OAB / CESPE CIVIL 2° FASE
QUEM FEZ CIVIL 2 FASE? FOI BEM? A PEÇA ERA INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS, DANOS MORAIS, LUCROS CESSANTES C/ PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA. FUI MAIS OU MENUS TO COM MEDO ERREI NA ESTETICA POR QUE FALTARA LINHAS E ESQUECII DE UM DOS REQUISITOS DO 282 DO CPC. PRODUÇÃO DE PROVAS... NO MAIS TRANQUILO.. E AS QUESTÕES O QUE VOCÊS COLOCARAM?
pessoal, fiz um resumo de uma nota na internet, o advogado em questão, pegou uma prova e levou para outros professores (renomados) corrigirem, leiam:
Por Marcelo Jugend (Paraná)
Dias atrás apontei, junto à imprensa de Curitiba, uma série de irregularidades que encontrei em uma prova do Exame de Ordem realizado pela OAB do Paraná em agosto do ano passado.
As mais gritantes delas se referem à ausência completa de independência entre os dois corretores da prova prático-profissional , e à completa falta de preparo do profissional ...
Relembrando: os corretores chegaram a notas rigorosamente iguais para 13 tópicos de avaliação, sobre um universo total de 14, em uma prova discursiva, de natureza subjetiva, sendo que sua única e solitária divergência não passou de 1 décimo. E o parecer que apreciou o recurso – no qual estava em julgamento também a correção gramatical dos textos da prova – contém, em duas páginas e meia, pelo menos 36 erros gramaticais elementares.
Conforme já informei, o Dr. José Affonso Dallegrave Neto conferiu à prova nota 7,0, o Dr. Roland Hasson, 6,5 e o Dr. Valdyr Perrini 6,1, com diferenças substanciais entre todos eles nos 14 tópicos.
Os corretores da OAB chegaram a 4,9 e 5,0 (em virtude da tal diferença de 1 décimo). Após o recurso, a nota chegou a 5,2. Para aprovação, é necessário 6,0. Nenhum dos corretores oficiais a atingiu. Todos os corretores independentes a ultrapassaram.
Afirma ainda o Presidente que todos os corretores selecionados pela entidade são professores conceituados em universidades. Preocupa-me tal assertiva, pois se é assim, como se explica que a decisão final acerca da prova em questão, elaborada por um desses corretores, em grau de recurso inapelável, seja eivada dos erros de gramática mais elementares?
Quem são os corretores da OAB? Como pode um deles dar notas diferentes para respostas iguais, fato que ocorreu conforme documentação em meu poder?
POR ISSO PRECISAMOS DO ESPELHO DE QUEM PASSOU !!!! POIS ERA COMO SUSPEITÁVAMOS RESPOSTAS IDENTICAS COM NOTAS DIFERENTES!!!
[]S
CH
OUTRA COISA PARA A GENTE FAZER ....
Glaer Giane Cordeiro Fernandes Pinhais/PR
1 dia atrás editado Caríssimos Colegas,
Fiz o exame prático-profissional da Ordem dos Advogados (2008.2) em Penal e não fui aprovada.
Ocorre que este exame está totalmente viciado.
Primeiro, o resultado teria que ter sido divulgado no dia 11/11/2008, conforme informado pela Cespe. Porém, o divulgaram, apenas, no dia 14/11/2008. Uma tortura.
Não bastasse essa ausência de respeito, o que me intriga é que não foram aprovados alguns dos examinandos que utilizaram-se de argumentações semelhantes de outros aprovados, na peça e questões.
Além do mais, um depoimento, neste fórum, de um advogado, atuante na área há mais de 17 anos, deixou-me revoltada. Para ele, os advogados teriam dificuldade para resolver as questões apresentadas pela Cespe. Tamanho o grau de dificuldade da prova de Penal.
Portanto, percebe-se que houve uma certa desordem. E, total subjetividade na correção das provas. Não temos a quem recorrer, neste momento, senão à imprensa.
