Artigo 5° x Proibição do casamento gay

Há 15 anos ·
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O artigo 5° da constituição federal retrata que todos temos direito à liberdade e igualdade. Pergunto a vocês: Não é anticonstitucional a proibição do casamento gay, já que coloca estes em uma falta de liberdade e igualdade perante o restante da sociedade?

472 Respostas
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pensador
Advertido
Há 13 anos ·
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"Elisete Almeida 12/06/2013 13:54 Dr. O Pensador;

Deixa eu me aproveitar de si?

Na tese, eu tenho que problematizar do início ao fim? Ou posso problematizar, descrever (ou assentar o ser) e problematizar?"

Poderia explicar melhor? Normalmente o que existe é uma breve introdução ao tema, com a metodologia aplicada e já em seguida a problematização e no decorrer o andamento desta problematização. Veja que o descrever a depender do tema é parte integrante da problemática.

qiejkdhfo
Há 13 anos ·
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O pensador 12/06/2013 13:10

Checkmate em minhas "argumentações". Na verdade, estavam mais para divagações que para argumentções. Escrevi tudo sem pensar, e com presa para ir almoçar.

Desculpem as linhas estéreis e desnecessárias, que, de quebra, não contribuiram em nada ao debate.

Elisete,

"Quem é contra é preconceituoso e homofóbico" - > Não a princípio. Outro comentário infeliz. o que eu quis dizer foi que eu não li nenhum comentário que, lá no fundo, não tivesse como semente o preconceito.

Pensador, você disse que o óbice é o termo, porém, já mostramos que o significado do termo está mudando, aliás, já mudou.

Uma vez que uma palavra tem novo significado, ampliado, por que mesmo assim, há o óbice ao uso do termo?

pensador
Advertido
Há 13 anos ·
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"Pensador, você disse que o óbice é o termo, porém, já mostramos que o significado do termo está mudando, aliás, já mudou.

Uma vez que uma palavra tem novo significado, ampliado, por que mesmo assim, há o óbice ao uso do termo?"

Veja que este é no fundo o mote da discussão. Não estou seguro que o significado tenha mudado e, não sei quem é legítimo a dizer isso. A princípio a legitimidade teria que vir do legislativo, sob pena de se esvaziar QUALQUER TERMO.

Vou dar um exemplo hipotético de uma nação hipotética num planeta hipotético: Neste referido lugar era crime matar alguém. Um belo dia o magistrado inocenta alguém pois entendeu que o que morreu não era alguém. Alguém se referia apenas a pessoas de bem, criminosos não eram alguém. Portanto o fato foi julgado atípico.

Eu sempre me preocupo com aqueles que pretendem ser os senhores dos sentidos. É um terreno arriscado. A construção de significados é um processo lento. Querer apressar numa canetada é coisa de super-homem nietzschiano.

qiejkdhfo
Há 13 anos ·
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"A construção de significados é um processo lento. Querer apressar numa canetada é coisa de super-homem nietzschiano. "

Concordo, mas quem disse que este conceito está sendo mudado de forma apressada? Há muito que o sentido de casal está mais rlaxado, menos rígido.

Só podem casar-se quem for casal, entendo, mas considere:

1 - etimologicamente, a palavra CASAL tem a ver com CASAR e vice versa? Ou é só coincidência? Em outros idiomas CASAR e CASAL são palavras parecidas que possam justificar uma relação entre si?

2 - ainda que para o IDIOMA português essas palavras tenham a mesma ORIGEM, devemos considerar que esta origem é PORTUGUESA e não BRASILEIRA. Em Portugal poderia utilizar este argumento, mas não no Brasil. No Brasil herdamos o IDIOMA, mas as leis são nossas e há independência entre as leis brasileiras e as portuguesas. Se nosso idioma fosse o espanhol, veja como seria: CASAR = casarse CASAL = pareja Em inglês = marry/couple Francês = marier/quelques Latim (fonte google translate) = duxerit/conjuges grego (idem) = παντρευτεί/ζευγάρι

Ou seja, nada indica que CASAR e CASAL tenham qualquer relação entre si.

