Negar auxílio-doença é intencional
Amigos do fórum, muito se diz que CONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTO, o mesmo se aplica no que vou expor.
Venho acompanhando as mudanças legislativas do INSS desde 2004 e percebo o que realmente tem prejudicado os segurados que pleiteiam benefícios por incapacidade, iniciou-se a partir de Agosto de 2005 com a implantação do COPES –Cobertura Previdenciária Estimada também chamada de Data Certa e Alta Programada que é tudo a mesma coisa.
Vejam o que declarou, na época, o presidente da Associação Nacional dos Médicos Peritos (ANMP) Eduardo Henrique Rodrigues de Almeida para o jornal Diário de São Paulo, pág. B3 do dia 10/12/2005 conforme segue:
“É uma questão cultural, antes o segurado estava ACOMODADO em querer manter o auxílio-doença e não voltar a ativa como contribuinte. Espero que os pedidos de reconsideração, entre 5% E 10%, NO MÁXIMO sejam aceitos. Se for muito mais do que isso, é sinal de que o sistema NÃO ESTA FUNCIONANDO alerta o presidente da ANMP”
Como puderam notar, uma declaração tendenciosa.
Tenho acompanhado os comentários desse plenário relativos a esse tema, a meu ver perfeitos só que dois, chamaram-me muito a atenção, mais não pertencem a este fórum e que vale a pena ser visto.
Por serem comentários extensos, peço que acessem os sites:
http://www.pstu.org.br/nacional_materia.asp?id=7329&ida=0 Título “O grave problema das perícias médicas do INSS” de autoria de Clarisse Regito.
http://conjur.estadao.com.br/static/text/43416,1 Título “Quem foi o gênio que estimou tempo de cura para doenças? de autoria do Dr. Wagner Balera.
Depois de consultarem, saberão que não existem provas tão cabais pelo que foi exposto. Acredito que vai acrescentar muito, vocês não vão se arrepender de ver. Abraços, e muita luta..
Agora o absurdo no tema em questão, é a alegação na época do Presidente da Associação Nacional dos Médicos Peritos afirmando:
“Espero que os pedidos de reconsideração, entre 5% E 10%, NO MÁXIMO sejam aceitos. Se for muito mais do que isso, é sinal de que o sistema NÃO ESTA FUNCIONANDO”
Significa o seguinte; de 1000 segurados que estavam em benefício, no curso das cessações dos mesmos ao solicitarem o PR – Pedido de Reconsideração ( na época ainda não havia o PP), 50 segurados deveriam ser mantidos os benefícios, segundo ele.
Então é isso pessoal, isso explica os indeferimentos sumários a “torto e direito” dos benefícios, que até hoje vem ocorrendo. Só acho que não devemos ficar calados diante desses disparates e sim, nos unirmos até mudar essa situação. Até breve.
Adrianus sou obrigado a concordar com vc em parte.tem tanta farra neste país...começando pela autoridade maior.O sr presidente LULA,por exemplo;Me diga qual é a incapacidade que ele apresenta, prá justificar a enorme aposentadoria por invalidez que ele recebe? han? e os marginais,safados,simuladores e fingidos somos nós? há tenha um pouco de cuidado antes de falar merda.
a sociedade aprova a pobleza do povo, 90% dos Beneficios aposentadorias e pensões são de valor de 465,00 reais, gasta 57% das arrecadacões com a divida publica, investe menos 3% em saude outro disfalque no orcamento e da educacão o que sobra e levado pela corrupcão da maquina. Um perito ganha comicão para dar alta, seu contra cheque e o dobro a mais que um medico de pronto socorro que infelizmente ninguem que estudar tanto para ser um DR. e ganhar uma miseria. as prefeituras assumem maior parte dos obitos por falta de medicos, os Hospitais do estado virou escola de medicina....lembre-se sempre que estiverem na frente de um perito ele somente reconhe sua capacidade para o LABOR ele esta pouco interressado pela sua doenca, afinal ele não trata da saude, a previdencia não comandada para fazer justica com seus contribuintes e sim para funcionaren como uma instituicão financeira, quanto mais cortarem os gastos mais vao deixar o governo feliz e vc indo para o corredor da morte, enquanto ministra e vice presidente tem tratamento medico exemplar, o que existe e diferencas de seres humanos o pobre nao vale um tostão furado, creia tem que morrer muito rico ainda, para fazer justica com aqueles que são pobres.