PERÍCIAS MÉDICAS DO INSS
È lamentável ouvir e acompanhar a todo momento acusações alarmantes, tendenciosas e simplistas, dirigidas aos contribuintes da Previdência Social quando sob cumprimento da autarquia às obrigações ao Auxílio-Doença, Auxílio-Acidente e Aposentadoria por Invalidez.Cidadãos incapacitados para o trabalho são usados como bode expiatório, ocultando a deficiência tecnico-administrativa, adjetivados de forma pejorativa "preguiçosos, mentirosos, oportunistas etc.... e em moda agressores de médicos, novo artifício a conquistarem para entregar laudos ilegalmente, por terceiros ou pelo correio.
Sem generalizar, é reconhecido que a "qualidade de atendimento e serviços" dos funcionários e médicos é abusiva, ferindo os preceitos da dignidade de qualquer pessoa normal. Se há desequilibrio, é mais uma amostra de falta de competência ao atendimento publico. É tanto abuso na área de relações publicas que nestes setores onde ocorrem manifestações extremas de desagrado por alguns segurados: amostras que são ostentadas pelos peritos como troféus de submissão e sofrimento.
Trabalhadores fragilizados, acusados sem critério como responsáveis e culpados pelas reveladoras estatísticas da Previdência, normalmente incapazes de se defender dos ataques de "maus" perítos, que negam encarar a realidade e suas obrigações profissionais. Ouvimos a todo momento medidas restritivas aos beneficiários, reduzindo toda sorte de direitos.São temas e propostas, em maior evidência pelo Forum da Previdência. Se nota que doentes e idosos são "problema" para Previdência.
È oportuno alertar que é anormal uma pessoa sadia desejar ser doente ou inválida, isto em si, quando ocorre já é uma patologia. Essas pessoas devem ser assistidas de forma competente por médicos.Repugnante e antiético levar ao pânico de forma generalizada, cidadãos incapacitados, aterrorizando com o corte do benefício, pessoas de bem e em dia com as obrigações previdenciárias,vitímas de doenças ou invalidez, atiçadas por Peritos arrogantes, famosos pelos maus-tratos nos ambulatórios do Inss.
A maior anomalia imposta aos cidadãos "encostados" é agenciada pela Perícia Médica, Médicos regulamentados pelo Conselho Federal de Medicina, não se importando que para atingirem seus desígnos tenham que abrir mão da ética como indivíduo e como médico, por interesse financeiro, acumulam quantos empregos quiserem,e exigem todas as prerrogativas de funcionários públicos. Os cidadãos exigem a muito: Apuração e acionamento jurìdico pelo Ministério Público, Conselho Federal de Medicina. Em uma outra oportunidade vou passar aqui as normas específicas para médicos que atendem o trabalhador e alguns tópicos do Manual de Perícia Médica da Previdência Social.
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) abriu consulta pública para discussão do projeto Diretrizes de Apoio à Decisão Médico-Pericial em Ortopedia e Traumatologia, que está disponível na página do Ministério da Previdência Social (www.previdencia.gov.br).
Além das doenças do sistema osteomuscular, o documento faz referência ao tempo em que a pessoa pode precisar para se recuperar. A norma relaciona os agravos listados no Capítulo 19 da Classificação Internacional de Doenças (CID-10), como lesões, envenenamentos e algumas outras conseqüências de causas externas.
As novas diretrizes têm o objetivo de apoiar o perito médico durante a avaliação dos pedidos de auxílio-doença, nesta especialidade, e conseqüentemente uniformizar os procedimentos e melhorar a qualidade da perícia médica.
De acordo com o presidente do INSS, Marco Antonio Oliveira, "a intenção é dar ampla divulgação ao projeto, visando o seu aperfeiçoamento". Os interessados podem encaminhar sugestões, ao INSS, tanto por carta, fax ou e-mail, até o dia 8 de maio de 2008.
As doenças osteomusculares estão em primeiro lugar nas concessões de auxílio-doença, de uma lista de agrupamentos de enfermidades que compõem a CID-10.