Vamos nos unir e mandar emails de sugestão de pauta para o jornal Nacional. http://participejornalnacional.globo.com
Glaer - jornalista email: [email protected]
Boa noite pessoal
queria dizer que não desisti de vcs :) e jamais faria isso, minha palavra dada é válida, podem cobrar.
Como eu havia deixado avisado iria descansar um pouquinho, merecido, pois fiquei dias a fio aqui no fórum , acho que mereço.
Na segunda estarei com vcs para ajudar no recurso, e como já fiz, estarei mandando e-mails e trocando e-mails com todos que me enviaram, quem não recebeu me avise ok
bj
É TURMA A GALERA DE PENAL ESTÁ SE MOBILIZANDO...PRECISAMOS DO ESPELHO DE QUEM PASSOU...
Graça Soares JARDIM DE PIRANHAS/RN
1 dia atrás Thiago,
Essa indignação não é só tua. Tô super inconformada e o pior é que nem as lágrimas consegui segurar, fiquei mal demais. Fiz UFRN aqui, e tenho plena certeza que essa prova da OAB não mede nossa capacidade de sermos bons profissionais. Não sei se vocês chegaram a ver, em um fórum aqui mesmo, uma notícia sobre uma pessoa que não teve a prova inteira corrigida. Acabei indo conferir o vídeo no you tube com o depoimento da moça. Consta um breve relato da advogada sobre como essa correção é totalmente falha. Ela entrou na justiça e acabou conseguindo. Já ouvi até rumores de que a correção é feita por doutores em letras que não entendem bulhufas de direito e que simplesmente seguem roteiros de tópicos do que a Ordem supostamente exige que conste nas questões. O pior é ter que passar por tudo novamente, a 1ª fase...Ninguém merece. Abraços e vamos protestar!
Meu e-mail: [email protected]
Edna, Rosenilda, Paty_1, Márcia_1, Cris( que me mandou e-mail, já está anotado)
CH e demais meninos....
Por gentileza contem comigo ok!, este fórum me ajudou muito e irei retribuir todo carinho, amizade, apoio, fé, enfim tudo o recebi e continuo recebendo de vcs.
Como eu sempre disse, a galera desse fórum é 1000!!!
São os guerreiros civilistas :)
Eu posso me ausentar por alguns momentos, mas ao retornar e ver a força de vcs é algo que me faz querer estar aqui todos os dias.
bjs
me chamem
Sandra
CH
nossa turma também está mobilizada!!!!
já mandei e-mail para todos, vc tb já recebeu, avisando os e-mails de contato
nossas provas serão disponibilizadas para ajudar e servir de apoio a todos que precisem, muitos já ofereceram ajuda.
Nenhum fórum é mais unido que o nosso ! :)
faremos o melhor recurso da história, jamais duvide disso meu amigo.
Sua aprovação e dos demais será certa! Temos os mesmos ideiais e respondemos muito parecido, mas nem todos tiveram bons corretores :(
e CH, vc me excluiu? rs
[]s
Sandra
mari_1 sao jose/SC
19 horas atrás bom dia, to ficando doida, achei algo, talvez ajude.
