Precedentes judiciais e a segurança jurídica no ordenamento brasileiro

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19/05/2023 às 11:20
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  1. TUCCI, José Rogério Cruz e. Precedente judicial como fonte do direito. São Paulo: RT, 2004, p. 160.

  2. BARBOZA, E.M.Q. As origens históricas do civil law e do common law. Disponível em:https://www.epublicacoes.uerj.br/index.php/quaestioiuris/article/view/29883/25943>> Acesso em 12 de abril de 2022, p. 199.

  3. MARINONI, Luiz Guilherme. Precedentes obrigatórios. 2. ed. São Paulo: RT, 2011, p. 214-215.

  4. MITIDIERO, Daniel. Superação para frente e modulação de efeitos: precedente e controle de constitucionalidade no direito brasileiro. São Paulo: Thomson Reuters Brasil, 2021, p. 313.

  5. BARBOZA, E.M.Q. As origens históricas do civil law e do common law. Disponível em:https://www.epublicacoes.uerj.br/index.php/quaestioiuris/article/view/29883/25943 >> Acesso em 12 de abril de 2022.

  6. DAVID, Rene. Os grandes sistemas do direito contemporâneo, 1906 /tradução por Hermínio A. Carvalho. São Paulo, Martins Fontes, 2002, p. 428.

  7. DAVID, Rene. O direito inglês, 1906 /tradução por Eduardo Brandão. São Paulo, Martins Fontes, 2006, p. 3.

  8. DAVID, Rene. Os grandes sistemas do direito contemporâneo, 1906 /tradução por Hermínio A. Carvalho. São Paulo, Martins Fontes, 2002, p. 437

  9. CRETELLA JUNIOR, José. Direito Romano Moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1986, p. 3.

  10. ROCHA, José de Albuquerque. Estudos sobre o poder judiciário. São Paulo: Malheiros Editores, 1995, p. 96.

  11. MARINONI, Luiz Guilherme. Precedentes Obrigatórios. 5. ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016, p. 26.

  12. MACÊDO, Lucas Buril de. Precedentes judiciais e o direito processual civil. ed. Salvador: Juspodivm, 2015, p. 39-40.

  13. MARINONI, Luiz Guilherme. Precedentes obrigatórios. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2010 p. 56

  14. LARENZ, Karl. Metodologia da ciência do direito. 5. ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 2009, p. 611. (No original: “[...] a precedent is a former happening that guide later decision in similar circumstances.” (GARNER, Bryan et al. The Law of the judicial precedent. St. Paul: Thomson Reuters, 2016. p. 22).)

  15. BUENO, Cássio Scarpinella. Manual de direito processual civil. 3ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2017 p.633.

  16. GARNER, Bryan A. et al. The law of judicial precedent. St. Paul: Thomson Reuters, 2016, p. 22

  17. NEVES, Daniel Amorim Assumpção. Manual de Direito Processual Civil: Volume Único. 9. ed. Salvador: JusPodivm, 2017, p.17.

  18. DIDIER JR., Fredie; OLIVEIRA, Rafael; BRAGA, Paula. Curso de direito processual civil: teoria da prova, direito probatório, decisão, precedente, coisa julgada e tutela provisória (v. 2). 8. ed. Salvador: JusPodivm, 2013, p. 27.

  19. MITIDIERO, Daniel. Superação para frente e modulação de efeitos: precedente e controle de constitucionalidade no direito brasileiro. São Paulo: Thomson Reuters Brasil, 2021

  20. MARINONI, Luiz Guilherme. Precedentes obrigatórios. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2010.p. 102

  21. MARINONI, Luiz Guilherme. Elaboração dos conceitos de ratio decidendi (fundamentos determinantes da decisão) e obiter dictum no direito brasileiro. In: MARINONI, Luiz Guilherme (org.). A força dos precedentes. Salvador: JusPodivm, 2012, p. 604

  22. SANTANA, A. A.; ANDRADE NETO, J. Novo CPC: Doutrina sobre o novo direito processual

    brasileiro. Vol. 1. 1. ed. Campo Grande: Contemplar, 2016, p.394

  23. MEDINA, J. M. G. Novo Código de Processo Civil Comentado: com remissões e notas comparativas ao CPC/1973. 3. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2015., p.1240

  24. DIDIER JR., Fredie; OLIVEIRA, Rafael; BRAGA, Paula. Curso de direito processual civil: teoria da prova, direito probatório, decisão, precedente, coisa julgada e tutela provisória (v. 2). 8. ed. Salvador: JusPodivm, 2013.p. 385.

  25. MARINONI, Luiz Guilherme. Elaboração dos conceitos de ratio decidendi (fundamentos determinantes da decisão) e obiter dictum no direito brasileiro. In: MARINONI, Luiz Guilherme (org.). A força dos precedentes. Salvador: JusPodivm, 2012, p. 63.

  26. MITIDIERO, Daniel. Código de Processo Civil – Comentado artigo por artigo. 4. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2012, p. 135.

  27. SOUZA, Marcelo Alves Dias de. Do precedente judicial à súmula vinculante. Curitiba: Editora Juruá, 2013, p.125-133

  28. Na teoria clássica, a compreensão da ratio decidendi se dá a partir de um raciocínio contrário sensu. Dá-se sentido oposto à proposição adotada no julgado, de modo que, se com a inversão a decisão tiver que também ser alterada por coerência lógica, está-se diante da ratio decidendi. Tem-se, nessa hipótese, a proposição que conduziu o julgamento. Se, ao revés, a despeito da inversão, a decisão permanecer incólume, trata-se a proposição de mera obiter dictum (elemento a seguir abordado).

  29. Herman elucida que a ratio decidendi se dá pelos fatos que levaram os tribunais a decidirem daquela forma, dessa forma não há que se pensar de forma diversa.

  30. Nesse método se “propõe que a ratio decidendi seja extraída a partir do exame dos fatos fundamentais.

  31. MITIDIEIRO, Daniel. Processo Civil. 1. Ed. São Paulo: RT, 2021, p. 313.p. 309.

  32. THAMAY, Rennan, et al. Precedentes Judiciais. Disponível em: Minha Biblioteca, Editora Saraiva, 2021.p. 68.

  33. STRECK, Lenio Luiz; ABBOUD, Georges. O que é isto - o precedente judicial e as súmulas vinculantes? v. 3. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2013, p. 175.

  34. RAMIRES, 2010, p. 70)

  35. NUNES; LACERDA; MIRANDA (2013 p. 180-181

  36. Didier Júnior, Braga e Oliveira (2015, p. 490)

  37. (NEVES, 2018, p.1389 e 1390)

  38. ). MELLO e BARROSO, 2017, p.7

  39. Thamay (2021, p. 66

  40. Marinoni (2013, p. 79 e 80

  41. STRECK, 2013, p. 40

  42. PASTORE 1996. p. 53-55

  43. LOPES FILHO, 2014, p. 401

  44. Thamay (2021, p. 105

  45. Taruffo (1989, p.320

  46. Avila, 2012, p. 119

  47. REALE, Miguel. Teoria tridimensional do direito

  48. Humberto Ávila (2012, p. 68)

  49. Humberto Ávila (2012, p. 68)

  50. Luño (1991, p. 8)

  51. CANOTILHO, 1999, p. 380)

  52. Celso Antônio Bandeira de Melo (2005, p.119)

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