Indenização por Danos Morais e Materiais
Sou Bancário, não posso ter meu nome negativado, nem mesmo com anotações no SPC ou Serasa, a empresa Claro está fazendo anotações no Serasa sem a devida razão. Tendo em vista que solicitei uma renegociação com eles, mas dei a entrada, tenho os protocolos de atendimento, e tudo foi pago. Cabe processo judicial nesse caso? tendo em vista que estou sendo lesado moralmente e correndo o risco de perder o meu emprego?
Vocês acham que seria melhor abrir um processo agora só por danos morais, já que eles estão me fazendo uma cobrança indevida e registrando no Serasa ou vocês acham que seria melhor eu esperar eles efetivarem a negativação para que a indenização possa ser maior?
Vocês acham que ir no PROCON para solicitar o cancelamento da minha linha pós pago e não pagar a fatura que virá por que não utilizei neste momento seria importante? ou é melhor ir direto em um advogado e abrir um processo?
Com certeza tem direito a indenização.
Não perca tempo no PROCON, corra logo no Juizado e entre com ação.
Muito embora em considere um absurdo você já ter sido beneficiado com o acordo de dívidas e ainda assim ganhar algum dinheirinho por "danos morais", o fato é que vão te negativar por pura desorganização interna e porque a CLARO judia demais dos clientes e merece levar muito pau do Judiciário para aprender.
Boa sorte.
Se houver receio fundado de que seu nome será inscrito em órgão de proteção ao crédito indevidamente, cabe medida judicial para impedir. Por outro lado, a meu ver, não caberia pedido de danos morais visto que você não chegou a sofrer qualquer dano efetivo.
Se o nome for efetivamente inscrito de forma indevida, nesse caso sim uma eventual indenização poderá ser pleiteada.
Minha opinião pessoal: esperar a efetiva negativação (correndo o risco de perder o emprego) apenas para garantir uma "indenização maior" não me parece ser a melhor postura. Se seu objetivo realmente é evitar transtornos no emprego, procure um advogado de sua confiança ou juizado especial e ingresse com uma ação.
Abraços.
Luciano Brandão [email protected]