Mudar de cidade com o filho

Há 14 anos ·
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Minha história é a seguinte. Fui casado por doze anos com uma moça e tivemos um filho que hoje já tem 10 anos. Nos separamos a 4 anos e não temos a guarda definida na justiça. No começo meu pequeno ficava com a mãe e eu o pegava todos os fins de semana, daí a mãe se envolveu com drogas e foi presa várias vezes com maconha e cocaína. Passou a vender os móveis da casa para pagar o vício e já faz um ano e meio que meu filho mora comigo. Sou representante comercial e numa viagem para foz do iguaçu (moro em são luis do maranhão) conheci uma outra pessoa, passamos um fim de semana maravilhoso e decidimos que vamos nos casar e viver lá em Foz. Só que eu sei que a mãe apesar de drogada não vai concordar com minha ida pra lá. Tenho passagem marcada para o dia 22 deste mês e pretendo ir sem avisar nada pra mãe. Eu posso perder a guarda de meu filho se viajar assim? O fato de ela ter sido presa várias vezes pode me ajudar? Ela tem duas condenações e dorme na cadeia, devo ir a noite para que ela não me atrapalhe?

Espero ajuda de vocês advogados. obrigado.

282 Respostas
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Pai Desempregado
Advertido
Há 13 anos ·
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Amor de Pai,

Nossa situação é muito dificil Mantenha a posição vamos ganhar a batalha!

AMOR DE PAI.
Há 13 anos ·
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Caio,

Vamos sim, pois eu agora vou até o fim.

AMOR DE PAI.
Há 13 anos ·
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Senhores,

fui hoje ao FÓRUM, e vi que a mãe tinha feito já sua contestação, um absurdo a quantidade de mentiras e contradições dela.

1) Ela disse que teve um relacionamento comigo de 5 anos ( MENTIRA, ISSO FOI O TEMPO Q CONHECIA ELA ATÉ O MOMENTO QUE FUI MORAR EM OUTRO ESTADO ).

2) disse que abandonei a companheira e a filha em virtude de um outro relacionamento.(MENTIRA, POIS NÃO TINHA NENHUM RELACIONAMENTO COM ELA NEM TÃO POUCO ERA MINHA COMPANHEIRA).

3) disse que no periodo q estive morando em outro estado não manifestei interesse em manter contato com a FILHA e nem ajudei financeiramente ( MENTIRA, SEMPRE QUIS RESOLVER ESSA QUESTÃO, ELA QUE SEMPRE SE NEGOU ) pensando que eu de fora não teria nenhum direito.

4) disse que quando voltei a residir na cidade da minha filha novamente, quis o contato com minha filha, mas q ela nao me conhecia como PAI e causei receio e medo, e ainda completou que não tinha contato nem vinculo de afeto. ( MENTIRA, sempre liguei, perguntei, pedi fotos e até pedir pra mostrar ela na web cam várias vezes, e minha filha sabe quem sou). mas ela sempre dificultou.

5) disse que procurei o conselho tutela e o mp e que no mp foi feito um acordo verbal de visitação e que eu o PAI descumpria os horários de entrega ( MENTIRA, tivemos sim um acordo verbal onde ela DEIXA eu visitar minha filha, mas ela sempre dificultou dizendo q iria viajar, que a menina tava dormindo, q iria sair e por ultimo ela deixou mais fez uma baixaria e inclusive um B.O).

6) Ela fez um B.O uue diz assim : compareceu a esta especializada a fulana de tal comunicando que entregou sua filha hoje ao PAI de 9:30 hs e até o momento o mesmo não voltou. Diz que o acusado passou 4 anos sem ver a filha e chegou hoje para vê-la, a colocou em seu veiculo e a levou. ( MENTIRA, JÁ TEM 6 MESES QUE MORO NA CIDADE E ESTAVA EM PERIODO DE VISITA, E ENTREGUEI AS 18:30 HS)

É ISSO.... rsrs

o que faço hein? sobre esse B.O ?

