Com impedir guarda compartilhada
Boa tarde, quero saber como restringir as visitas da mãe, a 2 anos e meio meu noivo tem a guarda definitiva, assim que ela passou a guarda de forma consensual, ela foi morar em outra cidade e nunca fez contato com a menina durante 1 ano e meio, depois voltou a fazer as visitações regulares (a poucos meses) e encher a cabeça da menina de besteiras, isso tem causado grandes desentendimentos, brigas constantes entres os pais, eles não se entendem de forma alguma, desde o tipo de roupa que colocado nela escola em que estuda (particular), a mãe mesmo fazendo visitas constantes nunca pagou pensão ou se preocupa de qualquer forma com a saude, educação e bem estar da menina. A unica coisa que ela pergunta com relação a filha, é que horas ela pode pegar e trazer nos finais de semana dela, contudo, agora ela esta entrando com processo de guarda compartilhada alegando querer ter mais tempo para "brincar" com a menina, porém, eu o meu noivo, não queremos a guarda compartilhada por conta desses desentendimentos e temos certeza que ela só quer isso para provocar. Ela ja alegou até mesmo na presença do nosso advogado (de forma informal) não querer a guarda ou que a filha more com ela, mas ela diz exatamente o contrario para filha, o que acaba deixando a menina numa confusão de sentimentos (medo,tristeza, muito choro,etc..)..A mãe fala, que não importa se ela um dia deu a guarda para o pai, ou se já abandonou a filha por um tempo porque o fato de ela agora querer a menina não a impede, porque para a justiça ela é a mãe e ponto. Estamos com muito medo de perder a criança, durante todo nosso relacionamento sempre nos planejamos de forma a dar a melhor criação e ambiente para ela e isso não vai acontecer tendo a guarda modificada para compartilhada.
Tamires...parece que estava lendo a minha história..rsrsrs Meus esposo tbmt em a guarda da filha a 5 anos, hj ela tem 7, já estamos no 4º processo de guarda, foram 3 processos em que a mãe tentou a reversão de guarda, sem sucesso, e agora um 4º processo, tentando a guarda compartilhada. Nossa pequena faz acopanhamento com a psicóloga a 5 anos, e terá dua infância marcada por intermináveis guerras na justiça, porque a mãe não aceita o fato de ela estar bem e feliz conosco, ela tem visita em fds alternados, pega na sexta e devolve no domingo, alugou uma casa em frente a escola onde ela estuda, vigia a entrada e a saída dela todos os dias, nunca à proibimos de participar de nada, e ela perdeu a guarda por irresponsabilidade, e agora quer vingança a todo custo. O que ela pede é que a criança passe 2 dias com cada, e que o unico local de busca e entrega seja a escola, pois o conflito é tão grande que ela não quer nem o encontro conosco. Não consigo enxergar onde isso será saudável para uma criança, viver a cada 2 dias em um lar diferente, dormir a cada 2 noites em uma cama diferente, ter duas educações totalmente diferente, hj ela está bem, está feliz, e eu só consigo enxergar o inferno em que essa mãe fará da vida da própria filha, fazendo dela um io-io, onde não há o minimo de diálogo possível, eu não consigo ver onde isso representa o melhor interesse da criança, fazendo da vida dela um inferno. Porque minha enteada com 7 anos consegue entender que se´ra muita confusão pra cabeça dela, e que ela queria que as coisas continuassem como estão. E isso sem falar nas brigas constantes da mãe e o padrasto que ela já presencia nos fds, imagina no dia a dia, se as visitas quinzenais já não são harmoniosas imagine o dia a dia. É uma competição muito grande, em querer colocar na cabeça da criança que o que nós oferecemos não é bom, não presta, que ela não pode estar feliz conosco, que lá sim é o lugar perfeito, o paraíso dos brinquedos, com bonecas, tablets, brinquedos que ela nunca pode trazer pra casa, só podem ser usados lá. Só há guerra, porque o amor não prevalece. Toda mãe e todo pai deveriam pensar antes no bem estar do filho antes os próprios desejos. É direito da criança sim, conviver com ambos, mas se conviver com ambos significa um tormento, um inferno na vida dela, não vejo sentido nessa lei.
MSF F, você tem toda razão, nem sempre a guarda compartilhada é o melhor para criança, cada caso é um caso, e tudo deve ser estudado de forma a encontrar a melhor solução para a vida dos pequeninos, que eles sim, são as maiores vitimas. Se casais se separaram é porque não cabia mais convivência e impôr isso pode sim ser algo prejudicial, gera-se um extress constante diário que é sim, mesmo sem querer, refletido na criança...Não sou, nem nunca fui a favor de afastar pai ou mãe da vida de um filho, mas deve ter um lar estabelecido num só lugar, a criança deve estudar somente numa escola, ter somente uma rotina, receber somente uma educação e quando um dos pais não estiver de acordo sentem e conversem e quando isso não é possível, o pai ou a mãe que oferecer melhores condições para a criança que deve ser o responsável e ponto. Acontece que quando a guarda é unilateral, o outro (pai-mãe) que não tem a guarda se prende a isso de visitas alternadas, a mãe da minha enteada mesmo, nunca se quer pediu para ver ou pegar a menina durante a semana, quando eramos vizinhas nunca se quer foi num finalzinho de tarde ir visitar, dar um beijo, ou ver a filha isso porque nunca proibimos. Ela mesma se prende nisso de 15 dias, nunca se quer tentou conversar conosco. E agora que nos mudamos esta fazendo esse escândalo, falando do pouco tempo que passa com a filha, isso porque fomos para a cidade vizinha que só aumentou 10 minutos no trajeto dela.
Minha enteada foi espancada ao 2 anos e meio, pelo padrasto, o 2º padrasto que ela teve, hj a mãe com 23 anos está em um 4º casamento, quando minha enteada foi espancada pelo padrasto bêbado aos 2 anos, a mãe tentou protege-lo, não lhe causou comoção alguma os hematomas no rosto da filha, tentou a todo custo proteger o marido agressor, dizendo que a filha tinha caído da cama, ligou pro meu esposo pedindo pra trocar a visita do fds que era dele, pois a filha tinha um aniversário pra ir, (queria tempo pra que as marcas desaparecessem) meu esposo só foi saber após 3 dias que a filha tinha sofrido tal agressão, após denuncia dos próprios parentes da mãe, que não se conformaram com a atitude dela. Mas tudo bem, se passaram 5 anos, e muitos acham que é fácil esquecer tudo o que passamos e voltar a confiar os cuidados da nossa pequena a uma mãe tão protetora e tão amável como ela diz ser. Passam os anos, e só quem convive, diariamente com esse tipo de pessoa, é que sabe o que passa. Sim, as pessoas podem se arrepender, podem mudar, podem querer fazer diferente, mas já teríamos reconhecido essa mudança a tempos se ela realmente fosse de coração, se realmente soubéssemos que o que ela quer é só conviver com a filha, e realmente participar, emocionalmente e financeiramente na criação da filha, em conjunto, e não nessa competição suja, nessa sede de vingança, nessa obsessão de que a filha lhe pertence, como se fosse um objeto, e que lhe foi roubada, como ela sempre diz. Mãe nenhuma, jamais perde a guarda de um filho, se não for irresponsável, omissa. Chorar, se fazer de vitima, não muda o que sofremos, não trás a confiança de volta.