Pai ausente volta pra atormentar

Há 14 anos ·
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Faz 6 anos eu tive um relacionamento breve com um traste. Eu era apaixonada por ele e ele me usou e jogou fora. Fiquei grávida e ele fez um inferno para eu abortar. Depois que o menino nasceu ele nunca veio ver a criança. Sempre dizia que tava casado e não podia ver. Depois que ele separou eu fui falar com ele que seria bom que visse nosso filho que ele precisava de pai e ele concordou. Com dois meses que ele vinha na minha casa arrumou uma namorada e agora não quer mais ficar com o filho aqui em casa e só quer sair com ele pra longe de mim.

Mês passado a juíza disse que meu filho deve ficar com o pai e que eu posso ver ele só uma vez a cada quinze dias. Depois de tudo que passei agora ele vai criar meu filho junto com a namorada e eu ficarei com ele só um pouco. Onde está a justiça no brasil?

Já tinha denunciado ele pela lei maria da penha e não deu em nada, agora a juiza diz que eu não posso mais ser a mãe dele. To pensando em denunciar ele de novo na lei maria da penha para ter meu filho de volta. queria informação de uma delegacia que ajude as mulheres aqui em Campinas porque até agora só me ferrei nisto tudo.

138 Respostas
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Insula Ylhensi
Suspenso
Há 14 anos ·
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rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs

hihihihihihihihihihi

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Melhor que ver TV!!!!!! ;D

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Começo a perceber uma certa mudança em seu discurso.....

hummmm..... Sei não, hem?

Já vou avisando que sou comprometida, tá!?

Roberta Dimitrof
Há 14 anos ·
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Tb quero pipoquinha. Tem coca Light?

Elisete Almeida
Advertido
Há 14 anos ·
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Cola Light faz mal à saúde.

Juliana;

Pipoca com pimenta é muito bom! Com uma jola gelada, melhor ainda.

Autor da pergunta
Há 14 anos ·
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Ontem, fui falar com um advogado sobre o meu caso. Depois de falar com ele descobri que este site não está cumprindo com o seu papel. Enquanto vocês brigam e brincam nós que precisamos de ajuda ficamos como bobos e até como mulher que quer roubar o homem.

Eu sustentei meu filho sozinha e o pai só apareceu depois. Eu me mudei de cidade para que ele parasse de me atormentar querendo ter o filho como se fosse igual a mim. Mais eu não mudei sozinha, viu Dr. Renato, eu não acordei de manhã e resolvi mudar viu Dr. Renato, eu procurei um advogado e ele me disse que eu podia mudar. Se ele tivesse me dito que isto é errado eu não teria feito. Fiz o que o advogado disse e perdi meu filho. Aqui no site teve gente que disse que eu podia mudar. Não aceito a carapuça de mãe que quer o dinheiro do pai por que quando eu me mudei não pedi pensão alimentícia, continuei criando meu filho sem o dinheiro dele como sempre fiz sem um centavo do pai dele.

Eu acho errado que eu tenha que pagar pensão para eles, mas agora já sei que é pro meu filho. A lei que os senhores tanto falam pode até ser esta mas eu vou morrer achando que é injusto uma pessoa que tem milhões de reais todo mês me obrigar a pagar 300 reais pra ele cuidar do filho.

Se eu tiver que pagar vou pagar, mas não vou concordar nunca. Eu nem sabia que podia pedir pra não pagar, ouvi isto aqui no site. Agora eu entro num site de ajuda faço uma pergunta de uma dúvida, uma pessoa me diz que eu posso não pagar eu aceito a opinião da pessoa e depois vem me falar que eu sou esperta por isto? Eu mudei porque um advogado disse que podia, eu pedi pra não pagar porque um advogado disse que podia.

Eu não quero vida boa com 5000 reais Dona Mari, se o pai pode pagar até 20 mil reais que não vai fazer falta pra ele. Não acho justo que ele pague 300 reais também porque eu ganho muito menos que ele. Quer dizer que se eu pedir 5 mil reais estou dando o golpe da barriga? Se eu for no médico com dor de cabeça e ele me mandar tomar suco de laranja eu vou tomar porque ele é médico, se eu vou no advogado e ele diz que eu posso me mudar eu vou mudar, se ele diz que eu posso não pagar eu não vou pagar. Onde eu estou sendo errada aqui? Algum de vocês pode me dizer?