DESDE JÁ OBRIGADO

PAPAI-10
Há 13 anos ·
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Dr. Renato, boa tarde! Percebi aqui seu amplo conhecimento sobre esta área do Direito da Criança e do Adolescente. Gostaria de ter sua participação neste caso. Não que estou tirando o mérito de todos que já me ajudaram com perguntas, esclarecimentos e orientações. Estou separado de minha ex mulher com a qual tenho uma filha que hoje tem 03 aninhos. A guarda dela ficou com a mãe e o regime de visitação “livre”, a pensão alimentícia é descontada em folha e as despesas com plano de saúde também! Mas em janeiro deste ano, minha ex, com a união de esforços de seus pais e irmão, mudaram-se pra uma cidade aprox. 450 km de onde morávamos. Tenho tentado contatos por telefone, mas das vezes que ela atendeu, nunca tivemos uma conversa civilizada, se negou a passar o endereço e qualquer informação sobre minha filha, mas sei que está morando junto com seus pais, que também não me passam informações. Há algumas semanas eu disse a ela que estava entrando na Justiça e nesse dia ela passou o novo endereço por SMS (mensagem de texto) pelo celular, mas, me disse na conversa que não posso ir até onde residem, pois sua família não quer me ver nem “pintado de ouro”... Então diz que posso ir nessa cidade e chegando lá, eu entre em contato e ela leva a menina ao meu encontro em um local público para vê-la por um curto período. Encaminhei isto à Justiça alegando Alienação Parental, pedindo reversão da guarda entre outros pedidos. Vou relatar alguns fatos onde eles (genitora guardiã e seus pais) estão rompendo “elos” entre eu e minha filha desde que ainda moravam aqui até hoje na outra cidade: Dia dos pais em 2011 – Fui impedido de estar com minha filha; Natal e Primeiro dia do ano - Fui impedido; * Em janeiro de 2012 – A mudança dela e sua família, afastando a filha de toda minha família;
* Festa de aniversário da filha – Fui proibido de participar; * Informações sobre a saúde – Só tenho as que são emitidas nos relatórios da Unimed; * Meu nome – Ensinaram a menina dizer que o nome do pai é o do atual namorado dela(mãe)

Obs.: Não fui justo apenas pela pensão alimentícia, plano de saúde e odontológico, presentes, mas sim por dar todo o carinho, cuidado, atenção e segurança pra minha pequena, até onde fui impedido!

AMOR DE PAI.
Há 13 anos ·
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Dr. Renato

cadê o senhor?

sentindo falta..

Abraço

Pai Desempregado
Advertido
Há 13 anos ·
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Realmente Dr Renato está fora das últimas debates!

Kd o senhor sentimos sua falta!

AMOR DE PAI.
Há 13 anos ·
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Caio,

Então... kd ele hein? rsrsrs

Poxa...

Renato Solteiro
Suspenso
Há 13 anos ·
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Srs. Bom dia.

Estive curtindo merecidas férias..r..s.s.s.s.s

Papai 10,

Se prepare para uma luta muito grande. Peleará com dois baluartes da intolerância. Ainda que longo o texto lhe explico o que vai encontrar.

Mulheres (infelizmente a maioria) têm certeza absoluta de que são donas do filho. Na verdade acham que são donas do dom de por uma pessoa no mundo. Boa parte delas acha que pode abortar, podem fazer produção independente de feto e trocar o pai no mesmo ritmo que trocam de marido.

Isto é um câncer, talvez o mais difícil da humanidade. Se acham que podem matar o feto, para elas, ter o filho e se mudar com ele para onde quiserem e como quiserem é absurdo menor. Não há um sentimento de erro, estão seguras de que isto é normal.

Boa parte da culpa por tudo isto é dos homens que sempre foram relapsos quanto a isto e deixaram as coisas correrem sem mais problemas. Felizmente o homem moderno tem mudado e exigido ser pai presente. Agora, todos os que querem este direito respeitado são obrigados a lutar contra uma maré que já existe há séculos.

Quando ocorre esta discórdia, quem é chamado para resolver isto é o judiciário. Aí o seu problema fica ainda pior. Este Poder é de longe os pior do nosso Estado. Formado por pessoas que quando entram são muito bem intencionadas e que quando começam a trabalhar descobrem que lhes falta tudo para atuar.

