Um dos desafios da Justiça brasileira está no armazenamento seguro de documentos, potencializado pela lei do processo eletrônico (Lei 11.419/06), que exige que os documentos que compõem o processo digital sejam armazenados em meio que garanta sua preservação e integridade. Como lidar com grandes volumes de dados e garantir a segurança destas informações será um dos temas abordados pela Softplan, empresa líder no segmento de tecnologia para tribunais e referência nacional de informatização, durante o 3º Fórum Nacional de TIC no Judiciário, que será realizado no hotel Majestic, em Florianópolis, nos dias 26 e 27 de novembro.
A implantação do Processo Digital nos Tribunais de Justiça elimina a necessidade do grande volume de papeis, reduz os deslocamentos e garante mais segurança às tramitações, pois evita que documentos possam ser perdidos no trajeto. No entanto, é fundamental avaliar a segurança dos dados armazenados e da assinatura digital em cloud, de acordo com Marcos Florão, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Softplan. “O volume de dados não estruturados (documentos, áudio, vídeo, e-mails etc) segue aumentando em ritmo cada vez mais acelerado no mundo. Estima-se que até 2022, 93% de todos os dados do universo digital serão dados “não estruturados”. Vamos apresentar no evento soluções que atendem aos requisitos de conformidade legal impostos pela lei 11.419, e também aos itens de alta escalabilidade desejados”, destaca Florão.
O advogado Cristiano Imhof, renomado autor de livros jurídicos, representará a Softplan no painel Novo CPC – Desafios e Soluções, que será realizado no dia 26, às 14 horas. Em outro painel – Modelo Nacional de Interoperabilidade (MNI) e Escritório Digital, Anderson Soffa, gerente de Tecnologia da Unidade de Justiça da Softplan apresentará o histórico de integrações entre sistemas dos vários participantes do Judiciário, o status atual e as contribuições da Softplan para o futuro do MNI.
O Fórum tem como objetivo promover a troca de conhecimentos e fomentar discussões sobre como a tecnologia pode ser útil para o Judiciário atingir as metas do biênio e impulsionar os programas de virtualização. O público principal é composto por Tribunais de Justiça, envolvendo todas as comarcas e diretores técnicos, desembargadores de Santa Catarina e órgãos relacionados ao Judiciário Catarinense.
Sobre a Softplan
A Softplan é uma das maiores empresas de software de Santa Catarina, com cerca de 1500 colaboradores. Atua há 25 anos no desenvolvimento de softwares de gestão empresarial e gestão pública. Desenvolve soluções corporativas para segmentos específicos de negócios, com foco em cinco áreas de atuação: indústria das construção; administração pública; projetos cofinanciados por organismos internacionais; departamento de infraestrutura, transportes e obras; judiciário, Ministério Público e Procuradorias. Suas soluções já estão presentes em todos os estados brasileiros, em países da América Latina e nos Estados Unidos.
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