Ensaio Filosófico oferecido ao Curso de Especialização no Ensino de Filosofia EaD da Universidade Federal de Pelotas na disciplina de Neurociência da Aprendizagem. Orientadora: Prof. Me Jésica Hencke.

1 INTRODUÇÃO                                                                                                              

  1.1 TEMA

A relevância que deve ser concedida a profissionalização dos docentes e profissionais da educação no ensino infantil para aperfeiçoamento das habilidades cognitivas e de aprendizagem dos seus discentes.

1.2 JUSTIFICATIVA

O presente tema tem como estudo a importância que deve ser ofertada ao processo de treinamento dos educadores na primeira infância para que seus educandos desenvolvam as competências necessárias ao processo de aprendizagem.

A antecipação de estímulos pode ser tão prejudicial quanto à ausência de oferta de estímulos, o que demonstra que nas políticas públicas educacionais não é o quanto deve ser estimulado, mas o que deve ser priorizado e por que deve ser feito.

As demandas educacionais no Brasil demonstram questões sociais diversas que repercutem no âmbito educacional tanto do aluno quanto nas relações entre professor e aluno.

De forma não proposital, alguns pais preocupam-se mais em colocar seus filhos nas melhores escolas, mas sem levar em conta com o processo de aprendizagem em si.

Portanto, a figura do professor que é incumbido pelo processo de ensino-aprendizagem dos discentes irá cumprir nada mais do que com sua obrigação de despertar as habilidades cognitivas dos educandos ou será o responsável pelos seus fracassos.

Nesse ponto de vista, cabe destacar a importância do professor ao assumir o papel de facilitador no momento em que permite seus alunos vivenciarem situações e estímulos diversificados, com experiências concretas.

Com efeito, os profissionais de educação são tão importantes quanto os professores na formação dos educandos, tendo em vista que o compromisso do adulto educador vai além da responsabilidade de passar conteúdo.  Eles guiam o aluno já que estão entre eles e a realidade escolar.

Portanto, a análise conjunta desses fatos nos leva a uma abordagem que poderá facilitar o entendimento acerca da devida relevância a capacitação dos professores e demais profissionais da seara educacional para atingirem o devido aperfeiçoamento das habilidades cognitivas e de aprendizagem dos alunos.

Dessa forma, o ambiente que se espera é aquele em que os educandos adquiram um conjunto mais amplo de suas habilidades, gerando a capacidade de seguir instruções, de comunicar desejos, necessidades e pensamentos oralmente, ainda, exercitando o entusiasmo e a curiosidade pelo conhecimento em face da devida profissionalização dos educadores infantis, que trabalham com responsabilidade, dedicação e não menos importante agem com conhecimento, conduzindo os aprendizes na busca de descobertas e ensinando-os a realmente aprenderem.

1.3 DESCRIÇÃO BREVE DOS ARGUMENTOS QUE SERÃO APRESENTADOS

Apresenta-se a fragilidade que pendura no âmbito escolar que consiste na falta de profissionais da educação com qualificações necessárias e a devida colaboração na formação do aprendiz.

Somado a isso, existe uma baixa atuação da função política do Estado que não injeta comando, coordenação, direção e fixação de objetivos, diretrizes e/ou planos para atuação Estatal (as denominadas políticas públicas), para uma melhor capacitação dos docentes e profissionais de educação.

Esclarece que há uma necessidade de aquisição de novos conhecimentos sobre as características, potencialidades e limitações dos educandos, bem como fundamentos. E que por esta razão, a escola não deve se atentar apenas ao ritual planejamento de conteúdos, mas pôr em pratica novas técnicas e conceitos científicos que colaborem com a formação de alunos com conhecimento para enfrentarem desafios.