Logo, não há porque proibir que gays se casem porque ele não formam um casal. Ainda que se diga que par gay não é casal, isso não é motivo para dizer que eles não podem se casar por isso.

qiejkdhfo
Há 13 anos ·
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Qual situação que mais convém a uma criança, pensando unicamente no bem estar desta criança?

A) permanecer em uma instituição de crianças sem pais ou cujos pais perderam a guarda. B) permanecer em um lar com pais, mas esta criança sofrerá bullying em razão dos pais.

A ou B?

Essa é para vc, Elisete, se puder me responder e me perdoar pelo comentário infeliz que fiz anteriormente.

Não vale responder DEPENDE, a não ser que vc elenque para pais situações vc responderia A e para quais resonderia B.

smn
Advertido
Há 13 anos ·
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Dra. Elisete Almeida,

Quero te dar os parabéns pelos seus comentários sobre a família, sempre sábia e firme como sempre.

                         Deus te abençoe em todas as áreas de sua vida
SulaTeimosa
Suspenso
Há 13 anos ·
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Sem duvida é a B, pois independente dos pais, da condição social, do fisico, da aparência, e etc etc, toda e qualquer criança está exposta a bullying, pelos mais variados motivos, vai depender da neurose que irá mover a turminha encrenqueira da escola em que ele estiver.

Não importam os pais da criança, isso em nada impede dela sofrer na escola.

Elisete Almeida
Advertido
Há 13 anos ·
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qiejkdhfo;

Tinha feito uma resposta enorme, mas, na hora de publicar, para variar só um pouquinho, a minha net caiu. Se continuar assim, não demora muito, farei como fiz com a outra, transformei em net voadora.

Elisete Almeida
Advertido
Há 13 anos ·
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Vou tentar escrever mais ou menos o que havia dito e se perdeu.

Há alguns dias, estava a ver uma partilha que havia recebido no Face, na foto havia um menino da raça negra, muito fofo por sinal, mas o que me azedou toda foi a mensagem que vinha por baixo: "quem não partilhar e 3 segundos é racista". Não teria tido dificuldade nenhuma em partilhar aquele menino, se a mensagem não fosse uma "rotulação".

O que venho notando, é a facilidade em se criar rótulos para aqueles que não pensam ou não agem como os outros querem, e isso, no meu ver, é ruim, cria-se mariquinhas e maria-vai-com-as-outras (olha o rótulo, tão fácil fazer, né?).

Hj é muito fácil chamar uma pessoa, que defende a causa gay, de gay; ou, uma pessoa que é contra algumas igualdades, de racista ou homofóbico.

A minha crítica não foi em específico para vc, foi para quem estiver a ler tentar parar com estas "rotulagens", que de construtivas não têm nada.

Abraços

Elisete Almeida
Advertido
Há 13 anos ·
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qiejkdhfo;

Quanto a sua questão, tudo depende do caso em concreto, como vc deve saber.

Onde eu moro, retira-se com muita facilidade uma criança da sua família, basta os pais serem adolescentes e os avós não terem condições ou não quererem criar, e a criança é logo retirada e encaminhada para uma instituição.

Eu começo a estar como a Julianna Caroline, a pensar na eugenia. Kkkkkk!

Aqui, uma criança que sofra bullying na escola ou na rua e não é sinalizada pelo pais, dependendo da situação daqueles pais junto da Segurança Social, poderá ser retirada dos pais, pois os pais não têm condições para acompanhar aquela criança.

Por outro lado, uma criança que cresça numa instituição, lá dentro, junto com os seus colegas, não há bullying, pois todos os seus colegas estão na mesma situação de orfandade ou retirada dos pais biológicos. Inclusive, em muitos casos, em que se pergunta ao adolescente institucionalizado se ele quer ter uma nova família, o trauma que aquele jovem traz é tão grande, que a resposta é negativa, eles preferem estar institucionalizados, gostariam de retornam para suas casas, mas lá estão em situação de risco, no entanto, não querem uma família nova. Estranho, né?

