Deveres dos país com o bebê.
Quando os país da criança são solteiros e não desejam viver juntos, não se sustentam , no caso o pai é recém formado, está procurando emprego e a mãe não estuda nem trabalha e mora com a mãe dela que é separada. Sei que a obrigação passa aos avós de ambos os lados. Mas neste caso tanto a mãe que ainda está grávida quanto a avó materna ( a mãe dela com quem ela mora) estão desempregadas. Como fica a situação da criança se a família do pai é estruturada, ou seja, os avós paternos vivem juntos, tem situação financeira mais estruturada, renda fixa, emprego, etc?
Não é o fato dos avós paternos ainda viverem juntos ou não pagarem aluguel, mas o fato deles terem situação em que a criança seria melhor amparada, isso não quer dizer que ao nascer a criança irá morar com os avós paternos, a justiça irá priorizar o bem estar da criança, portanto, se a mãe mora com a avó paterna e elas estão desempregadas, ainda assim, a criança precisa da genitora para ser alimentada, assim, até que a criança alcance 6 meses de vida seus pais dificilmente conseguiriam a guarda, exceto se provassem que a criança corre risco ficando com a genitora.
Mas estando a avó materna desempregada, vivendo de uma indenização da firma, sem condições de dar até um espaço físico na casa ( no caso elas vivem dormindo juntas num quarto que não cabe um berço, e o outro é alugado prá uma moça), onde a criança vai dormir? Na cama com a mãe com e a avó? Isso tem problema?
Obrigada FJ - Brasil. A criança precisa da mãe, acho que o pai e avós paternos devem ajudar o máximo. Mas tudo tem limite, a família do pai não é rica, também tem que sustentar o pai e outros irmãos. O que seria melhor para a criança neste caso, levando em conta que o pai deseja a guarda compartilhada, não deseja afastar a criança da mãe, e não tem grandes possibilidades financeiras?
Os avós paternos tem de fazer esse filho, que soube bem fazer um filho, trabalhar para assumir parte do sustento do filho que ele fez!!!! Simples!!! Não é manter esse marmanjo sendo sustentado!!!! Ainda mais um cara que teria "hipoteticamente" maior consciência do que é o custo de vida, ter se formado, agora ele que caia pra dentro de qualquer emprego que o permita dar o leite da criança, se será na profissão dele é problema dele!!!!! Tem de agir como homem e não mais como filinho de papai!!! Sujeito irresponsável tem mais de sofrer para aprender!!!
Prezado Rafael Solano Discordo de você pelo fato de saber que tanto o pai como a mãe têm consciência do que estão enfrentando. Acho que cabe às famílias ampará-los para que tenham toda a tranquilidade para prosseguir com seus estudos, no caso da mãe, e do pai ter oportunidade de procurar um emprego bom e seguir sua carreira dando um futuro melhor a seu filho. Sei de caso em que o pai foi trabalhar de garçon , a família não apoiou e ficou batendo cabeça até os 50 anos, quando conseguiu enfim se estabilizar. E também de outros onde a mãe parou de estudar e nunca mais conseguiu se formar porque não teve apoio.
"Sei de caso em que o pai foi trabalhar de garçon , a família não apoiou e ficou batendo cabeça até os 50 anos"
E eu sei de casos em que uma semi analfabeta foi trabalhar de doméstica e chegou a juiza do Tribunal de Justiça. Sei de caso em que um menino engraxate chegou a Desembargador do STF. Sei de caso em que a mãe levava a filha para a escola onde ela se alfabetizava e chegou a abrir sua clinica de estética...........Cada um decide se vale ou não à pena se esforçar para chegar a algum lugar.
Sei de casos onde o garoto teve os estudos todo financiado pelos pais em escolas particulares e até terminou a especialização, mas fez carreira como traficante nas raves. Sei de casos onde a moça muito bem tratada pela familia, estudando até na França, largou tudo para ser mais 1 no harém de traficante famoso no RJ.
Como vê, não são as fantasias dos pais que garantem o futuro dos filhos, nem mesmo o que determina é o meio social ou as condições econômicas, um outro bom exemplo é o caso do rapaz filho de uma catadora de lixo (sim, no lixão de Gramacho antes dele ser fechado) que ajudava a mãe a separar os reciclados que estudou em escola publica, morava em casebre de compensado e papelão, mas passou em 1º lugar para medicina na UFRJ. Lamentavelmente foi confundido por bandidos e assassinado 1 dia antes de começar no curso.