Conversa informal

Há 14 anos ·
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Pronto, inaugurado o tópico. Assim aqueles assuntos paralelos, sem ligação com os tópicos correspondentes podem vir para cá.

1452 Respostas
página 61 de 73
Autor da pergunta
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Há 13 anos ·
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Aliás o título do livro é uma alusão (ou plágio) a um artigo de Heidegger, O Que É Isto, a Filosofia. Muito bom aliás o artigo. Se não me engano foi traduzido pelo Dr. Ernildo Stein.

Eis aí a dificuldade hermenêutica ao perguntar por si. Algo como o limite da interpretação hermenêutica.

Autor da pergunta
Advertido
Há 13 anos ·
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Mas veja que uma ontologia da verdade se opõe frontalmente à idéia de Foucault de verdades históricas.

Heidegger (99% ateu)
Há 13 anos ·
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Acho que a distinção que Streck faz, ou fundamentação para justificar o controle, é que as súmulas vinculantes teriam caráter normativo, equivalente às normas (rectius: aos textos) infraconstitucionais, e, como todas as normas infranconstitucionais, só são vinculantes se compatíveis com a constituição.

Mas, sem saber o que ele escreveu, nem adianta ficar num mundo das imaginações. De qualquer forma, para ignorar a palavra vinculante escrita no texto da Constituição, parece-me que teria que fazer uma manobra hermenêutica das grandes.

Foi o Dr. Ernildo Stein quem traduziu. No volume da coleção Os Pensadores consta esse artigo.

Aliás, lembro-me que uma vez você o postou aqui (o link).

Foucault é fera demais. Até vou adiar alguns leituras que tinha em mente para dedicar apenas a ele por uns tempos.

adeilda santos
Há 13 anos ·
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Estudo em uma faculdade particular sou aluna do 2° período de psicologia e meus estudos são financiados pelo FIES tenho adiantado cadeiras de outros períodos uma delas é Psicologia da personalidade , mas esta cadeira é online , porém desde o inicio do semestre que não tem professor dando apoio e tirando as duvidas dos alunos de minha turma , tivemos que fazer a primeira prova , e obvio o resultado não foi muito satisfatório e agora já estamos a um mês de encerrar o semestre e estou muito preocupada pelo fato desta cadeira influenciar muito no meu currículo escolar uma vez que é uma cadeira de extrema importância, já agendei horário na secretária e eles dizem que não podem fazer nada já fui ao coordenador e nada feito ele apenas me informou que já tem uma professora , professora está que só enviou um email informando que assumiria a cadeira , e mas nada desde então eu já enviei 2 emails para ela e nada de resposta e nem as duvidas das aulas ela responde , o que eu quero é excluir esta cadeira e poder curas-la no próximo semestre quando tiver um professor disponível nas orientações necessárias e quero que eles retirem este valor do meu FIES deste semestre e só me cobrem quando eu cursar novamente a cadeira ,mas a faculdade diz que isso não é possível e vou ser obrigada a terminar o período deste jeito, quero saber quais os direitos que tenho e se posso mover uma ação na justiça contra a faculdade oque devo fazer?

Autor da pergunta
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Há 13 anos ·
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Prezada Hilda, pode ingressar em juízo alegando falha na prestação do serviço e pleitear a indenização material. No mais, infelizmente é o retrato acabado do péssimo ensino no Brasil. Se puder, troque de faculdade. É o melhor caminho para acabar com as más instituições.

Elisete Almeida
Advertido
Há 13 anos ·
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Olá Dr. O Pensador!

Ainda estou nas páginas introdutórias (XIV), lendo devagar, mas estou a gostar, ele abre um leque bastante amplo de ideias desenvolvidas e assumidas ao longo dos tempos.

Se sentir alguma dificuldade coloco aqui para vc me ajudar, ok?

Abraços

Vini_1986
Há 13 anos ·
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Colegas, vejam que coisa mais "linda":

http://www.treta.com.br/2012/11/fuck-the-police-167.html#comments

Heidegger (99% ateu)
Há 13 anos ·
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E ainda há quem acredite no evolucionismo cultural.

Tão “primitivo” como há cinco mil anos, só que mais idiota.

Heidegger (99% ateu)
Há 13 anos ·
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...

Autor da pergunta
Advertido
Há 13 anos ·
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http://www.conjur.com.br/2012-nov-11/claus-roxin-teoria-dominio-fato-usada-forma-errada-stf

Decisionismo é assim mesmo, decide-se e depois se vai buscar por fundamentos. Aí acontece isso, do fundamento não se encaixar na decisão que se quer dar. Então atropela-se o fundamento que aquele mesmo que julga trouxe em favor da vontade de decidir.

Isto pode ser qualquer coisa, menos hermenêutica.

Heidegger (99% ateu)
Há 13 anos ·
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Esse julgamento é motivo de desprestígio total para o Direito (mas no circo a maioria fica feliz).

Procurador-geral da República falando que foi o esquema de corrupção mais terrível da história desse país. Uma compra de votos é/foi o mais terrível? Mesmo se for, as frases “chocantes” estão com presença assídua nesse julgamento. É como se todos quisessem uns 15 segundos no Jornal Nacional, ou uma manchete nos jornais.

