Morgana
a obrigação de manter o filho cessa com a maioridade, aos 18 anos. se ele já é maior de idade, e não cursa uma faculdade, terá que se virar. Porém, existe a possibilidade de pedir uma pensão, alegando a solidariedade. se ele se sente ofendido, e deseja processar o pai por homofobia, são outros 500. mas já adianto, que o pai nao é obrigado a aceitar a orientação sexual dos filhos, mas respeitá-la. enfim, sugiro que procure um advogado pra estudar o caso e seus pormenores. A princípio, o filho tm que se virar e arrumar um emprego pra se manter. Existe a possibilidade da pensão por solidariedade, se ele provar que relmente está na miséria, na sarjeta. No mais, o advogado orientará vcs. O abandono moral, afetivo e financeiro so se caracteriza na menoridade, pois entende-se que é qdo o menor precisa de tudo isso pra se desenvolver. Depois dos 18 já está desenvolvido e bem criado, nao precisa mais do pai pra nada. Boa sorte**
Ja me manifestei contrário a este absurdo que é a "nova ótica" trazida pelo STJ sobre abandono afetivo. Eis que surge mais uma hipótese além das inúmeras que já tratei em outro post sobre o verdadeiro abandono afetivo.
A homossexualidade é historicamente um dos maiores instrumentos de abandono afetivo no planeta. Milhares de homossexuais são expulsos ou destratados diuturnamente pelos pais em função de sua condição sexual. Milhares já cometeram suicídio em virtude deste abandono, que aliás é pior que abandono, porque quem abandona não se mete, neste caso pior que não se meter é humilhar diariamente.
Mas o judiciário não vai punir pais que agem assim. Não vai punir porque lhe falta "culhões" para punir de verdade todas as condutas de genitores que trazem malefícios aos filhos. Já disse e repito porque ninguém tem coragem de meter o dedo na ferida das milhares de meninas que estão na prostituição por escandalosa conivência e batuta dos pais e mães.
Não punirá porque morre de medo de punir os escandalosos casos de pais e mães que sabem que seus filhos estão a serviço do tráfico (quando não os levam pela mão) e se contentam apenas com o resultado financeiro que este crime trás.
Não punirá porque será obrigado a fechar todos os asilos deste país em que filhos deixam seus pais em escancarado abandono afetivo.
Não punirá porque o Brasil vive uma assombrosa ditadura do politicamente correto para inglês ver. No Brasil aborto pode, asilo pode, humilhar o filho homossexual pode, levar a filha pra prostituição pode, levar pro tráfico também pode, praticar alienação parental também pode (não dá cadeia nem indenização, fiquem tranquilos todos que assim agem). Já disse e repito esta nova onda de punir o abandono afetivo com dinheiro, não que não deva ser punido, mas é óbvio que em dinheiro faz isto aqui, milhares de pessoas vendo novos horizontes financeiros.
Milhares de hienas de terno e gravata já contabilizam as moedas que vão angariar com esta nova indústria.
Cara Morgana, caso eu recebesse alguém pleiteando dinheiro por este assunto, diria que aproveite a oportunidade por se livrar de gente tão danosa e mostre a você mesmo o quão capaz é de ser alguém na vida. Caso fosse possível uma verba indenizatória ( e é possível) este dinheiro não lhe seria útil.
Há coisas que a moeda não consegue comprar e a alegria de vencer na vida pelo trabalho é a maior delas.
Arian,
Não entendi porque apagou seu post, mas lhe respondo que só pensei na época da faculdade. Como todos que estudavam, eu pensava mais nas contas e na estabilidade do que no direito. Saí da faculdade e fui para a pós e depois segui estudando e vi que é uma pena que os estudantes de direito vejam os concursos públicos como uma forma de se estabilizar financeiramente.
Fazem concurso não para honrar o cargo mas para ter um futuro garantido. Não sei se este é o fator preponderante para situação lamentável em que se encontra nosso judiciário, mas que é um dos motivos não tenho dúvidas.
Na faculdade querem estabilidade, togados, jogam esta verdade para debaixo do tapete e fazem discursos bonitos. Como se vê, jogar pra debaixo do tapete todas estas mazelas que comentamos aqui, não é exatamente uma novidade para eles.
Na verdade este é o menor dos problemas da magistratura, mas é real.