Visita da minha filha acabou na delegacia-FINAL QUASE FELIZ

Há 12 anos ·
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Tenho uma audiência na quinta de conciliação sobre divorcio/regulamentação de visitas/pensão (minha ex entrou com o processo sem a minha permissão). Sera que o fato de eu nunca ter dado pensão pesa contra mim na hora da visita? Ja sei que não vai haver acordo em relação as visitas porque a mãe não quer que minha filha venha passar o dia na minha casa alegando que nunca convivi com ela (verdade) e que a menina mama nela (verdade também). Mesmo sendo verdade acho que não é justificativa pra criança não ficar algumas horas comigo nem que seja no intervalo da mamada. A mãe disse que vai pedir um tempo de adaptação primeiro, ela sempre me chamou pra ir ver a menina mas como tinha que ser na presença dela eu não fui. Enfim, ja que não vai haver acordo o juiz já pode me dar o direito de pegar minha filha amanha mesmo? ele vai dar seu parecer ou vou ter que ficar nessa situação ate ter outra audiência? sera que a mãe consegue esse tempo de adaptação? A minha bebe tem 7 meses de idade e é lactante.

82 Respostas
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Hedon
Advertido
Há 12 anos ·
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Pensar na criança é se ajoelhar ao disparate que não está na lei, mas em nossos magistrados que preconizam o supremacia materna, num abuso total contra as leis e a dignidade humana?... Toda essa coisa de que a criança é mto nova não passa de sandices! Muito nova só pra conviver com o pai????? Isso sem falar na guarda, que na lei consta igualdade de condições entre pai e mãe, mas na prática é um massacre, o pai que pede a guarda só falta receber o certificado de louco, nem se quer isso é cogitado, a não ser que a mãe seja drogada ou maltrate a criança. Se curvar a esse endeusamento materno não é pensar na criança, mas contribuir para um mundo injusto e insano.

Renato
Há 12 anos ·
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Hedon e Terezza,

Muito obrigado pelas palavras. É por conta de pessoas como vocês que me disponho a dar a cara para bater em casos como este. Discutir certos "pilares" do Direito é uma tarefa dura, afinal quem não consegue derrubar seus argumentos, via de regra atacam sua integridade, te chama de louco, te acusam de odiar as mulheres, enfim, não faltam adjetivos contra mim, contra os meus argumentos, silêncio.

Saudações.

Renato
Há 12 anos ·
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Juliano,

Não se irrite com o skyeverest. Se trata de uma pessoa culta que domina o idioma e que, acima de tudo deixa óbvio que se preocupa e muito com as crianças (sem nenhuma espécie de ironia). Participações como a do Sky me mostram que a organização criada para impor uma supremacia feminina é de longe a mais sofisticada da história humana. Sim, porque imprimir na cabeça de um iletrado aspirações bizarras é fácil, na cabeça de gente culta como sky é coisa de gente competente.

Ele ou ela (não sei o sexo) ainda não sabe mas segue exatamente o rito quisto pela horda espancadora da moral masculina. Aquela gente tem um modus operandi e uma cartilha que funciona assim, primeiro argumentamos, se as pessoas se calam, opa, vencemos, se apresentam argumentos fortes, mudamos os argumentos, claro, nos calando sobre os primeiros. E assim seguimos, sempre, sem nunca darmos o braço a torcer porque não nos interessa achar o problema, não queremos cortar a árvore, apenas seus galhos.

Enfrentar o problema real, de frente e com coragem é pra poucos, cortemos as árvores e vou demonstrar como isto é feito:

Primeiros argumentos:

"Como ele ainda é muito novinho tudo é novidade e muita coisa pode impactá-lo negativamente."

Provei que na vida quotidiana as crianças convivem rotineiramente com pessoas estranhas e suportam isto muito bem. Digo mais, quanto mais jovens, mais preparados pra isto. Com 5,6 anos é possível que desenvolvam algum medo, com meses de idade isto não existe. Padrastos, manicures, pedreiros, leiteiros, babás, toda esta gente sempre se dá bem com recém nascidos. Via de regra, recém nascidos sorriem e vão com todos, até porque não sabem quem é tio, avó, primo, irmão.