Julianna Caroline
Há 14 anos ·
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Está errada em tudo. qualquer pessoa com o mínimo de inteligência, vai procurar uma segunda opinião se um medico quiser trata-la a suco de laranja. O mesmo se um advogado lhe diz uma coisa, e vc ouviu em algum lugar outra diferente, vc deve procurar uma segunda opinião. Como pôde concluir, o juiz não quis nem saber se foi o advogado que lhe orientou errado, quem ta pagando pelo erro é vc, que acreditou no primeiro que te deu um parecer favorável à vc, porque te agradou, era o que vc queria, então nem se preocupou em obter outra opinião, nem desconfiou né, que tava muito fácil pra desaparecer com uma cça que não é só sua. Agora, como ja foi dito aqui, não existe a possibiliadde de vc nao pagar a pensão, ou paga ou vai presa. E se vc continuar com essa conversa de que não pode pagar a pensão, nem a guarda vai conseguir, pois se não pode dar 300 reais ao filho nao vai poder cria-lo pois gasta-se muito mais qdo se tem a guarda. aaaaahhhh esqueci, vc pretende que o pai pague 5 mil né.... tá aí, o juiz vao te chamar de interesseira, vai dizer que vc quer a guarda então por causa do dinheiro.... vc está pessimamente orientada pelo advogado que está cuidando do seu caso. Sugiro que troque de advogado e não acredite na primeira coisa boa que dizem, nem em promessas de 100% de sucesso. Boa sorte**

Autor da pergunta
Há 14 anos ·
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Estou vendo como funcionam as coisas aqui, quando o advogado diz pra gente fazer a coisa errada a culpa é nossa. Vocês se defendem até a morte. deve ser por isto que não tem médico preso no Brasil. Eles matam depois a culpa é do paciente. Se eu disser pra um cliente que o produto que vendo na loja funciona de um jeito e ele funcionar de outro todo mundo vem aqui reclamar, mas quando um advogado diz que funciona de um jeito eu tenho que perguntar pra dois né? Pobre no Brasil tem que se ferrar mesmo porque os ricos se juntam até quando eles matam, imagina se não iriam se juntar quando um ensina errado?

Elisete Almeida
Advertido
Há 14 anos ·
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Sra. mãe muito aflita;

Antes de mais, não sou advogada, ok?

Os colegas e profissionais que orientam aqui no fórum, fazem-no com mais liberdade que um defensor o faria presencialmente, pois, aqui, não se procura passar a mão na cabeça de ninguém, fala-se a verdade nua e crua e, por vezes, também brincamos um pouco para relaxar a nós e ao consulente.

É preciso agir com bom senso. Se um médico lhe recomendar comer m. de galinha, a princípio, irás rir na cara dele e não seguirás a indicação. Com advogado deves fazer a mesma ponderação e, na dúvida, fazer aquilo que a Dra. Julianna disse, procurar uma segunda, ou até terceira, opinião. A sra. pode me dizer: vcs poderiam ser mais precisos; eu lhe digo que o direito não é uma ciência exata.

Não sei e não quero saber quem lhe orientou a denunciar o pai do seu filho pela Lei Maria da Penha e disse que poderias mudar de Estado com a criança sem uma comunicação formal; esta pessoa, se for um advogado, deveria ter a carteira da Ordem suspensa ou até cassada. Mas a sra., antes de seguir esta orientação, deveria ter se colocado no lugar do pai, ter ponderado se gostarias que fizessem o mesmo com a sra., isto seria agir com bom senso, é o famoso "não faça aos outros aquilo que não gostarias que fizessem contigo".

Superficialmente e imaginariamente, aquilo que se apresentou ao juiz foi o caso de uma mãe que cuidou sozinha do seu filho até que este completasse 6 anos de idade, porém, quando o pai se disponibilizou a contatar a criança, a mãe o denunciou falsamente pela Lei Maria da Penha e fugiu com a criança para outro Estado, inviabilizando a relação pai-filho; resultado: apesar de ter criado o filho sozinha durante 6 anos, ao agir de má-fé, perdeste a guarda. Agora terás que conseguir um advogado muito bom para reverter esta situação.

