TENDINITE + DEPRESSÃO AUXILIO DOENÇA NEGADO
ESTOU EM AUXILIO DOENÇA A 1ano e 02 meses. Fui indeferida na ultima pericia e entre com pedido de reconsideraçao e me deferiram só até a data da pericia. Agora tenho que voltar ao trabalho, mas continuo com as 08 lesoes bilateral nos ombros e quadro depressivo. A pericia disse que o tempo para restabelecer de tendinite sõa seis meses. Mesmo mostrando meus laudos e exames positivos, me indefeririam. Querem que volte a pegar onibus com tendoes puidos - devem ser para eles romperem de uma vez. Entrei com pedido de recurso - mas a pericia sera somente em abril - o que devo fazer - e se passar pela pericia de novo e me indeferirem outra vez. Tem algo que possa fazer para evitar isto??? me ajudem???
Prezada Senhora, Seu caso não é incomum. Essas práticas das perícias realizadas pelos peritos do INSS são frequentes. Talvez seja por causa da falta de profissionais para atender toda a polulação. Provavelmente a senhora não tenha sido atendida por um médico perito especialista na sua doença. Por isso ele não deve ter constatado que a senhora não se encontra com possibilidade de voltar ao trabalho. Procure um médico da rede pública especialista na sua doença para que ele forneça um laudo que ateste seu estado de saúde. E munida deste laudo, procure um advogado de sua confiança especialista em Direito Previdenciário para que ele entre com as medidas judiciais cabíveis. Infelizmente, a senhora terá que ingressar na esfera judicial. No entanto, seu advogado pode se socorrer de algumas medidas que vise resguardar o seu direito com mais celeridade. Espero que tenha ajudado. Boa sorte
Prezada Adriana Bianca:
Toda generalização é perigosa. Práticas frequentes, falta de profissionais...Você sabia que até 2005 grande parte dos peritos eram terceirizados e que de 2000 até 2005 o número de perícias simplesmente explodiu? Consulte o site www.perito.med.br para maiores informações. Os peritos recebem treinamento para avaliar os casos bem como trabalham alicerçados na legislação e em protocolos clínicos. 8 lesões bilaterais: tendinite, bursite, ruptura de tendão supra-espinhal, etc? Muitas vezes o erito recebe laudos horrorosos, sem CID (Classificação Internacional de Doenças), sem menção do tratamento proposto e das condições laborais do paciente. Muitas vezes também o exame físico é incompatível com o apontado no laudo. Neste caso específico, faltama algumas informações fundamentais: qual a ocupação que a segurada tinha no início da sintomatologia, quando os sintomas começaram a incapacitar para a atividade habitual, se já fez reabilitação, fisio, etc, se tem planos de retornar ao trabalho nesta mesma função, idade atual, nível de escolaridade, se fazia exames periódicos pelo médico do trabalho. Como pode ver, antes de opiar sobre um assunto complexo é melhor ter mais informações, para não ser injusto. Até mais e esperando ter ajudado.
CLAUDIA Lendo seu texto não posso deixar de falar, voce é que deve estar um pouco mal informada, voce já dependeu deste benefício ? Tenho certeza que não, posso te garantir que os segurados levam laudos, atestados,receitas médicas, e muitas vezes os perítos ignoram. Quanto a falta de dados, não sei se voce sabe, para se fazer a pericia o segurado leva seus documentos e apresenta ao períto, carteira profissional,RG, e as outras informações que cita acho que o períto pode perfeitamente perguntar ao segurado voce não acha? A Previdencia Social que esta falando deve ser de outro Pais, antes fosse esse o problema, procure se informar mais, apesar que para ficar sabendo mesmo e acreditar é só precisando do benefício AUXILIO DOENÇA.
Bom, devo dizer que sou perita do INSS e sei do que estou falando. Qaundo digo dados, não estou me referindo somente a identificação mas sim ao dados clínicos, muitas vezes com laudos ilegíveis, sem CID, sem nexo, sem menção de tratamento, etc. Sei muito bem do que estou falando. Vou perguntar ao segurado: o senhor já fez um CAT, uma espirometria, qual o tipo de cirurgia ortopédica que você fez (osteossíntese, prótese total cimentada,etc). Você acredita mesmo que os segurados podem dar estas informações. em que país você vive? Qual é a sua profissão?