"Percebe que a genitora de seu filho agiu dentro do bom senso????"

Bom senso? Nem o sky acredita nisto e como ninguém disse nada, ficou o dito pelo não dito. Provei que ali tinha tudo menos bom senso, então ele mudou o discurso e a mãe deixou de ter bom senso, mas perceba que agora, a falta de senso é de ambos, dela somente, nunca:

"Vc e a mãe de seu filho estão apenas tornando mais dificil a vida dessa criança.

Perceba que é quase um sacrilégio dizer algo contra a mãe sem incluir o pai no pacote.

Agora o business, se a mãe errar não debatamos o erro dela, sejamos mais, como eu vou dizer.... maleáveis, afinal entender as mulheres é coisa de gente altiva.

"Se a sua ex é neurótica e tem super ciume da criança e não quer ver a sua namorada perto da criança, seja vc o adulto e evite nesse começo levar sua namorada."

Captou? Sky até reconhece que a mulher pode ser neurótica mas ainda neste caso a culpa é sua e já busca uma maneira de por a culpa em quem sofre com a neurose da mulher. Debater sobre a neurose da mãe e os meios de acabar com isto é derrubar a árvore e lembre-se que queremos só tirar os galhos, ou seja, não queremos resolver o problema, queremos transferir a culpa do problema pra quem não tem nada com isto.

Não que eu seja contra relevar uma série de maluquices que mulheres fazem na maternidade, até acho louvável quem o faça e eu mesmo cheguei a fazer, o que me espanta é que seja tão natural desconsiderar os erros como se fosse uma espécie de efeito colateral da maternidade.

E porque estas mulheres se sentem livres pra fazer tudo isto? Exatamente pelos motivos que vimos aqui. Imagine se os assassinos fossem excluídos do debate sobre homicídio, se os estupradores fossem vítimas, se os sequestradores fossem vítimas? Imagine se fossemos buscar que a vítima tivesse que "entender" os caras?

Há vários relatos de gente que perdoou seu algoz e acho lindo este desprendimento, só que as pessoas não são obrigadas a ter sangue de barata. Enquanto a imensa maioria da sociedade continuar buscando defeito na vítima e exigindo que ela seja mais amena as que fazem isto seguirão deitando e rolando.

Saudações.

Autor da pergunta
Há 12 anos ·
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Minha ex acabou de me mandar uma mensagem dizendo que entrou com o pedido de ordem protetiva pra ela contra mim. Disse que nao quer eu perto dela.Que posso passear com a bebe e minha atual so que ela não quer estar por perto porque eu maltrato ela etc etc etc e varias babozeiras, que nao vai ficar sozinha comigo e minha atual, que só ficaria se o pai dela pudesse estar junto pra ela se sentir mais segura. Falou que eu posso ver a bebe quando eu quiser com previa combinação, que ela vai contratar uma babá especialmente pras minhas visitas/passeios ate que tenha a audiência final e tudo fique resolvido. ela disse que como nao tem nada decidido judicialmente ela fica com medo deu pegar a bebe e nao querer devolver como combinado e disse que o passeio so pode durar umas 3h por causa da amamentação. não quero ceder pra mim ex. o que faço? odiei essa historia de baba. estou com medo de sumir da vida dela ate a audiencia e depois ela falar que eu nao vi/sai com minha filha porque eu nao quis. o que a juiza acharia dessa historia? o que aconteceria se eu pegasse a bebe e nao devolvesse na hora que ela mandar,se eu deixasse a bebe dormir la em casa,desse mamadeira e depois devolvesse pra mae no outro dia?? mamadeira um dia nao faz mal.

SkyEverest
Advertido
Há 12 anos ·
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"não quero ceder pra mim ex. o que faço?"