Quanto à pensão alimentícia, concordo que há muita gente que faz disto uma forma de auto-sustento, o que é um erro, pois a pensão é uma forma muito antiga de contribuir para a criação dos filhos, devendo ser limitada às possibilidades daquele que a dá. Independente do atual desvirtuamento da pensão alimentícia, sou à favor da sua existência e entendo que a sra. tem a obrigação de dá-la, mesmo que o pai do menino seja um homem de avultadas posses, o dinheiro não é para o pai, é para o vosso filho.

Faço votos que a senhora consiga compartilhar, o mais breve possível, a guarda do seu filho com o pai dele, que possas voltar a tê-lo junto de si, que a criança possa conviver saudavelmente com o pai e a mãe dele, que cresça e seja feliz, com a convicção que o papai e a mamãe dele o ama e deram o seu melhor para contribuir nesta felicidade.

Boa sorte!

Cumprimentos

Autor da pergunta
Há 14 anos ·
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Sra. Eliste Almeida,

Tudo bem que não fiz faculdade mas terminei o segundo grau. Não sou burra e sei ler e entender o que as pessoas dizem. Procurei um advogado e ele me disse que eu poderia me mudar sim. Não procurei um outro advogado pra saber, tudo bem, reconheço minha culpa, mas quando perdi a guarda da minha filha procurei outra vez um outro advogado e ele me disse que não tinha jeito porque não posso mudar sem avisar o pai da minha filha e se ele não concordar tenho que pedir permissão na justiça. Então, neste momento eu tinha duas opiniões de advogados totalmente contrárias.

Vim ao site pra perguntar, pra saber outras opiniões. Me disseram assim. (tem mais coisa por ai, ele nao reverteu a guarda somente por esse motivo. Que provas para conseguir a guarda?) Tá publicado aqui,l pode ver. Depois me responderam assim de novo (Mãe muito aflita, vc por acaso avisou ao pai da criança quando chegou lá do novo endereço do filho dele? Vc tem o comprovante desse aviso? Se vc o tem e seu motivo foi justo, conforme a Lei, busque virar esse jogo.)

Agora, todo mundo diz que é um absurdo, mas três advogados me disseram que eu posso me mudar sem avisar e só precisava avisar quando chegasse lá. eu fiz isto e olha no que deu.

Na pensão, eu não sabia que a pensão era pro filho. Juro pela alma do meu filho que achei que era pra eles. Se a senhora ler tudo que me disseram, até o momento em que eu disse sobre os 5000 reais, ninguém tinha dito que a pensão era pro menino.

Depois disseram que era pro meu filho. Se é pro meu filho, eu reconheço, tem razão, não tenho vergonha nenhuma de pagar. Só fui descobrir que era pro menino quando a Sra. Julianna disse claramente. Eu não sou advogada e não tenho obrigação de saber que existe diferença de pensão pro menino de pensão pro pai.

Recebi uma carta dizendo que tinha que pagar pensão para o pai dele, só agora eu sei que pago para o pai dele administrar o dinheiro do meu filho. Repare bem que a Dra. Graziella não me falou que a pensão era pro meu filho, ela só me disse que eu poderia não pagar. Agora, eu que não sou advogada tenho que desvendar o que foi dito?

Leia bem o que está escrito, ela que disse que eu poderia pedir pro pai pagar pra eu ir visitar meu filho. Ué, se ela disse isto, claro que eu concordo, quem não concordaria se estivesse no meu lugar? Se ela diz que eu posso pedir indenização quem não concordaria no meu lugar? se ela diz que eu posso pedir a guarda de novo que mãe não concordaria?

Sei muito bem reconhecer a diferença entre me agredir e me dizer a verdade. Reconheço que o Dr. Renato e a Dra. Julianna não me agrediram. Não gostei da forma como foi dita, mas agressão não houve. Agora a Insula que me disse que eu tava certa em mudar e que só precisava avisar depois que cheguei lá, depois veio me atacar. Se juntou com a Mari e insinuaram que eu queria dar o golpe da barriga e fizeram chacota de eu ver meu filho no quarto da empregada.

fica parecendo agora que eu quero dar o golpe da pensão. Geeennttteeeeeee, eu sempre soube que o pai era rico. Criei meu filho sozinha por seis anos. Não foram 6 dias, nem 6 semanas, foram 6 anos sem um centavo do pai e NUNCA pedi um centavo pra ele. Acho que quem faz o que eu fiz por tanto tempo pode ser tudo menos alguém que procura dinheiro.

