DIREITO DE PAI SEPARADO.
Nos ajudem por favor. Meu marido está separado de corpos ha 1 e 3 meses, a ex mulher dele nao se conforma com a separação e usa a filha de todas as maneiras possíveis e impossíveis para atingir o pai, nao deixando a filha passar nenhum dia com ele, nem almocar , nem passear e agora fica chantageando ele dizendo que vai vender a casa que tem e vai embora para sua terra natal levando a menina que ja tem 12 anos. A menina diz para o pai que nao quer morar com a mãe , pois a mesma nao a trata de forma muito boa, mas a menina morre de medo da mãe, por ser desequilibrada. Sendo que desde a separação o pai, nao deixa faltar absolutamente nada para filha gasta uns 3 mil ou mais com as duas e a mãe ainda o obriga a buscar a menina todos os dias para leva-la para escola e deixa-la tb, nao deixando que a van faça isso. Nos ajudem! quais são os direitos dele, até agora, só em obrigações. QUAIS SAO OS PASSOS A SEREM TOMADOS E O QUE PODE ACONTECER?
Nine
Bom dia
O que ele pode fazer é entrar com uma ação de oferecimento de alimentos com regulamentação de visitas. Mas se a menina não deseja mais morar com a mãe, e pela idade dela, ele pode pedir a guarda alegando que a propria menor pediu ao pai para morar com ele, além de que, o ambiente na casa dela não é muito saudável pela desequilíbrio emocional da mãe e o descontrole. A menina tbm será ouvida e se confirmando a vontade dela, ele ganha a guarda. É a maneira mais simples de livrar a menina de problemas emocionais e livrar vcs de perturbações com ex mulher. Boa sorte**
Procure imediatamente um advogado para entar com uma ação de regularização de guarde e visitas. No caso como a menor já tem 12 anos a justiça entende que ela tem capacidade de discernimento para decidir com quem ela quer morar. Os direitos do pai são iguais aos da mãe, ou seja: visitas períódicas (caso ela resida com a mãe), fins de semana juntos, passeios, viagens, acompanhamento escolar, etc., etc. Quando ao que possa acontecer: no máximo o juiz irá definir quem terá a guarda da menor, mas isso não alterá em nada os direitos do pai.