sobre abandono afetivo????

Há 13 anos ·
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boa noite ,gente o tema no forum hoje me jamou muita atenção,sei que para mover a ação,a filha tem que ser maior de idade.goataria de saber,se o pai tiver um filho especial ,e não tem dialogo com a mãe pois ela é uma pessoa intolerante,(pois a mãe ja tentou prejudicar o pai) se ele pode ser processado por abandono afetivo,e quem moveria o processo a mãe ou o filho?já que o filho é deficiente mental?a mãe tem que esperar o filho completar a maioridade ?ou ela pode mover agora? agradecido.

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Anna Christina
Há 13 anos ·
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Rosana,no seu caso onde não há possibilidades de dialogo uma sugestão:Vcs não teria um aliado do lado dela(avó,tia,etc)?pra justamente tentar uma aproximação . Outra para filhos esclareça tda as duvidas sobre separação.Alguém explicou as crianças?não é falar mal da mãe e sim falar q o pai sempre vai estar por perto q gosta muito deles deixar claro q o pai não vai abandoná-los. Agora pra vc Rosana,tem q ter paciencia e muita não entre no jogo dela pq só piora vc vai ficar stressada e a relação estremecida. Oq ela quer é separar vcs vingar do ex utilizando as crianças. Agora sem advogado sem papel sem nada em mãos pra buscar os direitos do pai e das crianças dai amiga fica dificil pq ela(mãe)vai pintar e bordar cm vcs ela vai jogar as crianças vai proibir de ve-las,dificultar as visitas,entre cm advogado procure a justiça.Vamos ver q assim q sair a sentença da juiza ela vai ficar quietinha(experiencia propria)rs mas vou avisar q demora pq antes tem conciliação se ninguem entrar acordo passa decisão pra juiza(um advogado pode explicar melhor o processo)mas qdo termina é um alivio pq se acaso a mãe aprontar ela se ferra.Ela não vai poder dificultar as visitas,falar mal do pai ,pq tem lei alienação parental ela se lasca. Passei por isso tdo tbm eu por ser psicologa tive q aguentar as baixarias dela olha foram muitas(deste bater no meu marido até tentativa de estragar meu carro).Agora ela ta quietinha pq sabe se pisar na bola e só acionar nosso advogado ele se encarrega de colocar pingo nos is...rsrs pq tem sentença da juiza.

Anna Christina
Há 13 anos ·
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PARA ROSANA,

Eu tbm tive ajuda aqui no forum ajudou muito . E agora a unica coisa q ela faz é ligar uma vez pra saber da filha(apos a sentença ela falou q ia seguir a gente ia fz e acontecer mas acho q advogado dela alertou com as consequencias do ato. Eu entrei e perguntei se tinha o direito de ficar ligando a cada 10min pra saber da filha e o advogado disse q não ligar desse jeito não ainda mais pra cobrar a janta no mesmo horario da casa dela rsrs.Conversei marido e ele se encarregou cm resto agora liga uma vez.Viu nada q ter um papel milagroso nas mãos. um abraço!

