Pai ausente volta pra atormentar
Faz 6 anos eu tive um relacionamento breve com um traste. Eu era apaixonada por ele e ele me usou e jogou fora. Fiquei grávida e ele fez um inferno para eu abortar. Depois que o menino nasceu ele nunca veio ver a criança. Sempre dizia que tava casado e não podia ver. Depois que ele separou eu fui falar com ele que seria bom que visse nosso filho que ele precisava de pai e ele concordou. Com dois meses que ele vinha na minha casa arrumou uma namorada e agora não quer mais ficar com o filho aqui em casa e só quer sair com ele pra longe de mim.
Mês passado a juíza disse que meu filho deve ficar com o pai e que eu posso ver ele só uma vez a cada quinze dias. Depois de tudo que passei agora ele vai criar meu filho junto com a namorada e eu ficarei com ele só um pouco. Onde está a justiça no brasil?
Já tinha denunciado ele pela lei maria da penha e não deu em nada, agora a juiza diz que eu não posso mais ser a mãe dele. To pensando em denunciar ele de novo na lei maria da penha para ter meu filho de volta. queria informação de uma delegacia que ajude as mulheres aqui em Campinas porque até agora só me ferrei nisto tudo.
Mãe aflita, não importa o que os outros pensam, o fato é que "o pau que dá em chico dá em francisco", se a Lei é boa para que o pai pague a pensão, é boa para a mãe pague a pensão.
Não importam os direitos da pesssoa do pai ou da pessoa da mãe, mas sim O DIREITO DA CRIANÇA. A pensão é apra ela, não importa se o pai é vagabundo e não se esforça ou se rala pra caramba e enriquece, o dinheiro é dele, é suor dele.
Se ele ganha muito pode contribuir mais, mas se ganha pouco contribui na medida em que não passe fome. O mesmo se da com a mulher que deve contribuir com o sustento do filho.
E para encerrar, este espaço não é seu particular, é público, entra nele e lê quem quiser, Escrevo o que eu quiser, não lhe ofendi, não lhe xinguei, se não gosta da minha opinião me dá direito de tmb não gostar da sua, se quer que respeitem a sua, respeite a dos outros. O seu direito termina quando começa o meu, queira ou não queira.
Se não queria se arriscar a ler opiniões divergentes, então, não expusesse a sua opinião.
Agora eu digo: lugar bom pra chorar é na cama, que é lugar quente.
Passar bem, mas pagando pensão!
Mari e Insula, vocês podem falar o que quiserem eu só vou ouvir os advogados entendeu bem? A_D_V_O_G_A_D_O_S. Vocês duas são duas desocupadas que ficam julgando uma mulher séria que luta pelo filho contra um homem rico e influente. Devem ser duas mal amadas ocas por dentro que nunca vão conseguir gerar um nenem e querem tirar o direito de que teve filho. Eu não tenho culpa se deus não quis que vocês tivessem filhos minhas queridas, eu engravidei e meu filho nasceu, enquanto isto vocês duas sofrem de inveja.
Sinceramente, eu não deveria nem mais me manifestar, mas, informo-lhe que sou mãe sim, de duas filhas adultas, formadas, uma é advogada atuando na área trabalhista e já casada.
A outra é administradora da àrea financeira em uma multi-nacional, eu sou muito bem casada e trabalho como supervisora na área de atendimento.
Veja que passo bem longe do perfil que vc descreveu. Apenas deu minha opinião sobre um assunto que vc tornou publico em um Forum de debates.
Ter filho e não ter condição de cria-lo, pior ainda ter filho com quem nem mesmo a quer, realmente faz de vc uma pessoa muito especial.
Novamente desejo-lhe sorte, saiba vc vai precisar.
Cara Sr. Renato Solteiro, realmente não sou advogada, mas por opção, visto que passei no exame da OAB antes mesmo de me graduar e tenho o certificado, porém sou servidora pública há quatro anos em cargo de nível superior em direito pois prezo a estabilidade, a boa condição salarial, poder ter férias e etc.
Me formei em universidade federal em direito e tenho três pós graduações na área. Falo com conhecimento de causa até porque em meu cargo vejo ações de guarda e alimentos todos os dias, mas estou tentando orientar a suscitante, e não me envolver em discussão alguma com o Senhor. Tudo o que eu disse ela pode sim alegar pois não tem nada de errado, ela realmente tem muito menos condições queo pai, isto ficou claro, é vendedora e ele é muito rico.
Apesar de todas as suas ilações, o Sr. não apontou nenhum ERRO nas minhas colocações, somente foi irônico, despejou seu ódio, arrogancia e, porque não dizer, misoginia, em cima de mim sem que eu lhe tenha lhe dado motivos para tanto.
