VITIMA DE PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA
Prezados senhores (ras),
Sou evangélico e tenho sido vítima de perseguição religiosa de forma velada e sistemáticamente no trabalho, Por destacar as virtudes do evangelho em recuperar vidas. A questão é que eles não tem argumentos plausiveis que possam contradizer os fatos. Tal declaração colide com a formação acadêmica e ideológica deles , por conta disto estão articulando em prejudicar-me. Gostaria de saber a quem ou qual organismo posso me socorrer.
Obs. trabalho com psicólogos, assistentes sociais e professores, detre outros. Att Gilberto
Concordo com o colega, informe os fatos, tanto dos possíveis conspiradores como os seus.
Att.,
Gilberto, já convivi com colegas como você.
Confesso que não é muito agradável ficar o tempo todo ouvindo a mesma coisa...tem religião que realmente massacra a paciência. Nem o melhor amigo aguenta isso: O CACHORRO.
Concordo com os demais colegas: TEORIA DA CONSPIRAÇÃO.
E tente não tentar convencer outras pessoas acerca da sua religião. Cada pessoa acredita naquilo que lhe faz bem. E com certeza, nenhuma religião é certa ou errada.
Blz?
Abraços e siga em frente naquilo que você tem fé.
Gil, vc está pra trabalhar, não para transformar o ambiente de trabalho num púlpito. Se a contratação não descrimina credos religiosos vc não pode reclamar porque as pessoas discordam de vc.
Uma vez que vc deixe de fazer pregações ou meras afirmações das virtudes de sua fé tom certeza os outros deixarão de lhe amolar.
Pense bem: se alguem ficasse no seu ouvido dizendo que ele tem razão, que só ele sabe a verdade, vc iria ficar muito put0 da vida e iria enxergar essa outra pessoa com um convencido, metido a dono da verdade, um chato, e sentiria que esse outro lhe desmerece, lhe humilha, afinal, ELE TEM RAZÃO, e vc está errado.
Se manca, homem!!!!
O Brown só quis vender livros e ganhar uns milhões (e conseguiu), depois veio a público concertar os erros históricos e indicativos geográficos flagrantes em seus relatos, pois estava sendo execrado pelos estudiosos e pesquisadores (gente não ligada a Igreja, diga-se de passagem), pessoal sério que não gostou de ver seu trabalho deturpado por um sujeito que usou de malicia para atrair a atenção do mundo.
Enquanto ficção é bem legal, o cara tem ótima imaginação e seu enredo prende. Mas não dá pra levar à sério.
Tô contigo, Vanderlei.
Prezados (as),
Congratulações a todos,
Ainda que a matéria não seja do interesse dos senhores (ras), preciso me posicionar, haja vista as postagens e os comentários veiculado por muitos.
Em decorrência das respostas e opiniões veiculadas dos acadêmicos e bacharelandos do fórum, e simpatizantes, venho me manifestar em resposta, pois muitos pensam que os senhores me assustaram com as opiniões, contudo não as vejo, em sua maioria ‘preconceituosas e intolerantes”, anda que algumas são expressamente preconceituosas pelo fato de muitos se posicionaram como tal, porém atribuo a ignorância (de ignorar, desconhecimento), de agiram assim. Excetuando alguns que foram coerentes em suas respostas e creio que alguns sejam realmente profissionais da área do direito). Bem, quando provoquei o debate já estava esperando tais opiniões, e confesso que fiquei um tanto surpreso, visto que excedeu a minha expectativa, inclusive de pessoas que se declaram “evangélicos” e outros ainda que veladamente demonstrem ser de algum seguimento religioso. Contudo é de grande valia para mim suas opiniões, visto ser também estudante de teologia e as opiniões dos senhores (ras), vai me ajudar muito na minha militância pela causa de Cristo e do Evangelho. Ainda que não tenha sido a princípio o meu proposito inicial, veio a me subsidiar nas formulações e experimentos acadêmicos que estou sendo submetido, no que diz respeito ao verossímil da escatologia narradas por Cristo nos Evangelhos, em especial as perseguições contra os cristãos nos tempos atuais e dos fatos narrados que antecederiam a sua volta.
Agora, sem querer aprofundar a discursão no mérito do ordenamento jurídico, na verdade podemos nos valer de pelo menos quatro fontes atuais que nos ajudam a definir a liberdade de expressão, comunicação e de “religião” em seu direito e limites, suas manifestações e sua forma de retratação, os seus motivos e suas origens – uma delas é as Convenções da ONU (Organização das Nações Unidas), A Convenção Interamericana dos |Direitos Humanos, (Pacto de São José da Costa Rica) a CF Constituição Federal e a própria Bíblia Sagrada. De acordo com o Artigo 18 da Declaração Universal de Direitos Humanos, de 1948: “Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular”. O Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos, de 1966, que expandiu esse direito, como falei não vou entrar no mérito dos artigos dos referidos instrumentos, pois demandaria muita leitura e tempo.
