Estado de Direito?
Olá, por favor alguém poderia me explicar com palavras simples o que de fato significa Estado de Direito?
Podemos falar de três tipos fundamentais de poder: A espada, o dinheiro e o conhecimento.
Ao longo da história podemos observar Impérios riquíssimos serem destruídos pela força da espada, no entanto, quem dava a estratégia era quem dominava o conhecimento.
Mesmo quando vemos na voz de comando: "queremos pão, queremos pão, queremos pão!", quem vence não é quem grita.
Citando: "Cirus IV 27/01/2014 15:26 O (des)Pensador: "Querem mudar? Então digam COMO MUDAR e, sob quais FUNDAMENTOS."
Pessoas como você teria que estar ajudando os políticos a fazer boas leis, por que em matéria de legislar eles são uma bosta, então seria lógico pensadores e bons juristas assessorar os políticos, que vc acha?
Ademais quem mais entende dos problemas e a devida solução são pessoas como tu, ô brutus, e quer que euzinho diga como mudar e fundamentar?
Será que é preciso dizer para um pessoa do seu quilate a situação que povo brasileiro vive. A distância que há entre eleitor e eleito? eu acho que não e sabe por que: sua frase te condena: "Quem quer mudar..." Pois é você não que mudar porra nenhuma. E a razão é muito clara."
Ah, tá. Agora entendi. O Sr. deseja uma mudança, mas não quer colocar a mão na massa. Faz parte da enorme legião dos que querem que mude, contanto que seja outra pessoa (ou outros) a mudar. Pimenta nos olhos dos outros é... bom deixa pra lá.
É muito mais fácil exigir mudanças, sem dizer o que se quer mudar, nem como mudar; ademais, se não ficar bom depois da mudança sempre se pode criticar novamente.
É este comportamento permissivo que emperra qualquer idéia de mudança. É o famos eu quero chegar no topo da montanha, contanto que outro carregue o fardo da mudança; eu quero apenas apreciar a vista e, se demorar eu reclamo.
Ora, quem deseja mudar é quem deve mexer o quadril. Não foi este que agora está postando que veio reclamar do estado das coisas e exigir mudanças. Ademais, a batalha dos teóricos é na composição do caminho do direito através do questionamento. Não damos a mudança, mas sim os instrumentos para que as mesmas possam acontecer. Somos o reduto da racionalidade humana em tempos de barbárie (de todos os lados diga-se de passagem, dos que querem mudar e dos que querem manter). A ratio de um direito através de seus interlocutores (juristas) é que permite em última instância que, o desejo de mudança (ou não) não descambe em barbárie.
E não adianta culpar a lei. A culpa não é do sistema legal (por mais que existam leis sofríveis). Existe uma Lei que diz: Matar alguém e, comina determinada pena. Ora, esta Lei não é boa ou ruim; é apenas um limite de conduta. Continua-se matando. E vai dizer que a Lei é ruim? Ah, mas a LEP é ruim patati patatá. Então aumentar as penas ou a severidade no cumprimento é o caminho? Como responder a isso? igual a bater um pênalti? vai no chute?
O problema social ninguém quer resolver não é mesmo? reclamamos do governo, mas ai de quem vier tirar um real que seja nosso. Sabemos bem fazer a conta de somar e multiplicar; mas dividir ou subtrair nem pensar.
E no meio desse fogo cruzado a culpa é do direito, das leis. Ah, ia esquecendo... a culpa é dos danados destes juristas que só ficam falando, escrevendo...
Nem sei pra que pensar, ficar refletindo; o negócio é fazer o que dá nas ventas... aí vai ficar bom.
Saudações,
olha a cocada, olha o vatapá, olha o manjar, olha o acarajé, Elisete Almeida é isso que eu faço o dia todo, vendo iguarias deliciosas, não me culpe por dizer o que me pediram para dizer: Bartolo: "os meros juristas são puros asnos", eu nem sei quem é esse baitolo do Bartolo mas devia saber o que estava falando, principamente as pessoas que lhes mandaram o recado. Mas vamos falar de carnaval e comida, vi emn um de suas postagem que é cozinheira, puxo trabalho com comida tabém, nosso carnaval ta bombando, já foi dado o pontapé inicial aki na bahia e gostaria de saber se dá pra você me arrumar um condimento que só encontra ai na zoropa, portugal né que ce mora, pois é, é um condimento a base de peixe e chama GARUM, voce conhece? Puxa se puder quebrar esse galho passo meu endereço aqui neste tópico e você me passa o valor e conta que deposito.
elisete me mata uma curiosidade, como você tem tanto tempo para ficar aqui batendo papo, e a cozinha? eu não tenho tempo pra nada será que cozinha mesmo?
