Alarme perturba meu sossego
Olá, estou sofrendo com o alarme do vizinho que dispara sempre que é acionado e desarmado. Eu pedi para que o troquem mas o proprietário infantilmente insiste em tocá-lo mesmo assim. Considerando que o barulho é muito alto, ainda que toque durante um a dois segundos ( ou mais, dependendo de quanto o sujeito mantem o botão pressionado ), é suficiente pra me acordar. Por favor preciso de ajuda urgente, já procurei o código de posturas da minha cidade mas parece que o mesmo não funciona direito, penso que com um testemunho do fiscal em mãos eu possa conseguir uma autorização judicial para que o alarme seja aferido sem a intervenção e/ou dissimulação do proprietário já que o dispositivo é sensível ao toque, pois como o disparo é muito breve, torna-se inviável a medição pelo fiscal em rua. Isso seria possível? Me ajudem pois estou desesperado por não conseguir dormir após ser acordado e me sentir refém.
Tenho passado pelo mesmo problema. Algum vizinho (novo eu suponho, pois NENHUM outro morador da rua faz o mesmo com seu carro) deixa o alarme tocando várias vezes, aproximadamente 5 segundos mas incomodando, já que fica bem em frente da minha casa. E fica a pergunta que meio que já levantaram aqui: se o alarme toca o tempo todo, e o vizinho não vai averiguar a todo instante, ele não tem serventia, certo?
E ótima a resposta da Renata Oliveira. Imaginei algo assim, mas não saberia expressar tão bem. Mas antes vou perguntar pros demais vizinhos se o barulho não está incomodando eles também.
Mas eu quero dizer o seguinte: estes alarmes deveriam incomodar somente o proprietário. Se o proprietário está distante uma ou duas quadras do seu patrimônio, deve soar no máximo cinco minutos, isto porque se faz necessário tanto para a segurança do proprietário quanto para quem está próximo que é para este agir em sua defesa também e blá-blá-blá. Mas o ideal seria que o alarme, como eu já disse, disparar nos ouvidos do dono, ou seja, dentro da própria casa dele, afinal, o interesse em agir é dele e não vizinhos ou transeuntes. Ainda vem aqui uns advogados do diabo defender o indefensável.