Além disso, demonstra que se trata de um trabalho árduo tendo em vista a falta de recursos e desvalorização nos mestres no âmbito educacional, mas a capacitação dos educadores é indispensável à medida que se explicita a dependência do desenvolvimento cognitivo e motor dos alunos na primeira infância, em relação aos processos educativos, exigindo-se coerência na análise das relações entre as atividades propostas pelos professores da educação infantil e as demandas do desenvolvimento infantil, demonstrando a necessária formação inicial e de permanentes atualizações dos docentes e profissionais da educação.

1.4 DESCRIÇÃO BREVE DA ESTRUTURA DO ENSAIO

1 INTRODUÇÃO

1.1 Tema

1.2 Justificativa

1.3 Descrição breve dos argumentos que serão apresentados.

1.4 Descrição breve da estrutura do ensaio                               

2 CORPO DO ENSAIO

2.1 Análise e desenvolvimento do tema escolhido.

2.2 Apresentação de exemplos do problema/tema que está sendo abordado.

2.3 Apresentação de referências bibliográficas para justificar as ideias e conclusões apresentadas no texto.

3. CONCLUSÃO

3.1 Apresentação dos resultados da análise realizada.

3.2 Apresentação das conclusões alcançadas.

3.3 Introdução de comentário pessoal sobre o tema/problema.

3.4 Indicar outros temas/problemas relacionados com o tema discutido no ensaio que poderiam ser interessantes para estudar e/ou pesquisar.

4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

4.1 Indicar por ordem alfabética os livros/artigos utilizados no ensaio, de acordo com as normas da ABNT.

 

2 CORPO DO ENSAIO

 

2.1 Análise e desenvolvimento do tema escolhido.

Inicialmente, cabe referir que o trabalho na seara educacional deve ser baseado em propostas pedagógicas, ao educar os professores devem desenvolver práticas que tenham a integração entre os aspectos físicos, emocionais, afetivos, cognitivos, linguísticos e sociais dos educandos, para que eles sejam vistos como um todo.

Outra questão importante é que o docente deve ir além do discurso ideológico, incorrendo em sua atitude, no sentido de ensejar um diálogo franco esclarecedor e formativo com a criança, para que seu discurso desenvolva algo maior que a transmissão de conceitos e teorias.

Nesse sentido, os coordenadores, inspetores, diretores, mediadores, secretários e outros profissionais da educação infantil, como profissionais da área da saúde, sejam eles fonoaudiólogos, neuropsicopedagogos, psicopedagogos são tão importantes no processo de aprendizagem quanto os professores, tendo em vista que o compromisso dos educadores vai além da responsabilidade de passar conteúdo.

Registre-se que os processos de ensino e de aprendizagem interagem entre si operando em duas direções, ou seja, encontrando e estabelecendo novas relações.

Há a necessidade dos educadores estimularem desde cedo seus alunos para que prematuramente certas habilidades sejam desenvolvidas com maior facilidade na seara educacional já que a plasticidade é elevada nos primeiros anos de vida, por isso o treino e aprendizagem leva a criação de novas sinapses e à facilitação do fluxo da informação dentro de um circuito nervoso.

Com a concretização da interação com o ambiente, se confirma ou induz a formação de conexões nervosas e, como consequência estimula a aprendizagem ou novos comportamentos que dela decorram.

Sem ao menos esperar, tais comportamentos quando motivados, com um escopo, nos levam a repetir ações em que já se obteve uma recompensa ou com o ensejo de obter uma satisfação em decorrência de algo que se concretizou e deu certo.

No que se refere a perspectiva pedagógica e preventiva, o ensino na primeira infância deve ser baseado em propostas pedagógicas cujas práticas de educar e cuidar permitam a integração entre os aspectos físicos, emocionais, afetivos, cognitivos, linguísticos e sociais dos alunos, pois assim ela será vista como um ser completo.

Nessa linha de raciocínio, os alunos devem ter uma apreensão, ainda que rudimentar, de como se aprende. Isso envolve ter ciência do que não sabe, sendo um dos pré-requisitos para que a instrução sistemática recebida na escola seja bem sucedida, a partir desta noção, os discentes criaram estratégias para organizar seu conhecimento perceptivo e adquirir outros ao invés de apenas acumular informações.

