Tratar filho diferente

Há 13 anos ·
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O pai do meu filho cancelou o plano de saúde que tinha e que tinha os 3 filhos como dependentes. Porém, antes de cancelar providenciou para as duas filhas um novo plano e, apenas para o meu filho, deixou sem plano.

O plano de saúde foi determinado em juízo, portanto sei que posso requerer em juízo que ele cumpra a sentença. Mas estou pensando em pedir danos morais também, pois além de precisar passar meu filho em hospital público, ele fez isso por pura e simples maldade, pois não é nada além do que ele pode fazer. Meu filho tem uma pensão menor que a outra, nunca ganha presente algum dele, ele nunca pagou um picolé pro meu filho. NADA além do que foi obrigado em juizo e ainda age com essa diferenciação.

Nunca perturbamos ele, ficamos na nossa cidade, no nosso canto, sem causar desconforto, briga, etc e ele briga com qq pessoa da familia dele que se aproxima de nós. Ele cortou relações com uma irmã dele que nos procurou, pois quis conhecer o sobrinho. Mas não adianta, ele quer prejudicar em qq coisa que lhe seja possível! Confesso que estou cansada disso! Já fiz BO contra ele, pois liguei uma vez pra cobrar a pensão que ele não depositou no dia e ele enviou torpedo me xingando com palavras baixas, dizendo que "meu salário" tinha sido depositado. Não dá mais, são 7 anos nessa perseguição... quero acabar com isso!

É possível pedir danos morais? Qual o melhor caminho?

68 Respostas
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Autor da pergunta
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Há 13 anos ·
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Isso Sula, procurarei um advogado... mas usei o fórum pra conversar, pois como disse, faz 6 anos que vem acontecendo isso. Não contei toda história pq seria um livro, não um relato. Mas, apesar de nem todos que comentaram ser advogados, mesmo os leigos no oficio podem acrescentar... serve até mesmo para desabafo. De qq forma, apesar de vc não ser advogada, agradeço sua opinião e ter se dado ao trabalho de comentar aqui no meu caso. Namastê

SulaTeimosa
Suspenso
Há 13 anos ·
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Fique à vontade!!!

Autor da pergunta
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Há 13 anos ·
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Bom, fiz uma notificação extrajudicial, enviei e-mail, etc, mas o pai não se manifestou. Como o processo do deferimento aconteceu no estado de SP, onde eu morava, mas hoje estou em outro estado, estou com receio de demorar e perder a portabilidade de carência, pois dia 15/04 vai completar 1 mês de cancelamento do plano. Se eu fizer um plano, o pai tem que me pagar por esse plano posteriormente ou ele só vai pagar a partir de quando for citado novamente? Lembrando que o plano de saúde foi determinado em audiência juntamente com a pensão alimenticia.

Renato
Há 13 anos ·
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André Colares,

"Uma coisa é certa não falta tese para ataque e defesa, mas me respondam, não há possibilidade de procedência da demanda?"

Em direito de família quase todo e qualquer relato, se levado a juízo tem possibilidade jurídica. Se eu buscar o judiciário buscando a guarda de um filho que não é meu, há possibilidade jurídica do pedido? A resposta também é sim.

Sobre o "julgar"as pessoas que o senhor diz, algumas considerações: O Jus não é site de consulta jurídica. Na realidade este tipo de site não existe (nem poderia existir). A página onde o senhor escreve leva o nome de Fórum, local em que as pessoas emitem opinião sobre diversos assuntos. Fazendo jus ao site me posicionei sobre o maltrato dos institutos em direito de família (em minúsculo mesmo).

Também, seguindo o que manda um fórum jurídico me posicionei sobre a ausência de busca de garantia dos direitos da criança no que diz respeito à presença paterna. Tenho este defeito de chamar fórum de fórum, direitos de direito e ausência de busca da integralidade dos direitos pelo nome que ela tem.

