Minha ex me acusou de abuso sexual contra a minha filinha de 03 anos e disse que ameaço ela, só pra levar a menina para o japão. Conseguiu até medida protetiva
Minha ex tá alienando gravemente minha filha de 03 anos. A 01 ano reuno provas sobre isso. Falei que ia denunciar ela ela por isso e displicência na saude da menina e ela me acusou na delegacia da mulher de violencia e abuso contra a pequena. E ainda ganhou medida protetiva me acusando de um caminhão de mentiras que posso comprovar a verdade de tudo. Ela tá revoltada a alguns meses porque quer que eu autorize ela levar minha filha pra viver no japão. Ela é muito mal intencionada, mesquinha e dissimulada. A justiça ainda concedeu a ela e a minha filha medida protetiva fundamentada num monte de mentiras. Me acusou de ser drogado, alcólatra, suicida, violento e até esqueci o resto. O pior que nem me intimaram pra depoimento e já foram concedendo medida e tudo. Tá dando um trabalhão pra minha família isso. Como posso proceder? Quero a guarda da pequena com tudo isso. E processar ela por alienação parental, calúnia, difamação e falso comunicado de crime. Posso comprovar de várias formas que sou limpo e inocente. Integralmente. Tenho print´s de ameaças pelo whatsapp. Foto dos maus tratos que proporciona a minha filha. E, inclusive, na escolinha da minha filha a diretora e a pedagoga tiveram tanto problemas com ela que se ofereceram para depor contra ela na justiça. Não quero o mal dela, mas isso tem que ser tratado seriamente no âmbito da justiça. Me ajudem com experiências e conselhos, por favor. Perdoem o texto enorme.
Procure um advogado. Somente ele estando a par de todo o processo pode te ajudar. Infelizmente tudo isto já ocorreu, pois tudo que ela te acusou não houve contestação de sua parte. Não existe mentiras ou verdades, existe fatos que podem ser provados ou não. Prove que as alegações dela não podem se sustentar e então poderás reverter o jogo a seus favor, do contrário, chore e lamente.
Concordo com voce, a lei veio para proteger as mulheres vitimas de violência, 40 vezes ela fala do agressor, diversas vezes fala da mulher mas nunca fala do homem, para alguns estudiosos esta lei, é sexista e até mesmo inconstitucional. Assim as invenções da mulher valem muito mais que as verdade do homem.