sobre abandono afetivo????

Há 13 anos ·
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boa noite ,gente o tema no forum hoje me jamou muita atenção,sei que para mover a ação,a filha tem que ser maior de idade.goataria de saber,se o pai tiver um filho especial ,e não tem dialogo com a mãe pois ela é uma pessoa intolerante,(pois a mãe ja tentou prejudicar o pai) se ele pode ser processado por abandono afetivo,e quem moveria o processo a mãe ou o filho?já que o filho é deficiente mental?a mãe tem que esperar o filho completar a maioridade ?ou ela pode mover agora? agradecido.

70 Respostas
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Insula Ylhensi
Suspenso
Há 13 anos ·
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Não precisa colocar a mãe dos filhos de volta em contato com a família. Só o pai das crianças pode manter esse contato.

Filho não é um livro, não é um almofada, um abajour, que depois de um tempo vc pode consertar, reformar, espanar....

Se o pai deixar passar o tempo será mais difícil ainda recuperar a relação filial, isso é fato. Consulte qualquer psicólogo que eles lhe dirão a mesma coisa. Por isso que a alienação parental é crime pois destroi de forma irrecuperável a relação entre pais e filhos.

Se esse pai está usando a desculpa de deixar as crianças ficarem mais velhas para elas entenderem....será tarde demais. Elas não tem de entender nada hoje!!! Elas só tem de ter o contato com o pai. A isso chamamos lutar. Arme-se de escudo, espada, clava, machado, e parta pra guerra!!!! Mostre pra essa louca que ela VAI PERDER OS FILHOS se continuar com esse jogo sujo.

Viver exige CORAGEM!!!

Se esse pai é acomodado e não tem coragem na vida, é melhor ficar longe mesmo, pois não terá muita coisa a ensinar aos filhos para prepará-los para a vida.

Lamento.

P.S.: ele por acaso se preocupa com os possíveis abusos emocionais que essa louca submete os filhos dele? Ele pensa na dor moral e emocional dessas crianças? ela sabe perfeitamente o que essas crianças passam na mãe dessa louca?? Se elas sofrem? Se ele não quer saber é porque ele não merece os filhos, pois se acorvarda diante da luta contra uma mulherzinha histérica. Guerra fácil que a justiça hoje dá a ele plena condição de ganhar.

Rosana
Há 13 anos ·
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Vou conversar com ele. Sinceramente, tb acho q qdo a criança ainda é menor, sem rancores, é muito mais fácil estabelecer o vinculo de amor naturalmente... Mas há casos tão difíceis. O problema é que com pessoas assim, não adianta avô ir buscar, ela vem por conta própria. Quem sabe ele consegue aquele acordo de distancia minima? Mas só com justiça publica, se tivermos esse direito, pq não temos dinheiro pra nada, pq vai tudo em pensão. As crianças acham gostam da mãe, aparentemente ela cuida delas, do jeito dela, não sao expostas ao q ela faz, sao poupadas. Esse assunto é um desgaste emocional. Pelo menos com os outros filhos ele conseguiu manter um relacionamento saudável, espero q um dia isso se resolva da melhor forma possível.

Rosana
Há 13 anos ·
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Agora há indícios de uma educação duvidosa. Mas o mundo moderno hoje em dia esta tudo tão diferente q já nem sei o q achar normal. Acho preocupante uma criança de 12 anos colocar me seu perfil de site de relacionamentos o seguinte conteúdo e a mãe não fazer nada (deve achar bonito):

[editado para preservar a identidade, evitando outros problemas] (Rosana)

É nesse mundo a essa criança esta vivendo :((((

Eu me sinto de mãos atadas como o pai dela, mas espero conseguirmos reverter essa situação, com orientações e conselhos construtivos como este. Criticas sem sugestões de como ver a luz no fim do túnel não trazem nenhum bem a ninguém, só espalham discórdia.

Autor da pergunta
Há 13 anos ·
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boa noiteo,o pai so gostaria de saber se a mãe pode estar entrando,com um processo de abandono agora,pois a menina é especial e é pré- adolescente.ou t em que esperar ficar adulta?

Insula Ylhensi
Suspenso
Há 13 anos ·
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Rosana, a simples alienação que a mãe faz ao denegrir o pai perante os filhos já demonstra que é uma pessoa que NÃO tem estabilidade emocional. Isso já e mais que motivo para o pai requerer a guarda. Se ela não considera o equilíbrio emocional dos filhos e os usa como peões num jogo que ela quer ganhar do pai das crianças, isso é mais que prova de que ela não pensa nos filhos. Ela apenas os usa.