Se, para o senhor este site se resume a dizer se há possibilidade jurídica do pedido e questionar o sucateamento dos institutos jurídicos não deve ser feito em um fórum jurídico, tenho pra mim que está tudo em seu lugar, ou seja, eu uso este site como meio de debater assuntos que acho relvantes e o senhor o utiliza para dizer sim ou não, claro, com uma boa jurisprudência debaixo do braço. De brinde ainda leva apupos da autora, mas não se iluda, ela não aplaudiu o senhor e sim a sua resposta, que foi exatamente o que ela queria ver.

Pra mim e pra OAB, consulta jurídica só se faz de duas maneiras, quem tem dinheiro paga consulta ou vai à defensoria pública. Nestes dois locais ela ouvirá sim ou não.

Por fim, cabe lembrar que a autora foi irônica ao tratar de nossas respostas mas não foi capaz de explicar porque luta tanto pelo que é dinheiro e se cala sobre a presença do pai. Este comportamento é mais antigo que caminhar pra frente. 100% das mães que fazem isto têm uma reza boa sobre o comportamento do pai, mas este comportamento não é capaz de impedi-la de querer que ele participe financeiramente.

Ficamos assim, o senhor diz sim ou não e eu digo o que bem entendo, só espero que nunca chegue o dia em que o senhor ou um filho seu sejam requisitados apenas para pagar.

Autor da pergunta
Advertido
Há 13 anos ·
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Casado,

"Por fim, cabe lembrar que a autora foi irônica ao tratar de nossas respostas" Irônica não, apenas não vi necessidade em responder as conclusões que você fez de mim, não tenho nada a provar aqui. E se fosse responder, acabaria em eu falando de um lado e vc do outro, discutindo e não estou usando o site com essa finalidade.

"mas não foi capaz de explicar porque luta tanto pelo que é dinheiro" Vc não perguntou para mim.

"e se cala sobre a presença do pai" Sobre a presença dele me calo, pq não tem o que falar. Ele é ausente. Agora qto a ausência dele, vc precisa perguntar pra ele, se fosse por imposição minha, tenha certeza que ele brigaria na justiça, pois ele é mto bem informado dos direitos e deveres dele. Porém, vc já achou mais fácil me culpar.

"Este comportamento é mais antigo que caminhar pra frente. 100% das mães que fazem isto têm uma reza boa sobre o comportamento do pai, mas este comportamento não é capaz de impedi-la de querer que ele participe financeiramente." Você quer que eu responda a essa generalização? Você conhece o pai? Você sabe de toda a história? Você me conhece? A resposta a todas essas perguntas é NÃO! Mas é mais fácil me julgar. Acredito que vc fez isso por ser pai e ter tido problemas com a mãe do seu filho na questão de valores e visitação ou ainda, algum familiar próximo passou por isso. Portanto, vc quer usar o meu caso pra mostrar sua indignação.

Não vou discutir, se você achar que não é viável fazer o pedido, tudo bem, vou respeitar, se você me perguntar, tudo bem vou responder, mas se você me julgar, nada que eu diga vai mudar! Então, ficamos assim, até pq não perdemos nada em ficarmos assim, mas ganhamos em nos poupar de ler bobagens!

Namastê

Renato
Há 13 anos ·
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Heleninha,

Tenho verdeira ojeriza por algo que se chama "janela de overton". Mudar o foco. Dizer que te julgo é apenas isto, mudar o foco. Não lhe conheço, nada sei da sua vida e não tenho motivos par lhe julgar. Meu texto trata de fatos (narrados por você). Daí, você tem dois caminhos, derrubar o que eu disse (acredite, sou uma metamorfose ambulante, louco pra mudar de ideia) ou, muda o foco se passando por vítima de julgamentos que não fiz.

""mas não foi capaz de explicar porque luta tanto pelo que é dinheiro" Vc não perguntou para mim."

Você luta pelo dinheiro, busca o judiciário pelo dinheiro e não busca o judiciário pela ausência. Isto é um fato, não, um julgamento.

"Agora qto a ausência dele, vc precisa perguntar pra ele"

Pelo que VOCÊ narra ele é ausente financeiramente e afetivamente. Sobre a ausência financeira você não me pediu pra perguntar pra ele, mas, sobre a ausência afetiva você acha que ele pode me responder. Se há força para lutar pela presença financeira e não há força para lutar contra a ausência afetiva é porque (pra você) uma é mais importante que a outra, e isto é fato, não há julgamentos.