Obrigada pelas considerações. Em primeiro lugar minha opinião não se resume em agredir ou denegrir a imagem do peritos do INSS. Pelo contrário, irei demonstrar o meu mais profundo respeito a essa classe, da qual alguns familiares fazem parte. No entanto, gostaria de deixar claro que minha maior preocupação é com o segurado (maior parte prejudicada e hipossuficiente). O que eu e Sra. Livia descrevemos é a pura realidade constatada em SP (em uma visão de não-peritas, aos menos de minha parte). Os peritos do INSS (que passam por dura seleção através de concurso público em que, geralmente, há uma grande concorrência) são obrigados a fornecer laudos que, em muitos casos, não fazem parte de sua especialidade. E isso acaba prejudicando o segurado, que é a parte mais "fraca". 1- Os segurados devem ser prejudicados pelo fato das perícias terem "explodido"? 2- Merece receber alta do perito o segurado que leva os laudos "horrorosos" que são fornecidos pelos próprios colegas de profissão dos peritos? 3- Quanto ao exame incompatível realizado pelo médico "perito" do INSS...de qual exame físico estamos falando mesmo? Aquele em que o perito pede para um segurado, portador de doença neurlógica, mexa a cabeça de um lado para o outro, olhe para cima e para baixo e pronto (segundo alguns segurados que me procuraram). Está apto ao trabalho! Realmente, com todo respeito a sua opinião, esse exemplo o qual descrevi é incompatível com o laudo/exames apresentados pelo segurado. Por outro lado, não creio que seja justo até mesmo, para os próprios peritos, terem que diagnosticar casos complexos, sendo que muitas vezes não possuem especiliadade para tanto. E a especialidade a que me refiro diz respeito àquela obtida após a graduação de medicina, que chega a durar de 2 a 4 anos em média. Ou tempo hábil para cada um dos segurados para consultar/realizar perícia (tendo em vista o número elevedo de atendimento que precisam alcançar diariamente). É ardua a "cruz"de quando se escolhe ingressar na carreira pública. Não se tem muitas opções em diagnosticar com precisão se existe realmente a patologia. O perito fica limitado. Caso prático que ocorre diariamente é laudo fornecido pelo perito (com especilidade em ginecologia) concedendo alta a segurado com suspeita de doença mental. Isso ocorre, e muito. Infelizmente.
4- E quem deve pagar por essa "deficiência" em especilistas? os segurados? 5- O mais correto não seria se resguardar com medidas disponíveis no ordenamento jurídico? 6- Não seria melhor a interveção do Estado, através do judiciário, para decidir qual melhor e mais justo laudo? 7- E por que não o segurado se dirigir a um ESPECILISTA para confrontar o laudo fornecido pelo “perito” do INSS?
8- O que se deve valorizar mais: um treinamento ou uma especialização (com duração de mais de 2 anos, no mínimo) ?
9- Aguardaria a resposta de um órgão/autarquia a qual demorasse mais de 1 mês para poder receber o seu salário/benefício?
10- Em caso afirmativo, como faria para comer durante esse período?
Segundo o dicionário a palavra “perito” deveria ser "aquele que pelas suas aptidões ou conhecimentos especiais é nomeado judicialmente para proceder a um exame, vistoria ou avaliação", "conhecedor", "hábil" etc.
Como se percebe, apesar de todo o treinamento que, segundo a Senhora nos explicou, recebem os médicos peritos do INSS para diagnosticar as patologias, entendo não ser suficiente e tampouco digno para com os segurados que procuram o INSS porque precisam do benefício para, simplesmente sobreviver.