Se o pai tivesse coragem e realmente vontade de zelar pelos filhos dele, ele levaria o caso à justiça, se não revertesse a guarda logo de primeira ao menos a mãe receberia uma tremenda reprimenda do juiz e agiria com mais cuidado pois ficaria sob os holofotes da justiça, que tomaria os filhos dela no próximo ato de alienação.

Amigo icógnito "X.X'. Poder a mãe pode, afinal, se a criança é especial com dificuldades de desenvolvimento intelectual, não fará diferença quando ela for maior de idade, continuará com as mesmas dificuldades, e sendo a mãe sua legal representante ela não precisa esperar a maioridade do filho para agir.
Digo isso em tese, não conheço as reais dificuldades dessa jovem, ou os limites de sua intelectualidade. Há deficiências que faz a criança PARECER não entender nada à sua volta, mas os médicos conseguem perceber os níveis de que ela é capaz de desenvolver e compreender o que acontece.

pappai
Há 13 anos ·
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Insula... vc fez um discurso bemdiferente do usual.... vc na maioria das vezes ajudaas maes a sairem do estado sem avisar quando (so avisar depois ) e etc... e vem falar que os pais desistem????? é tão fácil falar!!!! viajar kms... gastar mais do que se tem eetc... nem todos tem essas possibilidades.... e ainda aturando uma louca, que na maioriadas vezes convence direitinho o filho que estarcom o pai nao é legal!!!!!!

Insula Ylhensi
Suspenso
Há 13 anos ·
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Pappai, não sou a favor da mãe e nem do pai, sou a favor da criança.

Atraves dessa telinha não tenho como saber se a/o consulente diz toda a verdade ou sequer se ele vê toda a verdade da situação descrita (afinal, cada um se acha com razão, de seu ponto de vista).

Mas, quando o relato diz que a pessoa está embuida de motivo razoável como melhoria das condiçoes de vida, coisa pela qual a gente luta a vida toda e que refletirá em beneficio do filho, tento ajudar o/a consulente a agir de modo menos lesivo aos direitos de todos, tanto é que sempre lembro que para essas mudanças deve haver motivo. Errado seria jogar-se numa aventura e levar a criança nela, pois seria o pequeno o maior prejudicado pois, além da mudança de ambiente, sofreria impacto tmb nas suas relações familiares (isso diz pai/mãe, avós, primos, tios, amigos...) à troco de uma aposta que não foi ela, a criança, quem fez. Se um genitor quer se arriscar a domar canguru na Austrália porque dizem dá uma fortuna, ele tem todo o direito de ir, mas levar o filho só depois de ser firmar na nova profissão, e mesmo assim se lá a criança tiver melhores chances de vida estável do que na terra natal, pois ainda assim caberia uma inversão da guarda se com o outro genitor a criança pudesse ter tão ou melhores condições considerando a estabilidade emocional e o aconchego familiar no qual já está inserido.

No caso acima, da Rosana, a mãe dos filhos que estão sendo alienados da relação paterna, demonstra pelos relatos ser uma pessoa vingativa. Isso atinge muito mais às pobres crianças não protegidas que ao próprio pai delas.

Na verdade eu tô me lixando pro pai e pra mãe, quero mais que os 2 se matem!!! pois se merecem, se juntaram sem medir consequências!! Eu me importo é com o que essas crianças estão passando, sendo divididas, sendo usurpadas do direito de cultivar o afeto que elas tiveram dispertados em seus corações. Isso é monstruoso.

(em português:) Esteja dito.

Abraços!! :D

Anna Christina
Há 13 anos ·
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Olá,Insula vc falou psicologa?bom eu sou uma psicologa e vc tá certinha qdo falou da relação pai e filho,o afastamento do pai ou da mãe isso acarreta a criança transtornos terriveis,cm por exemplo:agressividade,dificuldade aprendizagem,criança regride no seu desenvolvimento,fica uma criança insegura...e mais outras coisas. Portanto Rosana,fala pro teu marido reconsiderar pensar nos filhos e não na bruaca(segundo vc disse).Não precisa ter contato cm mãe tdo tem jeito procure advogado ele irá buscar uma solução sem afastar dos filhos.Ainda mais q tem um filho especial precisa muito mais desse pai. PS-olha o caso recente de uma filha abriu processo contra o pai 200mil por abandono afetivo e materiais a filha falou q o pai nunca quis ter contato cm ela,é triste ver uma mulher,38anos,chorar por ter sido abandonada.Ela buscou e conseguiu.Um abraço!