Aproveitando a participação da nossa Sulinha, "toda e qualquer criança está exposta a bullying, pelos mais variados motivos". Tenho que fazer uma nota: é diferente uma pessoa estar sujeita a qualquer amargura da vida, todos nós estamos sujeitos a ser atropelado e perder uma perna, não é verdade? Situação diversa é aquela em que intencionalmente nos sujeitam às amarguras, pegando no mesmo exemplo, se vc é empurrado, propositalmente, para a frente de um ônibus, é atropelado e perde uma perna. Esta é a diferença entre o estar sujeito e o ser sujeito à qualquer coisa que seja. Vc pode estar sujeita ao bullying, diferente é lhe colocarem, de forma intencional, numa situação de bullying.

Quando falamos em adoção, o Estado está obrigado a buscar o melhor para a criança, e, por incrível que pareça, por vezes, o melhor é a instituição.

Nós estamos a falar de bullying, poderíamos estar a falar de pais muito amorosos, mas que um deles seja alcóolatra; a pergunta é a mesma, o que escolhe-se: a instituição, onde todos os que estão lá, são iguais a vc; ou um lar, com pais amorosos, mas que, de vez em quando, um deles chega com os copos e quebra tudo que vê à frente?

Estas perguntas não podem ser gerais, pois dependem do caso concreto, mas o direito a ser aplicado, deve ser geral, de forma a prever todas as situações possíveis e imaginárias, em busca do resultado mais justo.

Abraços

qiejkdhfo
Há 13 anos ·
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Sula,

Penso que a resposta B seria a mais adequada também.

Elisete,

Saiu pela tangente...

Sobre o que vc disse, não acho que vc está colocando intencionalmente uma criança em situação de bullying.

Vc não pode comparar pais alcoólatras em que a segurança da criança dentro do lar esteja ameaçada com situações corriqueiras de bullying na escola.

Como vc disse, o direito a ser aplicado deve ser geral.

Sendo assim, torno a perguntar, A ou B?

qiejkdhfo
Há 13 anos ·
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"Quanto a sua questão, tudo depende do caso em concreto, como vc deve saber."

1) O pai é orelhudo e espinhento e a mãe é obesa mórbida faltando dois dentes da frente. 2) O pai tem um metro e cinquenta de altura e a mãe 2 metros. 3) O pai é manco da perna esquerda e a mãe é manca da direita. 4) O pai tem um cacoete de ficar piscando o tempo todo e a mãe tem problemas hormonais e tem bigode. 5) O pai é fanho e a mãe se veste de forma extravagante e só sabe falar muito alto.

Você seria CONTRA a adoção por algum dos casais acima de uma criança institucionalizada?

Elisete Almeida
Advertido
Há 13 anos ·
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qiejkdhfo;

Eu leio alguns dos seus comentários e racho o bico de dar risadas.

Um comentários destes, igual ao seu último, é de quem não tem noção nenhuma de quais são os critérios para uma adoção.

Como disse algures, já vi casal ser preterido na fila da adoção por ficar desempregado. A obrigação do Estado é procurar o melhor para a criança que entregará em adoção. Então, vc me pergunta: E se aquele casal já tivesse tomado uma crianças em adoção e ficasse desempregado, a criança estaria sujeita a passar necessidades na mesma, não é? É, mas na primeira situação, vc ainda tem a possibilidade de agir preventivamente, já na segunda, vc tem que entrar com o remédio, pois aquela adoção não poderá ser desfeita, ou seja, dá-se apoios sociais para ajudar aquela família a se sustentar.

Só para entrar um pouco na sua brincadeira:

"3) O pai é manco da perna esquerda e a mãe é manca da direita." 2) O pai é uma pessoa normal e a mãe também (trabalham, comem, dormem, por vezes ralham, têm as suas manias).