Ver o Ministro Celso de Mello chamando os réus de delinquentes, e outros nomes. Você confiaria num juiz que te chama de delinquente, em vez de chamá-lo de réu (embora réu já seja uma identidade deteriorada)?

Ministro Joaquim Barbosa então... É o campeão das aberrações jurídicas.

Com relação ao José Dirceu, em quase todos os votos constam afirmações mais ou menos assim: “tudo leva a crer...”, ou “não tinha como não saber”, etc., ou seja, o que há são apenas suposições. Presume-se que ele tinha conhecimento, presume-se que ele era o líder e presume-se que ele possuía o domínio do fato.

Ministro Joaquim Barbosa sabe que são comentários são tão absurdos, que nem ele aguenta mais disfarçar. Cada vez que ele começa a dar uma de justiceiro começa a sorrir, e até confessou que seus comentários eram apenas jocosos.

Ministro Gilmar Mendes, com medo do mundo, e pensando apenas em “limpar sua ficha” com a nação, preocupada com sua imagem, até aderiu ao Joaquim Barbosa nas críticas a Ricardo Lewandowski.

Deixando de falar dos Ministros, e voltando aos argumentos, o domínio do fato foi o que conseguiram para justificar a condenação. Outras teorias não dariam certo. O domínio do fato se encaixava mais ou menos no plano do Direito Penal, e no campo processual (das provas), aí usaram outras coisas.

Autor da pergunta
Advertido
Há 13 anos ·
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Domínio do fato pelo dever de saber. Taí, pode-se virtualmente condenar qualquer um nesta nação. Não necessita dolo. Aliás como existe o de mera conduta, este deve ser o de mero assento. Basta ocupar o cargo.

Heidegger (99% ateu)
Há 13 anos ·
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Complicadíssimo a situação. Fora do meio acadêmico não existe possibilidade de diálogo sobre o mensalão.

Nas manchetes dos jornais locais aqui, o Ministro Ricardo Lewandowski aparece como um nazista. Nas há conversas sobre o mensalão, os comentários é de como o Ricardo Lewandowski é corrupto, e de como o Joaquim Barbosa é guerreiro.

É como disse o Ives Gandra em entrevista no Conjur: com a TV Justiça, os ministros tornaram-se artistas de televisão.

Qual jurista hoje tem coragem de exercer um juízo crítico sobre o mensalão em alguma entrevista nos canais abertos? Os que se arriscam se limitam a exercer uma narrativa de maneira que o “eu” seja esquecido, ou então adere ao personagem jurista-policial (que o povo adora).

Heidegger (99% ateu)
Há 13 anos ·
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Pesquisando alguns livros vi que o Hermenêutica Jurídica e(m) Crise do Lenio Streck está em promoção, por R$ 44,55.

http://www.submarino.com.br/produto/7497243/livro-hermeneutica-juridica-e-m-crise-uma-exploracao-hermeneutica-da-construcao-do-direito

Para quem ainda não tem...

Vini_1986
Há 13 anos ·
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Pedrão,

Vi seu comentário sobre a dupla sertaneja, mas não tinha como responder.

Enfim, não deve ser nada mal fingir que é cantor, ganhar uma grana que provavelmente não iremos ganhar advogando (ou em algum cargo público) e ainda ter milhares de mulheres querendo um "algo mais"...

Se você precisar de um guitarrista, é só me mandar um e-mail! hahaha

Abraços!

Heidegger (99% ateu)
Há 13 anos ·
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Oi Vini,

Eu fiquei empolgado na hora, mas é bobeira. Não dá para encarar. A concorrência aqui é grande demais. Acho que há pelo menos umas 30 duplas que cantam muito aqui, só que eu conheço, em Goiânia. No interior então...

Vou só indicar o cara e deixar para lá, mas nem sei se ele vai encarar.

Abraço!

Heidegger (99% ateu)
Há 13 anos ·
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Pensador,

Eu sei que, por uma atitude Ética, você não comenta sobre os Ministros, mas, tão só, dos argumentos jurídicos.

Entretanto, você não acha que o Ministro Joaquim Barbosa passou dos limites?

Heidegger (99% ateu)
Há 13 anos ·
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Vini,

Você tem acompanhado o que Joaquim Barbosa anda aprontando?

Autor da pergunta
Advertido
Há 13 anos ·
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Pedrão,

Entendo que as decisões do citado Ministro vão além do que permite a hermenêutica e que, frequentemente inova no pensamento jurídico sem que haja suporte argumentativo para tal.

Pela sua ânsia em condenar e fazer "justiça" deixa de ser magistrado imparcial e, deveria se declarar impedido.

Infelizmente seus julgados não entrarão para a história pelo brilhantismo jurídico, mas sim por motivos outros.

Quem nos protegerá da bondade dos bons?

Heidegger (99% ateu)
Há 13 anos ·
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“A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) em São Paulo pediu à Justiça Federal que determine a retirada da expressão ‘Deus seja louvado’ das cédulas de reais”.

Até hoje não tinha notado a existência dessa frase.

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Há 8 anos
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