Quem dera os peritos daqui de SP fossem tão atenciosos quanto a senhora demonstra ser nas consultas/perícias. Pois, como a senhora mesma repugnou na primeira resposta, aqui, em SP, os laudos demonstram ser generalizados pelo “peritos”. Tomara a Deus que a senhora consiga mudar o nosso quadro real. Em suma, creio que o por hora,o que ajudaria a segurada que iniciou esse fórum seria procurar o judiciário. Já imaginou ela tentando explicar para o perito que lhe for atender que, ele, “perito”, deveria perguntar sobre esse ou aquele exame, porque, “fui informada por um outro perito que o senhor(a) deveria fazer isso ou aquilo...” Fica um pouco complicada essa situação. Mas, mesmo assim obrigada pelos escarecimentos.
Dra. Cláudia Leite,
Sabendo de sua posição como perita, gostaria de lhe perguntar algumas coisas, pelas quais passei recentemente, e veja se não há algo errado com isso:
- passei pelo perito do INSS (não vou citar nomes) que realmente olhou no computador laudos antigos e me fez muitas perguntas;
- disse que devido à minha idade (34) não iria me aposentar, apesar de eu estar no auxílio-doença há mais de 6 anos (com F32.2);
- recusou-se a ler o laudo que eu trouxe do meu psiquiatra assistente, atestando o CID e informações sobre o tratamento (ele pode se recusar, por 2 vezes?); alegou ter "bastante conhecimento sobre o assunto";
- vi que ele não tinha "bastante conhecimento sobre o assunto", pois ele perguntou se eu já havia tomado um certo remédio, e eu respondi usando o nome químico do remédio (ao invés do nome comercial, que ele usou), e ele ficou sem entender nada;
- contestou o tipo de tratamento que meu psiquiatra faz (um dos melhores da região); achei isso muita falta de ética, visto que ele não é psiquiatra;
- para terminar, me mandou para a reabilitação em outra cidade (mesmo atestando incapacidade laborativa e sabendo das minhas dificuldades de deslocamento por motivos emocionais e psíquicos, os quais relatei, mas fui ignorado), e ainda colocou no laudo minha doença como F44.7 - Transtorno Dissociativo - ONDE ELE ACHOU ISSO???
Frente a tantas incoerências, ainda perguntei na agência aos funcionários do INSS por que ele tinha feito isso. A resposta: "Ele está mandando todo mundo para a Reabilitação...".
Pergunto agora, dr. Cláudia, com todo o respeito pela classe dos peritos: Você acha que esse "colega" agiu corretamente?? Existe ou não uma ordem superior para diminuir os benefícios e acabar com o famoso "déficit da previdência"?
Aguardo sua resposta, Grato.
Certo...
Uma das condições para ser perito é ter residência em alguma área. temos vários ortopedistas, neurologistas, psiquiatras, etc. Quando surge dúvida em algum caso, geralmente discuto com o colega especialista. Vocês já ouviram falar em médico de família? Sabiam que ele não é especialista em nenhuma das grandes clínicas mas que atende a todos? Pela lógica de vocês, isto nunca poderia acontecer. Mudando um pouco de asunto, meus colegas de SP reclamam que embora a grande SP tenha mais de 16.000.000 de habitantes e mais de 70.000 médicos, muitos laudos são provenientes das mesmas clínicas, com as mesmas patologias, etc. Coincidência? Estatisticamente qual a possibilidade disso ocorrer ao acaso?
A grande maioria dos laudos infelizmente não contém informações complementares que justifiquem o afastamento do trabalho, além da grande confusão que se faz entre incapacidade e invalidez. Além disso, vários colegas médicos do trabalho não propõem readaptação em função diversa, não fazem os periódicos exigidos pela legislação e o que é pior, não agem de maneira preventiva para evitar lesões. Este fato lamentável não foi mencionado nenhuma vez aqui neste fórum.
Denunciem! Somente assim podemos melhorar o atendimento e acabar com esta verdadeira guerra que só tem vencidos, nenhum vencedor.
O Brasil apresenta cerca de 14% dos trabalhadores com algum tipo de auxílio, o dobro da média mundial. Isto não lhes parece estranho?
O mercado de trabalho apresenta muita demanda e pouca oferta, principalmente para baixo níveis de escolaridade e idade maior do que 40 anos. Temos recebido vários pedidos de BI nesta condição e avaliando caso a caso, são os que mais saem revoltados da perícia quando recebem alta, embora não estejam incapazes.