Se vc fosse o Estado, qual seria a melhor escolha?

PS: Uma pessoa com obesidade mórbida, antes de pretender adotar, deve se tratar, pois está doente e não aguenta nem consigo mesma; e isto tira-lhe capacidade de cuidado.

Vou ser honesta, fugindo um pouco do assunto, o meu marido tem uma filha com deficiência mental, hoje ela está com 38 anos, vc tem noção de quantas vezes ele me disse, em tom de desabafo, "pq os médicos não a deixaram morrer quando nasceu"?

Maior do que o peso de aturar aquela deficiência a vida inteira, é o peso de saber que não se é eterno, de que pela ordem natural das coisas, os pais morrem antes do que os filhos, e depois, quem é que cuida?

Abraços

qiejkdhfo
Há 13 anos ·
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Elisete,

Acertou quando disse que eu não tenho idéia dos critérios do Estado.

Mas o que eu quero saber são dos SEUS critérios.

Vou te confessar que, longe de me sentir ofendido (e sei que essa não foi sua intenção), fico feliz de vc rachar o bico lendo meus comentários. Pelo menos para trazer descontração eles servem, né?

Sei que tem casais que são preteridos por diversos motivos.

Minhas perguntas a vc têm dois objetivos:

1 - Entender seus motivos. Sei que vc não deve satisfação a ninguém, mas eu realmente gostaria de entender seus motivos e minhas perguntas, apesar de bestas, me ajudarão a compreender;

2 -Dar corda para vc se enforcar. São perguntas com armadilhas, óbvio, mas sei que vc não é de cair tão fácil em armadilhas tão óbvias e, mesmo que caia, conseguirá se safar muito bem. Se vc estiver bem certa de suas convicções não será encurralada por seus próprios ideais. Topa o desafio? Só por eu ter sido honesto assim vale a tentativa, não?

Sobre obesidade mórbida, existem diversos tipos delas. Nem todas são incapacitantes. Há obesos mórbidos economicamente ativos, que pegam ônibus (para desespero dos outros passageiros), vão trabalhar, voltam para casa e passeam final de semana. É dessa obasidade mórbida que eu falo.

"Só para entrar um pouco na sua brincadeira:

"3) O pai é manco da perna esquerda e a mãe é manca da direita." 2) O pai é uma pessoa normal e a mãe também (trabalham, comem, dormem, por vezes ralham, têm as suas manias).

Se vc fosse o Estado, qual seria a melhor escolha?"

Como vc bem disse, eu não tenho elementos para decidir isso. Não sei os critérios do Estado.Se esses forem os únicos elementos que eu tenho para decidir, eu diria que daria preferência a quem chegou primeiro. Ou, se a criança tivesse ficado com as duas famílias, daria a preferência áquela que a criança mais se adaptou e mais se sentiu à vontadee segura.

Agora sua vez. Me responda aos meus questionamentos, por gentileza ;-)

Bruno Vinicius
Há 13 anos ·
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Pessoal estou muito feliz com a discussão, isso é a veia pulsante da democracia, divergências de opiniões. Um país melhor se faz dessa forma.

Um abraço Bruno Vinicius

Elisete Almeida
Advertido
Há 13 anos ·
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qiejkdhfo;

Kkkkkkkk! Eu me divirto contigo e espero que vc tenha alguns momentos de descontração aqui.

Eu sei bem que estás doido para ver a hora em que falo "aqueles que estejam aptos a dar amor à criança". Eu lhe digo, isto não basta. Não basta dar amor, educação e uma vida financeiramente confortável. Para além disso, que é lógica a sua necessidade, criança precisa de referências e segurança.

Se vc me disser que nas famílias naturais, nem sempre é possível alcançar todos os elementos necessários, de forma a conferir o melhor para os filhos família, concordo contigo. Para tanto há esforços (no meu ver insuficientes) constitucionais, onde se procura envolver a família, a comunidade e o Estado para tentar alcançar o melhor para as crianças. Porém, tratando-se de adoção, ou seja, crianças que já não se encontram inseridas no meio do seu grupo familiar natural, o compromisso, em se alcançar o melhor, deve ser dobrado.

