Sobre a pernoite e visitas
minha filha tem 11 meses e agora entrei na justiça pra ter a guarda e o pai dela visitar de 15 em 15 dias , a advogada disse que começa a ter pernoite apartir de 3 anos, queria saber se eu insistir consigo estender por mais tempo uns 4 ou 5 anos. e quais sao as chances de conseguir ou nao, por ex; teria algum argumento o juiz usar pra nao aceitar a pernoit apos os 4 ou 5 anos. e referente as visitas como posso estar fazendo, os horarios e dias porfavor ajuda rs
Eu ouvi isso na defensoria. Que o Juiz não pode não conceder a guarda compartilhada devido eu não ter uma boa relação com a mãe do meu filho. Também ouvi que difícilmente un juiz concede pernoite antes dos 3 anos. E mais quantos foi fixada a pensão a conciliadora diase que eu so ia poder levar meu filho depois de 5 anos
Pois eu ouvi isso do próprio defensor o qual desconversou e não colocou o meu desejo de guarda compartilhada no pedido de regulamentação de visitas pq nem pedido especifico para guarda compartilhada eles tinham. Ouvi diversos achismos sem fundamentos. Ate registrei aqui neste topico jus.com.br/duvidas/591914/defensoria-publica-negligencia-ou-respostas-prontas?page=1#answer_1238755
Infelizmente não Dinahz, o mesmo rebatia meus pedidos com argumentos bem ultrapassados como por exemplo que que Juiz nenhum vao tirar um filho de uma mãe, que pra guarda compartilhada é obrigatório a alternância de lar, que se a mãe do meu filho quiser se mudar de estado com ele de nada posso fazer. Que o juiz não vai permitir que a criança menor de 3 anos tenha direito a pernoites. E a mãe do meu filho não aceita então preciso da guarda compartilhada judicialmente, ela me nega informações basicas sobre meu filho. As respostas dela são sempre. Ta bem sem novidades.
João
Lamento informar que recebeu informações atualizadas, exceto quanto a alternância de lar.
Talvez ele quis dizer que alternância de lar só é possível quando os pais são amigos e moram perto.
Tudo continua igual, o que deve mudar é o comportamento dos pais para aprender criar os filhos juntos mesmo vivendo separados.
Não corra atrás do prejuízo, é cansativo, caro e desnecessário. Jogue o lenço branco e chame a mãe da criança para uma conversa amigável, para o bem da criança e dos pais.
Não pense que terá uma sentença atendendo seus desejos, caia na real, leia, converse, consulte, coloque-se no lugar da mãe e reflita.