O que vc não quer ceder para a sua ex??????

A justiça já determinou que vc PODE sair a passeio com seu filho sozinho??? R: NÃO!!!!!! A mãe libera SE ela quiser.

Ela por acaso está embairrerando suas saídas???? R: NÃO !!!!!!!!!!!!!!!!

Então, o que vc não quer ceder a mãe da criança????????

Vc tem ido ao encontro da criança? R: NÃO!!!!!!

O que o juiz vai pensar sobre isso??? R: Que vc coloca sua vaidade e orgulho acima de seu filho, seu relacionamento com seu filho é menos importante que vc vencer a disputa com a ex, é menos importante do que ter razão.

Agora eu é que pergunto: O que vc acha que a justiça considera mais importante quando se trata de guarda e visita a criança?????? Os direitos dela, ou o direito dos "adultos" que a fizeram???????

pensador
Advertido
Há 12 anos ·
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Devo discordar do ilustre Dr. Renato.

O consulente claramente demonstra uma dificuldade com a intersubjetividade, utilizando frequentemente argumentos de poder.

Que há conflito, disso não restam dúvidas. Porém o consulente está a dificultar imoderadamente qualquer tentativa de composição. O judiciário não faz milagres (não chega nem perto disso), numa separação a criança tem que ficar com alguém. É uma lei da física, o direito pode pouco fazer frente a isso. Ah, pode ficar uma semana com um e outra semana com o outro; pode, não sei se é o ideal mas em tese tudo pode; pode ficar com o pai; pode ficar com a mãe. Conversando tudo pode. Morder a genitora não pode; nem de leve.

SkyEverest
Advertido
Há 12 anos ·
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O consulente demonstra é um forte traço de infantilidade, isso sim!!!!!

O cara chegou a morder (de leeeeeve!!! disse ele, deve ter sido um carinho, ou daquele que se faz para seduzir) a mulher na discussão, em frente a criança!!! Mostrando a criança seu grau de descontrole!!!! Tudo por causa da cadeirinha!!! Q q isso!!! Q pessoa sem controle!!!!

Pai Gente Fina
Advertido
Há 12 anos ·
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Nem escrevo mais nada.... vc soh faz cagada!

Pai Gente Fina
Advertido
Há 12 anos ·
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Cara, antes de procurar um advogado, procure um psicólogo.

Vc não quer ser pai, vc quer GANHAR UMA BRIGA.

nevS
Há 12 anos ·
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"não quero ceder pra mim ex. o que faço?"

Não é questão de ceder para sua ex. Não se trata de uma batalha entre duas pessoas, se trata do melhor interesse de uma criança, SUA criança.

"Busquei minha ex e minha filha e fomos ate o shopping e la minha atual namorada estava esperando pra ver minha filha"

Obviamente não falou sobre isso anterior ao "passeio", não que importa muito, mas o bom senso diz que teria que avisar.

"xinguei ela de vadia"

"empurrei ela pra pegar o bebe conforto da bebe"

"pisei do pé dela"

"segui ela no shopping ate a saída e tentei ficar com minha filha ai ela chamou a policia

"tentei pegar o bebe conforto da mao dela e meio que mordi a mão dela"

Voce me parece o tipo de pessoa por causa do qual existe a necessidade de medidas protetivas e a própria Lei Maria da Penha.

Não se morde mulheres, não se pega bebeconforto da mão de ninguém, especialmente com bebe dentro (espero que isso não foi o caso).

"Falou que eu posso ver a bebe quando eu quiser com previa combinação, que ela vai contratar uma babá especialmente pras minhas visitas/passeios ate que tenha a audiência final e tudo fique resolvido"

Voce tem sorte que tens uma ex mulher com bom senso que pensa no melhor interesse da bebe dela, pois muitas não iam lhe oferecer isso.