"Você quer que eu responda a essa generalização?" Não generalizei nada. Eu disse que VOCÊ luta pelo dinheiro (na justiça) e não luta (na justiça) pela presença. Isto não julgamento nem minha opinião, é apenas, fato.

"Mas é mais fácil me julgar."

Não lhe conheço e não posso lhe julgar, apenas relatei fatos. Um dia você vai dizer ao seu filho que nem sempre quem diz o que não queremos ouvir, nos odeia. Às vezes, quem mais nos ajuda é quem diz o que jamais gostaríamos de ouvir.

"Acredito que vc fez isso por ser pai e ter tido problemas com a mãe do seu filho na questão de valores e visitação."

Nunca tive este problema. Aqui, quem julga é você. Tenho dois filhos maravilhosos que convivem muito bem comigo e com a mãe (graças a Deus).

Enfim, quero que você, seu filho e o pai dele possam chegar a um acordo, mas já lhe adianto que mover um monte de ações não contribui em nada para a paz.

Autor da pergunta
Advertido
Há 13 anos ·
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Casado,

Você continua fazendo deduções! Como disse, ficamos assim, e não lemos bobagens ou, se não tivermos opções, apenas lemos, mas não escrevemos! Portanto, como prefiro ler a falar sandices, sinta-se a vontade pra em analisar! O espaço é livre, portanto deduza o quanto quiser... não tenho intenção de derrubar nada, até pq nossas vidas continuarão da mesma forma, independente do que pensamos um do outro, não é? Namastê

Autor da pergunta
Advertido
Há 13 anos ·
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Como houve postagens que não foram respostas a minha ultima pergunta, vou perguntar de novo: Bom, fiz uma notificação extrajudicial, enviei e-mail, etc, mas o pai não se manifestou. Como o processo do deferimento aconteceu no estado de SP, onde eu morava, mas hoje estou em outro estado, estou com receio de demorar e perder a portabilidade de carência, pois dia 15/04 vai completar 1 mês de cancelamento do plano. Se eu fizer um plano, o pai tem que me pagar por esse plano posteriormente ou ele só vai pagar a partir de quando for citado novamente? Lembrando que o plano de saúde foi determinado em audiência juntamente com a pensão alimenticia.

Renato
Há 13 anos ·
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Heleninha,

Acho que você não entendeu, não me preocupo com você. Uso este site para tratar de assuntos sérios e debater com a sociedade para que isto acabe. Debato com as pessoas que se preocupam com as crianças que são vítimas de pais que misturam seus sentimentos pessoais com o futuro do filho. Você pra mim é ainda menos importante do que é pro pai do seu filho, logo, eu só debato fatos com a sociedade. Façamos assim, eu continuo debatendo o que eu acho plausível e você volta pro seu SUS, ou então tente fazer o pai do seu filho pagar um plano de saúde, porque se for depender do suor do seu rosto o moleque morre nos corredores da rede pública.

Vai chegar o dia em que mulheres que fazem filhos e querem que o pai banque tudo sozinho, serão tratadas apenas pelo que realmente são, locadoras de vagina.

Autor da pergunta
Advertido
Há 13 anos ·
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Casado,

Vc baixou um pouco o nível, mas saiba que ainda não me atingiu com suas deduções, pois elas são apenas isso: deduções! Portanto, continue falando suas sandices! Se puder, esperar ao menos alguém responder meu questionamento, agradeço! Se não puder, continua e vai até o nível que lhe for permitido pelo fórum, mas saiba que vc pode sapatear, arrancar as cuecas pela cabeça, dar o piti que quiser, gastar todo seu latim de quinta, que pra mim vc é nada... apenas isso: na-da! Não vou discutir. Porém, obrigada por ocupar seu tempo em comentar aqui e, se vc fosse advogado, te indicaria pro pai do meu filho, com certeza! Namastê

Flavinha2014
Advertido
Há 13 anos ·
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Heleninha...