Ainda que todo o ordenamento jurídico nacional e universal nada valham ou venham a falhar na prática, em resumo, posso dizer confortavelmente que de fato, o cristão por si só já se torna alvo de perseguição, a partir do mento em que professa a sua nova fé. O trabalho do evangelho tem sim recuperado e salvado vidas, causando perseguição e preconceito contra Jesus Cristo é fato recorrente.
Quero esclarecer que trabalho na área da administração pública de defesa dos direitos e assistência social da municipalidade do Rio de Janeiro, e no decurso destes quase trinta anos de serviço público, presenciei poucos resultados positivo no que diz respeito ás políticas publica na área social, seja no que se refere à população de rua, seja no que diz respeito a menores infratores, seja no acolhimento e recuperação de viciados em drogas ilícitas...etc. Ainda que os governos em suas respectivas esferas, comprometam e destine vultosos subsídios monetários no combate as anomalias apresentadas pela população em situação de vulnerabilidade social, dos fatos recorrentes que se multiplicam a todo o instante que no contra ponto, geram parcos resultados positivos para a sociedade como um todo. Bem, a coisa de uns quinze dias atrás, uma amiga comentando sua impotência em resolver situações que lhe eram apresentadas, pois a mesma não encontrava apoio nem subsídios dos órgãos de governo para atender os pleitos da população em situação de rua sob sua responsabilidade. No decorrer da conversa, comecei a dizer-lhe que uns dos seguimentos da sociedade que mais recuperam vidas são as instituições evangélicas, dai a mesma sem que nem porque, começou a achincalhar –me deforma grosseira e incompreensível, tipo: “Há também vocês só falam em diabo, que as pessoas está com capeta” também fazem lavagem cerebral... E coisa do gênero. Fiquei indignado com as palavras da colega, e sem entender a postura da mesma, visto que não estava fazendo apologia aos feitos dos evangélicos quanto indivíduo e sim instituição civil, tão somente disse que, as instituições do segmento evangélico é uma das que mais recuperam vidas no Brasil. De uma simples conversa, se desenrolou uma situação muito constrangedora de tal sorte que ouve um princípio de complô e uma campanha velada contra mim, por parte de alguns colegas. Situação que me deixou muito surpreso, visto se tratar de pessoas esclarecidas e de nível intelectual diferenciado da grande maioria da população. Até entendo que as minhas declarações podem ter causado uma certa dose de inveja e desconforto para a amiga, pois logo ficou a comentar, “ah estudei seis anos para que? Ou até mesmo de ter despertado preconceitos adormecidos dos profissionais em tela. Pois muitos são religiosos, pior todos muito corporativistas e diga-se de passagem, sem querem ofender ninguém muitos frustrados. Bom, não vou me estender no esclarecimento, pois vejo em análise que a questão da perseguição ao Evangelho não é algo particular do individuo perseguido e sim do próprio Evangelho, ou seja, a perseguição é contra o próprio Jesus Cristo, conforme o comentário que se segue.:
Há dois elementos centrais que nos levam além do Artigo 18. (Declaração Universal de Direitos Humanos) Primeiro, nas palavras de um pregador palestino que disse: ‘Isso não diz respeito a nós’. A perseguição diz respeito a Cristo, e a trindade do mal (carne, mundo e diabo) está tentando chegar até Cristo por meio de nós. Não somos nós, estritamente falando, o objeto da perseguição. Nós somos as vítimas dela. Segundo, a perseguição é universal. Essa trindade do mal está perseguindo Cristo, o nosso novo Senhor, estejamos definhando num campo de trabalhos forçados ou deitados no convés de um iate. Bastante simples: se levamos conosco a nossa nova identidade de Cristo, seremos perseguidos”.
Quanto ao comentário, muitos podem fazer piadas e dizer que não compreendeu, ou que não entendeu, ou que não pode ser verdade. Ainda que não conheçam o contexto do enunciado não tem como não entender que o alvo da perseguição aos chamados crentes é na verdade e sutilmente contra JESUS CRISTO.
Agradeço a todos, sem discriminar opiniões contrarias, pois ajudaram-me muito nas minhas convicções, atestando que de fato Jesus é fiel em todas as suas promessas.
Esse cara fumou o que hoje?
Voce não esta sendo perseguido no seu trabalho, voce simplesmente enche o saco de todos. Fique quietinho no seu lugar trabalhando sem mencionar o espirito santo pra todos que tem a má fortuna de ter que passar por ou falar com voce.
Fala as suas opiniões na igreja. É aquele prédio construído especialmente para isso, e não faca isso com altifalantes absurdamente altos direcionado para todos.
A livre expressão é direito garantido constitucionalmente mas é limitada pelos direitos dos outros.