Imagine um médico sem um estetoscópio, sem seringa, sem gaze. É o caso do judiciário. Não há servidores, não há assistentes sociais suficientes, psicólogos suficientes, há uma demanda absurda, e na outra ponta um CNJ exigindo resultados.

Como não poderia deixar de ser, para atender o CNJ, o judiciário sem estrutura decidiu julgar por atacado. Casos de tráfico, guarda, furto, reclamações do consumidor, todos têm súmulas que são seguidas sem pestanejar. Não se lê processos, esta é a verdade.

Casos de guarda, funcionam assim:

O juiz recebe seu pedido e a menos que seu advogado fique no pé, ele nem lê, despacha para o MP e pede parecer do assistente social. O MP (que também tem mil processos) diz que espera o parecer do assistente social.

O assistente social (que também tem mil processos) vai à casa da mãe e faz perguntas que ele tem em uma apostila (que ele jamais conseguiu decorar). Ela ( a mãe) responde às perguntas e o assistente social não se preocupa em saber se é verdade o que ela diz. Depois ele leva a mesma apostila e fala com o pai. Se o juiz não pedir, ele não fala com a criança (se for pequena).

Sem averiguar a verdade do que lhe foi dito (ele não tem tempo pra isto) o assistente social faz seu parecer, fundado no que lhe disseram. Se a mãe diz que o pai é ruim e o pai diz que a mãe é ruim, ele usa a expressão "beligerância entre as partes" e diz que o ideal é que os pais se acertassem.

Se a criança não está passando fome, não tem sinais de agressão física, maus tratos ou vive em condições insalubres ele vai dizer que a guarda deve permanecer com quem já a tem (isto está escrito na tal apostila).

Daí, o juiz (que ainda não tinha lido nada) vai designar uma audiência. Nesta audiência ele vai te perguntar se a mãe maltrata a criança, etc. Vai enfatizar a audiência em saber se a criança sofre maus tratos. Se não, ele vai usar uma jurisprudência empoeirada para dizer que o filho deve ficar com quem já detém a guarda.

Na verdade, ele queria fazer mais, queria analisar com carinho, ver a verdade, mas ele não tem tempo, nem equipe para isto. Em qualquer entrevista, congresso, palestra, os juízes não fazem outra coisa além de reclamara que não possuem estrutura para resolver os casos, mas no processo, ele nunca diz isto. Sempre decide igual para não arrumar confusão com os desembargadores (afinal, ele quer ser desembargador um dia).

Claro que soma-se a isto, dois tipos de advogados. Os que jamais pararam para pensar nisto e seguem, como os juízes repetindo as bobagens que estão aí há anos, e há os que sabem de tudo isto e estão pouco se importando, querem seu dinheiro e pronto.

Diria que cabe ao seu advogado participar efetivamente de todas estas etapas que acabei de narrar. Ele (seu advogado) deve dizer pessoalmente ao assistente social (ele não lê o processo) qual é o problema do seu caso. Deve o assistente social, ao ir entrevistar a mãe de sua filha, saber do que se trata. Tentar descobrir os motivos que a levaram a fazer esta mudança e os motivos que levaram os pais dela e tentar impedir sua convivência com a garota.

Seu advogado deve agir para que o assistente social pergunte à mãe se ela não acha que a filha sofre com seu afastamento e o que ela sente com isto.

Depois, ele deve falar com o promotor e relatar que existe alienação parental e todos os fatos ocorridos. É fundamental que o promotor chegue à audiência sabendo o que ocorre (ele também não lê, e se lê não lembra). Com isto, ele também irá perguntar à mãe sobre isto.

Por fim é preciso arrolar todas as provas sobre o assunto e seu advogado deve sempre que arrolar a prova, fazer um pedido, para ter o que despachar com o juiz e ter a oportunidade de alertá-lo da prova arrolada (senão ele não lê).

Com todos estes procedimentos a possibilidade de vitória sobe muito. Sem eles a derrota é quase certa.