Definir o que vem a ser "melhor" para a criança, aí dependerá do caso em concreto, sendo impossível fazer análises que não sejam hipotéticas, logo, falhadas e desnecessárias de nascença.

São vários os fatores considerados numa adoção, para além de uma possível deficiência física. Busquei alguns desses fatores na pág. da Segurança Social para colocar aqui:

"P3 - É preciso ter uma casa muito grande ou grandes rendimentos para poder adotar? Não. É preciso que após a avaliação efetuada pelos técnicos do serviço de adoções competente estes concluam que estão reunidas as condições de higiene, privacidade e cuidado da habitação, que os candidatos dispõem dos rendimentos necessários para sustentar e educar uma criança, bem como as condições psíquicas e de saúde que lhes permitam exercer cabalmente as responsabilidades parentais."

Portanto, nos adotantes, serão analisadas as condições de: - Higiene (pessoal e habitacional); - privacidade; - económicas; - psíquicas; - saúde.

Se poderá haver casos de discriminação no preenchimento desses critérios? Digo que sim, porém, justificada pelo superior interesse da criança.

Como vc pode apreciar, respondi, apesar de sair pela tangente novamente. Apesar de direta a sua pergunta, impossível responder, uma vez que não vi a casa de cada um para ter idéia das condições de higiene e habitabilidade fornecidas em cada exemplo. Kkkkkkk!

Abraços

Elisete Almeida
Advertido
Há 13 anos ·
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Querido Dr. O Pensador;

Sem perder o foco da problemática, abordada na tese, a dúvida é se a tensão tem que se manter do início ao fim, ou se, ao descrever o "ser", posso diminuir a tensão.

Eu não sei explicar exatamente o que me aflige, deve ser normal ficarmos "perdidos", devido à pressão. Mas estou com receio de estar a assentar o tema de forma demasiadamente pacífica.

Bom, para vc saber a intensidade na abordagem, só se eu lhe enviasse aquilo que tenho escrito.

Depois te digo.

Obrigada.

BJU

Elisete Almeida
Advertido
Há 13 anos ·
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Bruno;

Já agora, seria interessante vc colocar a sua interpretação sobre a Constituição.

É lógico que um tema destes, nos tempos atuais, aquece os comentários. Porém, acabamos sempre por fugir ao cerne da questão.

No meu ver, apesar de não conhecer profundamente a Constituição brasileira, não há uma inconstitucionalidade.

No país onde eu moro, isto acaba por ser delegado à legislação infraconstitucional, a própria Constituição deixa margem suficiente para adaptações da interpretação, tanto num, como noutro sentido. Eu vejo o princípio constitucional da igualdade, na Constituição brasileira, com esta mesma margem.

Cumprimentos

Elisete Almeida
Advertido
Há 13 anos ·
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slpj;

Eu laboro pelas crianças e pelas famílias. No meu ver, fora a alimentação, são as coisas mais importantes na nossa vida.

Abraços

qiejkdhfo
Há 13 anos ·
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"Como vc pode apreciar, respondi, apesar de sair pela tangente novamente. Apesar de direta a sua pergunta, impossível responder, uma vez que não vi a casa de cada um para ter idéia das condições de higiene e habitabilidade fornecidas em cada exemplo. Kkkkkkk!"

É... Saiu pela tangente...

É óbvio que a casa de cada um oferece as condições básicas de: - Higiene (pessoal e habitacional); - privacidade; - económicas; - psíquicas; - saúde.

E são equivalentes em todos estes itens, uma família não se sobressaindo em relação a outra nestes critérios.

Quis dizer, ceteris paribus, as únicas diferenças significantes são as características dos pais que enumerei acima.

O que pude apreciar, na verdade, foi que vc não aceitou meu desafio... :-[

Tudo bem!

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