Exame da Ordem dos Advogados deve permanecer - sou a favor
Caros Colegas,
Aqui na cidade de Santos\sp, como em todo País está lotada de Faculdades de Direito, cursinhos preparórios é um a cada esquina e advogados é a maioria dos habitantes da cidade.
E ainda existem aqueles "profissionais do direito que acham desnecessário a prova da ordem". Defendo a permanência da prova como, outrossim, que seja elevado o seu conteúdo de exigência.
Portanto, preciso saber o entendimento dos colegas.
Sylvia Oliveira.
Se fossemos percorrer todo forum e extrair momentos de diálogos que vc atacou ou ironizou colegas perderíamos uma semana toda. E tempo, na atual conjuntura, para mim é raridade. Por isso mesmo me manifesto na direção de sua pessoa pela derradeira vez.
Acho que vc está tão viciado em sua arrogancia de supremacia que nem percebe a interpretação que põe quando lança suas palavras. Até mesmo acredito que vc não tenha mal intenção ao colocar suas idéias, entretanto, para um constitucionalista, deveria melhor regrar os significados dessas idéias qdo referir-se a outras pessoas, afinal de contas, nunca podemos menosprezar outro individuo, pois não sabemos na realidade do perfil do cidadão qual nos dirigimos.
Creio que esta discussão esta encerrada, até mesmo porque não é este o escopo do fórum. Muito prazer em conhece-lo!
Dra. Sylvia, elegantes são suas palavras. Fico grato pela sua receptividade, e quiçá, num futuro a longo prazo, possa eu adquirir sua levidez e educação pertencente a uma lady.
Grande abraço e fique com o bom Deus.
Acalmem-se, pois as palavras demonstram nosso equilíbrio, e portanto de grande valia em momentos que precisamos manter o máximo de equilíbrio e fidalguia na demonstração de nossas teses e avaliações sobre a situação que defendemos,portanto é sempre bom o debate, ainda que as palavras que nos vem a encontro seja de grande impacto, no que tange a receptividade, mas elas não servirão de nada se não tiverem abalisadas nos moldes da legislação. A questão de exame de ordem já bem debatido aqui, e portanto não conseguiremos comprovação total,sobre sua incontitucionalidade, visto que muitos colegas ainda acham que o mesmo vale apena permanecer. O que sempre falei aqui, seria o próprio governo assumir tal papel, e com isso acabaria esse cabo de guerra, e com isso qualquer profissão de deveria ser regulada e gerenciada pelo próprio governo federal. Como isso jamais acontecerá.....Vamos nos aperfeiçoando para que possamos ser profissionais que realmente apresentemos resultados satisfatórios pra sociedade, que é realmente o motivo de preocupação.......
Tem razão Rodrigo. Deve ser este o motivo pelo qual ninguém responde algo que pergunto. Apenas muda completamente o foco, passando a questionar o modo como escrevo. Passou a ser insulto escrever com certeza e objetividade.
A Dra. Sylvia diz não ter tempo para elaborar uma respota. Promete resposta. Mas não o faz. Entretanto está aí a tecer comentários que nada tem com o debate.
Mas continuarei esperando.
Rodrigo Lima, nem que vc sentasse numa mesa com a companhia de Eros Grau, Gilmar Mendes, Ellen Gracie, Alexandre de Moraes, Paulo Bonavides e outros juristas renomados, todos descordando vc, Vossa Excelência não mudaria de opinião. Então quem somos nós pra derrubar os seus grandiosos argumentos??? É isso aí, continue nessa linha... vc vai longe.
Caro Ivan,
O que você chama de "algum benefício", eu chamo de "senso de justiça aguçado", isso é para quem tem vocação, é o meu caso, quanto a você... já não tenho tanta certeza, um abraço.
Josué Sulzbach
Caros Colegas,
Cada pessoa tem seu estilo próprio, o meu por exemplo é quase parecido com o Rodrigo Lima, claro, objetivo, direto e ao mesmo tempo elegante, asim, eu sou, gênio forte, impiedoso no profissional, em certas situações chego a "ATROPELAR" o adversário e, mesmo assim, continuo sereno, educado e acima de tudo, faço isso com toda elegância do mundo, um abraço a todos.
Josué Sulzbach
Eu imaginava que você não teria tempo para responder Dra. Sylvia. Que bom que a sua vida profissional vai tão bem.
Mas apenas para refrescar a memória dos outros cologas que leem este debate, o seu argumento para desqualificar a tese que sustento da impossibilidade de delegação ao Conselho, para a regulamentação do Exame, foi a seguinte:
"Mas quero lembrá-lo e, me desculpem os CONSTITUCIONALISTAS de plantão. O que não pode ser delagada é a COMPETÊNCIA PRIVATIVA e não a exclusiva." (vamos tomar como verdadeira esta afirmação, mas quero deixar claro que discordo da mesma)
Ao meu ver, e me desculpe se eu estiver errado, mas então você afirmou, por meio desta frase, que seria inconstitucional o Exame, se fosse delegado ao Conselho a Competência privativa do Presidente, e não a competência exclusiva.