Ocorre que, infelizmente, mas poucas vezes em que tenho tempo de vir a este fórum, pois quando não estou no trabalho estou estudando, percebo com pesar que o local se assemelha a uma arena de disputa de egos de profissionais do direito (sempre os mesmos... ) q vem à net achincalhar as pessoas que só querem sanar suas dúvidas, e até quem tenta ajudá-los. Como o Sr. pode afirmar que a suscitante "fez uma grande bobagem em tirar seu filho do convívio com o pai simplesmente porque ele não te amava" se o senhor não a conhece? Coloque-se no lugar de uma mãe abandonada pelo pai com um filho para criar, antes de julga-la tão severamente. Será mesmo que esse pai prezava pelo convívio da criança quando ela nasceu? Ou só depois veio a se interessar pelo menor (quem sabe até pra se esquivar do pagamento de pensão???)
Enfim, somente lhe desejo o melhor e que deixe de lado tanto rancor gratuito contra as pessoas que não lhe fizeram mal. Abços.
Não vejo mais ninguém com opiniao diferente das já expostas, cara senhora.
Apenas dissemos que Lei é Lei, e cabe a ambos genitores seguí-las.
Quanto a senhora não gostar da minha opinião: tô nem aí!!!
Se estrilha tanto é porque as palavras tocaram em algum ponto nevrálgico de sua consciência. É isso que fica.
Quanto a tentar me ofender...estais beeeeem longe de conseguir, afinal, sua cultura e filosofia de vida se baseiam na mera capacidade biológica de se reproduzir, mas eu não me meço por ela pois, afinal, até as ratazanas procriam, as vacas, os sapos fêmeas, as araras, as gralhas, as jaguatiricas, até mesmo as ienas. E isso não as torna especial ou melhor que ninguém. é mera função biológica, o que pode tornar alguém especial é seu carater, isso sim nos diferencia.
Passar bem (mas pagando pensão!!!!). rsrsrsrsrsrs
Mãe muito aflita,
É uma pena que mulheres como luciana gimenez e estas outras que você citou sejam exemplos para as mulheres do Brasil. É urgente a mudança nesta lei alimentícia porque precisamos, ao pensar em mulheres, lembar de fatima bernardes, elen gracie, eliana calmon, fernanda montenegro, zélia gatai, cecília meirelles e por aí vai. Enquanto existirem mulheres pensando em ser luciana gimenez esta classe está mais ou menos enrolada.
Graziella funcionária pública formada em universidade pública com três pós graduações com estabilidade e não frustrada,
Estou um pouco ocupado aqui e daqui a pouco te respondo. Depois da minha resposta não vá fazer como menino chorão e sumir hein. Quero ver este seu curriculum todo quando a verdade vem a lume.
Cara Sr. Renato Solteiro, vou "sumir" não porque sou "menino chorão", mas porque não sou de perder tempo com "bate-bocas" na internet. Claro que o senhor virá argumentando contra o que eu disse, dando a sua OPINIÃO sobre o caso e pré-julgando a consulente, de forma, mister salientar, contraditória, pois o senhor mesmo diz que opinião, cada qual com a sua e eu, no seu lugar, com opinião tão negativa, guardaria para mim. É como o dito popular ensina com maestria: se nada de bom tem a dizer, cale-se.
Se eu fosse de perder tempo com achaques de pessoas como o senhor na internet, não teria o, como senhor cita com ironia, "curriculum todo" em tão tenra idade. Nem vejo nada de mais em minha formação, aliás, que só citei pois o sr. desmereceu minhas opiniões sem maiores argumentações, o que me fez pensar que me julgasse leiga no assunto.
Sem mais, não conte mais com a minha presença por aqui, continue a (des)orientar e ofender as pessoas à vontade, não interferirei pois nada ganharei com tamanha patuscada, continuo a lhe desejar o melhor na vida e profissão, e que deixe tanto rancor gratuito de lado.
Atte.,
Dr. Renato Solteiro,
Pensar em exemplos como Ellen Gracie, Eliana Calmon, Zelia Gatai, Cecília Meireles etc, para a consulente e outras tantas que apostam na maternidade como meio de ferir ex-parceiros ou mesmo arrancar-lhes algum, é pedir demais.
Creio que neste caso específico, os exemplos dados pela própria sejam mais adequados e próximos ao seu perfil.
Minha admiração e abraços,
Mari Marques,
Antes da internet pessoas como eu , a senhora, Dra. Julianna, Pensador, Petrus, epp, pty melo, Roberta, Vanderlei, Maria Tereza (sim, neste foro já discordei de idéias dela, do caráter, nunca) e tantos outros, que se indignavam com coisas como esta só possuíamos nosso lar e círculo de amigos para externar nossa indignação. Diferente de fazer bate boca como querem alguns, usamos este veículo para deixar claro que o Brasil não aguenta mais a falta de decência.
