Com impedir guarda compartilhada

Há 10 anos ·
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Boa tarde, quero saber como restringir as visitas da mãe, a 2 anos e meio meu noivo tem a guarda definitiva, assim que ela passou a guarda de forma consensual, ela foi morar em outra cidade e nunca fez contato com a menina durante 1 ano e meio, depois voltou a fazer as visitações regulares (a poucos meses) e encher a cabeça da menina de besteiras, isso tem causado grandes desentendimentos, brigas constantes entres os pais, eles não se entendem de forma alguma, desde o tipo de roupa que colocado nela escola em que estuda (particular), a mãe mesmo fazendo visitas constantes nunca pagou pensão ou se preocupa de qualquer forma com a saude, educação e bem estar da menina. A unica coisa que ela pergunta com relação a filha, é que horas ela pode pegar e trazer nos finais de semana dela, contudo, agora ela esta entrando com processo de guarda compartilhada alegando querer ter mais tempo para "brincar" com a menina, porém, eu o meu noivo, não queremos a guarda compartilhada por conta desses desentendimentos e temos certeza que ela só quer isso para provocar. Ela ja alegou até mesmo na presença do nosso advogado (de forma informal) não querer a guarda ou que a filha more com ela, mas ela diz exatamente o contrario para filha, o que acaba deixando a menina numa confusão de sentimentos (medo,tristeza, muito choro,etc..)..A mãe fala, que não importa se ela um dia deu a guarda para o pai, ou se já abandonou a filha por um tempo porque o fato de ela agora querer a menina não a impede, porque para a justiça ela é a mãe e ponto. Estamos com muito medo de perder a criança, durante todo nosso relacionamento sempre nos planejamos de forma a dar a melhor criação e ambiente para ela e isso não vai acontecer tendo a guarda modificada para compartilhada.

25 Respostas
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MSF F
Advertido
Há 10 anos ·
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Tamires...parece que estava lendo a minha história..rsrsrs Meus esposo tbmt em a guarda da filha a 5 anos, hj ela tem 7, já estamos no 4º processo de guarda, foram 3 processos em que a mãe tentou a reversão de guarda, sem sucesso, e agora um 4º processo, tentando a guarda compartilhada. Nossa pequena faz acopanhamento com a psicóloga a 5 anos, e terá dua infância marcada por intermináveis guerras na justiça, porque a mãe não aceita o fato de ela estar bem e feliz conosco, ela tem visita em fds alternados, pega na sexta e devolve no domingo, alugou uma casa em frente a escola onde ela estuda, vigia a entrada e a saída dela todos os dias, nunca à proibimos de participar de nada, e ela perdeu a guarda por irresponsabilidade, e agora quer vingança a todo custo. O que ela pede é que a criança passe 2 dias com cada, e que o unico local de busca e entrega seja a escola, pois o conflito é tão grande que ela não quer nem o encontro conosco. Não consigo enxergar onde isso será saudável para uma criança, viver a cada 2 dias em um lar diferente, dormir a cada 2 noites em uma cama diferente, ter duas educações totalmente diferente, hj ela está bem, está feliz, e eu só consigo enxergar o inferno em que essa mãe fará da vida da própria filha, fazendo dela um io-io, onde não há o minimo de diálogo possível, eu não consigo ver onde isso representa o melhor interesse da criança, fazendo da vida dela um inferno. Porque minha enteada com 7 anos consegue entender que se´ra muita confusão pra cabeça dela, e que ela queria que as coisas continuassem como estão. E isso sem falar nas brigas constantes da mãe e o padrasto que ela já presencia nos fds, imagina no dia a dia, se as visitas quinzenais já não são harmoniosas imagine o dia a dia. É uma competição muito grande, em querer colocar na cabeça da criança que o que nós oferecemos não é bom, não presta, que ela não pode estar feliz conosco, que lá sim é o lugar perfeito, o paraíso dos brinquedos, com bonecas, tablets, brinquedos que ela nunca pode trazer pra casa, só podem ser usados lá. Só há guerra, porque o amor não prevalece. Toda mãe e todo pai deveriam pensar antes no bem estar do filho antes os próprios desejos. É direito da criança sim, conviver com ambos, mas se conviver com ambos significa um tormento, um inferno na vida dela, não vejo sentido nessa lei.