Ora, então posso fazer duas perguntinhas bem simples, e certamente estas você terá tempo de responder:
Qualquer restrição ao exercício profissional somente pode ser feito por lei ?
Competência para expedir e regulamentar leis, é exclusiva ou privativa do Presidente?
Por favor, não me deixe sem resposta Dra.
Abraços e espero não ter utilizado vocabulário chulo nem ter ferido os sentimentos de ninguém.
Vi que a Lei dos Sacoleiros foi aprovada, veja o trecho da matéria:
A nova legislação ainda depende de um decreto presidencial que deverá regulamentar o regime, fixando limites máximos de valor das mercadorias a serem importadas por habilitado e por ano-calendário. Também será objeto desse decreto a lista de produtos que poderão ser importados dentro do RTU. Poderão ainda ser estabelecidos limites máximos trimestrais ou semestrais e limites quantitativos, por tipo de mercadoria.
http://www.abril.com.br/noticias/economia/lula-sanciona-projeto-sacoleiros-231415.shtml
É como a Lei do documento único, para funcionar, só falta o decreto...
Saudações a todos do fórum Confesso que não li todos os debates dos participantes (li muitos), mas o do sr. Rodrigo Lima está, sem dúvida, isento de valoração. Quando indagamos sobre a prova da Ordem queremos saber se há competência constitucional para que seja aplicada aos bacharéis, e essa resposta foi dada categoricamente pelo Rodrigo (algum parentesco com o professor Fernando Lima, da UNAMA? rsrs). Passei para o 6º período e sei que até o exame encararei uma estrada que a cada ano se complica. O EO não tem como confirmar a capacidade de um bacharél em advogar, isso é atribuição da sociedade. O que me decepciona é ver que estarei contribuindo obrigatoriamente, sujeitando-me a uma sanção, a fazer uma prova que sei que é inconstitucional. Sanção, diga-se de passagem, a não exercer a profissão por falta da carteira. Acho que é isso que faltou no entendimento em questão. Não se trata de discutirmos valores morais, mas se há respaldo no direito positivo para a aplicação de um exame como o da Ordem. Quanto à quantidade de formandos que estão em cada esquina, meu entendimento é que ainda é pouco. Gostaria muito de saber que em curto tempo esse número irá triplicar. Será uma conquista na vida de cada um desses cidadãos, agora, se cada um tem capacidade para atuar na respectiva profissão, é um problema particular.
Abraços a todos.
Muito bom, colega Samuel. O Rodrigo é o meu filho caçula, e pelo que li neste forum (somente hoje tive acesso a ele), parece que ele é um dos poucos que entendeu, na Faculdade, o que significa dizer que uma lei é inconstitucional. Parece que muitos acham que isso é um detalhe, dispensável, ao livre arbítrio de qualquer um de nós. Um grande abraço a todos. Fernando Lima PS:mas não da Unama, onde alguns dirigentes não gostavam que eu falasse sobre o Exame de Ordem. Hoje estou em três outras Faculdades, sempre tentando explicar aos meus alunos, como se eu fosse um Dom Quixote, para que serve uma Constituição.
Sou a favor do Exame de Ordem em todos os sentidos, pois, nossa classe de Advogados entrou em declinio após muitos bachareis apenas fazerem o requerimento de suas carteiras. Conheço inumeros advogados dessa época que com perdão da palavra são fracos em matéria de advocacia.
Sou um advogado experiente e tenho visto que a partir dessa nova formula de exame, tem saido uma leva de advogados de muito bom nível.
Isso é muito bom em todos os sentidos. Para o Cliente, o colega adversário e para o judiciário.
Desculpem-me mas como um dos conselheiros da OAB, vou lutar para ver se na primeira fase a média também suba para 60% da prova, como é na segunda fase.
Um grande abraço a todos e bons estudos.
Oi Celso
Não sou advogada e sim professora. Entendo e concordo com seus argumentos. Em termos de média nós costumamos dizer que se em uma escola de pilotos o aluno tiver 10 em decolagem, 10 em vôo e zero em pouso, na teoria ele está com uma média de 6,6 e na prática eu não quero voar com ele.
Mas você não acha que seria o caso de se batalhar por uma boa formação acadêmica, que por si só já bastasse aos graduados? Porque deve ser frustrante após cinco longos anos, não se poder usufruir do diploma conseguido.
Até poderia concordar que a aprendizagem depende muito do interesse aluno, e digo poderia porque é evidente que em uma média tão baixa de aproveitamento, a responsabilidade maior é do ensino e não do aluno.
Por favor ao fique "bravo" por eu ter respondido já que, como se diz "sapo de fora não chia".
Abraços