Silvanny
Há 13 anos ·
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Estou passando por uma situação, semelhante (caso inedito.). Tive um namorado aos 15 anos, relacionamento que dorou 4 anos, o pai não me aceitava por eu ser pobre, assim que engravidei fui descartada, pelo meu namorado, meu filho nasceu, eu só pois não tinha niguém, continuei trabalhando, levava o filho de manhã para a creche e ia buscá-lo na saida do meu serviço, tentei provar judicialmente, pela justiça gratuita, mas não tive exito. Quando meu filho tinha 9 meses, conheci uma pessoa que era separada e tinha um filho de 13 anos, morando com ele, mesmo assim para dar um pouco de conforto, pois ia poder cuidar do me anjinho. Meu filho tinha 1 ano e 5 meses, quando fui morar com o meu atual marido, a criança era muito doente, vivia no hospital, para ajudar meu marido que tinha convenio, depois de 5 anos registrou o menino, mas com meu enteado, com a idade que tinha não aceitava, vivia dizendo para a criança que ela não tinha origem, que o pai dele era só dele, eu não via, o tempo passou, percebia que meu filho regrediu em tudo. Quando ele se casou com 28 anos, contei a verdade, que ele já sabia. Foi procurar o pai, que negou ser, foi pedido o exame DNA, que confirmou a paternidade, mudando o nome do rapaz pelo nome do pai biológico. O pai é muito bem de vida, mas tem a mulher e um casal de filhos que não o deixa ter contato. Agora soube que o pai está internado, muito doente, a visita do filho, bastardo como os irmãos o chamam, proibiu a entrada. Meu filho separou da mulher, já tentou se matar, vive em depressão,ganha pouco para pagar um psicólogo ou um advogado para que o pai pague o tratamento. O que fazer, se um advogado cobrou $50.000,00 (cinquenta mil reais). Te tiver aguém para me dar uma orientação, ficarei grata. Obs meu filho hoje tem 40 anos, mas é totalmente infantiu.

Autor da pergunta
Há 13 anos ·
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boa tarde ,doutora ELIZETE, e quem puder esclarecer .como o pai vai ver um filho especial,pois o pai não suporta a mãe(pois a mãe achava que mesmo sem amor,o pai tinha que ficar com ela)sem contar que uma criança especial é muito apegada a mãe,mesmo que o pai mande um tio,ou uma avó para trazer o filho,ele não iria vim ,pois não desgruda da mãe.outra a mãe tá doida que o pai apareça,para fazer uma falsa denuncia de violência,como ela ja tentou fazer uma fez.é por isso que o pai evita,pois a mãe é nociva.esterica.o fato dela ser mãe de uma criança especial,não quer dizer que ela seja santa.o pai é funcionario publico,paga pensão para o filho e para a mãe pois ela alega não poder trabalhar,e é uma boa pensão.e mesmo assim ela usa a deficiência da criança para pegar todos os beneficios do governo ,sem ter direito ,pois a pensão é alta e ela não teria direito(ela menti a renda)o pai tem receio de frequentar a casa e depois ter que responder por isso,afinal ele é funcionario publico.esses fatos que contei podem servi na defesa do pai?outra coisa ,o filho não é maior (é pre- adolescente) e a mãe já pode processar o pai por danos morais?

Autor da pergunta
Há 13 anos ·
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desculpe,não é danos morais é abandono afetivo?

Anna Christina
Há 13 anos ·
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Silvanny,posso falar a respeito psicologa qualquer faculdade vc é atendida de graça por estudantes cm supervisão psicologa.Procure pq depressão não se brinca as vezes precisa de medicamentos pra controlar(psiquiatra) e terapia. Um abraço!

Rosana
Há 13 anos ·
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Anna, muito obrigada pelas informações! Não é facil mesmo... E é bom saber que existe saída! ... Vamos ver como conseguiremos rever essa situação, até mesmo porque ele é apaixonado pela filha dele...