Reconheço que quis sim afastar o pai do meu filho. Me incomodava que ele tivesse outra pessoa que pudesse amar mais do que a mim. Que atire a primeira pedra quem for acima dos sentimentos. Tinha sim a vontade de ter o meu filho só pra mim. Errei? tá bom, reconheço, mas eu só decidi mudar porque um advogado me disse que podia, só falei em pensão porque um advogado me disse que podia e só voltei a discutir a retirada do meu filho, porque aqui, duas advogadas me disseram que eu tava certa apenas dizendo que tinha mudado.

E não existe outro motivo. Não tem nada além disto. A juíza disse que por eu ter me mudado sem avisar ao pai e ter dado a ele o direito de discutir a guarda me mostrava uma mulher egoísta e com dificuldade de criar uma criança. Agora eu criei por seis anos. Ele tá bem, tá forte, sadio, lindo, então eu não devo ser tão ruim assim né?

Se as duas mulheres que me atacaram dizendo que só penso em pensão tivessem lido antes saberiam que eu apenas respondi o que a advogada falou.

Mas eu entendo, estas mulheres ocas por dentro que nunca saberão o prazer que é ser mãe, querem que todas percam a guarda dos filhos, querem que sejamos todas como elas.

Julianna Caroline
Há 14 anos ·
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Mãe aflita

a sua única saída, é alegar que desconhecia o impedimento de se mudar, pois consultou 2 advogados que lhe disseram que era possivel desde que avisasse o pai, e que não teve intenção de afastá-los, apenas queria melhorar o padrão de vida sua e de seu filho. Se disser q o desejo era afasta-los nunca mais vc terá a guarda dele... Sim, a senhora foi egoísta em achar que poderia ter o filho só pra si, que ele tinha que amar só a senhora, mas agora já foi feita a merd.......a, o jeito é tentar limpa-la. Vc precisa de um advogado experiente, que saiba argumentar a seu favor e tentar diminuir os danos. Não será facil e nem rápido. Precisa pedir estudo psico social da cça. Vc precisa provar que não afastará novemante pai e filho, precisa se mostrar conformada com o fato de que ambos vão conviver e ponto final. Minha sugestão: Pedido de reversão de guarda com estudo psico social da cça e pedido de regime de guarda compartilhada, tentar uma liminar ou tutela antecipada para vc poder já estar com seu filho, ou mesmo, pedir visitação livre e passeios e pernoites enquanto não se julga o pedido de guarda, se a tutela não for aceita para a guarda provisória. Mexa-se mãe aflita, pq aqui no forum quem podia e queria opinar já o fez. agora vc precisa FAZER o necessário e tentar mudar esse quadro. Antes de tudo vc precisa por na sua cabeça que o filho é de ambos, não interessa pra justiça se ele ficou 6 anos sumido, interessa que agora ele quer desempenhar o papel de pai, ótimo pra cça!! O problema entre vcs dois não interessa pra justiça, nem um pouco. Aceite este fato, que o pai estará presente, e que a cça ama o pai assim como ama vc. Ele não é propriedade sua nem do pai, ele é um ser humano, que ama, é amado, e deve ser respeitado. Aceite que ele não surgiu de uma produção independente, que agora ele tem um pai e isso é otimo pra qualquer cça. muito boa sorte. Abraço**

Insula Ylhensi
Suspenso
Há 14 anos ·
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A questão, cara consulente, é o que vai sendo compreendido com o passar de suas postagens e pelo que se pode depreender nas entrelinhas de seu texto. Acompanhe-os logo abaixo:

"Depois que o menino nasceu ele nunca veio ver a criança. Sempre dizia que tava casado e não podia ver. Depois que ele separou eu fui falar com ele que seria bom que visse nosso filho que ele precisava de pai e ele concordou. Com dois meses que ele vinha na minha casa arrumou uma namorada e agora não quer mais ficar com o filho aqui em casa e só quer sair com ele pra longe de mim." - Percebe-se aqui em "pra longe de mim" o incômodo pessoal pelo distanciamente entre o pai e.... a MÃE (no caso, vc), os direitos de seu filho não foram considerados, direito este é que estar ele com o pai, coisa mais natural do mundo.

"Já tinha denunciado ele pela lei maria da penha e não deu em nada, ...""To pensando em denunciar ele de novo na lei maria da penha para ter meu filho de volta." - Falsa denúncia pois se alguma discussão ocorreu ambos bateram boca, ele não lhe infligia humilhações sem que vc tivesse como se defender delas, ele não a agradeia fisicamente. Isso mostra que vc utilizou de subterfúgio pra dificultar a aproximação do pai e a criança. E recentemente desejou reiterar-se no erro.