AramisMil
Há 13 anos ·
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e isso vai virar frebre doutora Ana. Vai te muito homem feito e mulhe feita indo na justiça querendo um troco. O chato é que vai te também vagabundo esplorando o pai. Isso fas a gente pensa nas criança que tem pai e mãe junto que também são abandonadas, onde é tratada com grosseria. Nem sempre tem agressão mas xingamento e desfeito. Elas vai poder pedir também? Vai processar pai e mae porque largou elas de lado pra ir tomar os goles? pro forró? deixou elas sozinhas muito tempo, faz a criança faxinar a casa fazer a comida como gente grande. O que acontece dentro das casas a gente não pode impedir se ninguém denuncia. É essas crianças que sofrem mesmo, quando maior ainda defende os pais e são umas coitadas por que veve debaixo do pé dos pais e cresce tudo pertubada saindo fazer besteira e não sabe porque. Por causa do desamor que os pais criam elas. isso é que é triste e nos nada pode fazer nem a justiça. Quando vé a desgraça tá feita o garoto ta na vida tá na rua, as meninas se perdendo, tudo viciado fazer parada errada. O filho vai processar o pai pobre?

Insula Ylhensi
Suspenso
Há 13 anos ·
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Interessante abordagem, Aramis.

Como ficarão os filhos de famílias pobres diante dos flagrantes maus tratos (nem sempre agressão, como bem citou o amigo) ?

Mais uma vez vemos leis e normas que, embora excelentes no objetivo, perdendo parte de sua eficácia diante das enormes diferenças sociais em nosso país.

Mas é como diz o ditado popular: Rico fica gripado, pobre tem é frescura. Rico sai de férias, pobre faz bico.

Ao invés de buscar as barras da justiça para cobrar pelo afeto não recebido, o melhor a fazer na vida é seguir o caminho sem se agarrar às mazelas e mágoas nascidas das escolhas erradas dos outros. Afinal, já temos que lidar com as difíceis consequências das nossas próprias escolhas.

Mandemos os restos às favas!!!!

Autor da pergunta
Há 13 anos ·
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boa tarde,já que o pai vai ter que pagar,como é calculado uma indenização dessa?e quantas vezes,pode entrar com esse processo de abandono?a mãe pode receber 2 ou 3 vezes?

Rosana
Há 13 anos ·
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Além dos filhos, quem precisa de ajuda pscicológica nestas situações é o pai, e muita! Para saber lidar tranquilamente, de forma estruturada com a situação, lidar com a mãe e com as crianças, sem prejudicar a própria saúde mental. Pois não é fácil nem para a criança e muito menos para um adulto correto e que busca sim ser um bom pai e não consegue estar presente sem que isso cause uma tempestade na vida dele e de quem está por perto.

Anna, o filho especial não é do meu marido. Com essa criatura ele teve 2 filhos saudáveis, mas que estão sendo educados com os princípios dela de ódio e revolta contra o mundo...

Psicologivamente, qual seria a melhor abordagem para tentar novamente a aproximação (sem advogados, sem processo, pois não queremos despertar ainda mais a fera)?

j.toni
Advertido
Há 13 anos ·
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Na minha opinião... tem MÃE que é pior que criança...fica debirra... picuinha,frescurinha,dor de cotovelo...

Deviam mesmo é aproveitar o dia que os filhos estiverem com seus pais pra irem CUIDAR DA VIDA!!!!!ANDAR PRA FRENTE EM VEZ DE FICAR USANDO OS FILHOS COMO FERRAMENTA PRA ATRAPALHAR A VIDA DO PAI.

Pode ver...quando essas mulheres arrumam alguém... as coisas fluem muito mehor!!!!!

Elisete Almeida
Advertido
Há 13 anos ·
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O abandono afetivo, para ser reconhecido, requer nexo causal, no meu ver, a alienação parental, se provada, rompe o nexo causal.

