa lavra, publicado aqui naa JUS, intitulado: "o neoliberaalismo é intervencionista" onde analiso a CF/88 sob a otica desses dois modelos de estado.

Rodrigo Pançardes
Advertido
Há 26 anos ·
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Caro Ricardo,

No meu ponto de vista, temos no Brasil uma "Federação mau planejada", isso pq vemos um grande território, com diferenças culturais marcantes e grandes diferenças econômicas. Entretanto, os Estados que compoem nossa Federação não tem autonomia para resolver seus problemas, devem rios de dinheiro para o Governo Federal e pra piorar, os grandes investimentos ficam concentrados apenas numa região do país , aumentando ainda mais as diferenças existentes. É presciso uma reforma do Estado. Concordo plenamente com nosso vice - Presidente quando ele fala desse assunto. Pelo menos alguém la de cima tá atento aos problemas causados pelo Neoliberalismo !

Marcos Eduardo De Santis
Advertido
Há 26 anos ·
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Após 1988 , o Estado caracteriza-se por uma grande uniformidade política , entretanto , uma grande partilha de poder que divide os blocos , não por área de interese , mas em clãs. no setor econômico o Estado se torna moderado, onde a principal atividade é a abertura econômica , por hora demasiada , quando desvaloriza-se o nacional perante o estrangeiro.

Luís Guilherme
Advertido
Há 26 anos ·
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Sem dúvida o principal avanço da CF-88 é político. O Estado passou a valorizar os princípios humanísticos de liberdade tão caros às civilizações. Dentro desta perspectiva, a questão econômica fica no plano da ordem do dia e é motivo para reformas constitucionais. O choque do Estado político com o Estado econômico, protagonizado pelas questôes trabalhistas, por exemplo, conduz o país a uma nova caracterização, que comumente já é denominada de neo-liberalismo, especialmente pelos mais pessimistas. No processo de globalização, os Estado nacionais mais organizados e poderosos como os EUA, a França etc, levam grande vantagem diante de Estados nacionais politicamente mal organizados. Desse modo, a caracterização neo-liberal proposta pela ordem mundial vigente pode interessar aos países mais ricos, mas não atende às necessidades dos países mais pobres, que precisam antes de mais nada organizar e fortalecer seu Estados Nacionais, antes de partir para uma aventura internacional continuísta, do ponto de vista do imperialismo do século XX. Apesar de deficiente e conservadora no plano econômico, a CF-88 constitui instrumento suficiente para conduzir o país a um futuro digno, pois não adianta alterar uma carta de propósitos sem alterar a cultura nacional, mesmo porque a ordem econômica é coisa que se muda conforme as marés, para o bem ou para o mal. Ao defendermos a ordem constitucional vigente, o que se queremos manter é o principío de respeito constitucional por exelência, o jogo limpo, o pacto indelével em relação as regras sociais que nos farão progredir como sociedeade humana.

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