pensao alimenticia a filho nao biologico

Há 12 anos ·
Link

quando me casei minha filha tinha 2 anos. ela é registrada pelo pai biológico que não tem contato e vive em outro estado. o meu marido quem a criou ate agora. ela tem 8 anos. ele esta se separando de mim e quer o divorcio, posso pedir pensão alimentícia mesmo ele não sendo o pai biológico? ja que ele quem cuidava e criava ela e ela a tem como pai e eles tem relação de pai e filha?

23 Respostas
página 2 de 2
Fátima Perestrelo
Advertido
Há 12 anos ·
Link

Só lembrando que na Ação de reconhecimento de filiação sócioafetiva, o pai biológico OBRIGATORIAMENTE deverá ser citado para responder a ação.

Elisete Almeida
Advertido
Há 12 anos ·
Link

Olá Fátima!

Antes que caia no esquecimento, continuo à espera de saber se, caso vc deposite o seu trabalho antes de mim, terei o prazer de ter uma cópia para que, se for o caso, possa citá-la no meu trabalho. Eu só tenho que depositar o meu daqui à dois anos e, em princípio, pedirei prorrogação por mais dois anos, pois ainda não consegui avançar quase nada.

Bem, quando me referi à união estável, quis apenas demonstrar que tanto esta relação como a relação socioafetiva paterno-filial, partem de um fato não jurídico, mas que ambos, para que possam entrar no mundo do direito, requerem um reconhecimento jurídico, pois, sem isso, não é possível solicitar pensão, reforma, etc. Portanto, não estava a referir-me à possibilidade de pedido de reconhecimento de UE da consulente para posteriormente solicitar a filiação e consequente pensão, apenas fiz uma comparação de uma coisa com a outra.

Como não estou no Brasil, e o país onde vivo é biologista em matéria de filiação, busco artigos no IBDFAM sobre o meu tema, mas tenho que trabalhar a matéria dentro da realidade do país onde escrevo e onde vou apresentar a tese. Por outro lado, não me fio muito por jurisprudências, leio alguns relatórios, dos quais destaco Nancy Andrighi, por quem tenho imenso respeito pelo raciocínio jurídico que desenvolve, porém, infelizmente, sinto, e posso estar muito enganada, que jurisprudência no Brasil é igual tendência de moda, pior, às vezes mal fundamentada do ponto de vista jurídico.

Dito isto, gostaria de apreciar o seu raciocínio particular, sem influências de jurisprudência ou tendência doutrinária. Por exemplo, sabemos que Paulo Lôbo, autor que admiro bastante, trabalha o afeto como princípio jurídico; porém, por melhor que seja a explicação do autor, eu ainda não consegui enxergar o afeto de forma tão objetivada ao ponto de tê-lo como um princípio jurídico. Mas esta é a minha opinião particular, por enquanto sem grandes influências.

Ou seja, e fugindo do tema, quando me falam em princípio jurídico da felicidade, não consigo pensar em outra coisa senão no "Panpricipiologismo e o Sorriso do Lagarto" referenciado por Streck num artigo.

Se vc não se importa, vou pedir amizade no face, ok?

Abraços

Fernanda Santos
Há 9 anos ·
Link

Queria tirar uma duvida!! Meu noivo paga pensão, mas fez o exame de DNA e soube que não é o pai biológico, só que ele quer continuar ajudando na crianção do filho, ele queria saber se pode reduzir a pensão??

Esta pergunta foi fechada
Há 8 anos
Fazer pergunta semelhante

Leia seus artigos favoritos sem distrações, em qualquer lugar e como quiser

Assine o JusPlus e tenha recursos exclusivos

Economize 17%
Logo JusPlus
JusPlus
de R$
29,50
por

R$ 2,95

No primeiro mês

Cobrança mensal, cancele quando quiser
Assinar
Já é assinante? Faça login
Faça sua pergunta Pergunte à maior rede jurídica do Brasil!. É fácil e rápido!
Colabore
Publique seus artigos
Fique sempre informado! Seja o primeiro a receber nossas novidades exclusivas e recentes diretamente em sua caixa de entrada.
Publique seus artigos