Advogado designado pela Justiça Gratuita e Guarda Compatilhada
Solicitei um advogado na justiça gratuita para pleitear a guarda compartilhada, fui conversar com ele hoje, e logo ao chegar me deparei com um senhorzinho de uns 70 anos, rabugento e impaciente que dava até medo. Coloquei a situação para ele, e o mesmo me perguntou se sabia o que era a guarda compartilhada, Disse que se trata tão somente da divisão da responsabilidade e DE FORMA ALGUMA da alternância de lares. Disse que se trabalho, vou apenas trocar de avó para cuidar da criança. Então com muito custo, apresentei a milha proposta ( levei pronto), sugerindo que o menino fique comigo de segunda a quarta e de quarta a sexta com a mãe e finais de semana alternados, férias e festas de final de ano, e essas coisas que os senhores bem conhecem. Tirei daqui do forum, observando as postagens. Ele pegou o código antigo e leu sobre a guarda compartilhada antiga, dizendo que nem poderia entrar com tal pedido porque está fora da lei. Dai falei das mudanças da lei e ele então contrariado falou que iria encaminhar. Enfim sai de lá desanimado e revoltado com tamanha falta de interesse. Que é gratuíto a primeira vista eu sei, mas sei também que sai dos impostos que pagamos. Senhores advogados, isso não é deboche, não quero ferir a ética de vocês, mas é a mais pura verdade. Como pode a OAB permitir e oferecer um advogado assim, que tem dificuldade para ouvir e tbm falar com o cliente? Acho que nem vai me defender. Não sei o que fazer.
"Contrate um"???? Isso não é reposta. Me desculpem, assim como o João disse eu tambem não venho ferir a ética de ninguem mas concordo que são pagos da mesma forma então o porque do desinteresse? Eu, infelizmente, não tenho condições de pagar um adv e estou com medo de que aconteça algo parecido com o relato acima e acabe por perder a causa ou algo pior. Bom...pessoas ruins existem e por sorte pessoas boas tambem. Espero ter sorte e desejo sorte ao João tambem.
Dinahz, Esse é o melhor caminho, sem sombra de dúvidas, mas infelizmente em uma relação para haver troca, não basta um querer, os dois tem que estar dispostos. Infelizmente, com a justiça preconizando muitas vezes um genitor sobre o outro, o que possui a guarda da criança é extremamente mais inflexivel do que o outro, afinal, ele tem seu " trunfo" e com ele consegue jogar. Se os pais tivessem maturidade para resolver seus problemas entre eles, a justiça não estaria apinhada de processos. Infelizmente não é assim que ocorre...e possivelmente esse é o caso do João.