Além disso, os aprendizes encontraram o prazer de perceber que se estão aprendendo. O conceito de aprendizagem, portanto, implica em compreender que os órgãos sensoriais serão os responsáveis pela detecção de estímulos, os quais ao serem identificados, codificados e conduzidos, proporcionam a percepção e posterior construção de conhecimentos a partir do trabalho das informações novas e aquelas já consolidadas no sistema.

Relevante ainda destacar, que do ponto de vista científico a influência do cérebro vai depender de como nossos órgãos dos sentidos levam impulsos ao nosso cérebro e do que cada ser humano enxerga ou aprende no dia a dia, já que os locais em que estivemos importam em muito, uma vez que nos tornamos quem somos não pelo que cresce em nosso cérebro, mas pelo que é expelido.

Nada obstante, nossos órgãos sensoriais são de extrema importância e os educadores devem aprimorar-se dessa sinestesia corporal para obter um conhecimento mais apurado dos seus alunos.

Assim, ao passo que o docente percebe a dependência do desenvolvimento cognitivo e motor da criança em relação aos processos educativos, exige-se coerência na análise das relações entre as atividades propostas pelo professor e as demandas do desenvolvimento infantil.

Com a devida capacitação, os profissionais da educação poderão planejar as ações desejáveis para obterem atividades que estimulem as funções executivas e expressivas de seus alunos e enfrentarão a aquisição de novas habilidades como algo que só obteve com uma intervenção adequada, somada a experiências distintas em todas as dimensões, sejam elas motora, sensorial, afetiva e cognitiva do desenvolvimento da aprendizagem e favorável na interação do aluno com o ambiente físico ou social, somado com as tarefas propostas.

E é com base nessa proporção que os educadores na primeira infância devem estar devidamente preparados com uma formação inicial substancial e de constantes atualizações.

2.2 Apresentação de exemplos do problema/tema que está sendo abordado.

Bem a propósito, existem alternativas para que haja a capacitação dos professores e demais profissionais da primeira infância, bem como uma melhora na esperada colaboração a formação dos alunos.

Nesse enfoque, dentre outras ações, há a possibilidade de criação de um espaço reservado e dedicado apenas a formação de maneira interdisciplinar dos educadores, com um período de acompanhamento entre o final do curso e os primeiros anos de exercício da profissão, parecido com a residência médica.

De igual sorte, também são fundamentais para práticas inclusivas e o acesso à aprendizagem o aperfeiçoamento dos profissionais da educação infantil e a necessidade de aquisição de novos conhecimentos sobre as características, potencialidades e limitações dos aprendizes, bem como fundamentos sobre recursos e apoios pedagógicos facilitadores, como podemos citar a importância do devido conhecimento ao lecionar para uma criança com necessidades especiais.

Para tanto, requer um embasamento científico que minimize atendimentos realizados de forma intuitiva e falha, pois a criação de atividades científicas de caráter lúdico, interativo e criativo são exemplos que corroboram para a difusão de conhecimento científico fundamental para o desenvolvimento desses discentes e para a compreensão de que a prática científica não está afastada do cotidiano.

Ademais, a implantação, avaliação e monitoramento de programas de qualidade são cruciais na busca de efeitos duradouros e adequados, permitindo ampliar e aperfeiçoar os programas que se mostrarem mais eficientes e interromper ou reestruturar os que não estiverem funcionando satisfatoriamente, como é o caso de promoção das políticas públicas que devem ter ampla atuação intersetorial envolvendo saúde, educação, assistência social e econômica, pois não existe uma área de investimento isoladamente que é capaz de garantir o sucesso no desenvolvimento das crianças.