"Ele nunca me agrediu fisicamente mas me agride sempre quando joga na minha cara que eu perdi meu filho para ele e praquela intrometida que se mete na minha vida com meu filho. Não quero somente que ela se envolva com o meu filho, já pegou o pai e agora quer tirar o filho de mim..." - Aqui vc confirma que ele apenas atesta a consequência obtida com seu ato de colocar distanciamento entre pai e filho, naturalmente haveria algum rancor e com esse comentário ele apenas lhe devolve a agressão (roubar o filho foi uma agressão, a acusação falsa...). E ainda vc declara que não admite que o filho possa participar da vida do pai e isso inclui tmb as companhias dele (como a namorada), e ainda, vc deixa claro seu tremendo rancor pela nova mulher ter lhe roubado o macho (que era casado quando vcs fizeram o filho, diga-se de passagem), o que implica que vc ainda tinha a intenção de voltar com ele mesmo ele tendo deixado claro que não mais queria saber, o que qualquer pessoa entende que seu ato em viajar foi puni-lo.

"...ela disse que eu agi mal porque quando ele voltou e disse que já estava namorando eu fui pra casa dos meus pais pra cidade de maringá.." - a juíza entendeu que sua viagem foi resultado de despeito, uma vingança por ele a ter desprezado, já que estava com nova namorada. Como vc deixou transparecer acima.

"Eu não fugi, só me mudei para maringá porque meu pai tem um comércio lá e me arrumou um emprego. Fui pensando em melhorar as condições do meu filho..." - Se seu pai não assinou sua Carteira de Trabalho, se na cidade onde morava antes com seu filho antes da mudança vc já tinha emprego, não poderia usar essa viagem como justificativa. A Lei da Alienação Parental permite sim a mudança desde que seja MOTIVADA, não por rancor, por inveja, mas que não restasse outra alternativa que impacte a sobrevivência do(a) genitor(a) guardião, isso significa se vc não tinha como arrumar outro trabalho ou por estar absolutamente só , sem amigos ou parentes, uma cidade de pessoas desconhecidas onde qualquer ajuda tornar-se-ia impossível.

"Vocês estão me julgando. Só uma mulher vai entender o quanto eu sofri quando fiquei grávida e criei meu filho sozinha e só uma mulher vai entender que ele é meu filho e não deve ficar longe da mãe. " - Nenhum filho deve ficar longe de seus ascendentes, pois não nasceu de uma única célula, mas de DOIS SERES HUMANOS, tanto um como o outro tem importância para o filho. Lastimavelmente vc se envolveu com um homem comprometido que não tinha como garantir-lhe a intenção de constituir família, uma mãe mais sensata teria tomado a pílula para que seu filho não viesse a sofrer pelo descaso de um homem que não queria filhos. Agora seu filho sofre pois está longe da mãe. Muitas mulheres gestam, parem e criam seus filhos sozinhas, pelos mais variados motivos. Tendo um mínimo de juízo a mulher que sabe que não pode contar com o homem que pode gerar-lhe um filho ela evita arrumar esse problema, e assim não passa pimenta nos próprios olhos.

O jeito será a senhora esperar o tempo passar e (quem sabe?) tentar amanhã uma guarda compartilhada e até uma reversão da guarda. Dê tempo ao tempo.

Melhor chorar na cáma que é lugar quente. A vida nos dá lições, convém buscar aprendermos.

Autor da pergunta
Há 14 anos ·
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Dra. Julianna,

A juíza mandou fazer um tratamento psicológico e já to fazendo. A psicóloga já disse que não vou ganhar a guarda. Já pus isto na cabeça. Estou seguindo as ordens da juíza para poder ter mais tempo com o meu filho mas ela disse que só depois do tratamento. Eu já tinha escrevido isto antes. Voltei aqui pra falar sobre a pensão. Se tivessem me dito antes como as coisas funcionam eu nem estava escrevendo aqui agora. O que eu quero dizer é que o site foi feito pra ajudar e os advogados estão atrapalhando. Não são todos mas que tem advogado atrapalhando é verdade. Gosto do site e acho que é importante pra quem não tem condições de pagar por uma segunda opinião. Se eu venho aqui e um advogado me diz uma coisa e outro vem e diz que é tudo errado, então atrapalha. Prefiro que me digam como funciona mesmo do que me digam coisas legais que depois eu venha a ser taxada de caçadora de pensão.