Espero tê-lo ajudado.

PAPAI-10
Há 13 anos ·
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Obrigado Dr.Renato! Ajudou sim. Vou fazer mais uma pergunta - Gravações de conversas telefônicas entre meu aparelho e o da mãe da minha filha, onde comprova boa parte do que relatei acima, servem para o Estudo Social? Podem fazer parte do Processo? (No processo, meu advogado pediu para que fossem consideradas essas gravações).

Abraço!

Renato Solteiro
Suspenso
Há 13 anos ·
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Papai10

As gravações servem de prova sim, mas recomendo que sejam transcritas por inteiro, para que o juiz, o assistente social e promotor tenham acesso.

Abraço

AMOR DE PAI.
Há 13 anos ·
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Dr. Renato,

Decidir seguir em frente e rasguei o exame. bom, tinha comentado uma vez com o dr. sobre meu processo de oferta de alimentos e que minha advogada tinha feito a oferta de alimentos incluindo fgts, 13° salário, férias.. etc.

acho que ela queria testar minha intenção, pois, tirei cópia do processo e ela não colocou isso na PETIÇÃO somente a porcentagem. que inclusive a JUÍZA já deferiu como provisórios o que ofertei. e mandou citar a ré.

acho que ganhei uma batalha. rs

ABRAÇO E BOM FINAL DE SEMANA.

AMOR DE PAI.
Há 13 anos ·
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Dr. Renato,

Decidir seguir em frente e rasguei o exame. bom, tinha comentado uma vez com o dr. sobre meu processo de oferta de alimentos e que minha advogada tinha feito a oferta de alimentos incluindo fgts, 13° salário, férias.. etc.

acho que ela queria testar minha intenção, pois, tirei cópia do processo e ela não colocou isso na PETIÇÃO somente a porcentagem. que inclusive a JUÍZA já deferiu como provisórios o que ofertei. e mandou citar a ré.

acho que ganhei uma batalha. rs

ABRAÇO E BOM FINAL DE SEMANA.

Renato Solteiro
Suspenso
Há 13 anos ·
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Amor de Pai,

Você ganhará todas as batalhas, tenha certeza disto e eu e muita gente está torcendo por você.

Abraços.

AMOR DE PAI.
Há 13 anos ·
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Dr. Renato,

Obrigado!!! Amém.

Abraços.

AMOR DE PAI.
Há 13 anos ·
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Dr. Renato,

Vou desistir da ação de guarda, e esperar a boa vontade da genitora em permitir as visitas sem brigas.

QUERO PAZ....

DEVO PROCURAR MINHA ADVOGADA OU VOU DIRETO NO FÓRUM?

no aguardo!

Renato Solteiro
Suspenso
Há 13 anos ·
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Amor de Pai,

Como eu já disse antes, acho que o fato de buscar o DNA é um indício de que não queira seguir lutando pela garota. Respeito muito todos os comentários te dizendo para não desistir, mas creio que estamos falando de algo muito sério e que se pairar a mínima dúvida sobre este interesse é de bom alvitre que se deixe este assunto de lado.

Sigo pensando que o melhor (quando não há convicção absoluta de se quer assumir um filho que não é seu) é aproveitar que a garota ainda não sofreu muito e ajudá-la de outra forma, quem sabe buscando o pai verdadeiro.

Sua decisão de abandonar a ação de guarda só corrobora isto. Se não está completamente a vontade para ssumir esta menina, o melhor é desistir da ação de guarda (só se faz isto por intermédio do seu advogado) e ingressar com a negatória de paternidade. Anexe o DNA já feito, informe que seu convívio com a garota foi mínimo e, suponho que o juiz pedirá um novo DNA.

Admiro e até me emociono com quem assume o filho de outro, mas no seu caso me parece que seria muito mais uma pressão sobre a mãe do que amor de pai. Neste caso, é preciso preservar a menina de uma vida de brigas. É impossível que não pese na sua cabeça o ficar brigando por alguém que nem sua filha é.

Isto lhe trás um desgaste absurdo e interfere diretamente na vida da menina. Se não a ama como um pai mesmo, o ideal é ajudá-la de outra forma.

