mudar de cidade
tenho duvidas referente a mudança de cidade, moro com meu esposo e minha filha de 5 anos, estou passando por um processo complicado de muita tristeza pois moro longe da minha mãe, estou sem trabalhar e tranquei a facu e gostaria de ir para casa dos meus pais, la ja teria um serviço me esperando iria comecar a facu novamente, porem meu esposo nao quer deixa a minha filha ir, o que faço.
a questao nao é essa tatiana. Eu moro em uma casa do lado dos pais do meu marido e eles nao deixam eu ser mae da menina, tudo que vou falar ou opinar eles nao aceitam e fazem tudo do jeito deles, por isso que estou dessa forma. se ela esta doente e levo no medico, sou ingrata pq fiz isso sozinha, nao posso tomar decisao nenhuma aqui, nao posso escolher nada para ela que sou taxada de ingrata. Engravidei com 17 anos e desde entao venho abaixando a cabeça pra tudo que eles falam ne anulando, nao tenho parente nenhum aqui. Eles entram na minha casa para falar o que bem entendem na hora que querem, pegam as minhas coisas sem pedir permissao como se eu nao fosse niguem, e o pior de tudo e que me marido acha que esta certo.
nao estou so tristinha, estou passando por um momento muito delicado e venho aqui pedir um norte nao respostas ironicas.
Minha filha realmente nao é uma mala, mas e minha filha e sei que sou uma boa e tenho total direito da guarda dela, a questao e que queria uma dica PROFISSIONAL de como resolver sem precisar ir para a justica, mas se eu for como eu devo proceder o que pedir, não e simplesmente separar dele e pedir a guarda, se eu me separar eu nao tenho onde fica aqui, e automaticamente teria que ir para a minha mae e la dar entrada no processo, estou perdida qnto a essa situação.
Coloca banca e deixe de ser banana!! Desculpe a franqueza! Mas os outros só abusam porque vc deixa!!! Não permita que eles entrem em sua casa, diga a seu homem que vc não é capacho, pano de chão, um objeto para ele usar que vc exige respeito.
Não importa quando vc fez o filho, vc se acha adulta para fabrica-lo, não é?? Agora seja para assumir as consequências de suas escolhas!! Ser adulto não é ter a vida bonitinha, sua casinha, ser a patroa do marido e coisa e tal, é lidar com firmeza e seriedade das coisas da vida, não é satisfazer seus desejos, agora vc é obrigada POR LEI a respeitar os direitos deste infeliz cidadão que POR MERO ACASO é seu filho.
Se não quer assumir isso, é simples, deixe a criança com o pai e volte para a casa de mamãe, onde vc era adolescente.
Acho até graça... Daqui a pouco abre outro tópico porque aqui não conseguiu a resposta que ela queria (de novo). Menina, isso que você quer nenhum profissional sério vai falar. O único jeito de levar a menina sem consentimento do pai seria PROVANDO que ele é perigoso para ela, entendeu? Só se o juiz entendesse que ela precisa ficar o mais longe dele que for possível.
Ludimila, Aconselho a conhecer toda a história antes de dar sua opinião, e a tentar interpretar melhor o texto. eu disse e reafirmo que a resposta que ela quer nenhum profissional pode dar, porque venho acompanhando desde o outro tópico que ela abriu. Pois bem, resumindo, ela quer alguém que diga que ela pode levar a criança para onde bem entender, que a palavra do pai não vale nada, que a família dele não tem nada a ver com a criança, que a menina é dela e que o juiz vai achar certíssimo ela ter largado emprego e faculdade na intenção de afastar a criança do pai, da família e de tudo o que ela está habituada. Aliás, ele vai considerar os motivos dela suficientes para ordenar que o pai nunca mais tenha contato com a menina, mas que pague uma pensão milionária.
Ah, agora é que eu fiquei azeda, odeio quando alguém que pega o bonde andando quer sentar na janela. Mas gostei da sua ideia. Vou ali tomar um suco de tamarindo bem gelado, que é meu preferido e a polpa já está prontinha no congelador me esperando.
Ludmila, a consulente já abriu outra discussão com esse mesmo tema, foi lá deveras e fartamente orientada, não satisfeita, retorna com a mesma questão visando unicamente ler orientações que sustentem o desejo dela de mandar os sentimentos e direitos do filho às favas para priorizar os desejos dela. Isso não é ser mãe, isso é ser muleque. Ela transou, teve um filho, foi brincar de casinha e agora enjooou. Não é assim que a vida é, a vida é séria, é grave, exige responsabilidade e atitude Ela culpa os outros por a estarem incomodando, mas ela não mexe 1 cm para defender a ela mesma (se é que a história que conta é verdadeira, vai se saber se ela vai comer na casa da sogra, levar as roupas para a sogra lavar, pede que "alguem" vá fazer faxina na casa dela, e etc.)
A moça vem lendo as orientações já há 10 dias > jus.com.br/duvidas/529478/quero-voltar-para-a-casa-dos-meus-pais-mais-tenho-medo-de-perder-a-guarda-da-minha-filha?page=1#answer_1171402
E mesmo assim ainda não se convenceu que o incomodo do filho dela é um cidadão com direitos que SUPLANTAM os dela. Lamentável.