É dificil mas ainda tenho fé!
Livia, qual é mesmo a sua profissão?
Olá, dra. Cláudia...
Obrigado pela resposta.
Realmente, o Brasil pode estar com um número de afastamentos acima da média, é por isso que pergunto: Existe ordem superior para diminuir, corrigir, essa média?
No meu caso, graças a Deus, tenho nível superior completo (me formei em Engenharia Eletrônica pela UFRJ) e poderia estar ganhando atualmente, por baixo, entre 4.000 e 5.000 reais (sem especialização nesses 6 anos, a qual, se eu tivesse, poderia estar ganhando na faixa de 7.000 a 9.500). Pergunto: Alguém acha que eu gosto de receber o que o INSS me paga, ao invés dessas remunerações? Só estou me sujeitando ao que o INSS paga devido à minha situação, que é real, não uma fraude. Concordo com você, Cláudia, quando sugere que muitos trabalhadores recorrem ao benefício como se ele fosse um "emprego", mas volto a perguntar: E no meu caso, que como você pode ver, é realmente por necessidade? Trabalhava numa área onde existe e existirá por muito tempo bons salários e boa oferta, a famosa "TI", Tecnologia da Informação, como Engenheiro de Sistemas. Vou pagar o pato pelos que estão blefando??
Obrigado pelos esclarecimentos, é bom quando surgem peritos na discussão, pois nos ajuda a compreender melhor os 2 lados da moeda.
Abs.
dexa eu meter mais um indicativo aqui nessa discussão, , aliás muito salutar e esclarecedora, ja que temos uma perita envolvida no assunto. O que me causa estranhesa é o fato de em quase 100% dos casos de indeferimento administrativo encaminhados ao judiciario ocorre justamente o contrário do que a contece nas demandas administrativas, ou seja, nosso atento judiciario dá ganho de causa quase que na sua totalidade e , vejam bem, TODOS os segurados são submetidos a pericias judiciais para obtenção do seu benefício. Perícias essas feitas por Médicos que, pasmem, colegas dos peritos do INSS. Estranha sensação de que realmente a Previdencia social pauta suas decisoes de maneira diversa daquelas pelas quais foi criada. Hoje ,muito diferente do acontecia antes da nova ordem social, o fator finaceiro pesa e muito nas decisoes dos gabinetes periciais dentro do INSS >Será que não há realmente uma determinação interna na PS para que se diminuam as conceçoes de auxilio doença e aposentadorias por invalidez???
Dra . Claudia, As empresas cujas atividades são de carater insalubre ou que por sua natureza possam causar danos ao empregado , pagam taxas elevadas para a previdencia além das taxas normais pagas por empresas em que não há risco de acidentes ou doenças, então me partece que isso não é justificativa para défcit ou não da previdencia e me causa estranhesa a colocação de que no Brasil há uma demanda maior do que nos outros países para tais benefícios. Que países são esses? , se comparam com nossa massa de máquinários ultrapassados, velhos e enferrujados? esse benefíciários tem a mesma alimentação precária que 90%da nossa população tem desde que nasce? que tipo de doenças tem nos outros países que aqui não tem? tem eles a mesma proporção de doenças endemicas que no Brasil há por causa do nosso clima etcc...etc...Discussão sem fim,,,,,,,,|Infelizmente , como sempre tudo nesse país é uma decisão politica e assim a Sra, dentro do seu gabinete segue as orientaçoes vindas de cima, cumprindo assim com sua obrigação profissional e de empregada ao mesmo tempo( POLITICA), do outro lado a grande massa da população assiste td isso passivamente... e viva o Brasil......
