AS DESVANTAGENS PARA O EMPREGADOR
A JUSTIÇA DO TRABALHO AO LONGO DOS ANOS VEIO BUSCANDO A DEFESA DOS DIREITOS DO TRABALHADOR. INFELIZMENTE, COM ISSO, ACABOU PROTEGENDO TAMBÉM O TRABALHADOR MUNIDO DE MÁ FÉ. QUALQUER EMPREGADO ACOMPANHADO DE UMA TESTEMUNHA "AMIGA" QUE SE DIGNE A AFIRMAR AS ARTIMANHAS DO TRABALHADOR CONSEGUE RECEBER UMA INDENIZAÇÃO VULTUOSA DO EMPREGADOR QUE, FATALMENTE, JÁ SOFREU DEVERAS COM O MAU SERVIÇO DO EMPREGADO . COMO FAZER PARA SE DEFENDER DAQUELE QUE DIZ QUE TRABALHOU HORAS EXTRAS ACOMPANHADO DE UMA FALSA TESTEMUNHA QUANDO O ESTABELECIMENTO É PEQUENO E POR ISSO NÃO PRECISA COMPROVAÇÃO DE PONTO? COMO FAZER PARA SE DEFENDER DAQUELE QUE DIZ QUE PASSOU MESES SEM CARTEIRA ASSINADA ACOMPANHADO DA TESTEMUNHA DE UM FALSO DECLARANTE?
"Para toda Mentira existe sempre uma testemunha" De fato o maior óbice para o advogado patronal é aquela reclamação eivada de má fé acompanhada de um falso testemunho. A única solução é tirar proveito do "onus probandi"do reclamante e tentar fazer com que a testemunha entre contradição utilizando-se de todos os artifícios para desequilibrá-la eomcionalemente. Salvo o caso das "testemunhas profissionais" alguns desses oportunistas costumam "balançar" quando é solicitado ao juiz que seja ratificado o compromisso de falar a verdade e explicar com todas as letras o que significa o delito de falso testemunho e a pena. Se de tudo não funcionar o jeito é levar suas testemunhas para comprovar a jornada real e apelar para o bom senso do magistrado. Horas extras sempre foi e sempre será matéria de difícil decisão pois sua quantificação muitas vezes envolve o conhecimento preciso da situação o que muitas vezes não é possível. Se de tudo não se consegue elidir o depoimento pelo menos tenta-se diminuir o prejuízo. Não é fácil, mas se o fosse qualquer um o faria não é mesmo. Boa sorte. José Carlos