Passo a passo: Como elaborar um recurso de segunda fase para o exame da Ordem dos Advogados do Brasil. É sabido que a OAB tem se manifestado acerca do grande número derecursos interpostos com vistas ao reexame da prova de segunda fase. Vê-se também que muitos candidatos recorrem sabendo previamente que não há chances de alcançar o resultado previsto o que – em tese – prejudicaàqueles que possuem alguma chance real eis que a pessoa que vai corrigir –acredito–, cansado de tantos recursos inócuos, acaba por passar poraquele que tinha condições de forma rasteira. Assim, como não é possível pedir bom senso nestas horas, você devebuscar fazer o seu recurso de forma clara e objetiva. 1. Elabore o recurso você mesmo: Dois entendimentos decorremdesta idéia – Primeiro: se você não se julga capaz de redigir umrecurso em seu favor porque acredita que deveria ter sido aprovadoao elaborar um recurso em favor do seu cliente?. O princípio é o mesmo. Segundo – o recurso deve ser feito no computador (com os recursos de correção de gramática e de concordância ativos) e depois entregue com a sua letra, ou seja, você deve transcrever de formamanuscrita o recurso e assim entregá-lo. A pessoalidade neste casoajuda porque a pessoa que vai corrigir possui condições de saber quefoi o candidato que fez o recurso. 2. Quantidade de vias: O candidato deve transcrever o recurso emduas vias sendo certo que uma será entregue na OAB e a outra servecomo cópia/protocolo. Pede-se assim que ao entregar o recurso naOAB o candidato solicite que o responsável pelo recebimento assine a sua cópia, exarando inclusive a data do recebimento.
Quantidade de páginas: Não há um a regra que determine onúmero de folhas constantes do seu recurso; contudo, pede-se bomsenso ao candidato. Lembre-se que “para falar tudo não é precisodizer muito; por vezes diz-se muito e não se fala tudo”. Seja objetivo, mas sem ser escasso.4 Como redigir: O recurso se divide em duas partes distintas, como éa prova: Uma com vistas à discussão da prova prático-profissional e aoutra com o escopo de discutir as questões. Opte por começar adiscorrer sobre a parte que você crê possuir mais chances. Das questões: Duas são as vertentes igualmente acerca das questões: Há casos em que se discute o conteúdo das questões, ouseja, o examinador manifestou-se no sentido de que a respostaestava errada (de acordo com o gabarito) quando na verdade estavacorreta. Há casos também em que a resposta está correta (de acordocom o gabarito) e a nota não foi considerada na soma dos pontos (vale lembrar que a peça tem peso 5,0 e as cinco questões juntastem peso 5,0. Cada examinador – são três – aponta a sua nota; astrês notas são somadas e o resultado dividido por três para sealcançar a média, que é o resultado final – considere-se aprovadoquem obteve nota 6,0). Se o seu caso é o de respostas convergentes você deve justificar asua afirmação juntando, inclusive, cópia da doutrina e dejurisprudências que corroboram com sua posição. Caso seu problemase destine à discussão da soma das notas pede-se que você promovada mesma forma, ou seja, mostre que sua resposta esta certa(juntando doutrina e jurisprudência) e aponte para o equivoco nasoma. Passe à discussão e outra questão tão e somente após ter esgotado aexplanação da anterior. Caso desejar, faça “cabeçalhos” no recurso,por exemplo: 2) Da questão de número 4(quatro):....e fale sobre ela.
Da peça prático-profissional: Como dito a peça tem peso 5,0 e anota se extrai da correção de seis itens, quais sejam: a) adequação da peça ao problema apresentado: não se pode perder de vista que não há lugar para a aplicação do princípio da fungibilidade emsede de exame de ordem; vale dizer, quando se faz necessário aelaboração de um ROC, e ainda que na prática o HC possa substituí-lo, dificilmente a OAB aceitará algo diverso do Recurso OrdinárioConstitucional. b) correção gramatical: havendo erros degramática ou de concordância certamente será descontada a nota. Écomum que os examinadores apontem para esse item como“satisfatório”, “razoável”, “bom”; ora, se não há erro é imperioso quese atribua a nota máxima. c) Técnica profissional: Pessoalmenteeu