Cumprimentos

Representando
Advertido
Há 13 anos ·
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Só para entender. Afetividade é necessidade de subssistência ou não?

signo
Há 13 anos ·
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gente,me interessei pela pergunta do x.x,alguem pode responder???

maria cristina rodrigues gonçalves
Há 13 anos ·
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De fato, em uma decisão inédita, a 3º Turma do STJ reconheceu o direito que tem uma filha, hoje com 38 anos, de receber uma indenização de R$ 200 mil de seu pai. O “crime” dele: “Abandono Afetivo”!!! É inútil procurar essa caracterização em qualquer código. Não existe. Trata-se de um manifestação de “Direito Criativo” — área em que o Brasil desponta para o mundo com farta produção —, formulado com base em umas tantas considerações de ordem subjetiva feitas por juízes. Vocês certamente acompanharam o caso. Um senhor teve uma filha fora do casamento. Depois de uma ação judicial, ela foi legalmente reconhecida e assistida materialmente. Goza de todos os direitos dos demais herdeiros. Mas reclama que não foi devidamente amada quando criança…

A exemplo da Lei da Palmada, a decisão da Justiça constitui uma intromissão absolutamente inadmissível do estado na vida dos indivíduos. Como mensurar se esse pai deu amor demais ou de menos? Como estabelecer um padrão mínimo — garantida a assistência material, que existiu — de dedicação amorosa, de modo que possa ser mensurada num tribunal? O que sabem aqueles juízes das altercações e dificuldades que pai e mãe, numa relação não-familiar, tiveram ao longo da vida? Por que é ele, necessariamente, o vilão da história?

A relatora do caso, ministra Nancy Andrighi, argumentou por um caminho curioso: “O cuidado é fundamental para a formação do menor e do adolescente. Não se discute mais a mensuração do intangível — o amor —, mas, sim, a verificação do cumprimento, descumprimento ou parcial cumprimento de uma obrigação legal: cuidar.” O pai dispensou, segundo consta, o cuidado que está estabelecido em lei. A filha está reclamando é de falta de amor.

E, ora vejam, contrariando, então, o que diz a ministra, é justamente esse amor que está sendo mensurado. A mulher havia perdido a causa em primeira instância. Recorreu ao Tribunal de Justiça e ganhou, com uma indenização fixada em R$ 415 mil. O STJ reformou a decisão para R$ 200 mil. Fico cá me perguntando: como chegaram àquele primeiro valor? Aqueles R$ 15 mil, em particular, desafiam a minha quietude: o que ele deveria ter feito para que fosse, sei lá, apenas R$ 400 mil? Por que o próprio STJ considerou que o “abandono afetivo” não vale tanto, podendo ficar por R$ 200 mil mesmo?

Este trecho da reportagem do Estadão é espetacular: “A ministra afirmou que a filha conseguiu constituir família e ter uma vida profissional. ‘Entretanto, mesmo assim, não se pode negar que tenha havido sofrimento, mágoa e tristeza, e esses sentimentos ainda persistam, por ser considerada filha de segunda classe’, disse Nancy.” Entendi. Ela recebeu o devido aporte material, leva uma vida normal, constituiu família, tudo nos conformes. Mas sobrou “a dor”. Ora, Val Marchiori já nos ensinou em “Mulheres Ricas”, certo? Não há dor que o dinheiro não cure…Relooouuu!!

Ineditismo por ineditismo, por que essa filha, que é herdeira do pai (como os irmãos), não recorreu à Justiça para obter, então, um mea-culpa, um pedido de desculpas, um reconhecimento público da falta de cuidado amoroso, um abraço? Não! Nada disso! Existe um preço para a falta de amor! Era R$ 415 mil, mas pode ficar por R$ 200 mil.

No mérito, o caso é, parece-me, eticamente escandaloso. Mas também é uma aberração jurídica. O Judiciário brasileiro acaba de legislar, mais uma vez, criando o crime do “abandono afetivo”? Cadê a lei, santo Deus? Não há! Eis aí. Vivemos o que chamo a era dos fanáticos do sentimentalismo — juízes, agora, acham que podem pôr um preço nas sensações e subjetivismos. Vivemos a era das perversões da cultura da reclamação: basta que o “oprimido” saia por aí proclamando a sua dor para gerar solidariedade automática. Com sorte, encontra pela frente os ditadores da reparação, que resolverão, como costumo dizer, fazer justiça com a própria toga.

Está criada a jurisprudência, embora a decisão não seja vinculante. Cabe a cada juiz decidir. Mas adivinhem só… Nesse caso, pobre pai!, ele é culpado antes mesmo de qualquer juízo objetivo. Afinal, teve uma filha fora do casamento, só reconhecida depois de uma ação judicial, com quem ele não conviveu — embora tenha cumprido todas as obrigações QUE AS LEIS EXISTENTES LHE IMPUNHAM. Ele só não sabia que estava na mira de uma lei desconhecida porque… simplesmente inexistente!