Como exemplo, o INSS cita que uma mesma enfermidade pode ser incapacitante para uma determinada atividade profissional e não para outras. Então, o benefício poderá ou não ser concedido, dependendo do tipo de atividade profissional desenvolvida pelo segurado.
As sugestões para a conclusão do documento poderão ser encaminhadas, por carta, para o Instituto Nacional do Seguro Social-INSS, no endereço: SBN Quadra 2, Lote 15, Bloco E, 11º andar, Sala 1101, Brasília-DF, CEP 70040-912. Por Fax: (61) 3313-4321, com a indicação "Sugestões a Diretrizes de Apoio à Decisão Médico-Pericial em Ortopedia e Traumatologia", ou pelo e-mail [email protected].
Livia
será que o feitiço está virando contra os feiticeiros,foram injustos com tantas pessoas,nem olhando na "cara"e agora vão sentir na pele o baixo salário que não deve ser tão baixo assim né,apesar de eu part. achar que já conseguiram esvaziar as agencias com tanta alta que não vai prejudicar o segurado se tiver que esperar um pouco mais p/ um melhor atendimento.
Boa noite pessoal eu era motorista de coletivo ate antes de ter que me afastar apos 5 anos de trabalho por POBLEMAS DE nervos como depressão sidromi do panico e fiquei mal tomo remedios fortissimo faço terapia e me trat com neuro e pisquiatra apos ficar 2 anos afastado 28/03 passei po uma pericia sem se quer a medica olhou na minha cara apos 5 minuto na sala ela disse seu resutado ja esta la fora e so pegar quando sai da sala estava a famosa alta prgramada dizendo que stava apto tabem ñ constava CRM NEM O NOME DA MEDICA.Agora preste bem atenção como uma pessoa com trasntorno bipoplar tomando medicanento para os nervos estar apto para assumir a direçaõ de um coletivo parece bricadeira mais ñ e sabe com se chama isso falta de respeito com agente e com a população isso quer dizer danes! hoje estou sem receber a 34 dia e m ploquearam ñ consigo agenda pericia nehuma ne por tel ne via net sabe que fiz procurei adv ele fo direto a junta federal so assimtalve terei chance orque voltar ao trabalhoñ tenho condições isso e desumano isso deixa agente no fundo do psso cad o direito do cidadao torno a dizer ! LULA Ñ PRECISA MAIS DA GENTE ( DO NOSSO VOTO) OBRIGADO BOA NOITE SERA QUE FIZ A COISA SERTA...ABRAÇOS A TODOS.
Funcionário da Unicamp reclama de intransigência nas perícias médicas do INSS
Apesar de médico da Unicamp emitir laudo que comprova não haver condições de retorno ao trabalho, agência do INSS em Campinas suspendeu pagamento do Auxílio-doença
O oficial de manutenção Mário Jorge de Mattos Ramos, 49 anos, funcionário do Departamento de Engenharia da Unicamp há 19 anos e quatro meses, enfrenta um dos períodos mais críticos de sua vida e resolveu denunciar publicamente a situação que enfrenta, por estar afastado do trabalho há um ano e cinco meses devido a problemas de saúde causados por doença ocupacional.
Seu objetivo, diz, é ver se consegue receber os últimos cinco meses de auxílio-doença, que a agência do INSS em Campinas deixou de pagar porque a perícia insiste que ele pode voltar a trabalhar, apesar de laudos emitidos por médicos da própria Unicamp informarem de sua incapacidade física em reassumir as funções.
Sem o benefício que garantia o sustento de sua família, a inadimplência no pagamento das contas como aluguel, energia elétrica, telefone e a prestação do carro que possui, foi inevitável. Mattos se mostra revoltado com a intransigência dos médicos do INSS. "Um deles me disse que nem iria ver o laudo que apresentei porque quem mandava lá era ele".
Sem saber que atitude tomar ele decidiu reunir todos os documentos que comprovam sua situação e procurar a imprensa, por entender que está sendo prejudicado e sua família já começa a passar por privações. Mattos disse esperar que o INSS, baseado nos laudos médicos emitidos pela Unicamp, pague os cinco meses em atraso e decida que atitude tomar neste caso, onde há clara comprovação de incapacidade para o trabalho.