Por fim, caso queira seguir com isto e apenas desistir da ação de guarda, procure seu advogado e diga o que deseja que ele com certeza vai desistir nos autos.

Bom lembrar que a negativa da mãe em te deixar estar perto da menina pode ser um indício de que ela mesma saiba que você não é o pai, fato que somente faz crer que esta briga será eterna.

Boa sorte e que papai do céu te dê muito discernimento para resolver este caso.

AMOR DE PAI.
Há 13 anos ·
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Dr. Renato,

Em dia dos PAIS entrei em contato com a mãe e pedi que a menina ficasse comigo nesse dia, ela me respondeu que somente com ela junto. (não tem condições de isso acontecer depois de tantas brigas, não me sentiria a vontade).

Bom, eu realmente corro de brigas entende? e toda vez que tenho que ir no CT , MP , FÓRUM OU NA MINHA ADVOGADA, é um sofrimento.... ela está tranquila, só esperando a citação. enquanto eu fico indo atrás de conseguir apenas as visitas!

Não estou tomando essa decisão pelo fato do resultado do exame, apenas não quero correr mais... tive afastado e agora estou perto, quem sabe eu abrindo mão ela mesma não se interesse em deixar as visitas sem brigas?

o que pesa na decisão da juiza em relação ao pedido de liminar das visitas deve ser o fato de minha ausência.

Dr. Renato, a mãe diz que a menina não sente minha falta, não pergunta por mim, por que eu vou impor minha presença com ordem judicial?

pensei assim: fazer um acordo abrindo mão da guarda e acertando a pensão ( que já foi decidido provisoriamente ).

fiquei sabendo que se ela não aceitar, não estiver de acordo, não posso desistir da ação. é isso mesmo?

( a sua opinião depois do exame é para que eu entre com a negatória né? tendo em vista que não participei da vida dela? )

obrigado pela resposta.

Imagem de perfil de Bruna Silva Rocha
Bruna Silva Rocha
Advertido
Há 13 anos ·
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Amor de Pai,

Concordo com o Renato, e você sabe (já te disse isso)

Que estou torcendo por você !!!

Mas, cade o seu otimismo ???

Não se desanime rapaz!!!

"a mãe diz que a menina não sente minha falta, não pergunta por mim, por que eu vou impor minha presença com ordem judicial? "

Porque vc é o pai dela ué!!!

E é tão importante quanto a mãe na vida dela...

Deixe isso rolar... você vai ver tudo vai certo !!!

AMOR DE PAI.
Há 13 anos ·
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Bruna,

Meu Otimismo? ta fraco, morro de medo de prejudicar essa criança....

resolvi ficar de fora, minha filha está vendo essa briga, a mãe e a família da mãe são descontrolados... doidos.... mas, foi assim que ela viveu até hoje!

Queria dar uma educação diferente pra ela, mas, essa briga nunca vai acabar até mesmo pelo fato daquele povo ser doido. decidir esperar pela mãe me procurar e querer resolver, por que até agora ela só atrapalha.

pra deixar rolar, tenho que ficar indo lá, pedindo, etc... e tenho certeza que a mãe não irá obedecer a ordem judicial. ( então vou parar por aqui ).

estou me sentindo fracassado, mas acho que parar de brigar já é uma grande vitória.

Obrigado pela força.

:(

Imagem de perfil de Bruna Silva Rocha
Bruna Silva Rocha
Advertido
Há 13 anos ·
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Me desculpe, mas não tinha visto o outro tópico...

O que vc decidiu realmente ???

Como está seus sentimentos ???? Mudou alguma coisa ?

Á quanto tempo vc sabe que não é pai biológico da menina ?

Como já disse antes "lá" se você realmente ama a criança ignore isso !!!

Seria um gesto muito nobre de sua parte ...

Mas se você mudou em relação a isso, não precisa "fazer bonito pra nignuém" !!!

Isso só vc pode decidir ... pense bem okay?!

E sua atual esposa o que diz sobre isso ?

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Há 8 anos
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