Quanto tempo vai demorar para que quiproquós familiares comecem a lotar a Justiça ainda mais do que hoje? Quanto serão os filhos, mesmo frutos de uniões estáveis e vivendo sob o teto familiar, que alegarão, a depender dos conflitos, esse tal “abandono afetivo”? Não havendo lei, pode-se acusar qualquer coisa: “Olhe, quero dizer que o meu pai (ou mãe) me sufoca”… Pobre pai! Em breve, estará impedido de exercer, digo com ironia, até aquele papel que Freud lhe reserva, não é? Não poderá mais ser o saudável repressor, a quem cumpre dizer que os limites existem. Quem sabe chegue o dia em que o parricida alegará no tribunal que só cumpriu seu gesto tresloucado porque seu aparelho psíquico, malformado pelo morto, não operou a necessária interdição, e a morte simbólica de Laio na disputa por Jocasta se fez física, pelas mãos de um Édipo que era, sei lá, contador…

Uma perguntinha à ministra Nancy Andrighi e a seus colegas: esse valor pelo “abandono afetivo” foi estabelecido, suponho, com base na condição financeira do pai, certo? Um homem muito pobre seria condenado a compensar a subjetividade ferida da filha com um pão com mortadela? O “abandono efetivo” de Eike Batista custaria R$ 200 milhões, em vez de R$ 200 mil? Havendo boas respostas, juro que publico. O pai disse que vai recorrer ao Supremo. Considerando o que se anda fazendo por lá ultimamente, corre o risco de a indenização sair pelo dobro. Ou o nosso Supremo não tem protagonizado cenas explícitas de “Direito Criativo”?

Caminhando para o encerramento, pergunto: a filha vitoriosa troca os R$ 200 mil por um abraço e por um pedido de desculpas?

O assunto parece besta? Mas não é! A rigor, acreditem, é mais importante do que essa canalha que vive assaltando o dinheiro público. A cada pouco, há uma! Precisamos é metê-las na cadeia. Ou bem se tem um estado de direito funcionando, que proteja a coletividade e os indivíduos, a nação e o estado, ou ficamos à mercê do indeterminado. Se podemos ser punidos por um crime que não está tipificado e obrigados a fazer alguma coisa em razão de uma lei que não existe, então estamos numa ditadura. Ainda que uma ditadura exercida, com freqüência, por alguns juízes.

maria cristina rodrigues gonçalves
Há 13 anos ·
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Esta decisão põe em risco a segurança jurídica. Sou advogada mais em tempo algum intetaria uma ação tão absurda. É o dinheiro falando mais alto do que o afeto Sinceramente, não decidiu com a costumeira sabedoria a Ministra Nancy Andrighi.

Elisete Almeida
Advertido
Há 13 anos ·
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maria cristina rodrigues gonçalves;

Ainda não tive oportunidade de ler a decisão na íntegra, no entanto, creio que a Ministra Nancy Andrighi não iria decidir favoravelmente à demandante, caso não estivesse restado provado que esta sofreu profundos danos psicológicos devido a ausência da figura paterna. Portanto, por enquanto, a referida Ministra continua no meu mais alto conceito, pode ser que eu mude de opinião após a leitura do acórdão e venha a entender que lhe faltou a "costumeira sabedoria".

Conheço este tema muito superficialmente, o que me leva a ter algumas várias dúvidas sobre ele. Por exemplo, os pressupostos processuais seguem os mesmos da responsabilidade civil extracontratual: "o facto ou acto humano voluntário, por acção ou omissão; a ilicitude ou antijuridicidade do mesmo; a imputação do facto ao lesante ou agente, ou seja a sua culpa; a ocorrência de um dano ou lesão; o nexo de causalidade entre o facto e o dano."?

Outra dúvida, que já foi colocada pelo consulente x .x, a legitimidade ativa pertence a quem nos casos de deficiência intelectual permanente?

Bom, como a colega disse, não demora muito para que "quiproquós familiares comecem a lotar a Justiça ainda mais" e, talvez assim, consigamos entender melhor como isto funciona.

Cumprimentos

Representando
Advertido
Há 13 anos ·
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A Justiça do país é estabelecida na condição política e socioeconômica dos atores!

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