Dúvidas Família

Pai afetivo quer tirar direito de pai biológico sendo que o biológico não tem nem um amor pela criança!

Há 6 anos ·
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Boa tarde! Eu crio a filha da minha companheira desde os 3 meses de idade, peguei amor de filha por ela e ela de pai por mim. A intenção era tentar tirar o sobre nome do pai biológico e por o meu sobrenome que sempre fui eu que supri todas as necessidades da minha filha. Só que infelizmente o pai biológico entrou na justiça e conseguiu pegar o direito de visita, mas o pai nunca fez nada por ela ele falou pra minha companheira que pegar a criança seria como vingança que não tinha amor por ela. E minha companheira já passou por violência doméstica e ele está com a denúncia de Maria da Penha. Pra resumir como faço pra tirar o direito dele e ficar com essa criança sendo que sou eu o pai afetivo e faço tudo pela minha filha. Me dê um conselho por favor! Obrigado!

6 Respostas
pensador
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Há 6 anos ·
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Nada a fazer, é um direito da criança ter contato com o pai biológico. Quanto ao sobrenome pode ingressar com ação de retificação de registro para acrescentar o seu, sem remover o do pai biológico.

fauve
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Há 6 anos ·
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Você pode ser pai socioafetivo. Nunca será pai biológico. A medida protetiva da mãe não se estende à criança.

E o que nós mais vemos por aqui são "ex" que registraram filhos alheios quando a relação parecia um mar de rosas e tentaram mudar de ideia quando a relação azedou.

Você, como padrasto (que atualmente resolveram dar o nome bonitinho de pai socioafetivo) tem um papel importante na vida da sua enteada. Mas ela é filha de outro. Ele resolveu conviver com a criança. Bom para ele e ótimo para a criança.

Ciganinha Almeida
Há 6 anos ·
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Ótimo pra criança o pai tá pegando com a clara intenção de alienação parental vingança e isso é bom pra quem? Pra criança?

fauve
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Há 6 anos ·
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Sim, ótimo para a criança ter a chance de conviver com pai e sua família. O que vai na cabeça do pai eu não vou julgar por informação de terceiro.

pensador
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Há 6 anos ·
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Não há como punir a intenção, mas sim a conduta. A opinião da consulente não faz a presunção de verdade. Juiz não tem bola de cristal, é necessário demonstrar o que se alega. Por último: não existe alienação parental por antecedência, sem a conduta alienadora. Da forma relatada, parece muito mais que a consulente é quem está alienando a criança ao tentar apagar a memória e tentar impedir o contato da criança com seu pai biológico. Agora é tarde para se arrepender daquilo que foi livre para escolher. O plantio é livre, a colheita, compulsória. Saudações,

ISS//
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Há 6 anos ·
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Perfeito.

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Há 6 anos
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