Paula Cristina Oliveira
Há 12 anos ·
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Estou vivendo exatamente a mesmíssima situação só que nesse caso eu sou a Mãe e meu bebê tem 9 meses. Meu ex marido faz exatamente a mesma coisa que você mas com a diferença que não chegamos no juiz ainda. Sabe o que vc ganha com isso? NADA! Vc não pode imaginar tudo que já perdeu no desenvolvimento dessa criança e essas suas negativas irão atrasar ainda mais o convívio com esse bebe. Vc sabia que se a criança não conviver com vc até ela completar um ano, ela vai reconhecer vc como e pai vai te amar, mas não verá em vc a figura masculina e paterna que uma criança necessita. Entendo perfeitamente sua ex pois eu também acho justo esse período de aproximação da criança, pq vcs pais q não convivem amam seus filhos, mas não sabem de fato como que é o dia a dia, levar a criança e largar no seu colo, na sua casa para vc é algo normal, para a criança não, não perceber a mãe a sua volta pode parecer o fim do mundo e qualquer mãe faria isso!

Hedon
Advertido
Há 12 anos ·
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Essa coisa de que a criança depende da mãe é a maior sandice que pode existir! Não passa de lenda, a criança só é dependente da mãe enquanto mama, e mesmo assim se tiver uma mãe de leite, nem isso... Criança precisa de ser bem cuidada, não importa sexo. mas criou-se um monte de lendas das mamães completamente insanas! Essa coisa de tempo para adaptação é insano e criminoso! Crianças ficam em creche, escola, com babás, td sem período de adaptação, mas com o pai... Aposto se a mãe arrumar um novo companheiro não vai ter período de adaptação! O pior é que a Lei não diz nada disso, mas criou-se dentro do judiciário essa corrente anti- pai, uma das coisas mais desumanas que já vi oficialmente...É como se fossemos de uma casta inferior...

Renato
Há 12 anos ·
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Meu caro O Pensador,

A discordância e os bons argumentos já me fizeram mudar de opinião por diversas vezes em vários assuntos e ao contrário do que alguns pensam, isto não me diminui, me faz grande. Sempre que alguém me mostrar argumentos melhores que os meus terei orgulho em mudar meu posicionamento. No caso, teimo em dizer que você não discordou de mim.

Não que seja o seu caso e eu sei que não é, mas conheço o debate e sei bem como funciona a "dança" da enganação. Haverá quem use suas palavras para "questionar" o que eu disse e isto seria um engodo. Não discordamos em nada, com uma diferença, eu abro o debate para se aludir aos erros da outra parte, senão vejamos:

Eu disse que a conduta de não ceder só trará problemas, eu disse que não ceder implicará em afastamento do filho, eu disse que eu mesmo já cedi há anos quando tive problemas deste tipo.

Apenas ressaltei e torno a ressaltar que esta omissão generalizada quanto à conduta da mulher é triste. Triste porque não busca resolver o problema e sim, obrigar alguém a ser benevolente como se isto fosse uma obrigação da vítima real.

Quem iniciou o problema foi A e tentam compelir B a ceder imputando-lhe pechas estranhas a quem é vítima.

"ah, mas ele mordeu, empurrou, tirou o bebê conforto à força". Eu também disse que isto é errado e que não deveria nunca ter sido feito. Ressaltei apenas que as vítimas costumam ter reações diferentes (muitas destas reações são vingativas) e mostrei que isto é normal (não disse ser aceitável, ou que se deva fazer) quando se é vítima e se descobre que o Estado protege o culpado.

Pior, quando se descobre que a sociedade foi tão manipulada a ponto de crucificar a vítima, esta (a vítima) tem a sensação de que a conduta errada não terá punição e é estimulada pela impunidade e pela defesa de quem a pratica.

A tal "fase de adaptação" é um embuste, uma trampa, uma rapineira forma de abrigar o culpado e punir a vítima. No mundo real, longe da militância desqualificada e dos papagaios de pirata que repetem o que o mestre mandou as crianças não têm fase de adaptação com nenhum ser vivo deste planeta a não ser com o "pai que esteja separado da mãe".