Os contatos com o Sr. Mário Jorge de Mattos Ramos podem ser feitos pelo telefone (19) 9688-0266, ou com sua esposa, Sra. Sandra Ramos, também funcionária da Unicamp pelo ramal 17712 ou e-mails: [email protected] [email protected]
Desiré Callegari se encontra com o ministro Luiz Marinho, em Brasília
Nesta quarta-feira, 9 de abril, o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp), representado pelo seu diretor jurídico, Desiré Carlos Callegari, também Coordenador do Grupo Permanente de Mobilização dos Médicos Peritos, participou de audiência especial com o ministro da Previdência Social, Luiz Marinho. Na ocasião, foram estabelecidas ações que asseguram o exercício pleno da Medicina pelos médicos peritos do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS.
Estiveram presentes ao encontro, além de Desiré Callegari, o Presidente do INSS, Marco Antonio de Oliveira; Jarbas Simas (Associação Paulista de Medicina); José Erivalder Gomes de Oliveira e Guiomar Silva Lopes (Sindicato dos Médicos do Estado de São Paulo); Ricardo Abdou e Antonio Carlos Benedetto (Associação Nacional dos Médicos Peritos); e Enrico Supino (Associação Paulista de Medicina do Trabalho).
Acompanhe íntegra do texto elaborado e assinado pelas entidades que representam os médicos peritos (coordenadas por Callegari), entregue ao ministro Luiz Marinho:
Exmo. Sr. Luiz Marinho Ministro da Previdência Social
Senhor Ministro.
Peço a Vsa. Excelência a licença de nos apresentarmos e sugerirmos algumas melhorias de fluxos discutidas entre os servidores médicos aos quais representamos.
Pensamos em algumas propostas práticas, levantadas pelos colegas médicos peritos do INSS, que aparentam ser viáveis, e podem contribuir para melhorar a segurança.
Centralização São Paulo Centro tem seis APS com perícia médica, todas próximas umas das outras, a saber, Centro (Xavier de Toledo), Brás, Mooca, Vila Prudente, BI e Glicério.
Apesar de todas já possuírem portas equipadas com detectores de metais e um efetivo de segurança, poderíamos melhorar esta situação de um modo simples, concentrando os médicos em duas únicas APS, no caso a BI e o Glicério, a BI seria responsável pela concessão inicial (AX1 e PR de AX1) e a do Glicério pela manutenção dos benefícios, lembro que uma é ao lado da outra formando um complexo.
Teríamos com esta mudança algumas vantagens:
1) Podermos pleitear um posto policial permanente na área do complexo formado pelas APS BI e Glicério, isto inibiria significativamente os agressores e fraudadores e nos livraria de ficarmos horas em uma delegacia todas as vezes que sofremos uma agressão para abrir um boletim de ocorrência, poderíamos assim também separar casos suspeitos de portarem armas, para revista por policial, hoje nossos vigilantes não fazem a revista.
2) Com o re-escalonamento do efetivo, teríamos mais vigilantes do que atualmente temos, pois concentraríamos o efetivo e ainda estaríamos economizando no contrato de segurança.
3) Pela proximidade e maior concentração poderíamos ter uma melhor uniformização de nossas condutas, exercendo nosso labor em instalações projetadas adequadamente para nossa atividade.
Informação Gostaríamos de sugerir que fossem implementadas mais campanhas em âmbito nacional dirigida a população em geral, esclarecendo os direitos e deveres do segurados do INSS, bem como o papel da perícia médica.
Os canais de comunicação da previdência com os segurados deveriam ser orientados no sentido de não se gerar uma expectativa de direito ou de benefício, que pode não ser confirmada pela perícia médica.
Para uma melhor relação com os segurados e médicos assistentes, seria interessante a elaboração e divulgação de um formulário a fim de orientar o periciando do em relação ao teor da documentação médica necessária para realizar a perícia médica, sendo distribuído pelas APS, divulgado pelo Site e pelo 135.
