Parcialidade X Imparcialidade do Juiz
A FIM DE PARTICIPAR DE UM SEMINÁRIO DE FILOSOFIA DO DIREITO DESEJO RECEBER DADOS SOBRE PARCIALIDADE X IMPARCIALIDADE DO JUIZ.
SOBRE A IMPARCIALIDADE POSSUO EXTENSO CONTEÚDO, GOSTARIA QUE ME FOSSE REPASSADO CONTEÚDOS SOBRE A PARCIALIDADE.
DESDE JÁ MUITO GRATO!
Analisando o tema em debate, qual seja, a imparcialidade x a parcialidade do juiz, logo surgiu em minha mente a questão da imparcialidade do juiz na seara penal. Até que ponto o magistrado pode ir em busca da verdade real. Pode ele formular perguntas capciosas ao réu? Pode ele tentar colocar o réu em contradição? Pode ele pressionar o réu, desestabilizando-o emocionalmente? Pode ele gritar com o réu? Logicamente, a resposta para todas essas perguntas é não. O juiz é sujeito do processo, devendo manter-se eqüidistante das partes, pregando a imparcialidade no processo. Quando isto ocorrer, tanto o promotor de justiça (fiscal da lei) como o advogado, devem se insurgir contra tal postura suscitando uma questão de ordem, com vistas a impedir o esmagamento de direitos fundamentais conquistados a duras penas. A busca da verdade real não tem o condão de elidir a imparcialidade do juiz, o qual deve buscar de outra maneira a formação do seu convencimento.