No caso da consulente, sou contrário ao que ela quer, mas a verdade deve ser dita. Ela fugiu com o filho e agora quer pensão, influenciada por fatores externos. Gente com pouca instrução é suscetível a opiniões de gente destrambelhada mas cara de pau. Tenho minhas convicções e a senhora me elogiando ou me agredindo minha maneira de pensar não muda.
A conduta de fugir com os filhos e se preciso for, fazer uma denúncia falsa contra o ex, como fez a consulente é defendida desde sempre pela senhora Insula (que agora briga com ela porque se sentiu atingida). Se ler todo o tópico, perceberá que a postura da agora beligerante Insula era de apoio e só mudou quando a moça disse que ela não é advogada.
Se a senhora for avó, imagine ir visitar sua filha e lá descobrir que seu genro fugiu com seu neto para um lugar há mil kilômetros de distância? É isto que sempre pregou a Insula. Fuja e depois mande um e-mail avisando onde está.
A consulente, uma moça sem muita instrução, fez o que ouviu por aí, que poderia fugir e que não aconteceria nada. Sofreu os efeitos de sua conduta e até estava disposta a viver bem com esta realidade, até que a senhora Graziella lhe insinuou que poderia ganhar a guarda, pedir pensão e indenização.
Ela não sabia se precisava pagar pensão e perguntou sobre o assunto, até que novamente a Graziella lhe disse que sim, ela poderia se eximir de pagar estes valores e que inclusive poderia exigir que o pai bancasse os custos da visita.
Resultado, a consulente cresceu. A partir daí ninguém mais presta, somente aquela que lhe incita a ganhar dinheiro com a guarda. Minha conclusão disto tudo é que a consulente foi muito mal orientada lá atrás, foi mal orientada agora e com a mídia expondo todo dia que é possível ganhar 100 mil reais de pensão acredita que tem razão.
Já passou da hora de gente séria se manifestar contra isto. Não é bater boca, mas pessoas precisam saber que não é possível juridicamente nem moralmente que uma pessoa pegue uma criança a faça de bagagem e se mude para onde bem entender, e que basta mandar um e-mail e estaria tudo certo. Como assim tá tudo certo? Esta criança, tem pai, tem avós, tios, primos, amigos, família. É direito dela não ser afastado deles simplesmente porque o pai ou a mãe se sente "injustiçado" e foge.
Não existisse esta cultura nefasta, esta criança hoje estaria convivendo com os dois genitores, não haveria esta guerra sem fim em volta dela e haveria paz.
Infelizmente ainda há gente que tenta nos enganar posando de defensor dos fracos e oprimidos quando na verdade são tiranos que se acham donos da vida de uma criança.
É assim que penso e não vou mudar de ideia, porque ao contrário da massa de manobra, os inimigos dos meus inimigos não são meus amigos. Os que respeito são os decentes, ainda que digam o que não quero ouvir.
Graziella Couto,
Adoroooooooo este povo que põe o curriculum na frente. É uma versão moderna do "sabe com quem está falando?". Não Graziella, não vou buscar sua página no face porque não meço meu interlocutor pelo curriculum, nem pela cor, pelo sexo, pela posição social, o considero a partir de suas ideias. Como você decidiu fazer um raio-x das minhas, me sinto no direito de analisar as suas.
"prezo a estabilidade, a boa condição salarial, poder ter férias para não ficar estressadinha em fóruns de internet e etc."
Tenho pra mim que o servidor público deveria exercer sua função com o intuito de ajudar o próximo. Tudo que você disse que preza deveria ser um adendo. Em um país com tamanha desigualdade social é inevitável que se desvirtue o real interesse dos concursos. Na faculdade em que leciono a estabilidade vem da capacidade, como ouve este desvirtuamento é massiva a ideia de que estabilidade vem com dinheiro público. Como o atendimento ao povo é adendo para pessoas como você está claro o motivo pelo qual a população se sente tão feliz com a prestação de serviço estatal. Salvo as raras e gratas exceções é claro.
Mais, considerando que os órgãos públicos estão para a greve assim como as alpinistas sociais estão para a pensão alimentícia a boa condição salarial que você arrota, é conversa que assusta os incautos.
"porque em meu cargo vejo ações de guarda e alimentos todos os dias"
Impossível não reconhecer a valia da defensoria pública e seus penduricalhos. Bom seria se entrassem nestas profissões por amor e não por estabilidade. Nos pouparia de argumentações sem pé nem cabeça. Sim porque quando se pede exclusão da obrigação de pagar alimentos, isto ocorre porque não precisam de honorários, não se comprometem com a causa, ganhando ou perdendo o salário estará na conta. O assistido? Bom, na audiência, o juiz vai dar um esculacho no assistido e não no defensor, daí falamos a bobagem que quisermos, pedimos pro pai custear as passagens e tudo certo.