Fraudes Temos infelizmente muitas tentativas de fraudes, até mesmo por meio de quadrilhas especializadas. Tais procedimentos tornam ainda mais insegura a atividade médico pericial.
Gostaríamos de sugerir a criação de um disque denúncia, onde se comprovada a irregularidade poder-se-ia estudar uma meio de se recompensar o denunciante.
A economia tal medida possa gerar poderia ser investida em outros projetos sociais, como a reabilitação profissional, tão carente e necessária para o desempenho da atividade médico pericial, já que tudo que se espera dentro de uma perícia médica resolutiva é que ela disponibilize a reintegração do trabalhador portador de seqüela em seu ambiente de trabalho, o que só se consegue através de uma eficaz e eficiente reabilitação.
Comissões e Cursos de Aprimoramento Disponibilização nas agendas dos médicos peritos de períodos para reuniões de trabalho, de segurança, participação em reuniões de diversas comissões voltadas à atividade médico pericial e para cursos de aprimoramento ou congressos. Hoje só se realizam reuniões técnicas, às vezes muito espaçadas e nem sempre se consegue liberação de ponto para congressos e cursos de aprimoramento.
Carga de trabalho Este ponto é nevrálgico para todos, São Paulo em relação às demais capitais do país conta em desvantagem na distribuição de médicos, chegamos a fazer um estudo sobre (também em anexo), neste estudo se levou em conta o número de médicos e a população a ser atendida, se tivéssemos um efetivo maior, poderíamos além de diminuir a fila e a nossa cara diária, a nos dedicar a atender outras demandas represadas.
Sistema informatizado Se faz necessária a implementação de uma interface mais confiável e com menos erros, disponibilizando ferramentas de controle e de auditoria, sendo interessante que no desenvolvimento deste novo sistema estejam médicos colaborando no desenvolvimento e na avaliação da praticidade do mesmo.
Um ponto importante seria o carregamento de lote, ou seja ao iniciar o sistema se buscar uma única vez todo o histórico de quem se vai atender, e ao final do dia ou do expediente de cada um se passar o lote do atendimento, isto acabaria com as freqüentes dores de cabeça que todos temos quando cai o sistema. É primordial a referida mudança tendo em vista que não é justo que os segurados fiquem horas esperando para serem atendidos, nem é apropriado que os médicos façam as perícias sem o recurso da informática não dispondo dos devidos históricos.
Fluxo de Atendimento Propiciar meios para que segurados com determinadas patologias e com benefícios recorrentes sejam avaliados sempre dois médicos peritos.
Resultado da perícia Acabar com a entrega da CRER pelo médico perito, que a mesma seja sempre enviada a casa do requerente e uma cópia para a empresa, quando se tratar de vinculado.
Diretoria de Perícia Médica A criação da Diretoria Médica de Benefícios é um item fundamental para normatização de nossas condutas e adequado tratamento das questões médicas, que propiciaram um aumento da segurança do médico perito.
Sendo o que tínhamos a apresentar, renovamos protestos de estima e consideração.
Atenciosamente,
Dr. Desiré Carlos Callegari Conselheiro Diretor do Departamento Jurídico do Cremesp Coordenador do Grupo Permanente de Mobilização
Composição do Grupo de Trabalho:
CFM: Drs. Dardeg Aleixo e Roberto Tenório
CREMESP: Drs. Desiré C. Callegari e Renato Françoso Filho
APM: Drs. Jorge Carlos Machado Curi e Jarbas Simas
SIMESP: Drs. José Erivalder G. de Oliveira e Guiomar Silva Lopes
A.M.P.P.S.E.S.P.: Drs. Mário Jorge Tsuchiya e Mário Mosca Filho
A.N.M.P.P.S.: Drs. Ricardo Abdou e Antonio Carlos Benedetto
A.P.M.T.: Drs. Aizenaque Grimaldi de Carvalho e Enrico Supino
SINDICATO ACIONA INSS CONTRA IRREGULARIDADES:
São Paulo - Continua a tramitação do inquérito civil público no Ministério Público Federal (MPF) contra o INSS (Instituto Nacional do Seguridade Social), que relata ilegalidades cometidas nas perícias médicas. Há casos de não reconhecimento de acidentes de trabalho, recusa de médicos peritos em apreciar exames e laudos emitidos por médicos assistentes do segurado, ausência de reabilitação profissional nas agências do instituto. Muitos bancários reclamam também, entre outros problemas, ter seu benefício acidentário transformado em comum e o INSS alegar “problemas no sistema operacional”.
