Licença sem vencimento negada

Há 15 anos ·
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Boa tarde! Sou funcionário público da prefeitura do Rio de Janeiro. Solicitei licença sem vencimento para tratar de assuntos particulares (art.107 de acordo com estatuto do servidor municipal). O motivo da licença foi para acompanhar minha esposa, que foi aprovada em concurso público em outro estado. A chefia imediata e a direção do órgão que estou lotado negaram o pedido, deixando de assinar a liberação no processo de licença. A alegação foi de que eu faria falta para o serviço. Mas existe outro profissional que realiza a mesma função que eu. Durante muito tempo trabalhei sozinho, sem esse outro profissional. Sendo negada a licença, não encontro a quem recorrer. Segundo informações da administração da prefeitura, tenho que aceitar a decisão da chefia. Tenho algum direito a essa licença? Posso recorrer a ajuda de advogados ou alegar que estou longe de minha esposa? Agradeço desde já e parabéns pelo fórum!

3 Respostas
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Geovani da Rocha Gonçalves
Há 15 anos ·
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Fereis

Na verdade a licença sem vencimentos é um ato discricionário em que o administrador avaliando a oportunidade e conveniência poderá concedê-la ou não. Se o administrador alega a necessidade do serviço nem adianta entrar no judiciário, pois vocë até poderá entrar com um mandado de segurança e obter algum provimento inicial, mas logo em seguida esta ordem será revista, pois o judicário nestes casos não entra no mérito administrativo.

Professor Francisco
Há 15 anos ·
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Prezado Geovani

Sou professor de uma Universidade Federal e estou com um processo de redistribuição para outra (faz um ano e mês hoje). A questão é a seguinte.....Entrei em contato com a universidade para onde serei redistribuído e manifestei meu interesse. De posse dessa informação, o departamento acadêmico para qual estou sendo redistribuído abriu processo (O processo foi aberto pelo departamento, não por mim). O processo andou normalmente, a Universidade enviou uma consulta sobre a minha redistribuição, cmunicando que em contrapartida oferecia um código de vaga válido para concurso. O reitor da minha universidade respondeu ao ofício comunicando que a anuência da redistribuição estava condicionada a oferta do código. A outra universidade, portanto, enviou um novo ofício comunicando/oferecendo o código de vaga, o qual foi verificado pelo DRH daqui e atestado como válido para concurso. O fato novo vem agora......Quando o reitor estava para assinar minha portaria de redistribuição lembrou-se que minha esposa também é professora aqui. Portanto, condicionou a minha redistribuição a abertura de processo de redistribuição da minha mulher. São algumas perguntas que faço. O reitor pode condicionar minha redistribuição a da minha esposa? Todas as condições solicitadas pela minha universidade foram dadas pela universidade que vou ser redistribuído, mesmo assim, ele pode negar minha redistribuição com a alegativa da situação da minha mulher? Como deveria proceder para um mandado de segurança? Se entrar com mandado de segurança, em quanto tempo isso é julgado?

Autor da pergunta
Há 15 anos ·
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Esta pergunta foi fechada
Há 9 anos
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