A mae do meu filho não aceita o DNA
Hoje tenho 28 anos e com 20 registrei uma criança, no meio de uma festa a mãe do meu filho disse que ele não tem pai algumas pessoas já vinham me alertando, mas eu não tinha condições de naquela época fazer um exame. Separamos! O fato de que “pode ser” me fez entrar em contato com a mãe da criança combinamos amigavelmente o exame e por duas vezes ela não compareceu a clinica alegando no ult5imo contato que prefere dizer ao juiz q é para ele retirar meu nome da criança do que submeter a um exame desse. (Sei que as coisas não são por ai.) Não quero ir por esse caminho sem que antes tenha certeza de que de fato não seja... A criança esta com 7 para 8 anos, registrada em meu nome, gostaria de fazer o exame com descrição e bastante cautela. Consigo amparo da Justiça? Como procurar esse amparo de forma a ela ser estimada para uma audiência de conciliação no mínimo de tempo possível? Caso não seja como são os trâmites legais?
Esses lítigios são sempre complicados. Especialmente no seu caso.
Já imaginou que o Exame de DNA, venha a NEGAR a paternidade. Já pensou no que fará em relação a criança ? Que já lhe chama de pai, que já lhe tem o convívio? Já pensou no que vc. fará neste caso ?
Claro, a GENITORA que lhe atribuiu a paternidade, deverá ser acionada judicialmente, inclusive a RESPONDER pelas Perdas e danos.
Mas, como ficará a situação da criança ? O menor ? que nenhuma CULPA tem ? Como fica ?
Cristina SP, obrigado por estar participando nas respostas. Realmente quando me afastei da crinaça ainda recem nascido foi penssando nisso "em como ficara a situação ja que ambos podemos ser vitima"... Diante do dito, tive muito medo de fazer vista grossa e não conceguir ignorar a informação por muito tempo. Sou filho de mae solteira e na verdade minha intenção inicial foi não repetir a alsencia paterna.
Em contra partida onde me convem estar aliendo a isso?
Embora isso possa causar novas descobertas de que forma posso assionar judicialmente e de maneira rapida para que possamos tentar uma conciliação no sentido fazer o DNA.
Caso ele seja legitimo posso oferecer melhor qualidade de vida diferente a que atualmente eles vivem. Inclusive participação na formação, carater e educação.
Mas de que forma participo da formação de uma criança pura e desprovida de malicias se a propria mãe levantou essa suspeita?
Apartir do momento em que um homem registra uma criança e futuramnete vem a descobrir que a legitimidade é algo que pode ser ou não, o nome dele passa a ser usado como se fosse uma institruição de caridade?
Gostaria de saber como os magistrados encaram essa situação....
Apenas quero o melhor para nos tres, digo: eu, a criança e a justiça.
É um direito seu. Claro que você deve pensar na criança que em nada tem culpa. Alias pelo seu relato parece que não há paternidade socio afetiva com a criança. Se você realemnte deseja realizar o exame de DNA extrajudicial e ela não quer. Procure um advogado e entra com o pedido na esfera judicial. Com a negativa dela vai ficar um processo mais longo mas não desista de ter a confirmação da paternidade.
Aguarde outras opiniões.
Caro Roberto, estamos no mesmo barco, por causa de muitos motivos que não vou citar aqui, tenho serias suspeitas de não ser o pai biológico. A criança é registrada em meu nome desde o nascimento, apesar de ter tido um caso passageiro com a mãe, não pensei e fugir das minhas responsabilidades, esse foi meu erro, deveria ter pedido antes de registar que fosse provado a paternidade. Bem o menor tem hj 12 anos, sou um mero pagador de pensão. Tive varias oportunidades de fazer o DNA sem a mãe saber, pois eu tinha direito de visita, mas nunca quis fazer nada fora da lei, resultado, entrei com ação pedindo o DNA e ainda nem sei o motivo, o juiz não quis autorizar, sendo que fez avaliação psicológica com a criança e constataram que realmente não temos vínculos afetivo. E perguntado a mãe, se ela AFIRMAVA a paternidade, ela disse que NÃO... Apesar de ter cometido erros, acho que temos o direito de ter CERTEZA, e isso acontecendo quero recuperar o tempo passado, agora tenho outros filhos e quero que eles convivam, mas isso só quando eu ter CERTEZA. Mas parece que a justiça quer que pagamos pelo erro ficando c a dúvida, só que assim será mto pior para as crianças, não é??
isrgsm, realmente é uma situação delicada muito delicada... De um lado a criança de outro nos os adultos!
O que seria melhor dar um reset na situação participar da vida e formação da criança e esperar ate os 18 anos e acentar e dizer: "agora que vc tem 18 anos deixa eu te explicar uma coisa, infelismente um magistrado não me deu oportunidade de saber se realmente sou seu pai, por tanto a unica alternativa que me restou foi pagar uma penssão até vc completar 18 anos, topa tirar minha duvida?