É o que eu tinha pra dizer, sei que as pessoas não tem obrigação de ajudar mas deste jeito não ajuda só atrapalha.

Insula Ylhensi
Suspenso
Há 14 anos ·
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A cara consulente a de convir que ao consultar (virtual ou pessoalmente) um advogado sem a ele fornecer todos os detalhes, conforme observamos em suas postagens, a resposta seria a mesma, já que a supra citada Lei permite que o guardião do filho mude-se de cidade ou estado atendendo os requisitos a isso exigidos, motivação justa e clara.

Diferenças de interpretação sempre existiram e sempre existirão, afinal, a lei foi feita por homens (= seres humanos) que são imperfeitos, o que permite a formulação das normas passíveis de diferentes entendimentos. Sem falar nas pessoais expectativas e predileções, cada operador do direito tenderá mais a uma que a outra aplicação. Por isso é fundamental ser claro na consulta, expôr todos os elementos para que se obtenha maior segurança no entendimento e aplicação da Lei.

Há genitores (até com a guarda compartilhada) que fazem sua mudança com seus filhos mas, como se cercam de todas as garantias, atendendo aos requistios exigidos, não sofrem processo por alienação parental e se por acaso sofrem não perdem a guarda.

Reitero que dê tempo ao tempo. O amanhã a Deus pertence.

Autor da pergunta
Há 14 anos ·
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Insula,

Eu reconheço que errei. A culpa de tudo isto é minha e de mais ninguém. Depois do meu erro, VOCÊ me disse que eu poderia sim ter mudado e só precisava mandar uma carta avisando o pai do meu filho onde estávamos morando.

A JUÍZA me disse que se eu tivesse passado em um concurso deveria antes de assumir o cargo pedir autorização para mudança de modo rápido que ela autorizaria em 24 horas. Nem se eu tivesse passado em concurso ela iria deixar eu mudar sem falar com ela. Então não tem nada disto de meu pai assinar minha carteira.

VOCÊ não tem culpa de nada e não me mudei porque você disse, apenas acho que assim como eu reconheço que errei não seria vergonha você reconhecer que erra também. Este é um site público e pode amanhã uma outra ter a mesma dúvida que eu. O que a juíza disse é que não adianta mandar carta dizendo onde está, se o pai não quer quem autoriza é ela. Ela inda fez piada da minha cara perguntando se a cartinha que enviei era de amor. Porque as pessoas não reconhecem que erram também?

Insula Ylhensi
Suspenso
Há 14 anos ·
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Sim, confirmo que oriento à mudança desde que haja justificativa. Como estamos distantes não podemos saber com maiores detalhes, conhecer pessoalmente o discurso do consulente para averiguar de sua real motivação.

Por vezes o ser humano quer tanto uma coisa que ele se convence que aquilo será o melhor para ele, aí ele omite isso e aquilo, para se convencer de que o resultado que daquele ato advirá será exatamente o que ele almeja.

Como havia muito em sua motivação o desejo de se distanciar do pai de seu filho (talvez até mesmo inconsciente) vc se excedeu em justificar-se enganando a sí mesma que o que fazia estava eivada de justa motivação.

Daí nasceu o erro. Creio que a juíza percebeu seu abalo com a nova relação do pai de seu filho. isso é bom. Claro que não lhe garante a reversão da guarda imediatamente ou mesmo em função da terapia, mas acena lááá na frente com uma boa chance disso.

Vá de vagar, um pé depois do outro. Se reerga, reconstrua sua vida. Ao perceber de forma inconteste que vc não só se reequilibou mas tmb reconstruiu sua vida, conseguindo conviver sem mágoas, sem rancor, com o pai de seu filho, compreendendo que é um direito da criança, as coisa vão mudar. A vida muda. Tenha certeza.

Boa sorte!!!

Elisete Almeida
Advertido
Há 14 anos ·
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Cara mãe muito aflita;

Há frases que escutamos durante as nossas vidas, que nunca as esquecemos. Uma destas frases que guardei, foi devido a uma disputa de paternidade, um dos meus professores disse: "antes do direito, está o bom senso".