Silvanny
Há 13 anos ·
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Estou passando por uma situação, semelhante (caso inedito.). Tive um namorado aos 15 anos, relacionamento que durou 4 anos, o pai não me aceitava por eu ser pobre, assim que engravidei fui descartada, pelo meu namorado, meu filho nasceu, eu só pois não tinha niguém, continuei trabalhando, levava o filho de manhã para a creche e ia buscá-lo na saida do meu serviço, tentei provar judicialmente, pela justiça gratuita,(Na época não tinha DNA) mas não tive exito. Quando meu filho tinha 9 meses, conheci uma pessoa que era separada e tinha um filho de 13 anos, morando com ele, mesmo assim para dar um pouco de conforto, pois ia poder cuidar do me anjinho. Meu filho tinha 1 ano e 5 meses, quando fui morar com o meu atual marido, a criança era muito doente, vivia no hospital, para ajudar meu marido que tinha convenio, depois de 5 anos registrou o menino, mas com meu enteado, com a idade que tinha não aceitava, vivia dizendo para a criança que ela não tinha origem, que o pai dele era só dele, eu não via, o tempo passou, percebia que meu filho regrediu em tudo. Quando ele se casou com 28 anos, contei a verdade, que ele já sabia. Foi procurar o pai, que negou ser, foi pedido o exame DNA, que confirmou a paternidade, mudando o nome do rapaz pelo nome do pai biológico. O pai é muito bem de vida, mas tem a mulher e um casal de filhos que não o deixa ter contato. Agora soube que o pai está internado, muito doente, a visita do filho, bastardo como os irmãos o chamam, proibiu a entrada. Meu filho separou da mulher, já tentou se matar, vive em depressão,ganha pouco para pagar um psicólogo ou um advogado para que o pai pague o tratamento. O que fazer, se um advogado cobrou $50.000,00 (cinquenta mil reais). Te tiver aguém para me dar uma orientação, ficarei grata. Obs meu filho hoje tem 40 anos, mas é totalmente infantil. Obrigada de coração.

Renato Solteiro
Suspenso
Há 13 anos ·
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Silvanny,

Sua história é triste. O pai biológico do seu filho foi um calhorda e se eu colocar todos os adjetivos que gostaria a moderação me excluiria do site. Aos trancos e barrancos você criou seu filho lhe dando o que melhor podia. Mostrou o que todo mundo já sabe, que há um universo imenso de mulheres que optam por viver pelos filhos e que há também um número enorme de homens que não honram as calças que vestem.

O judiciário fez a parte dele e reconheceu a paternidade (tardia é verdade). Hoje, pelo que entendi, seu filho tem traumas em função de tudo isto e você precisa de um psicólogo para que ele possa se reerguer. Pergunta sobre a possibilidade de acionar o pai judicialmente para que tenha condições de bancar os custos deste profissional.

Não sei em que Estado da Federação se encontra mas na rede pública há vários profissionais de psicologia que podem ajudar seu filho.

Na minha opinião tudo que o pai biológico pode fazer para realmente ajudar seu filho é ser pai. Não há dinheiro no mundo que o faça um melhor homem. Ainda que o pai lhe dê milhões de reais, se não for pai, seu filho seguirá igual. Os fantasmas que o assombram não vão embora com pagamento em dinheiro.

Infelizmente ainda não existe uma fórmula para obrigar as pessoas a darem carinho e atenção. É uma pena. Me resta ficar na torcida para que este pai possa ser presente na vida do seu filho.

Dinheiro resolve o problema? Não. Então, na minha opinião, em respeito à sua história que sempre foi pautada pela honestidade não deixe que a esta altura da vida seja contaminada pelo dinheiro.

Que nos unamos se for o caso para conseguir o contato de algum profissional aí na sua cidade para marcarmos com o psicólogo que seu filho precisa. Ele já é herdeiro do pai, mas a última coisa que precisa é do dinheiro do pai.

Pagar financeiramente pelo que deixou de fazer em prol do filho poderia ser uma "absolvição" muito diferente do que aquela que vem do coração. E acredite, para os outros filhos (que o maltratam) seria muito mais doloroso descobrir que o pai o ama do que pagar.

Se o que você quer é paz, saiba que uma ação judicial pode te trazer dinheiro, mas vai trazer junto muitas coisas, menos, paz. Ela matará o ainda que improvável relacionamento de pai e filho.

Imagino que você esteja vivendo uma das maiores provações que um ser humano pode passar, mas particularmente espero que não chegue à conclusão de que seus demônios têm preço e que uma vez pagos elas vão embora.

Elisete Almeida
Advertido
Há 13 anos ·
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x .x

Já foi feito o pedido de guarda, alimentos e regulação das visitas? Caso contrário, deverá procurar um defensor público ou privado para que sejam providenciados.

