alienação parental
"Tendo em vista o casuísmo das situações que levam à identificação da síndrome de alienação parental, a melhor forma de reconhecê-las encontra-se no padrão de conduta do genitor alienante, o qual se mostra caracterizado quando este, dentre outras atitudes: a) denigre a imagem da pessoa do outro genitor; b) organiza diversas atividades para o dia de visitas, de modo a torná-las desinteressantes ou mesmo inibí-las; c) não comunica ao outro genitor fatos importantes relacionados à vida dos filhos (rendimento escolar, agendamento de consultas médicas, ocorrência de doenças, etc.) d) toma decisões importantes sobre a vida dos filhos, sem prévia consulta ao outro cônjuge (por exemplo: escolha ou mudança de escola, de pediatra, etc.); e) viaja e deixa os filhos com terceiros sem comunicar o outro genitor; f) apresenta o novo companheiro à criança como sendo seu novo pai ou mãe; g) faz comentários desairosos sobre presentes ou roupas compradas pelo outro genitor ou mesmo sobre o gênero do lazer que ele oferece ao filho; h) critica a competência profissional e a situação financeira do ex-cônjuge; i) obriga a criança a optar entre a mãe ou o pai, ameaçando-a das conseqüências, caso a escolha recaia sobre o outro genitor; j) transmite seu desagrado diante da manifestação de contentamento externada pela criança em estar com o outro genitor; k) controla excessivamente os horários de visita; l) recorda à criança, com insistência, motivos ou fatos ocorridos pelos quais deverá ficar aborrecida com o outro genitor; m) transforma a criança em espiã da vida do ex-cônjuge; n) sugere à criança que o outro genitor é pessoa perigosa; o) emite falsas imputações de abuso sexual, uso de drogas e álcool; p) dá em dobro ou triplo o número de presentes que a criança recebe do outro genitor; q) quebra, esconde ou cuida mal dos presentes que o genitor alienado dá ao filho; r) não autoriza que a criança leve para a casa do genitor alienado os brinquedos e as roupas de que mais gosta; s) ignora em encontros casuais, quando junto com o filho, a presença do outro progenitor, levando a criança a também desconhecê-la; t) não permite que a criança esteja com o progenitor alienado em ocasiões outras que não aquelas prévia e expressamente estipuladas."
http://pediatriasaopaulo.usp.br/upload/pdf/1174.pdf
como fazer para provar qquer coisa dessas??? são muito subjetivas... Não aguento mais meu marido sofrer pela maneira que as crianças estão agindo... Estou começando a achar que é mais fácil desencanar das crianças, do que fazer justiça!!!!! Meu marido (e enteados) passam por quase todos esses itens.... A vida toda tentamos reverter isso tudo com amor... pq sempre acreditamos que o amor vence... mas não acredito mais.... o amor não vence merda nenhuma!!! a injustiça vence!!!!
Esse país é uma merda!!! não aguento mais essa história!!!
Requinha, sinto muito que vc tenha levado a vida inteira para descobrir isso. Minha filha tem apenas 3 anos =O pai, sim, pasme, o PAI faz tudo isso e mais um pouco (batizou a nossa filha sem que eu soubesse e ainda fez a madrasta fazer o meu papel na cerimônia!) e mesmo assim, como quer me punir pelo fim de nosso relacionamento, quer a guarda de nossa filha, imputando a mim, o crime de alienação parental. Já passei por duas avaliações psicosocial onde foi descartada essa hipotese, mas mesmo assim ele contratou uma perita particular para que eu seja avaliada. Sinto-me tranquila quanto a essa avaliação. Crianças são espertas. Algumas mais, outras menos mas, cedo ou tarde percebem que estão sendo usadas e isso se volta contra quem está fazendo isso. A minha, para minha sorte, é rápida em perceber o que querem fazer com ela. Aposte nelas, se vc já perdeu todas as esperanças. Boa sorte.
é muito mais facil a criança perceber o queacontece quando é o pai, que nao está com a criança quanse nunca aliena o filho no nosso caso, a ex do meu marido passa quase 80% do tempo com as crianças... a justiçaé MUITO injusta.... até no termo visitação!!! Visitação, quem recebe é detento!!!!!
A mãe fala mal do pai por 10 dias, e só então os filhos veem o pai... nem dá tempo de mosgtrar que o pai não é o que a mãe fala.... e além de tudo, meu marido desempregado tem que pagar uma pensão absurda para a situação dele!!!
é uma merda essa justiça!!
Não vejo explicação. Não tenho palavras. Aliás, só uma: karma.
Só o karma para explicar o por quê de tantas coisas. Vejam vcs duas. Uma companheira, vê um pai querer agir certo e manter um bom relacionamento com a mãe de seus filhos. Já a outra, age corretamente com o pai de seus filhos mas é rechaçada, perseguida e prejudicada pelo pai das crianças.
É brincadeira?? !!!!!
Só pode ser karma!!
infelizmente a alienaçao parental nao esta sendo muito levada a serio pelo nosso judiciario. meu marido passa por td isso. tbm pensamos q/ ensinando p as crianças o valor de sempre se falar a verdade fosse suficiente, mas o mal vence o bem pode ter certeza. ha alguns dias ela disse p meu marido, q/ ele sabia q/ alguma coisa iria perder qdo a deixou. meu marido ainda tenta guarda compartilhada, missao quase impossivel, apesar do menino de 13 dizer q/ quer e que falara em juizo...ela ameaça as crianças q/ se isto acontecer ela vai sumir e nunca mais eles vao ve-la. muito dificil provar alienaçao.
Cara Renata, É bem possível que esteja ocorrendo sim a Alienação Parental no seu caso. Não quero causar desconforto, mas o principal da Alienação Parental é que as pessoas envolvidas não reconhecem tal verdade. Em suma, e para ser bem sincero, difíceis são as separações envolvendo filhos menores que não ocorra, em certo grau, a Alienação Parental. Veja que a Alienação Parental não é a SAP (Síndrome da Alienação Parental). A SAP se instala quando a coisa fica MUITO complicada, até patológica. Nesses casos o tratamento é indispensável e os danos definitivos já estão presentes, cabendo apenas a minimização de seus efeitos. Fiz essa breve explanação para que ou você, ou o pai de sua filha se identifiquem dentro desse contexto. A única forma de não haver a Alienação Parental seria os pais separados terem uma convivência urbana e madura, inspirando a confiança plena de um no outro. Mas isso quase nunca acontece. Quero dizer, que se não há essa relação sadia entre vocês, o que existe é um 'cabo-de-guerra' e a corda é a filha de vocês, independente da negação que é natural que façam. Infelizmente não proponho uma solução definitiva, pois para que ela ocorra, você precisa conversar tranquilamente com o pai de sua filha para confiar absolutamente nele, e o que é mais difícil, mesmo que você conseguisse fazer tudo o que eu disse, o pai da tua filha também teria que fazer, mas como obrigar uma pessoa a enxergar o que não quer ver? Por esses motivos que a Alienação Parental é um problema muito mais complexo do que se imagina de início. Espero ter ajudado.