Sera que um jovem desse viraria para mim e diria não precisa me explicar toda a historia estou disposto a tirar sua duvida! Ou esbarrariamos em uma enorme possibiliadde de frustação ja que a figura da genitora as cobranças da genitora ao longo da vida não passaria a estar abalada? Não me preocupo apenas com o hj serias preocupações no amanhã.
Amanhã as coisas talves funcione assim vc é meu pai mas nunca se preocupou comigo ou pode funcionar assim vc é minha mae me encinou coisas boas, me encinou a não tomar posse do que é dos outros e vivemos esses anos todos enganando um coitado só porque vc não aceitou mostrar a verdade! Foi conveniencia? foi exploração? O que foi?
Lamentavel, bom mesmo é dessemos a sorte de encontrar um magistrado que saiba o que é ter um filho sustentar ele olhando para os olhos inocentes da criança e penssando em que parte da historia vai surtir menos complicação e efeito colateral.
Dificil ser chamado de pai e não poder retribuir com um oi meu filho. ou pelo menos nunca usar a expressão venha ca meu filho e ter que usar sempre e em todas a ocasioes o nome para se dirigir a criança.
Eu me afastei quando ainda era recem nascido mas a mãe desde então liga no meu celular e qundo digo aló escuto: "oi Pai"...
Não concigo dizer oi meu filho, não concigo justamente pelo amanhã!
Tem coisas que o magistrado precisa levar em conta.
Eu por exemplo ja penssei em ir a escola dele reunir com a professora e pedir para que evite coisas direcionadas a mim, mas depois tive medo dessa faisca se tornar uma avalanche de fogo em direção a ele. Medo de que nossa situação demore a se resolver e a criança fique sabendo antes de nos mesmo ter chegado a um acordo.
Gostaria muito de discretamente resolver meu imparce em uma sala de conciliação apenas quero o DNA.
Possivelmente não exija a estinção do meu nome de imediato posso aguardar pela maior idade caso seja a visão da justiça. Mas ver um supostro filho crescendo em uma familia sem referencias e não poder amenizar o impacto ocular as vezes me tira o sono.
Ainda sou daqueles que acha que filho é investimento!
Roberto eu entendo perfeitamente tudo o que vc ta passando. O que acho estranho que quando a mãe procura a justiça pra pedir pensão é atendida imediatamente, mesmo quando o $$$ nem faz falta, só mesmo por "vingança", só que eu penso, que $$$ não é nada, eu pago uma pensão alta, o valor da pra sustentar umas 4 pessoas, a criança já tem 12 anos mais uns 12 e não serei mais "obrigado " a pagar, herança, acho mto dificil eu ter pra deixar, e dai pergunto....quem é o pai desse rapaz, depois o avó dos filhos dele? Quanto mais tarde o exame, mais dificil será pra resgatar o que ficou pra trás.
Roberto, te dou um conselho...a criança é registrada em seu nome ne?? Volte a ter contato, peça seu direito de visita, e assim que tiver oportunidade, faça vc mesmo o dna, só vc e a criança, o exame pode ser feito com a saliva, não é tão caro,junte dinheiro se for o caso.Se der negativo vc descansa a cabeça, entra na justiça e espera o tempo que for, pq segundo eu sei se o exame não for feito judicialmente, não tem valor na justiça, mas ai vc já sabe o resultado, é só uma questão de tempo. Pq te digo uma coisa, se no meu caso, que a mãe concordou em fazer, esta mtttto complicado, imagina o seu. Estou aguardando a resposta do advogado, dizendo pq foi negada o pedido, assim que souber, conto aqi...ok Abraços e boa sorte.
isrgsm, realmente estava penssando fazer isso, com um certo medo de depois ter que mudar toda uma convivencia ou seja ela não aceita fazer o DNA, mas eu posso conceguir atravez de me aproximar da criança.
Lamentavelmente... é a pior solução para conceguir o teste, mas com pessoas burras a coisa so funciona na base do coice.
Roberto, porque iria mudar o convívio? Se a criança o tem como pai, faz tanta diferença assim o sangue?
Vc nunca teve um amigo de quem gostou? O fato dele não ser do seu sangue importou? O que vale, meu irmão, é a amizade.
Ter um filho de seu sangue só significa que outro ser humano irá ter parte da mesma carga genética que a sua, o lobula da orelha aderente, os olhos castanhos, uma covinha no queixo, defeito no nervo do coração, quem sabe uma hemofilia....isso não os tornaria amigos, nem que fossem se dar bem.
O filho cresce e vira adulto, não ficarão pra sempre na coisa de filhinho e papai, será construida uma relação de amizade e de respeito. Temos infinitos casos de filhos indiferentes aos seus pais, abandonam os velhos e ficam com sua pensão.
Às vezes as amizades vem de onde vc menos espera.
Roberto, já imaginou se ele tiver seu sangue? Vc acha que a apartir da descoberta vc será merecedor do amor filial desta criança, apos tê-la renegado por dúvidas se ela tem ou não seu precioso sangue? Espero que a vida lhe ensine o que te falta aprender. Às vezes é melhor ter a amizade de um estranho, do que o desprezo de um parente. Os pais da Suzane Richthofen estão felizes felizes ..... da morte !!!!
