Ela teria pedido a revogação da medida alegando que após seis meses não havia mais se aproximado da vítima. O pedido foi negado.

A Vara Criminal e Tribunal do Júri de Águas Claras, no Distrito Federal (DF) manteve a medida protetiva para um homem que foi atacado pela ex-esposa, que usou uma faca. Ela teria pedido a revogação da medida alegando que após seis meses não havia mais se aproximado da vítima. O pedido foi negado.

O caso

Segundo as investigações, a mulher atacou o ex-marido com a intenção de matá-lo, devido a uma crise de ciúmes. Ela tentou efetuar golpes de faca, mas foi desarmada por ele que, em seguida, chamou a polícia. No mesmo dia, ela registrou uma ocorrência contra o homem, acusando-o de agressão. Mas foi comprovado que a vítima era inocente.

Nos laudos constam ainda informações de que ela teria tentado tirar, de forma irregular, móveis que pertenciam ao ex-marido e estavam em duas empresas do casal.

Visão jurídica

Baseado no processo, o juizado concedeu a medida protetiva para proibir que a ex-esposa tenha contato com o homem, pessoalmente ou por outros meios. O cumprimento, segundo a Justiça, não impedirá na criação dos filhos do casal.

Fonte: TJ-DF


Autor


Informações sobre o texto

Este texto foi publicado diretamente pelo autor. Sua divulgação não depende de prévia aprovação pelo conselho editorial do site. Quando selecionados, os textos são divulgados na Revista Jus Navigandi.

Comentários

0