Deverá explicar ao defensor toda a situação pela qual estão a passar para que este tome as melhores medidas.

Pelo pouco que relatastes, a princípio, não cabe o abandono afetivo, como já foi dito, este, para estar configurado, requer nexo de causalidade. Porém, só o defensor poderá lhe dar esta segurança.

Boa sorte!

Cumprimentos

Elisete Almeida
Advertido
Há 13 anos ·
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Renato Solteiro;

Não sei se concordas comigo, mas, no caso da Silvanny, o filho dela teve um pai que o amou incondicionalmente ao ponto de reconhecê-lo como filho. O maior erro, ao meu ver, foi confundir genitor com pai. Para ser genitor basta colocar a semente na barriga da mãe, para ser pai basta amar.

É esta a tese que eu defendo, pai é quem cria, dá amor, cuida, se preocupa, etc., o resto é apenas o resto. Nós somos a imagem daquilo que vivenciamos e não daquilo que herdamos através do sangue (exceto algumas doenças. Kkkk!).

Neste caso acompanho o seu entendimento, o filho da Silvanny, segundo o entendimento daquilo que foi relatado, teve um pai que o amou, porém, ele (o filho) não soube valorizar.

Silvanny, me desculpa caso tenha entendido errado as suas palavras, mas nós temos que procurar amar aqueles que nos amam.

Cumprimentos

Renato Solteiro
Suspenso
Há 13 anos ·
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Elisete Almeida,

Como é bom ver o direito ser bem tratado. Eu não teria capacidade intelectual para discorrer tão bem em tão cirúrgicas palavras.

Faço minhas todas as suas colocações, que via de regra estão muito por cima do espetacular.

Parabéns.

Elisete Almeida
Advertido
Há 13 anos ·
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Morgana Alves;

Acompanho o entendimento de Insula, um maior de idade, plenamente capaz, quando é convidado a sair de casa e se virar, não é pela opção sexual dele, mas por ser maior e capaz. Ou vai querer ficar o resto da vida agarrado à saia e calças da mamãe e do papai?

Assim que completei 18 anos saí de casa, comi o pão que o diabo amassou com o traseiro, mas nem por isso morri, estou aqui vivinha e a falar consigo.

A vida é para viver e não se lamentar. Desgostos todos nós temos, é preciso saber superá-los.

Cumprimentos

Elisete Almeida
Advertido
Há 13 anos ·
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Caro Renato Solteiro;

Desde já, obrigada pelas palavras amáveis.

Li a sua postagem numa outra discussão sobre o tema do abandono afetivo, veja bem, não sou completamente contra esta nova figura que foi criada, porém, há de se ter muito cuidado, pois os seus contornos ainda não estão bem definidos, e nem poderia, pois este não é o papel do judiciário.

Já li alguma doutrina à respeito, e digo, mesmo assim, continuo com muitas dúvidas, há muitas questões obscuras.

Cumprimentos

Autor da pergunta
Há 13 anos ·
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boa tarde,agradeço sua resposta doutora Elisete,já tem mais de 10 anos que o pai paga pela justiça a pensão do filho e da ex(que não se qualificou ate hoje),o pai ´quer saber se ele pode estar quardando essas´provas contra ela ,sobre os beneficios que ela sai pegando por ai,isso que ela faz é falsidade ideologica.serve de algo provar que ela faz isso?sobre ir atrás de advogado,todos que o pai procura parecem estar do lado deles,nem uma revisão e nem tirar a pensão dela eles acham possivel.

Insula Ylhensi
Suspenso
Há 13 anos ·
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X.X., o fato do filho especial requerer cuidados constantes complica a questão de tirar da mãe a pensão.

Se ela pratica falsidade ideologica ou falta com a verdade para obter beneficios, na verdade, esses benefícios ajudam a não ter aumentada a pensão paga pelo pai pois, conforme cresce esse jovem as despesas aumentam.