A ação impetrada pelo Sindicato em 15 de janeiro de 2008 e aceita pela Justiça Federal mostra que há falhas nas ações do INSS relacionadas às perícias médicas. E faz parte da campanha lançada pela entidade em 2007, pela humanização das perícias. “Nossa luta é contra a convivência com o trabalho que gera adoecimento, com o trabalho penoso e insalubre. Por isso queremos que a legislação proteja de fato o trabalhador dos riscos das atividades laborais”, diz o secretário de saúde do Sindicato Walcir Previtale. E ressalta: o início do problema está na perícia. “Deve existir clareza nesse processo. É ilegal o perito negar o benefício sem dar uma justificativa ao segurado”, explica.
“Temos investido no debate junto à categoria sobre a saúde do trabalhador bancário, elaboramos a cartilha sobre LER/DORT, queremos o cumprimento da jornada de seis horas, o fim das metas abusivas, entre outras reivindicações, para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores”, completa Walcir.
O trabalhador que puder contribuir com documentos referentes à ação pode entrar em contato com a Secretaria de Saúde do Sindicato pelo telefone 3188-5200.
Gisele Coutinho - 17/03/2008
MPF/RS discute atendimento de médicos-peritos em Erechim 4/4/2008 14h59
Audiência pública teve participação do INSS, MPT e sindicatos.
O Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul (MPF/RS) participou de audiência pública em Erechim em que foram discutidas a realização de perícias médicas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a existência de um centro de reabilitação de trabalhadores. A audiência pública foi no Sindicato dos Trabalhadores em Alimentação de Erechim, com a participação de trabalhadores, médicos-peritos, representantes do INSS e também do Ministério Público do Trabalho (MPT).
Os trabalhadores manifestaram insatisfação com o atendimento dos médicos-peritos no INSS e que há casos em que o atendimento para requisição de auxílio-doença acidentário é efetuado por um profissional que também atua como médico do trabalho na empresa onde teria havido o acidente de trabalho – o que, segundo afirmou o representante do Cremers (Conselho Regional de Medicina do RS), é antiético.
Ficou acordado em audiência pública que “o médico que trabalhasse para a empresa com a qual o periciado mantenha vínculo empregatício seria excluído do sorteio (do INSS que designa o médico-perito) e não realizaria a perícia naquele trabalhador”. Também foram denunciados casos de maus-tratos nos atendimentos e as partes presentes na audiência pública acordaram com a permissão do periciado em ter a companhia de um parente até 4º grau, de cônjuge ou companheiro.
Os trabalhadores chamaram a atenção para o fato de o INSS em Erechim contar com apenas cinco médicos em seu quadro para atender à demanda de mais de 180 mil segurados. O procurador da República em Erechim Pedro Antônio Roso se comprometeu a postular pedido ao INSS para que aumente o número de médicos disponíveis na região.
Cirurgia - Houve ainda o relato de que os peritos do INSS estariam condicionando a concessão do benefício à realização de procedimentos cirúrgicos, mesmo em desacordo com a recomendação do médico do segurado. Os trabalhadores foram aconselhados a resolver tais casos através de recursos no próprio INSS ou buscar a Justiça do Trabalho e lembrados de que não precisam se submeter a cirurgias desnecessárias para garantir seus direitos. A procuradora do Trabalho Patrícia Sanfelice ressaltou que a ação judicial neste caso independe do esgotamento das vias administrativas.
O procurador do INSS Edvânio Ceccon discorreu sobre as ações regressivas contra as empresas que geram acidentes de trabalho e doenças profissionais, informando aos presentes que devido à carência de pessoal tais procedimentos estavam ainda no início, mas que já estavam sendo ajuizadas as demandas relativas a acidentes de trabalho resultantes em óbito do trabalhador.