Vc quer por que quer processar o pai de sua filha,por ler não ser o pai que você gostaria que o mesmo fosse... Ao contrario do que alega Andre Colares não existe lei que,acuse um pai de danos morais por falta de amor,existe a lei do abandono afetivo,mas o processo só poderá ser realizado por sua filha, após os 18 anos,e assim se ela se sentir lesada ...Um absurdo em minha opinião,pois amor não se obriga e não há dinheiro nenhum no mundo que substitua a falta de amor...uma lei em minha opinião mercenária.Agora se foi estipulado por lei o plano de saúde e o pai de sua filha descumpre ordens judiciais,vá até a justiça e os magistrados obrigarão ele a pagar o plano.Mas,não vejo como crime atendimento no SUS,se o pai de sua filha não pudesse pagar um plano,vc queria o que,que ele roubasse...para dar do bom e do melhor para sua filha??????O que vejo muito por aqui,é que tem muita mãe querendo dar um padrão de vida ao seus filhos,fora do alcance... Outro problema,é a comparação de afeto que vc está fazendo entre os filhos do outro relacionamento.Me desculpe a sinceridade,mas amor é convivência e logicamente o amor por quem se vê todos os dias,é maior do aquele que se vê de 15 em 15 dias...Com exceção da falta de cumprimento do pagamento do plano de saúde,com certeza vc irá perder o seu tempinho, tentando processa-lo por falta de amor...NÃO SE OBRIGA UMA PESSOA A AMAR A OUTRA...

Flavinha2014
Advertido
Há 13 anos ·
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yessssssssss,ISSO AÍ DR RENATO!!! O senhor é o cara,fala na lata o que muita mulher desocupada precisa ouvir..locadora de vagina é o topo do sarcasmo...kkkkkkkkkkk Em um país onde existem mais de R$ 5.000.000.000 de crianças sem estrutura familiar,sem o famosos pai presente,será que o errado são somente os pais ou as locadoras de vagina???....Comercio da pensão alimentícia. Acorda judiciário!!!!

MILANERS
Há 13 anos ·
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Essas filhas que ele tem, são da mesma mãe? Ele convive com elas?

Talvez ele ainda goste de você e use o filho pra te atingir.

Autor da pergunta
Advertido
Há 13 anos ·
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Anela, Obrigada pela participação aqui no tópico que iniciei. Namastê

Autor da pergunta
Advertido
Há 13 anos ·
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Oi MILANERS, Nao, são de mães diferentes. Tem a mais velha que ele convive, apesar de não se dar bem com a ex e a caçula que é com a atual. Já levantaram essa hipótese, até mesmo a irmã dele, pois eu havia pedido pra ela batizar meu filho, mas ela falou com ele e desde então ele nem quer vê-la (ela, irmã dele, me contou isso). Mas pra mim isso é impossível e mesmo que seja uma verdade, não consigo conceber um pai/mãe ter 3 filhos e tratar um como se não fosse filho, bem pq eu SEMPRE tentei uma aproximação e então, qdo saiu a sentença do reconhecimento, pensão, etc (meu filho já tinha quase 4 anos, até então eu o criava sozinha) ele pagou uma pensão e foi na minha casa conhecer meu filho. Chegou sem avisar, eu não criei empecilho, deixei ele conviver... ele mesmo disse que a sensação é de que sempre tinha conhecido meu filho, pois eu sempre falei pro meu filho que o pai dele é maravilhoso, um ótimo pai, pois uma criança não precisa tomar conhecimento de determinadas verdades! E ele foi umas 3 vezes num período de 6 meses. A segunda vez que ele foi em casa, levou meu filho pra jantar fora, foram apenas os dois, nunca criei caso com a convivência. Porém, como não havia convivência e, entre as visitas, ficava um tempo mto longo de ausência, meu filho pediu pra ele levá-lo numa festinha de um amiguinho, mas queria que eu fosse junto. Eu sugeri que eu entrasse, desse uma voltinha na festinha e deixasse os dois lá, voltaria pra minha casa, mas a atual esposa dele ligou e ele comentou que eu ia junto. Foi aí que eles discutindo por telefone, ele simplesmente foi nos deixar na festa, mas no caminho, no telefone discutindo, correu feito louco, passou em lombada que se eu não estivesse no banco de tras com meu filho, ele teria se machucado e qdo chegamos no local, ele sequer deu tchau pro meu filho, saiu cantando pneus! No dia seguinte discutimos pelo telefone e foi aí que ele chamou a mim e a meu filho de merda, que a cidade que eu morava era uma merda, que minha casa era uma merda, etc, etc. Dificilmente vou forçar uma convivência com ele novamente, ainda mais com a esposa dele que comenta em redes sociais (eu tenho provas disso) que a filha dela tem apenas uma irmã, nada mais! Ano retrasado fiquei doente, fiz tratamento, mas não o incomodei, apesar de não ter ninguém pra ficar com meu filho, caso algo acontecesse comigo e há algum tempo passei mto mal, tive todos os sintomas de um avc, ninguém sabe do que é, mas também não o perturbei. Ou seja, eu fico no meu canto, criando meu filho quieta, mas ele sempre procura algo pra nos atingir... é mto esquisito! Pra mim ele nos odeia... enfim! A propósito, meu filho continua acreditando que o pai é o máximo! Nunca digo algo diferente! Obrigada pelo interesse no meu tópico... faz bem saber que alguém se interessa com boas intenções! Namastê P.S: Eu sempre trabalhei, ele contribui financeiramente, mas a parte maior SEMPRE foi minha! Nunca parei de trabalhar... nem doente.