Não há adaptação à escola, à creche, ao padrasto, ao vizinho, ao assistente social, ao psicólogo, ao padeiro, ao verdureiro, ao vô, ao primo, enfim, não há fase de adaptação e até entendo que alguém tenha sido manipulado por este discurso capenga, mas qualquer ser racional que venha apensar sobre isto e que não esteja comprometido com uma causa feminista ou que não tenha vergonha de reconhecer que errou, verá que isto é uma asquerosa forma de ratificar o senso de poder materno.

Desafio a estes que são tão ases em apontar o dedo para o consulente a nos mostrar quem mais no planeta necessita de adaptação para estar ao lado de uma criança. Isto é uma esparrela abençoada como se verdade fosse.

Tudo, tudo, tudo que está sendo discutido aqui não existiria se a sociedade semi letrada pusesse ao menos dois neurônios pra raciocinar. Se não fosse permitido que a mulher que a mulher fizesse do seu filho uma bolsa e o deixasse com quem quiser sem adaptação e tivesse o poder de vedar o acesso do pai acobertada por esta idiotice de fase de adaptação o consulente não estaria aqui, muitos dos casos judiciais não existiriam e mais, mutias agressões e mortes também não.

Os caras agridem e matam porque o Estado acoberta esta insanidade. Repito que sou contra isto, mas não sou idiota de exigir sangue de barata das pessoas. Se um destes que que se arvoram em acusar o consulente descobrisse que o Estado criou normas que permitem que um professor espanque seu filho e que ele, juridicamente nada pode fazer, queria ver exigir sangue de barata e seguir as leis.

Saudações

Tabatah
Há 12 anos ·
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Resumindo: ou esse Juliano é fake ou ele não gira bem. Está numa disputa de cabo de guerra com uma pessoa sensata (a mãe), "por orgulho, vaidade ou sei lá o que". Não é simplesmente um juiz que diz que a criança é muito nova para pernoitar na casa dele. São estudos de profissionais que isso atestam, pq a criança não o conhece, pq é lactante etc etc etc. Ele quer pegar a criança e levar para dormir na casa dele sem dar satisfações à mãe: a única coisa que vai conseguir é mais confusão e certamente essa mãe não o deixará mais vir a criança até a decisão judicial final. E esta com certeza, não alimentará as sandices desse cara. Já penso que a mãe deve ser mais "dura" em suas decisões, pq já não creio ser saudável a convivência de um cara com esse tipo de personalidade com uma criança tão pequena. Imaturo, inconsequente.

Lilian1
Há 12 anos ·
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Gente qual o problema de um bebê de 7 meses ficar sozinho com o pai. Com o pai não pode mais com a babá sim, filho não e propriedade de mãe não, ate pq a mãe não fez filho sozinha. Meu filho desde que nasceu e mais apegado ao pai, eu so existo pra ele por causa do peito, se nao fosse isso ele nem lembraria que tinha mãe. Ainda bem que nasci mulher pq se fosse homem e acontecesse isso comigo, simplesmente iria viver a minha e esquecia que tinha filho, ninguem merece ter que ficar mendigando pra conviver com o filho. Se nao me engano foi lançado uma campanha pai presente, mais essa campanha so vai ter sucesso quando os juizes, ministerio publico, advogados pararem de colocar os pais como vilões e as mães como as coitadinhas da estoria. Ate pq ter um nome na certidão de nascimento não faz de ninguem pai.