Debateu-se ainda o problema da reabilitação dos trabalhadores e, de acordo com o INSS, é função da empresa realojar seu funcionário internamente caso seja necessário em função de um acidente ou doença causada pelo trabalho – o caso de muitos trabalhadores com lesão por esforço repetitivo (LER). Os trabalhadores cobram ainda o centro de reabilitação, que de acordo com o representante do Ministério da Saúde, está sob a pendência das administrações municipal e estadual decidirem quem será o responsável pela sua manutenção.
Lista - Ficou acertado também na audiência pública que os sindicatos de trabalhadores devem fornecer ao Ministério Público Federal, no prazo de 30 dias, listagem das empresas que mais geram acidentes de trabalho, resultando em LER/DORT e outros problemas, com a finalidade de negociar, juntamente com o Ministério Público do Trabalho, melhores condições de trabalho nas empresas da região.
Para tratar do problema das Comunicação de Acidente de Trabalho (CATs) preenchidas pelos sindicatos e não aceitas pelo INSS, marcou-se reunião com os representantes do INSS, dos sindicatos de trabalhadores e patronais, do Ministério Público Federal e do Ministério Público do Trabalho, que ocorrerá no dia 16 de abril de 2008, às 14h, na sede da Procuradoria da República em Erechim.
Leandro Godinho Assessoria de Comunicação Procuradoria da República no Rio Grande do Sul (51) 3284.7370/7369/8423.9146
bom dia pessoal,pois é infelizmente continua aquela história que os médicos pensam no segurado como uns verdadeiros "bandidos "exigindo maior puliciamento nas agencias.Pra nós segurados HONESTOS E TRABALHADORES,contribuintes de uma vida inteira é muito bom mesmo que se tenha uma melhor segurança nas agencias pois isso não nos dá medo de chegar até lá e acabar lvando um tiro inocentememnte por alguns desses ditos safados e aproveitadores porque gente honesta não tem medo de polícia,o nosso medo é morrer de fome enquanto tantos vagabundos continuam a receber os seus belos salários mesmo sem estarem doentes e incapacitados,vcs entendem não é mesmo......
Ola pessoal, eu tinha dado entrada com um processo em janeiro, vou fazer duas pericias judiciais uma em maio outra em junho,parece que o caminho e a justiça federal, pois no inss nao se consegue nada mesmo, hoje liguei para pedir informação sobre recorrer dentro do proprio depois de ter a pericia e a pr recusada, a propria atendente te aconselha a abrir um novo beneficio em vez de esperar recorrer dentro do inss , disse que demora de oito meses a dois anos, com isto abre-se um novo beneficio e o inss te paga a partir deste beneficio sem pagar o que ficou para tras, bom negocio este do inss né, bom desisti do inss semana que vem vou na justiça federal tentar resolver isto, parece que isto que o inss quer, empurrar as decisões para justiça federal,digo isto porque nem todos vão atras, de dez pessoas uma vai atras da justiça, pois tem muita gente humilde e desinformada precisando do inss e o inss tambem nao esta nenhum pouco interessado em informa-los sobre os recursos que estas pessoas tem direito,fui retaliado dentro do inss na cara de pau por fazer reclamações de medicos peritos, espero que na justiça isso nao exista, agora nas proximas eleições vamos pensar bem em quem votar, apesar de eu nunca votar no Lula, achei que ele e o Marinho iam resolver alguma coisa, mas piorou e muito e nao e só o inss e so ver os preços dos alimentos no mercado, assim que eu tiver novidades na justiça eu posto outro comentario.
Varlei,
por experiencia: "bom cabrito não berra", em outras palavras não adianta gritar tem que agir...
se vai fazer não faça pela metade apenas requerendo seus direitos...
