Habeas corpus
Fulano utilizava a casa e a linha telefônica de sua concubina para transações criminosas, consistentes em tráfico ilícito de drogas. A linha telefônica, que estava em nome de sua concubina, foi objeto de escuta telefônica autorizada pela autoridade judicial competente. A escuta telefônica viabilizou a obetenção de provas que incriminaram Fulano. Fulano impretou um hábeas corpus alegando a nulidade do processo, uma vez que há a necessidade da individualização da pessoa investigada para a validade da esculta telefônica autorizada judicialmente. Ele está certo? decida.