MILANERS
Há 13 anos ·
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Pois é. Estes bostas de pais ainda tem gente que defende e tem coragem de te criticar. Olha do jeito que tu falou é até melhor que ele se afaste do teu filho pra ele não se decepcionar com o pai que tem.

Autor da pergunta
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Há 13 anos ·
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Oi Milaners, Sabe, eu concordo com vc, é até melhor ele ficar longe mesmo de nós... ele próximo só nos faz mal. Alguém comentou que um processo de danos morais seria mais um vínculo e, acho que essa pessoa acertou nesse ponto, acho que vou só fazer cumprir a sentença do plano de saúde e que se afaste novamente... é a melhor coisa que ele nos faz: ficar longe! Obrigada pelas palavras! Namastê

Flavinha2014
Advertido
Há 13 anos ·
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Milaner....

Esse bostas de pais...e como tem umas bostas de mãe em filha!! Um bando de mulherada sem ´principio que coloca filho no mundo de qualquer jeito...Vai no carnaval engravida,sai na balada nem conhece o cara e engravida,tem um relacionamento de 1 mês e engravida...aíi, quer que o pai ame incondicionalmente uma criança que ele só sabe que existe no dia em que nasce, através de um exame de DNA...Fala serio!!Não é o caso da Hleninha,mas o de muitas...funkeiras que vem aqui!! Eu não sei se os pais são uns bostas ou se está cheio de mulher vagabunda que não se presa e não pensa antes de colocar filho no mundo...tem muita mulher que usa o filho como uma desculpa para atormentar...eu sinceramente depois de trabalhar tanto com a psicologia de mães solteiras,passei a avaliar que 90% dos casos é pura demagogia e invenção de fatos de muitas mulheres que usam filhos para se vingar dos pais...

Renato
Há 13 anos ·
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Anela,

Houve um tempo em que estas pessoas falavam estas bobagens e eram recebidas quase que como santas. Fóruns como este servem exatamente pra isto, para que possamos ver como a sociedade evoluiu e se perceber, o número de pessoas que condena este tipo de atitude é muito maior do que antes.

Isto é ótimo porque nunca foi nossa intenção mudar a cabeça destas mães, elas jamais mudariam, mas sim, pressionar a sociedade para se posicionar contra isto. A mudança é demorada mas já há retorno. Em outros tempos ninguém questionaria isto, hoje, pelo que vemos aqui e na vida cotidiana estas senhoras não têm tido apoio.

Seguimos sempre mostrando a esta gente que filhos não são propriedade e vai chegar o dia em que este tipo de coisa vai acabar no Brasil.

Autor da pergunta
Advertido
Há 13 anos ·
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Obrigada pelos comentários Anela e Casado. Namastê

Esta pergunta foi fechada
Há 9 anos
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