Adriano;
Se vendes iguarias baianas, procure se especializar em divulgá-las, ao invés de ficar repetindo frases que vc, pelos vistos, desconhece o sentido.
Aliás, me desculpa a sinceridade, mas "eu nem sei quem é esse baitolo do Bartolo mas devia saber o que estava falando, principamente as pessoas que lhes mandaram o recado." não sabia que vc era garoto de recado, mas até para dar recado é preciso ter postura.
Quanto ao «garum» procura num motor de busca o que é, pelo o que li, creio que possa encontrar os ingredientes no Brasil para confeccioná-lo.
E não, não cozinho, seria uma burrice uma mulher entrar numa cozinha sendo que o homem cozinha muito melhor do que ela.
Em falar em comida, tinha uma baiana que vendia cuscus com leite condensado na praia que era um espetáculo! Que saudade!
Cumprimentos
Talvez O Pensador seja um JESUÍTA, então esta é para você:
Ao sábado: momento quase filosófico «Sem dúvida nenhuma, a estrela da filosofia no século XX foi a linguagem. Muitos filósofos insistiram até à saciedade em que nós, os falantes, não somos donos da linguagem, antes estamos sujeitos a ela. No entanto, mesmo que seja verdade, no sentido em que só podemos dizer aquilo que a linguagem nos deixa dizer, o certo é que também há um uso persuasivo da linguagem, de tal modo que é possível usar a linguagem para influenciar o próximo e conseguir os nossos propósitos. Um exemplo dessa utilização persuasiva desponta na seguinte história que, com diferentes variantes, aparece tanto na tradição indiana, como na japonesa, como na europeia. Na versão europeia, o protagonista é um jesuíta, já que os membros desta ordem tinham fama de ser especialmente astutos e sibilinos. É assim: Dois sacerdotes de ordens distintas, ambos fumadores inveterados, foram falar com o papa e consultaram-no sobre se lhes seria permitido fumar enquanto rezavam a Deus. Em primeiro lugar, um deles falou com o papa e perguntou-lhe se podia fumar enquanto rezava, recebendo da parte de Sua Santidade um redondo não, mais uma severa reprimenda. Chegou então a vez do segundo sacerdote, o jesuíta, que formulou a mesma pergunta ao papa, com uma ligeira diferença. — Também se aborreceu contigo? — perguntou o outro sacerdote, quando o viu sair da entrevista. — Pelo contrário, ficou muito contente. — Mas tu perguntaste se podíamos fumar enquanto rezamos? — Sim, só tive de mudar um pouco a ordem das palavras: perguntei-lhe se podíamos rezar enquanto fumamos.» Pedro González Calero, A Filosofia com Humor.
Elisete quer melhor do que fiz para divulgar meus produtos? o modo mais antigo da humanidade para divulgar suas mercadorias na rua é em alto e bom tom chamar os fregueses e mencionar seus produtos, ou desconhece isto, já que trabalha em um restaurante mas não é cozinheira deve pelo menos saber algo+ do ramo, ou não?
Quanto ao condimento garum você, como esperávamos, desconhece completamente acerca do mesmo e não preciso ligar motor de busca para te informar, é de graça viu, que este condimento era feito em Catargo, hoje Tunísia e era muito popular em Roma antiga, hoje já não se faz mais este condimento. kkkk.
Na minha barraca vem muita gente graúda Dr. Elisete e sou sim garoto de recado desta gente que, repito, não quer apareçer, portanto: " não sabia que vc era garoto de recado, mas até para dar recado é preciso ter postura.
Ok vou reformular: eu nem sei quem é esse Bartolo mas deveria saber o que estava falando, principalmente as pessoas que lhes mandaram o recado sabe o que isso significa para vocês.
Melhorou.
abraços.