Em face disso, os problemas que ultrapassam os limites entre a educação e a saúde decorrem a partir da visão quanto ao que se espera do aprendiz num processo de aprendizagem formal, no qual, mesmo de forma velada, acaba subestimando suas potencialidades ou superestimando suas dificuldades, ocasionando o surgimento de quadros de estresse, depressão, ansiedade infantil e outros comportamentos presentes já na primeira infância.

2.3 Apresentação de referências bibliográficas para justificar as ideias e conclusões apresentadas no texto.

                  

Impende mencionar que a primeira infância compreende a fase dos zero aos seis anos de idade, sendo um momento categórico, onde ocorre o desenvolvimento de estruturas e circuitos cerebrais, bem como a consecução de capacidades fundamentais que permitirão o aprimoramento de habilidades futuras mais complexas. Em decorrência disso, crianças com a evolução integral saudável durante os primeiros anos de vida têm maior facilidade de se adaptarem a diferentes ambientes e de adquirirem novos conhecimentos, corroborando para que no futuro atinjam um bom desempenho escolar, alcancem realização pessoal, vocacional e econômica e se tornem cidadãos responsáveis (Comitê Científico do Núcleo Ciência Pela Infância, 2014, p. 3-4).

A fim de solidificar o entendimento, Anna Carolina, Fabrício Bruno e Afdred (2016, p. 111) interpretam que é necessário respeitar a natureza da criança no processo de ensino-aprendizagem porque é desejável haver uma coerência entre seus limites naturais e o desenvolvimento funcional do sistema nervoso, caso contrário a relação dos alunos com a aprendizagem fluirá de forma negativa no âmbito educacional e isso poderá repercutir na sua vida adulta, tal como a contribuição que ele proporcionará para a sociedade, tendo em vista  o fato da primeira infância ser o período da vida que serve como base para todas as aprendizagens humanas.

Portanto, no ensino infantil, o processo de aprendizagem é fortemente influenciado por todo o meio onde a criança se encontra e com o qual interage, aprendendo no ambiente de seus relacionamentos, que por sua vez afetam todos os aspectos de seu desenvolvimento (Comitê Científico do Núcleo Ciência Pela Infância, 2014, p. 3-4)

Acerca da educação no Brasil, Ausubel (1982, s/p) dispõe:

“Os termos como “forte” e “fraco” são apropriados popularmente no meio educacional para qualificar atualmente o valor do ensino. Tal visão motiva práticas educativas que priorizam a oferta de conteúdos e que estabelecem parâmetros de avaliação de desempenho sem foco na evolução da criança. O objetivo passa a ser apenas a nota. O ponto preocupante disso e que, na maioria das vezes, os meios e os recursos utilizados para este fim vão a contra mão do que o aprendiz necessita de verdade para contemplar um aprendizado significativo”.

Nesse contexto, a exemplo da contribuição das ciências cognitivas que realmente importam, destacam-se os estudos experimentais que confirmam a eficácia de oficinas de estimulação, até mesmo porque a falta de desempenho pode ter reação até mesmo com a metodologia de ensino, questões comportamentais ou as dificuldades específicas de aprendizado. Ainda, há capacidades que demandam subsistemas, que e o caso da leitura, onde requer que o sistema visual e de linguagem falada, sejam previamente estimulados e preparados (MIGUEL; CARDOSO; SHOLL-FRANCO, p. 115, 2015-6).

Refere Névoa (2009, s/p): “A questão da formação do professor acabou se afastando das modificações da realidade dos alunos” (NÉVOA, 2009, s/p). Em consequência é notória a carência de qualificações necessárias dos educadores, bem como a falta de colaboração na formação dos discentes.

Nesse pórtico, para que haja transformações mais significativas na educação precisamos buscar a capacitação continuada dos profissionais ora presentes no mercado de trabalho e assim como da nossa identidade profissional, oferecer uma (re)descoberta de funções (MIGUEL; CARDOSO; SHOLL-FRANCO, p. 115, 2017).

