Vc é a favor da regulamentação da prostituição?
Vc é a favor da legalização da prostituição?
As prostitutas passam a ter os direitos de qualquer trabalhador: carteira assinada, plano de saúde e aposentadoria.
Em contrapartida, vão descontar para a previdência e pagar imposto de renda, como todo mundo. Isso ocorre em vários paises legalizados e na Australia na cidade de Sidney a um prostibulo(bordel) stiletto .Aonde as prostitutas de luxo ,ganham mais de 130 mil dolares australiano por ano . Ganham mais que o próprio Ministro daquele país.
http://www.stiletto-escorts.net.au/sydney/
Na Holanda o governo paga para pessoas deficientes ,usufruirem dos bordeis com as prostitutas 12 vezes por ano.
Já as prostitutas de rua, estando em lugares que essa "profissão " é proibida em certas cidades e paises , elas correm sérios riscos por seus desconhecidos clientes, que muitas vezes não pagam por ameaças .
O que vcs acham ?
eppp;
Enviaria com o maior prazer, no entanto, para a História do Direito, não costumo fazer pesquisas pela internet, prefiro um bom livro, de preferência, com cheiro à mofo (com traças não, pois dificulta a leitura). Lol!
Na realidade, o meu trabalho versou sobre a união de facto (Portugal) ou união estável (Brasil), mas sempre acabamos por fazer algumas leituras paralelas ao tema.
Talvez consigas encontrar algo em BIDR – Bulletino dell`Istituto di Diritto Romano, ou ED – Enciclopedia del Diritto, ou, ainda em, NNDI – Novíssimo Digesto Italiano.
Não sei se Edoardo Volterra aborda o tema, mas, se o fizer, a princípio, é um dos melhores historiadores, Álvaro D´Ors, Manuel Jesus Garcia Garrido, Pietro Bonfante, Pablo Fuenteseca, etc. É uma infinidade de escritores da História do Direito, estes que referenciei, com certeza, são muito bons.
Os meus melhores cumprimentos.
eppp;
Fui olhar o meu índice bibliográfico da dissertação, sobre as Leis de Augusto que referi, podes consultar:
CASTELLI, Guglielmo. Il Concubinato e la Legislazione Augustea, in Bullettino Dell`Istituto di Diritto Romano - BIDR, ano XXVII, (Roma, 1914), 55-71.
CURA, António A. Vieira. A «União de Facto» (concubinatus) no Direito Romano – (da Indiferença Jurídica Clássica à Relevância Jurídica Pós-Clássica e Justinianeia), in Juris et de Jure – Nos vinte anos da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa. Coimbra Editora, (Porto, 1998), 1293-1334, ISBN: 972-8069-21-9.
GAUDEMET, Jean. Union Libre et Mariage dans la Rome Impériale, in IVRA - Rivista Internazionale di Diritto Romano e Antico – XL. Editore Jovene, (Napoli, 1989), 1-23.
Os meus melhores cumprimentos
eppp;
Já ia me esquecendo, podes consultar diretamente em uma das fontes: Corpus Iuris Civilis / Cuerpo del Derecho Civil Romano, a doble texto, traducido al castellano del latino, publicado por los hermanos Kriegel, Hermann y Osenbrüggen, traducido por Don Ildefonso L. Garcia del Corral. Jaime Molinas Editor – Barcelona, 1889, (Editorial Lex Nova, Valladolid, 2004), ISBN: 84-7557-275-8 (Obra completa).
Cumprimentos
Isto aí é só em Goiânia:
http://www.mulherfatal.com.br/
http://www.luxuriagyn.com/
http://www.gatasgyn.com/
http://www.soastop.com.br/
http://www.lindissimas.com/
http://www.gatissimas.com/
http://www.cliquegatas.com/home.php
http://www.goianiasex.com/
http://www.acompanhantesdegoias.com/
http://www.aspreferidasdegoiania.com.br/
http://www.gatissimagyn.com/
http://www.soasbelas.com.br/
Agora eu pergunto: senhores salvadores da moral, o que faz com essas mulheres?
Vamos respeitá-las do jeito que elas são, concedendo-lhes Direitos Iguais, ou deixá-las viver a margem da sociedade, tratando-as como lixo, negando Direitos e com a ridícula pretensão (e ousadia) de querer mudá-las para se adequar a sua moral, já que vocês não respeitam as escolhas alheias.
Sou A FAVOR, acho que é uma profissao como outra qualquer. Alem do mais nos tempos em que vivemos nao temos mais ninguem ingenuo a ponto de transar sem se prevenir. Acho que sao mulheres corajosas e que merecem o respeito de toda sociedade, é claro que existem tambem as sacanas como tambem existe politico corrupto, maus medicos, pessoas que roubam os outros na cara dura e muita gente mal carater por ai, nao podemos generalizar as prostitutas. Devem sim ter seus direitos reconhecidos.
Não sei o que tem a ver o respeito a elas com reconhecer direitos trabalhistas. Pelo contrário. O respeito à dignidade delas deveria nos impelir a fazer com que déssemos a elas condições de sair da "profissão" que exercem para outra profissão mais decente. Mas virou moda querer enxergar direitos que não são direitos. Quanto a se são honestas ou boas pessoas e se há pessoas ruins ou boas nem discordo. Realmente existe muita hipocrisia na sociedade. E muitos que dizem ser contra a regulamentação da prostituição e até contra a prostituição usam os serviços das prostitutas. E há muitos casos de na hora de pagar pelo serviço dizerem que não pagam e pronto. Como pode a prostituta cobrar o serviço na forma da lei? Não tem como. Só fora da lei. Evidente que quem procede assim merece reprovação social. Por se aproveitar da condição de uma pessoa marginalizada e, portanto, vulnerável. Mas resolver a situação regulamentando a profissão por lei? De forma alguma. Se quiserem que vão ao STF para que este tal como ocorreu no caso das uniões homoafetivas resolva regulamentar a "profissão". A falta de lei não deve ser empecilho em nome de "princípios constitucionais" tais como a "dignidade da pessoa humana". O STF que assuma o que a maioria da sociedade por meio de seus representantes no Congresso Nacional não quer assumir;
Com tanta prostituta de 1 homem só, falsiando sentimentos que não existem, mais honestas são aquelas que oferecem o que lhes pertence e sem subterfúgios, não enganam ninguém.
Acho que quem discrimana deve ser para auto negar-se pois tem a nítida sensação que em casa tem uma mulher que finge gostar do homem com quem se deitou a vida inteira e somente o fêz para ser sustentada, o que equivale a oferecer o meio das pernas em troca do conforto material que o macho lhe dá. Os filhos que nascem dalí são apenas garantias a mais ou, então, meros acidentes de trabalho.
eppp;
Como é do conhecimento de alguns colegas aqui do fórum, estou a ler um livro entitulado "Código de Hammurabi", do autor Federico Lara Peinado, edição de 2008, Editorial Tecnos.
Neste livro deparei com algumas passagens que talvez possas aprofundar, por exemplo, na pag. CV: "Al lado de estas sacerdotisas de alto rango ploriferaron multitud de hieródula, prostitutas sagradas y oblatas." Na pag. CXXXVI: "En el Código de Hammurabi se hace referencia a profesiones desconocidas o muy poco significativas en la legislación hebrea, como...bateleros o profesionales de la prostitución".
A parte destas interpretações, pode-se encontrar no Código de Hammurabi, traduzido para o portugues, referências diretas à meretriz, em que nota-se não haver um tratamento preconceituoso a elas.
Bom estudo!
Os melhores cumprimentos