Será que posso perder a causa?
Tive um relacionamento com uma mulher casada, cujo marido não pode ter filhos, ela engravidou de mim, não tenho dúvidas, nunca tive, a respeito da paternidade. Só que ela disse que só teria a filha se o marido registrasse (caso contrário abortaria), tive que aceitar sem aceitar, a menina nasceu, eles registraram como filha contra a minha vontade. Agora ela está com 2 meses; quero entrar com uma ação na justiça pra mudança do registro e reconhecimento de paternidade; mas tenho visto tantos absurdos em relação a paterniade sócio-afetiva... Sei que o processo deve levar anos (pelo menos uns 2). Será que corro o risco de perder mesmo nunca ter querido abrir mão de minha paternidade? Mesmo o registro se dando contra a minha vontade? Mesmo tendo sido roubado? Tudo em nome da tal paternidade sócio-afetiva? Assim é mais fácil da um recibo de propriedade às mães...
Amigo enfrente o mundo se preciso for, escute a razão e tente pensar com sabedoria, tenha paciencia, você é o pai, a criança é tua também, portanto entre na justiça sim, eu amanheceria na porta do escritorio do advg, mais não abria mão de meu filho por nada, ele quando se deitou contigo não pensou no fim do relacionamento conjugal ok, porem olhando juridicamente acho que você foi usado, ja que o bovino em questão não conseguia engravidar a patroa, eu acho que ele sabia de tudo e você foi manipulado, suposição, portanto, Juiz também é pai, filho, marido e as vezes eles esquecem mais são seres humanos rs, você foi vitima de uma trama desses dois para dar-lhes um filho fato! Corra atras do prejuizo paciencia boa sorte!
Não acho que se possa afirmar com toda certeza que a criança tem paternidade conhecida.
Se fosse assim bastava afirmarem, como faz o prezado consulente, pois mesmo as provas que possa ele apresentar de ter tido um caso com a genitora seria o bastante. Ele quer reivindicar um filho cuja genitora não teve somente ele em sua cama. Tal pretensão é no mínimo absurda!!! Achar que é natural ser reconhecido como pai da criança beira a insanidade.
Ele tem todo o direito em pleitear o direito em investigar para que a verdade prevaleça. Isso é sem a menor dúvida!!! Aliás, foi o que todos aqui disseram, ninguém negou a ele o direito a investigar.
O caro consulente se prende em seu forte desejo de ser reconhecido o pai da criança, mas semelhanças fisicas entre um adulto todo crescido e já completamente formado e um recém nascido que ainda está em formação não é e nem nunca foi prova de filiação.
Penso que amigo Hedon carece de ajuda profissional (psicológica) pois poderá sofrer forte decepção com o resultadodo DNA. Deve avaliar melhor o motivo de tão forte desejo, isso não é saudavel.
Sula querida... Como disse não há dúvidas quanto a minha paternidade.O que nós tivemos não é nada disso que vc presume; ela tinha na cama eu e o marido, só um dos dois poderia ser o pai, aliás só um poderia: eu. Não tem como entrar em detalhes, mas ela não se deitava com outros sem ser eu e o marido. Vc é teimosa mesmo! rs. Não existe possibilidade de eu não ser o pai querida... Não sei pq vc cismou com isso... DE insano eu não tenho nada... Acho que vc precisa mais de um Psicológo do que eu, afinal fui eu quem viveu a história e vc quer se postular como sabedora da história. Isso sim não me parece nada saudável...rs
Não é cisma, meu amigo. Tudo na vida é possivel. É possivel ela ter se enganado quando achou que o marido era estéril, ela pode sim ter tido outro relacionamento (fixo, eventual, fugás) além de vc e do marido.....São situações reais, possiveis mesmo que pouco prováveis.
Não é incomum a pessoa jurar que o filho é de fulano, mas com o DNA ....... a coisa já não se sustenta. E isso dito pela própria genitora que é do casal a mais indicada para apontar o mais provável candidato a genitor do filho dela, o que dirá, então, aquele que apenas cedeu material mas não controla a lavoura!!!!!
Querer acreditar não torna o fato em verdade.
Boa sorte!!!