"ela realmente tem muito menos condições queo pai, isto ficou claro, é vendedora e ele é muito rico."
Que desenvoltura. Quase um salto triplo hermenêutico para não dizer que este pedido é impossível. Não é opinião, é a verdade viu dona concursada?
"o Sr. não apontou nenhum ERRO nas minhas colocações".
Dona oriunda da universidade federal de minas gerais, me diga mesmo onde eu enquadro sua reconvenção? seu pedido de exoneração de alimentos? seu pedido de custeio pelo pai das passagens? Seu pedido de indenização? um pedido de regulamentação de visitas em uma ação em que requeiro a inversão da guarda? Ó tri-pós graduada.
Em Direito Tributário, sim sou tributarista (alguns que atuam em direito de família querem me matar por eu estar aqui..r.s.s.) temos uma expressão corriqueira que se chama "hipótese de incidência". Isto quer dizer que o fato gerador do direito pretendido deve se enquadrar na hipótese prevista no texto positivado. Isto quer dizer que não basta repetir frasezinhas de resumos de direito (todo cidadão pode pleitear em juízo, a ação de guarda não faz coisa julgada), é preciso que o que você busca esteja previsto juridicamente e que, no caso, ele preencha os requisitos daquela norma.
No caso da consulente, surgiu fato novo a ensejar alteração de guarda? Não.
A mãe oferece alimentos in natura? Não.
O pai impede a mãe de ver o filho? Não.
Ela, recebendo dois mil reais preenche os requisitos da hipótese de exclusão do dever de pagar alimentos? Não.
Mas este povo concursado não tá nem aí pedem mesmo, se ganhar ou perder dá na mesma. O assistido cria falsas expectativas, se ferra e ele não tá nem aí, pois tem estabilidade. Enquanto isto o judiciário vai se abarrotando de papéis recheados de baboseiras.
"Se eu fosse de perder tempo com achaques de pessoas como o senhor na internet"
Não maltratei a consulente, disse a verdade. Inclusive acho que achacar é tentar tirar dinheiro de um pai que sustenta o filho sozinho, com uma mãe que ganha dois mil reais por mês e diz que não pode pagar um ônibus de 12 reais para ver a criança.
Como era de se esperar você resolveu me atacar a reconhecer a inacreditável saraivada de absurdos. Mais do mesmo. Não te ataquei, disse somente a verdade.
Espero que a senhora na sua tão pouca idade, mude seu fascínio pela estabilidade e pense mais nos sentimentos do assistido. Não dê a ele falsas esperanças, porque ele pode ser pobre, não ser tri pós graduado, mas tem o direito de saber a verdade, ainda que dura.
Sobre a sua vida pessoal, nada direi, porque seria uma ilação sem fundamento. Debato ideias e não sua condição de feliz no seu emprego. A minha vida? Bom, eu cuido e você que cuide da sua.
ah, e não se engane com a Lhama viu, ela também foi contra tudo que você disse, só aplaudiu no final porque ... porque... porque ela tem vamos dizer... um grande conteúdo intelectual e ficou assoberbada com seu curriculum, tanto que esqueceu as bobagens que disse antes e que ela mesma discordou.
Gente sem personalidade é assim, vai com a maré. Quando ela se formar em direito vai aprender a ter opinião própria.
Ah os ruminantes.....sempre eles, é preciso traduzir. Não basta ser inimigo do meu inimigo para ser meu amigo, é preciso ter conteúdo, caráter, decência, honestidade. Não basta falar mal de quem não gosto. Não adoro alguém só porque foi contra quem eu não gosto. Não sou capaz de escrever vários comentários contra a tese de que por ser pobre não precisa pagar pensão, e passar a defender quem escreveu isto só porque foi contra quem eu não gosto.
Lhama você é muito mais analfabeta do que eu imaginava. Não tente se juntar a Graziella, ela também fala bobagem, mas é culta. Você só fala bobagem. (asneira não é exclusividade de semi analfabetos)
Lhama,
Você andou dizendo aí que morre de rir do "anagrama" que faço com seu nome. Você entende de direito mais ou menos o que entende de gramática, ou seja nada. Fico aqui imaginando você rindo do que nem sabe o que é ..r.s..s.s.s
Viu esta palavra em algum lugar e saiu por aí repetindo como papagaio de pirata, exatamente como faz depois das aulas da faculdade. Ouve o professor falar algo e vem aqui se colocar como dotora.
Fica aí com seu anagrama e aproveita e vai lá arrumar um hc pro moço que fugiu com o filho sem avisar seguindo o que você disse. Ó expert em direito.