Resumindo, não me leve a mal, não estou a lhe atacar, faltou bom senso seu, do pai e, pior, da juíza que julgou a causa, e quem sofre com tanta falta de bom senso é a criança.

Esta juíza precisa reavaliar os conceitos dela. A senhora errou, quem não erra? O pai ficou sumido durante seis anos, esta ausência nunca será corrigida, nem com os melhores e mais caros brinquedos, foram os 6 anos da pré-infância e infância da criança, isto não é nada mais nada menos que o período no qual se forma a base da personalidade da criança, é o fundamental período do crescimento e desenvolvimento da criança. A juíza em questão, no máximo deveria ter dado uma bela bronca em ambos e concedido a guarda compartilhada. Mas o que ela fez foi penalizar a criança, limitando drasticamente a sua convivência com o único genitor que conhecia até então.

Isto é de uma enormidade, indescritível.

Cumprimentos

M....
Há 14 anos ·
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Pessoal até que enfim achei uma pessoa que não concorda com Pensão o Sr. Renato

Como já disse, pensão virou cabide de emprego. porque tem quem paga e quem recebe. Com essas maldita palavra, os pais esquece o que está em jogo. A Criança somente. É um direito do pai e mãe arrumar outros. Casamento não é prisão, aqui é Brasil. Não se recebe dote quando se casa. Ambos teem as mesmas responsabilidades, pai e mãe pode se mudar pra onde quiser tá dentro da Lei, comunica. Guarda se pede na Justiça, o entendimento do Juiz é para o bem estar da criança. Tá na Lei todos tem que pagar pensão independente de ter dinheiro ou não. E fato, não opção. Adora ambos tem responsabilidades, dê seu jeito e vá seu filho nem que seja no Nordeste do País, filho é filho, não pediu pra nascer. Caso descumpra as leis do Juiz, a Sra. será presa sim, além de tudo daqui a pouco seu caso ainda vai piorar. Porque o pai do menino, vai cobrar na justiça pelo Abandono Afetivo. Nâo adianta pular, faça tudo certo desta vez, cada passo que dê comunique, não perca as visitas, continua na psicologa, horário certo nada de atrasos, tudo estará sendo avaliado. E nada de alienação parenteral, ficar falando mal do pai do menino.ok

Para finalizar no meu entendimento, Lei de Pensão teria que acabar principalmente pra mulher e usa o dinheiro do filho em benefício próprio. E para os filhos a pensão deveria vigorar somente até 18 anos, nada mais. Porque tanto mães e filhos vivem nesse cabide de emprego, são os verdadeiros parasitas vivendo as custas dos pais. Isso eu não aceito.

Não tive pai e nem mãe, pra me sustentar, não virei marginal, nem prostitura e nem aproveitadora. Ainda bem, porque eu não tenho vergonha em dizer nunca quis pensão nem pra mim, nem pros filhos, e tenho dignidade, se precisar lavo banheiro, cuido de criança, mas não quero pensão de homem. Longe de mim.

Honro as minhas saias. Por isso sou diferente de todas as mulheres que vivem neste País.

Graças a Deus.

Um abraço.

Autor da pergunta
Há 14 anos ·
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Insula,

Não estou brava com você, você não tem culpa de nada, mas até eu que não sou formada em nada entendi o que a juíza disse. Eu posso me mudar, se ela autorizar. Se eu mudar antes dela autorizar eu to errada. No meu emprego tem uma lei parecida. Se eu precisar sair antes, quando eu to no trabalho, eu aviso e saio, aí eu não tenho punição. Se eu saio e depois aviso existe punição de todo jeito.

Não foi os detalhes, meu jeito assim ou assado, foi eu não ter autorização pra mudar. Pra mim isto é muito fácil de entender, talvez se o advogado tivesse dito assim eu não teria mudado, mas deu tanta volta tanta volta apenas pra dizer que você não erra.

Desejo sucesso pra você e não to brava, juro.

Insula Ylhensi
Suspenso
Há 14 anos ·
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A questão do concurso é quando o genitor guardião propositadamente busca prestar concurso para um vaga em cidade distante de onde residem o outro genitor e o filho, de forma impôr afastamento entre eles.

Mas se fosse um(a) militar, por exemplo, que é mandado(a) em transferência, nem sempre podendo optar, nenhum juiz irá exigir que se peça autorização para a mudança.

Cada caso é um caso.