empresto a cada um dos itens de correção um critério objetivo e,principalmente, distinguindo um dos outros. Digo isso porque nesseitem é que comungo ser imperioso verificar se a peça foi endereçadaao juízo competente, se promoveu-se à elaboração da peça deinterposição e as razões (quando necessário), se a jurisprudênciacompilada é pertinente, etc. Na prática verifica-se que osexaminadores apontam para tais questões no item adequação dapeça, além de considerá-los também neste item. Eu discordo,mas....... d) Capacidade de interpretação e exposição: aqui creio ser necessário demonstrar o entendimento do problema, ou seja, é importante que se defenda (ou acuse) alguém pelo crime que de fatocometeu (ou não) (não confunda injúria, com difamação ou calúnia).Se é para pedir a desclassificação não e correto postular aabsolvição; da mesma sorte não posso pleitear a nulidade quando ocorreto é aferir a extinção da punibilidade. Mais uma vez não éincomum verificar a correção de tais fundamentos nos itensadequação da peça e técnica profissional (ou seja, no fundo os examinadores vêem os itens como uma única coisa). e) raciocínio jurídico: neste item é que o examinador deve(ria) verificar aargumentação, ou seja, quais os argumentos utilizados para postulara nulidade (ponto que engloba a capacidade de interpretação), oumesmo solicitar a absolvição e/ou a condenação. f) Fundamentação e sua consistência: o pedido elaborado (interpretação e exposição) decorre da tese argumentada (raciocínio jurídico) que deve SEMPREse fundar em artigos de lei (fundamentação). Contudo não basta fundamentar, é imperioso fazer a relação entre o que se argumenta ea letra da lei, vale dizer, embora não seja possível copiar o artigo éimprescindível mostrar seu cabimento. 7. Apresentação: lembre-se de fazer o recurso em uma folha limpa,evitar o uso de corretivos e principalmente, laborar com letra legível.Caso desejar junte anexos como trechos de livros (sem olvidar deapontar a fonte) ou decisões jurisprudenciais que, por óbvio, auxiliemno raciocínio que você elaborou.Boa sorte.
Concordo...
mari_1 sao jose/SC
9 horas atrás pessoal, uma fofokinha faz parte;
tem gente daqui de Floripa que liguei para parabenizar e não atendeu fone, deve tá pensando que vou pedir cópia da prova ou ajuda; tem "amigas" advogadas que nem ligaram, nem para oferecer ajuda!! nessa hora é que vamos ver com quem se pode contar, às vezes as pessoas de longe são mais solidárias!
isto dá mais força ainda, pois também temos com quem contar!
Que pena que esta menina não me conhece não é mesmo, rs
afinal, tem gente aqui de Floripa muito solidária e que oferece ajuda a amigos virtuais, imagina o que não faria aos de corpo presente :)
Minha pergunta é para vc Carlos Henrique:
- Vc acha que poderemos fundamentar os recursos com os espelhos?
- será preciso toda a doutrina e jurisprudência cabível?
Queres dar um rumo ao início dos trabalhos? Dá o caminho, que começo a segui-lo
Sandra
Sandra > Nao guerreira, vc está sempre apoiando , segurou a peteca dofórum , uniu todos , enviou e mails .... Você sabe que todos gostam muitode vc... e eu sótenho a te agradecer... só estou tentandomobilizar a galera e ajudar aqueles que não passaram.... Nãoadianta eu ficar chorando...pelo menos faço algo para ajudar quem não passou.... mesmo que eu não passe....
Abraços amiga por tudo que tem feito e pelo que já fez..
[]s
CH
CH
querido, continue a mobilização, não discordo de nada, só defendi minha ilha, rs.
Quero saber o que te perguntei para pesquisar mesmo, nunca fiz um recurso desses, estou me guiando por vcs e podemos e devemos começar já, ai segunda já estamos caminhando, para quê esperar.
E nunca mais diga mesmo que eu não passe, ouviu moço, estás proibido, rs.
VC vai passar, foi só mais uma provação, para ver se o coração tá forte :)
Só me diga o que já devo pesquisar, quero começar pois segunda talvez não tenha o dia inteiro, então não quero perder tempo..
E realmente, chorar por um dia, mais do que´isso é lamentação.
E te peço, dê rumo ao início dos trabalhos, já lhe disse vc foi luz para tantos....
me dê o rumo ok
bj
Sandra> foi só uma coincidência ser de Floripa....