Seja vc feliz com seu inferno interior. Adeus.
Ylhensi, obrigado por sua dedicação e amorosa participação. Iniciei a questão com intuito de base jurídico observe que não postei em fórum de igreja, doutrina espirita, e genéricos da campanha da fraternidade!
Tudo poderia ser lindo conforme seus comentários, caso não se tratasse de um vinculo paterno, investimento paterno e pensão de um salario mínimo no dia 5 de cada mês.
Meu irmão quer fazer inglês em uma escola de tradição topa pagar para ele? Meu irmão quer uma moto de 50 CC quer enviar o dinheiro para ele comprar? E Antes que eu me esqueça ele precisa trocar o aparelho Odonto quer fazer sua parte solidaria?
Já o caso da Suzane nada se encaixa ao perfil a que estamos discutindo nem se quer passa perto de um ser humano de mente sadia.
Suas comparações são frias, fantasiosas e...
Sabe porque a Suzane chegou a esse ponto? Certamente porque os pais deram corda, deixaram de encarar a verdade e principalmente o pai deixou de ser amigo e não mostrou o caminho da rua quando ela mais precisava conhecer a realidade da vida!
Tenho um vizinho que quando não da dinheiro ao filho toma tapas na cara, vc tem dó? Eu não! Sabe porque? Por que certo dia ouvi esse vizinho dizer que preferia bancar o vicio do filho do que ver ele roubando os outros! Agora aguenta... Nada mais justo do que o telhado dele mesmo ser quebrado pela árvore que ele plantou e não podou os galhos enquanto tinha força!
Sabe o que mais me preocupa? Não é fato de carregar meu sobre nome, isso é o de menos o que me preocupa é o fato de vir a fazer o teste no futuro e dar positivo e eu olhar para um jovem despreparado e pensar que poderia ter enviado ele para um colégio interno e proporcionado outras fontes de crescimento e não fiz. Nada contra quem pode fazer caridade investir em um alguém, mas esse não é meu caso. Dar educação de qualidade em pleno seculo 21, vai muito além de aprender a escrever coisas lindas no FÓRUM é preciso trabalhar e sustentar isso a suor.
Portanto Ylhensi, obrigado por sua participação que se compara a de alguns magistrados, convivência duvidosa, fubá e feijão é o que a justiça oferece como o de melhor quando não se consegue chegar a verdade!
Faça um exercício jogue na mega sena, e já no dia seguinte passe a se comportar como o milionário sortudo da vez, tenha as mesmas paranoias e manias de perseguição. Nunca confira o resultado! Sustente isso por mês não desanime e quando pensar que é hora de parar de ser um idiota tenha forças e jogue seu bilhete no lixo. Pra que ir conferir? Se vc não for milionário de verdade vai afastar seus novos amigos, melhor continuar acreditando concorda?
Parece patético mas é isso que muitos acabam nos oferecendo quando nos limita de ir conferir o resultado!
Pior, nesse caso é a criança que cresce achando que ganhou na mega sena... Infelizmente muitas vezes é na hora de prestar um vestibular que vai conferir o bilhete!
Prezado Roberto, lendo suas colocações suspeito que já deve ter pesquisado ou consultado com algum advogado à cerca de seu problema. Vejo tb que se porta com educação aos comentários que recebe no intuito de apontar alguma medida que venha alivia-lo em suas dúvidas, dúvidas estas descritas em colocações de exposição pessoal, sob seu estado de espírito quanto a realção paternal ausente e possivelmente futura com aquele que é seu filho registral há 8 anos. Entretanto, tb vejo que rechaça com bastante ironia às colocações que questionam sua postura. Do ponto de vista jurídico já recebestes orientação, embora devo ressaltar aqui que passados 8 anos dificilmente conseguirá desfazer tal reconhecimento posto que a justiça protege os direitos da criança envolvida na lide. Independente de haver ou não o chamado laço sócio-afetivo a criança sabe que existe um pai e que este é vc. Houve tempo bastante para que questionasse a suposta paternidade, mas como não o fêz, não terá direito em frustrar esse reconhecimento pelo bem estar da criança. Sem dúvida que poderá vir a fazê-lo após a criança tornar-se maior de 18 anos. Encerro lembrando-o que este forum é público, não compete a quem quer que seja, o consulente ou participante, cercear a liberdade de opinião daquele(s) que entra(m) ao tópico para registrar sua colocação sobre o assunto. Na medida em que discorrestes sobre sua ansiedade, dúvidas pessoais, expondo sentimentos quanto ao assunto tratado, vc deu abertura para que outros comentassem e desse a opinião, se elas lhe desagradaram não sucita-lhe direito em reclamar, afinal, discordar faz parte, o fórum é público e não pode o Sr destratar ou menosprezar a opinião alheia apenas porque esta lhe desagrada, frusta-o em seus intentos. Quando damos a cara podemos levar o tapa. Se não queria levar tapas pagasse a um advogado pra lhe aconselhar e um padre para ouvir suas mazelas.