Cabe acrescentar, que evidências nos campos das ciências biológicas e sociais demonstram que oferecer condições favoráveis ao desenvolvimento infantil é mais eficaz e menos dispendioso do que tentar reverter ou mitigar os efeitos das adversidades precoces posteriormente (Comitê Científico do Núcleo Ciência Pela Infância, 2014, p. 7).

Sendo assim, a interdisciplinaridade proporcionada pela interação entre as ciências do cérebro, mente e educação poderá ser exercida responsavelmente por diversos profissionais da educação inseridos de modo integrado ao contexto escolar (MIGUEL; CARDOSO; SHOLL-FRANCO, p. 115, 2017).

 

3. CONCLUSÃO

3.1 Apresentação dos resultados da análise realizada.

Por meio do presente estudo, pôde-se analisar que a formação da criança inicia na educação infantil, onde gera seus primeiros passos firmes rumo a sua trajetória de vida acadêmica.

Nessa jornada, os docentes e demais profissionais da primeira infância possuem um papel maior do que apenas conduzir seus discentes, pois eles permeiam descobertas e os preparam a aprender a aprender, tudo isso com disciplina, responsabilidade, dedicação e acima de tudo conhecimento.

Ao passo que os educadores percebem a dependência do desenvolvimento cognitivo e motor da criança em relação aos processos educativos, exige-se coerência na análise das relações entre as atividades propostas pelo professor e as demandas do desenvolvimento infantil.

Portanto, com a devida capacitação, os profissionais da educação na primeira infância estarão preparados com uma formação inicial substancial e de constantes atualizações, ao adquirirem novos conhecimentos sobre as características, potencialidades e limitações dos aprendizes, bem como fundamentos sobre recursos e apoios pedagógicos facilitadores.

Em decorrência, os alunos saberão enfrentar seus problemas como estresse, depressão, ansiedade infantil não subestimando suas potencialidades ou superestimando suas dificuldades.

Outrossim, o ambiente escolar que se espera é aquele em que os discentes do ensino infantil obtenham um conjunto mais amplo de suas habilidades, gerando a capacidade de seguir instruções, de comunicar desejos, necessidades e pensamentos oralmente, sem deixar de preocupar-se com os sentimentos de outros colegas.

Por todo o exposto, em face da devida profissionalização dos educadores infantis que os educandos exercitarão o entusiasmo e a curiosidade pelo conhecimento, criando estratégias para organizar seu conhecimento perceptivo e adquirir outros ao invés de apenas acumular informações.

3.2 Apresentação das conclusões alcançadas (inferências que podem ser extraídas da análise realizada).

Desta feita, impõem-se uma série de investimentos necessários não somente no âmbito escolar, mas em diferentes áreas, principalmente para que se contemplem as populações em maior desvantagem no Brasil, para que os alunos possam atingir pleno desenvolvimento de seu potencial cognitivo, emocional e social.

Nessa linha de raciocínio, os educadores trabalharão atividades que estimulem as funções executivas e expressivas de seus aprendizes e enfrentarão a aquisição de novas habilidades como algo que só obteve com uma intervenção adequada, somada a experiências distintas em todas as dimensões.

3.3 Introdução de comentário pessoal sobre o tema/problema (opcional).

O interesse sobre o tema foi despertado em função da necessidade dos brasileiros de obterem uma melhora educacional. Entretanto, não é somente a falta de recursos e políticas públicas, mas também de profissionais da saúde e da educação que estejam realmente capacitados para o processo de lecionar.

Como se sabe, há muitas questões que envolvem o desenvolvimento de habilidades de cognição, bem como de competências necessárias ao processo de aprendizagem e somente com o aperfeiçoamento de técnicas de aprendizagem através de novos conhecimentos sobre as características, potencialidades e limitações dos alunos, bem como fundamentos que haverá a almejada capacitação.

3.4 Indicar outros temas/problemas relacionados com o tema discutido no ensaio que poderiam ser interessantes para estudar e/ou pesquisar.