1- peça cópia dos laudos das perícias; 2- verifique e analise detalhadamente os argumentos; 3- verifique quem assina o laudo; 4- verifique se o perito registrou tudo o que foi falado e xaminado; 5- verifique as datas dos laudos; 6- e importante verique se fizeram todos os laudos que periciaram;
faça uma analise e registre tudo o que estiver fora do contexto e não de mole entre no Ministério publico contra o Perito não contra o INSS;
se não for no MP entre na justiça estadual, e faça um pedido per perdas e danos;
se quiser ver o que eu fiz peça pelo e-mail [email protected] que respondo enviando cópia dos laudos que analisei, e que fazem parte de uma denuncia de quatro peritos e uma barnabé...
qualquer um que quiser é so me pedir por e-mail...
minha denuncia completa tem 77 laudas e 50Mb, mas posso mandar somente analise dos laudos 11 folhas...
vamos complicar a vida dos que nos tratam como desqualificados...
Ao Valmir_1
Estava lendo sua postagem e te digo. Quando vc é considerado apto para o trabalho pelo INSS ("alta") e o médico do trabalho de sua empresa não permite seu retorno para mesma (o considera "inapto"), a obrigação deste medico (trabalho) é realizar sua mudança de função na empresa onde trabalha. Se o médico do trabalho assim não proceder, vc que tem contrato de trabalho em vigor, não pode ficar sem receber do empregador, já que o INSS não arcará com seus proventos. Seu contrato de trabalho continua em vigor e o empregador é que não está cumprindo sua responsabilidade. Vc está inerte no cumprimento do mesmo por decisão do M.T. e não do INSS. Portanto, vc deve procurar um bom advogado trabalhista, pois existe jurisprudencia pacifica na justiça do trabalho que diz: qd o segurado é considerado apto para o trabalho e o médico de sua empresa não permite seu retorno à atividade laboral, deve o empregador, sob orientação do M.T. determinar novo posto de trabalho para o empregado e ARCAR REGULARMENTE COM SEU SALARIO durante a reabilitação. Por isso recomendo que primeiro acione seu empregador na justiça, se não, vc realmente ficará meses sem receber, esperando por uma resolução por parte do INSS através da justiça federal (que pode ou não ser favorável a vc).
Roberto Oliveira
Honestamente não sei se dá em algo denunciar o perito. Nunca ouvi falar que algum se deu mal na justiça. Acho que o negocio é entrar na justiça contra o INSS e solicitar pericia pelo perito do juiz, o resto é só promoção de desgaste e não resolve de maneira celere o problema da manutenção do beneficio. Se vc souber de algum caso em que o perito foi condenado pela justiça, poderia postar? grato.
Sou médico perito do INSS e estou me colocando a disposição para esclarecer dúvidas pertinentes sobre a perícia médica. Por favor, estou aqui para complementar minha vocação de servidor público, num tom de seriedade e cordialidade. Agradeço desde já, sempre lembrando que e respeitando que se é respeitado.
Dr. Gabriel: Tenho alguns tópicos a serem esclarecidos:
Nas perícias e juntas médicas em que fui submetido, os exames físicos sempre foram superficiais com menos de trinta segundos. Este tempo não é muito curto para uma avaliação correta da capacidade laborativa?
Quando o perito médico emite o laudo alegando inexistência da incapacidade laborativa. Mas há o agravamento das lesões ou seqüelas decorrentes de AT. O mesmo é responsabilizado por seus atos?
Mesmo sendo comprovado o agravamento das lesões em exames complementares e procedimentos cirúrgicos complexos, a junta médica e a JRCPS não reconhece a incapacidade laborativa.
Por que muitos peritos médicos não adotam o NEXO TÉCNICO EPIDEMIOLÓGICO PREVIDENCIÁRIO?
Drº Gabriel estou passando por uma fase difícil , pois estou com Tendinite crônica no ombro direito e síndrome do tunel do carpo, estou me tratando agora e só tenho 5 meses com o auxílio doença , fiz o pedido de prorrogação e foi negado , fui obrigada a pedir reconsideração pois não tenho condições alguma de trabalhar ainda, inclusive quem está digitando agora é minha filha , que nem isso posso fazer!! Gostaria de saber do Senhor o que fazer para não morrer de fome já que nunguém vai dá emprego a alguém que não consegue ainda nem levantar o braço direito???/ Obrigado!