Acho que pode-se transcrever respostas de espelhos de quem passou comparando com a resposta de quem não passou ...
Teremos de colocar a inscrição e o nome do examinado aprovado, e a seccional... quem já passou não sofrerá consequencia alguma... já é direito adquirido...
Pode-se usar o espelho , a nota de quem foi aprovado respondendo de forma idêntica a quem não passou também em uma possível ação judicial.
Não acho que doutrina e Jurisprudência serão tão importantes pois quem passou na maioria dos casos respondeu de forma quase idêntica ou igualzinho a quem não passou ...pelo menos aqui na turma de civil... acho que os recursos deverão apontar os acertos.... é por aí creio eu...
Obrigado por estar ajudando Sandra, e preocupada também...
[]s
CH
Galera este post é legal... acho que ajuda bem..a dar um norte ...
Passo a passo: Como elaborar um recurso de segunda fase para o exame da Ordem dos Advogados do Brasil. É sabido que a OAB tem se manifestado acerca do grande número derecursos interpostos com vistas ao reexame da prova de segunda fase. Vê-se também que muitos candidatos recorrem sabendo previamente que não há chances de alcançar o resultado previsto o que – em tese – prejudicaàqueles que possuem alguma chance real eis que a pessoa que vai corrigir –acredito–, cansado de tantos recursos inócuos, acaba por passar poraquele que tinha condições de forma rasteira. Assim, como não é possível pedir bom senso nestas horas, você devebuscar fazer o seu recurso de forma clara e objetiva. 1. Elabore o recurso você mesmo: Dois entendimentos decorremdesta idéia – Primeiro: se você não se julga capaz de redigir umrecurso em seu favor porque acredita que deveria ter sido aprovadoao elaborar um recurso em favor do seu cliente?. O princípio é o mesmo. Segundo – o recurso deve ser feito no computador (com os recursos de correção de gramática e de concordância ativos) e depois entregue com a sua letra, ou seja, você deve transcrever de formamanuscrita o recurso e assim entregá-lo. A pessoalidade neste casoajuda porque a pessoa que vai corrigir possui condições de saber quefoi o candidato que fez o recurso. 2. Quantidade de vias: O candidato deve transcrever o recurso emduas vias sendo certo que uma será entregue na OAB e a outra servecomo cópia/protocolo. Pede-se assim que ao entregar o recurso naOAB o candidato solicite que o responsável pelo recebimento assine a sua cópia, exarando inclusive a data do recebimento.
Quantidade de páginas: Não há um a regra que determine onúmero de folhas constantes do seu recurso; contudo, pede-se bomsenso ao candidato. Lembre-se que “para falar tudo não é precisodizer muito; por vezes diz-se muito e não se fala tudo”. Seja objetivo, mas sem ser escasso.4 Como redigir: O recurso se divide em duas partes distintas, como éa prova: Uma com vistas à discussão da prova prático-profissional e aoutra com o escopo de discutir as questões. Opte por começar adiscorrer sobre a parte que você crê possuir mais chances. Das questões: Duas são as vertentes igualmente acerca das questões: Há casos em que se discute o conteúdo das questões, ouseja, o examinador manifestou-se no sentido de que a respostaestava errada (de acordo com o gabarito) quando na verdade estavacorreta. Há casos também em que a resposta está correta (de acordocom o gabarito) e a nota não foi considerada na soma dos pontos (vale lembrar que a peça tem peso 5,0 e as cinco questões juntastem peso 5,0. Cada examinador – são três – aponta a sua nota; astrês notas são somadas e o resultado dividido por três para sealcançar a média, que é o resultado final – considere-se aprovadoquem obteve nota 6,0). Se o seu caso é o de respostas convergentes você deve justificar asua afirmação juntando, inclusive, cópia da doutrina e dejurisprudências que corroboram com sua posição. Caso seu problemase destine à discussão da soma das notas pede-se que você promovada mesma forma, ou seja, mostre que sua resposta esta certa(juntando doutrina e jurisprudência) e aponte para o equivoco nasoma. Passe à discussão e outra questão tão e somente após ter esgotado aexplanação da anterior. Caso desejar, faça “cabeçalhos” no recurso,por exemplo: 2) Da questão de número 4(quatro):....e fale sobre ela.