Só mais uma questão...se há casos de fraude e realmente se sabe que eles existem,(todos os dias aparecem notas na paginas policiais)como a Sra citou uma clinica que aparentemente emite laudos ou coisas do genero para prejudicar a previdencia( laudos esse emitidos por colégas seus),por tanto, eles seriam fraudadores, e não os segurados , como querem fazer entender ,me parece que é caso de policia e que deve ser denunciado, com certeza, mas não deveria jamais entrar nas suas consideraçoes , por que parece que o seu julgamento , nesse caso ,é tendencioso. Vivemos num país injusto em todos os sentidos e a previdencia social foi criada para amenizar as injustiças, deveria ser assim, em parte é, em parte não é
Eduardo: Sim, como também existe uma determinação do Judiciário para sempre dar ganho de causa ao segurado...esta afirmação também não é absurda? Se você sabe que um documento contém falsas afirmações e o apresenta na perícia está isento de dolo ou culpa? Não é estranho? Converso com o segurado e se for o caso, solicito mais informações complementares. Quanto aos países são potências: Bolívia, Paraguai, América Latina em geral, India e China. Todos eles tem maquinários antigos? Outra coisa: como explicar a enxurrada de casos de mulheres jovens, com menos de 2 anos de trabalho em telemarketing desenvolverem tendinite e depois depressão? Estatisticamente isto não faz sentido. 90% da população não tem alimentação adequada? Concordo pois temos obesos, sobrepesos e desnutridos. As doenças que mais causam afastamento não são endêmicas: psiquiátricas, osteo-musculares, cardioógicas, etc. Você tirou estas informações do nada. As minhas eu retiro do site da Previdência, do Ministério do Trabalho, da Saúde, etc. Trabalho com fatos concretos e não com suposições, ilações, etc.
MC: Você escreve muito bem para uma pessoa que apresenta F32.2 e F44.7. Talvez por isso tenha sido encaminhado ao reabilita... Não trato todo mundo como suspeito mas pegamos um número enorme de fraudes, que são como os acidentes de avião: são decorrentes de uma série de fraudes e colaborações de servidores da previdência inclusive. Vamos lutar para melhorar isso!
Claudia
Porque quer saber minha profissão, muda alguma coisa? Trabalho na prefeitura de minha cidade, setor de contabilidade, e não estou doente!! Tenho pessoa da familia doente, e sofre a muitos anos com o INSS, leio muito a respeito e procuro ajudar quem precisa de alguma informação, participo aqui no forum com a intensão de ajudar os segurados, a sra. tem sugerido para os segurados que reclamem no Conselho Regional de Medicina sobre os maus perítos, poderia me dizer como? O segurado entra na sala sozinho, não é mais permitido acompanhante, então quem vai provar oque? Eu queria mesmo é que fossem colocadas cameras nas salas, seria bom para os dois lados, não é? Notei que a sra. não fez nenhum comentario sobre a postagem da Adriana Bianca, li tudo aqui e não vi nada! Achei que ela tem muita sensibilidade, e escreve muito bem, vai direto ao ponto, oque a sra. achou?????
dra claudia, tenho laudo que acredito ser correto e nem por isso estou melhor que as outras. estou há 4 anos e 3 m de aux. doença e tento passar para acidente há 3. só agora saiu a cat. tenho epicondilite lateral, tunel do carpo 4º compartimento, e tendinopatia do supra espinhoso em ambos os braços pois trabalhei com digitação durante 17 anos. operei o ombro e tirei a bursa e pedaço do acrômio. último laudo:!paciente com dor em ombro, cotovelos e punhos há mais de 5 anos. Piora com o esforço de digitação e ao movimentos, operou o ombro direito ha 8 meses para tto cirurgico de lesão do manguito rotador, houve melhora da dor, porém ainda persiste certa limitação da abdução. ultra dos ombros punhos e cotovelos evidenciou tenossinovite. Paciente tem sentido fortes dores atualmente nas ref articulações e encontra-se em quadro depressivo. CID:M65-2." receitas que levei: tylex 30mg, amytril 25mg e rivotril 2mg.todos são remédios controlados. O que a sra acha? o perito me deu mais 3 meses....(já passei por reabilitação, que foi a assist. social me dar uma caderneta de frequência e só pois o INSS não teria dinheiro para cursos de reabilitação;;;;) Vanda.(ps. digitado por filho, pois não consigo mais mexer com computador, escovar bem os cabelos, etc)