Hedon
Advertido
Há 12 anos ·
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Tabatah, vc é só um papagaio imitando uma fala insana e imbecil... Que estudos são esses??? Eles não existem!!! É tudo conversa fiada! Isso não existe, qualquer um com o mínimo de capacidade de raciocinar (bastam um par de neurônios) vê que isso é totalmente sem lógica! A criança vai estranhar dormir em ambiente diferente? Pode, e daí???? vai estranhar os primeiros dias; se estranhar... tem muitas que nem estranham. Não existe essa dependência da criança em relação a mãe! Não existe!!!! O que existe é a dependência de ser bem cuidada, se a mãe morrer a criança não morre! Muito nova só pra conviver com o pai separado da mãe??? Pra ficar com a avó, com a irmã, com o namora ou marido da mãe td bem... mas pra ficar com o pai td é empecilho!

advogado novato
Advertido
Há 12 anos ·
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Os argumentos do sr. Renato (apesar de alguns exagerados na minha opinião) são pertinentes, é fato que a sociedade demoniza o homem/pai quando se trata de separação judicial, pensão e visitas. O pai é sempre visto como um incompetente, incapaz. Só é competente para pagar pensão, aí não se discute, e de preferência o valor referente aos 33% do salário sem analisar a real necessidade deste valor.

Mas uma coisa é clara aqui: o autor do tópico é infantil e orgulhoso. Ceder um pouco (isso mesmo, um pouco, pois foram feitas VÁRIAS propostas à ele e nada está bom) não significa que você está sendo submisso.

Ceder faz parte dos relacionamentos saudáveis, senão não é um relacionamento saudável. Hoje um cede, amanhã o outro, um cede menos, outro mais, aí vai do juízo, paciência e maturidade de cada um.

Pai Gente Fina
Advertido
Há 12 anos ·
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Advogado novato, concordo plenamente com vc!!!

Não há nada demais em cuidar de um bebê por algumas horas....

Mas as atitudes do cidadão são compatíveis com quem quer ganhar uma disputa e não de quem está se importando em se fazer pai!

Julianna Caroline
Há 12 anos ·
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Sabem o que eu acho engraçado disso tudo? É que um bb de 4 meses pode ficar em mãos alheias em escolinhas e creches pra mãe voltar a trabalhar, mas numa disputa por visitas e convivência uma cça de 7 meses não pode ficar uma noite com o pai. Evidente que eu não concordo com isso, e nos meus pareceres sempre me posicionei a favor de quanto mais cedo começa a convivência melhor, mas quando eu respondo aqui, me baseio no que infelizmente ainda a maioria dos juízes que pegam um caso desses pensa: Adaptação. Uma coisa chata, que não se baseia em estudo coisa nenhuma, pois na hora de ficar na creche larga na mão das tias e adeus, e a cça pode estufar o umbigo de chorar que a mãe precisa deixar pra trabalhar. Adaptação se faz quando a experiência envolve o desconhecido, e pra mim pai nunca é um desconhecido, mesmo que a cça não o conheça, é pai, metade da carga genética é dele tbm, é sangue dele, é carne dele. Estranhos sãos as tias das escolinhas. Já que querem falar em período de adaptação, que determinem que o pai veja a cça por horas diariamente durante 7 dias sem interrupções, e depois dessa semana, estariam livres pra passear e pernoitar. Em 7dias se acostuma com a cara do sujeito. Nas primeiras horas pode ser que chore, mas passa e acostuma-se.

nevS
Há 12 anos ·
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A criança nasce. Não sabe do pai, da mãe e sequer sabe do mundo. Assim que nascer tem que se adaptar ao ar que tem que respirar, ao fato de tem que fazer coco. Tem que se adaptar a mãe, que talvez reconhece pela voz, mas não pelo cheiro ou pelo olhar. Tem que se acostumar ao pai, se este é presente.

A vida de bebê é só adaptar. Adaptar a vida, adaptar a leite, a água, ao sol, à noite, pouco diferença faz se também tem que se adaptar ao pai depois alguns meses se este não for presente desde o início.

Se pode largar no creche, pode deixar com o pai. Aliás, ficar com o pais é provavelmente menos estressados do que ficar na creche, que tem vários crianças chorando.

Eu foi pai de novo no mês passado e sei que minha filha ainda está se acostumando comigo. Pouco diferença faz se a minha esposa está presente ou não. Com ela presente provavelmente é mais difícil, pois imagina o que acontece se chorar...

Mas isso não faz com que o consulente agiu certo.

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