A problematização ainda pode ser estendida para que se verifiquem quais as melhores técnicas de profissionalização dos docentes e profissionais da educação no ensino infantil para aperfeiçoamento das habilidades cognitivas e de aprendizagem dos seus educandos.

Outra questão importante é verificar quais alternativas a função política do Estado poderia utilizar-se de modo a estabelecer comando, coordenação, direção e fixação de objetivos, diretrizes e/ou planos para atuação Estatal - as denominadas políticas públicas, para uma melhor capacitação dos educadores.

Por fim, ratificar se a falta de colaboração do professor na formação do aluno (criança) está relacionada a desvalorização nos mestres na seara educacional e o que fazer para contornar essa situação.

4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

4.1 Indicar por ordem alfabética os livros/artigos utilizados no ensaio, de acordo com as normas da ABNT.

AUSUBEL, D.P. A aprendizagem significativa: A teoria de David Ausubel. Sao Paulo: Moraes, 1982.

COMITÊ CIENTÍFICO DO NÚCLEO CIÊNCIA PELA INFÂNCIA (2014). Estudo nº 1: O Impacto do Desenvolvimento na Primeira Infância sobre a Aprendizagem. Disponível em: <http://www.ncpi.org.br>. Acesso em: 19 de nov. 2018.

      

COSENZA, Ramon M.; GUERRA, Leonor B. Neurociência e educação: como o cérebro aprende. Porto Alegre: Artmed, 2011.

DEAHENE, Stanislas. Os neurônios da leitura: como a ciência explica a nossa capacidade de ler. Porto Alegre: Penso, 2012.

EAGLEMAN, David. Cérebro Uma biografia. Rio de Janeiro: Rocco Digital, 2017.

MIGUEL, Anna Carolina; CARDOSO, Fabrício Bruno; SHOLL-FRANCO, Afdred. Treinamento e capacitação de professores e profissionais da Educação: importância para o ensino infantil. Neurociência e Educação na Primeira Infância: progressos e obstáculos. Senado Federal. Comissão de Valorização da Primeira Infância e Cultura da Paz, 2016. Brasília: Secretaria de Editoração e Publicações – Segraf, 2016.

NÓVOA, Antônio. Para una formacion de profesores construida dentro de la profesion. Disponível em: <http://www.revistaeducacion.mec.es/re350/re350_09.pdf>. Acesso em 23 de nov. 2018.

RAMACHANDRAN, V.S. O que o cérebro tem para contar. Desvendando os mistérios da natureza humana. Rio de Janeiro: Zahar, 2014.


Autor

  • Elisama Maryan Cardoso da Silva Alves

    Advogada. Bacharel em Direito pela Universidade da Região da Campanha - URCAMP/Bagé, integrante até o ano de 2016 do Projeto de Pesquisas em Direitos Humanos: desafios no efetivo cumprimento dos direitos de 2ª geração no Brasil (URCAMP) e membro do Grupo de Estudos em Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes nos países do MERCOSUL (GEDIHCA/URCAMP). Na seara acadêmica foi integrante na gestão do Diretório Acadêmico Tarcísio Taborda (DATT) no ano de 2013 e na gestão de 2014 como Secretária de Eventos, onde ajudou na organização de palestras, semanas jurídicas da Instituição, bem como na realização das jornadas acadêmicas de Direito do referido Diretório. Como membro da Comissão Organizadora da XXXVI Semana Jurídica e I Mostra de Trabalhos Científicos Direitos Humanos, Cidadania e Inclusão Social, iniciou a caminhada científica dissertando sobre “Cooperação Jurídica Internacional”, bem como sobre o meu artigo intitulado “A interceptação de sinais e sua eventual ilicitude da prova”. Atualmente membro da gestão da Comissão Especial do Jovem Advogado (CEJA) da Subseção de Bagé/RS. Pós-graduanda em Ensino de Filosofia (UFPel/RS). Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/8037475917205709

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