Da peça prático-profissional: Como dito a peça tem peso 5,0 e anota se extrai da correção de seis itens, quais sejam: a) adequação da peça ao problema apresentado: não se pode perder de vista que não há lugar para a aplicação do princípio da fungibilidade emsede de exame de ordem; vale dizer, quando se faz necessário aelaboração de um ROC, e ainda que na prática o HC possa substituí-lo, dificilmente a OAB aceitará algo diverso do Recurso OrdinárioConstitucional. b) correção gramatical: havendo erros degramática ou de concordância certamente será descontada a nota. Écomum que os examinadores apontem para esse item como“satisfatório”, “razoável”, “bom”; ora, se não há erro é imperioso quese atribua a nota máxima. c) Técnica profissional: Pessoalmenteeu empresto a cada um dos itens de correção um critério objetivo e,principalmente, distinguindo um dos outros. Digo isso porque nesseitem é que comungo ser imperioso verificar se a peça foi endereçadaao juízo competente, se promoveu-se à elaboração da peça deinterposição e as razões (quando necessário), se a jurisprudênciacompilada é pertinente, etc. Na prática verifica-se que osexaminadores apontam para tais questões no item adequação dapeça, além de considerá-los também neste item. Eu discordo,mas....... d) Capacidade de interpretação e exposição: aqui creio ser necessário demonstrar o entendimento do problema, ou seja, é importante que se defenda (ou acuse) alguém pelo crime que de fatocometeu (ou não) (não confunda injúria, com difamação ou calúnia).Se é para pedir a desclassificação não e correto postular aabsolvição; da mesma sorte não posso pleitear a nulidade quando ocorreto é aferir a extinção da punibilidade. Mais uma vez não éincomum verificar a correção de tais fundamentos nos itensadequação da peça e técnica profissional (ou seja, no fundo os examinadores vêem os itens como uma única coisa). e) raciocínio jurídico: neste item é que o examinador deve(ria) verificar aargumentação, ou seja, quais os argumentos utilizados para postulara nulidade (ponto que engloba a capacidade de interpretação), oumesmo solicitar a absolvição e/ou a condenação. f) Fundamentação e sua consistência: o pedido elaborado (interpretação e exposição) decorre da tese argumentada (raciocínio jurídico) que deve SEMPREse fundar em artigos de lei (fundamentação). Contudo não basta fundamentar, é imperioso fazer a relação entre o que se argumenta ea letra da lei, vale dizer, embora não seja possível copiar o artigo éimprescindível mostrar seu cabimento. 7. Apresentação: lembre-se de fazer o recurso em uma folha limpa,evitar o uso de corretivos e principalmente, laborar com letra legível.Caso desejar junte anexos como trechos de livros (sem olvidar deapontar a fonte) ou decisões jurisprudenciais que, por óbvio, auxiliemno raciocínio que você elaborou.Boa sorte.
CH
penso que seria bom trocarmos os espelhos, seu pensamento está corretíssimo, pois ainda não sabemos quais questões foram entendidas como corretas...
por exemplo eu apostei nas questões e não na peça, então minhas questões tem uma boa fundamentação, se estiverem corretas dá para ajudar bastante gente
já minha peça ficou fraquinha, mas ajuda, deve ter dado algum pontinho, e assim vamos, pegando a questão que ganhou nota cheia de um e de outro até montar a melhor fundamentação.
Faremos isso pelos e-mails, vc recebeu os e-mails?
mais gente entrou, então o grupo tá crescendo.... bj
Sandra