Mencionei a Carteira assinada pois quando a pessoa se emprega em pequena empresa famíliar há o costume de não se assinar a carteira pois ele não atua como mero empregado, mas fazendo parte da direção da empresa - entendimento majoritário.

É claro que arrumar emprego com alguém da família pode parecer (não digo que tenha sido) uma simulação para indicar como justificativa para a mudança. Daí, suponho, o entendimento da juíza.

Por isso é importante que se TENHA a NECESSIDADE da mudança, e não a mudança como necessidade. O que quero dizer é: estando o genitor guardião desempregado, ou mesmo empregado mas em condições de aperto financeiro, a ele é acenado uma oportunidade única, muito importante para seu futuro e de seu filho (ou mesmo como única opção imediata de trabalho), pode essa mudança ser justificada, mais justificada ainda será se este genitor se encontra desempregado. Nenhum juiz iria exigir a autorização se em sua negativa poderia impôr ao genitor guardião uma situação de penúria que culminaria na perda da guarda por absoluta falta de condição de manter ao menos o próprio filho.

Entende?

Por isso que diz: cada caso é um caso.

A Justiça não admite que se montem situações para fazer parecer aquilo que não é. Ou é ou não é. A pessoa comum pode, ingenuamente, crer se ela apresentar tais e tais elementos poderá demonstrar uma determinada situação. Mas nem sempre é assim. Nem sempre o que os outros vêem é o que queremos que vejam, eles podem olhar mais além, e então perceberão que aquilo não exprime a mais pura realidade e constatam outros elementos que de fato influem nos atos praticados.

De qualquer forma, o que foi feito tá feito, a vida nos ensina e a gente aprende com ela. Como vc mesma diz, todo mundo erra, isso é humano, só não podemos permanecer no erro, certo? Então, te desejo boas e renovadas mudanças de vida!!!

Boa sorte!!!

ww.re
Há 14 anos ·
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OI Mãe muito aflita

...quando perdi a guarda da minha filha procurei outra vez... É filho ou filha??

Sabe acho que vc queria mostar para vc mesma apenas, que podia fazer alguma coisa, a sua "proteção" era rápida e fácil sem uma avaliação a longo prazo, mas foi essa.

Só uma pergunta pq vc nunca procurou melhorar a vida do seu filho nestes anos? por orgulho? para mostar que conseguiria sustentá-lo sozinha? pode ser bonito tal pensamento, mas não vai ser oque ele vai achar quanto pedir algo, querer fazer um curso ect... Claro que depois da caca todos condenam os atos, é fácil ACHAR os erros, mas aqui e no papel mãe aflita, oque vale é a razão não a emoção!!! boa sorte***

1 resposta foi removida.
Autor da pergunta
Há 14 anos ·
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ww.re,

Se você me fizesse esta pergunta a mais tempo eu diria que foi porque eu não precisava de homem pra me ajudar e cuidaria do meu filho sozinha. Hoje, depois de várias sessões com o psicólogo eu entendi que fiz isto porque estava com raiva do pai do meu filho. Errei sim e acho que o tratamento está sendo muito bom. Acho que a juíza errou. Concordo com a Elizete que tirar ele de mim foi uma pena muito dura, mas se é a lei, vou cumprir.

Fiz coisa feia sim, afastei ele do pai e me arrependo até hoje por isto, eu sei que tirei dele a chance de ter o pai desde pequeno e espero que um dia ele me perdoe por isto. O que está me deixando chateada é que aqui no site tem um monte de advogado que diz que pode mudar sem avisar o pai. Diz que é só mandar uma carta avisando onde tá morando e resolveu tudo.

Até eu que não fiz faculdade entendi o que a juíza disse. Nem eu nem o pai podem mudar de cidade sem a autorização do outro e se eu quiser mudar mesmo assim primeiro eu tenho que pedir pro juiz. Agora eu reconheço que errei e os advogados ficam aí dando voltas e voltas, falando de carteira de trabalho, de detalhes e não é nada disto, e não reconhecem que erraram. Se você tiver problema com sua filha, eu acho que explico melhor que eles. Não pode mudar sem pedir ao juiz. Acho errado isto porque fico presa na cidade se o juiz dizer que não posso mudar mas esta é a lei e só estou batendo nisto porque amanhã outra mãe pode estar no meu lugar e perguntar aqui se pode mudar e vão dizer que sim depois ela perde a guarda.

É como você disse é no papel e como eu não tinha papel me estrepei.

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