Já sugeri aqui antes, a este mesmo pai, que buscasse instituições especializadas para acolher o filho especial, coisa que seria ótima para o filho. As pagas são caras, mas ele pode tentar bolsas ou outra forma de gratuidade. Dessa forma a mãe da criança não precisaria se dedicar a cuidar do filho em tempo integral (é por isso que todos a quem ele procura afirmam que não dá pra tirar a pensão dela). Assim, ela poderia ir em busca da própria vida em grande parte do dia.

Todos ganhariam, até o ser especial que não pediu pra nascer e que precisa que cuidem dele para toda a vida (e que vida, hem?!) .

Autor da pergunta
Há 13 anos ·
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INSULA;vc ajudou muito o pai,mas o pai pegou sua sugestão levou ate sua advogada,e ela simplismente não aceitou,pois ela disse que a mãe leva a criança se quizer.ela não colocou essa sugestão no processso.sobre os beneficios que ela recebe,não favorecel o pai pois a justiça nunca ficou sabendo pois ela sempre negou ,e por isso o juiz estipulou uma pensão alta,pois ela dissia viver so da pensão.;pelo jeito o pai vai viver com a espada apontada para o pescoço.doutora insula,vc acharia viavel,ao menos uma revisão?a que a senhora conhece a historia?tivos existem dois,pois a lei 1699 diz que tem que ter motivos que aconteceram depois da pensão estipulada.o juiz pode passar por cima dessa lei?

Autor da pergunta
Há 13 anos ·
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outra fato ,conheço uma professora que tem a mesma deficiencia ,do filho desse pai.isso mostra que eles podem ir longe,mas se depender da mãe .essa criança vai ser a bolsa da mãe para sempre.ela esta tirando a oportunidade dele se socializar,. e outra eles namoram ,fazem aquilo tambem.não vivem só no mundo deles

Insula Ylhensi
Suspenso
Há 13 anos ·
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O pai pode agir para obrigar a mãe a levá-lo ao tratamento, com base nos laudos dos médicos indicando que a instituição seria benéfica ao filho no sentido de dar a ele condições de inserir-se em sociedade, e todos os benefícios no deseovolvimento ludico desse jovem. Não me refiro a instituição de internamento, mas sim daquelas onde o jovem passa a maior parte do dia com atividades diversas que o ajudam e dão qualidade de vida.

Não se trata apenas de propor a mãe, mas de estabelecer via judicial o compromisso. DEPOIS...entrar com a desoneração da pensão. Não ao mesmo tempo, não automaticamente. Afinal, o jovem precisa se ambientar e a mulher (a mãe) correr atrás do emprego.

Se o que a mãe faz para conseguir benefícios do governo ela o faz de modo ilegal, com a orientação de seu advogado o pai pode usar isso para negociar a concordância da mãe na internação.

Insula Ylhensi
Suspenso
Há 13 anos ·
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Mas, XX, a deficiência é física? Então, fica mais fácil ainda!!!!!!

Se fosse mental ou intelectual a coisa complicaria, as opções se restringiriam.

Converse com um advogado de confiança, exponha os fatos que prejudicam o jovem.

O meu interesse é ele. Lamento pelos pais, e mais ainda por esse jovem ter uma mãe mercenária. Mas no fundo eu quero que os pais se matem, me desculpe a franqueza. O jovem é que não tem como se defender no mundo e dos pais que ganhou.

Se o pai visar o melhor para esse jovem ele vai rapidinho se desonerar ou reduzir (até se desonerar de todo) a pensão paga a mãe.

Qual o juiz não verá que é melhor uma instituição séria que dará a ele toda a condição de aprimorar seu intelecto, ampliar suas fronteiras, dar a ele uma vida mais digna e mais independente??? O juiz não verá com bons olhos a mãe que se recusa a dar a seu filho essa oportunidade.

Então, à luta minha amiga!!!

Esta pergunta foi fechada
Há 11 anos
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