Hedon
Advertido
Há 10 anos ·
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Se os pais moram perto não vejo motivo para a guarda não ser compartilha e com alternância de lar.... Que motivo plausível pode haver???? Se a criança pode conviver igualmente com ambos pq dar prioridade a um?????

Autor da pergunta
Há 10 anos ·
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MSF F, você tem toda razão, nem sempre a guarda compartilhada é o melhor para criança, cada caso é um caso, e tudo deve ser estudado de forma a encontrar a melhor solução para a vida dos pequeninos, que eles sim, são as maiores vitimas. Se casais se separaram é porque não cabia mais convivência e impôr isso pode sim ser algo prejudicial, gera-se um extress constante diário que é sim, mesmo sem querer, refletido na criança...Não sou, nem nunca fui a favor de afastar pai ou mãe da vida de um filho, mas deve ter um lar estabelecido num só lugar, a criança deve estudar somente numa escola, ter somente uma rotina, receber somente uma educação e quando um dos pais não estiver de acordo sentem e conversem e quando isso não é possível, o pai ou a mãe que oferecer melhores condições para a criança que deve ser o responsável e ponto. Acontece que quando a guarda é unilateral, o outro (pai-mãe) que não tem a guarda se prende a isso de visitas alternadas, a mãe da minha enteada mesmo, nunca se quer pediu para ver ou pegar a menina durante a semana, quando eramos vizinhas nunca se quer foi num finalzinho de tarde ir visitar, dar um beijo, ou ver a filha isso porque nunca proibimos. Ela mesma se prende nisso de 15 dias, nunca se quer tentou conversar conosco. E agora que nos mudamos esta fazendo esse escândalo, falando do pouco tempo que passa com a filha, isso porque fomos para a cidade vizinha que só aumentou 10 minutos no trajeto dela.

MSF F
Advertido
Há 10 anos ·
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Minha enteada foi espancada ao 2 anos e meio, pelo padrasto, o 2º padrasto que ela teve, hj a mãe com 23 anos está em um 4º casamento, quando minha enteada foi espancada pelo padrasto bêbado aos 2 anos, a mãe tentou protege-lo, não lhe causou comoção alguma os hematomas no rosto da filha, tentou a todo custo proteger o marido agressor, dizendo que a filha tinha caído da cama, ligou pro meu esposo pedindo pra trocar a visita do fds que era dele, pois a filha tinha um aniversário pra ir, (queria tempo pra que as marcas desaparecessem) meu esposo só foi saber após 3 dias que a filha tinha sofrido tal agressão, após denuncia dos próprios parentes da mãe, que não se conformaram com a atitude dela. Mas tudo bem, se passaram 5 anos, e muitos acham que é fácil esquecer tudo o que passamos e voltar a confiar os cuidados da nossa pequena a uma mãe tão protetora e tão amável como ela diz ser. Passam os anos, e só quem convive, diariamente com esse tipo de pessoa, é que sabe o que passa. Sim, as pessoas podem se arrepender, podem mudar, podem querer fazer diferente, mas já teríamos reconhecido essa mudança a tempos se ela realmente fosse de coração, se realmente soubéssemos que o que ela quer é só conviver com a filha, e realmente participar, emocionalmente e financeiramente na criação da filha, em conjunto, e não nessa competição suja, nessa sede de vingança, nessa obsessão de que a filha lhe pertence, como se fosse um objeto, e que lhe foi roubada, como ela sempre diz. Mãe nenhuma, jamais perde a guarda de um filho, se não for irresponsável, omissa. Chorar, se fazer de vitima, não muda o que sofremos, não trás a confiança de volta.

Hedon
Advertido
Há 10 anos ·
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A guarda compartilha agora é regra e a unilateral exceção! Ainda bem! Essa mulheres são cara de pau, na hora de arcar com as despesas acham que os pais tem que o fazer integralmente, ou seja o dever é 100% dos pais, mas na hora da convivência 10% para os pais????

Esta pergunta foi fechada
Há 9 anos
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