Favor ou Contra as Cotas para Negros nas Universidades?

Há 18 anos ·
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Penso que as universidades deveriam todas de um modo Geral se posicionar contra as cotas para Negros,porque a constituição diz que somos todos Iguaias perante a Lei,sem distinção de qualquer natureza,então porque essa de que tem que haver uma porcentagem para os Negros.A Capacidade está dentro de cada ser humano,e não em função desa ou daquela cor;É um assunto polêmico e gostaria que todos deixassem suas opiniôes.

71 Respostas
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carlos_1
Há 18 anos ·
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Germano Schulz
Há 18 anos ·
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Na verdade eu sou a favor de que se acabe é com a mentalidade tacanha daqueles que comandam o país e utopicamente atuam em favor do bem geral, diga-se o povo. Que se ofereça ao cidadão meios para que estes adquiram, conforme manda a Constituição, os meios para que realmente se forme e se eduque os filhos da nação. Os países que investiram em educação veem hoje uma maior qualidade de vida de seus cidadãos. Fala-se do efeitos da escravidão imposta aos negros pelos brancos, mas não se fala de escravidão dos negros pelos próprios negros, assim com sua comercialização. Além do que a escravidão data desde os primórdios da civilização humana. Para concluir, defendo que todos somos iguais; ou pela teoria cristã, ou pela ciência. Portanto, entendo que sistema de cotas não passa de uma forma de discriminação.

Germano

03/01/08

Rebeca
Há 18 anos ·
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Sou negra, oriunda de uma família de baixa renda. Meus pais não tiveram oportunidades para ter uma formação, porque desde muito cedo tiveram de trabalhar para ajudar no sustento da família. Meus avós paternos foram escravos, meus avós maternos índios. Tudo sugeriria que eu desse continuidade a esta história...no entanto, meus pais mesmo com os poucos recursos que tinham, me ensinaram que somos responsáveis pelas nossas conquistas, e que ser negro nãoo é desculpa para ser incapaz. Me dediquei aos estudos, e mesmo tendo de trabalhar cedo, e mesmo tendo feito o segundo grau em uma escola pública, fui aprovada em uma faculdade estadual e hoje sou engenheira e tenho uma carreira de sucesso. Nunca precisei de cota ou de privilégios para chegar onde cheguei. Acredito, que o que se conquista fácil não é valorizado e quem entra em uma universidade só por ser negro mas estando abaixo do nível de conhecimento dos demais, dificilmente chega ao final do curso.

Erick
Advertido
Há 18 anos ·
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Cliquei aqui só para olhar a discussão, mas diante das opiniões uníssonas decidi manifestar a minha. Respeito e entendo as opniões dos colegas acima, todavia, não posso concordar com elas. Analisando sob o aspecto jurídico que no nosso contenxto, o de um fórum jurídico, é a discussão primária creio que a instituição duma política de quotas não viola o princípio da igualdade. Para os senhores o que é igualdade? Tratar todos igualmente? Se assim pensam estão completamente enganados! Igualdade é mais do que isso, é tratar igual os que estão em condição de igualdade, mas também tratar desigualmente os que estão em condição de desigualdade, de maneira a reduzir ou compensar essa desigualdade. E é isso o que faz a política de quotas, garante uma maior facilidade, não se enganem não tão maior assim, apenas na entrada para os cursos universitários em universidades públicas. E outras políticas, talvez garantam algumas facilidades econômicas para estes alunos quotistas. Desse modo, no plano jurídico a medida é perfeitamente constitucional, a meu ver. Os senhores trazem aqui uma discussão política que, penso eu, embora interaja não deve se confundir com a jurídica. Respeito suas posições políticas mas discordo delas novamente.

Germano Schulz
Há 18 anos ·
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Caro Erick todo conflito social, político, ou de outras vertentes, dia ou outro vão se tornar questões jurídicas, portanto não há só o aspecto jurídico, político, etc, envolvido. Oportunamente vou lhe transcrever de um livro escrito por um Juiz esse entendimento, pois ele dá maior clareza a esse tema. Aguarde. Prometo que não vou esquecer. O importante e debatermos, pois assim podemo nos conscientizar de nossas falhas e evoluir. Não estou dizendo, com isso, que alguém esteja errado.

Germano. Byeeeee.

Erick
Advertido
Há 18 anos ·
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Aguardo ansiosamente, Germano. Também concordo contigo que o importante é discutir, pois embora concorde com a adoção de quotas, verdade seja dita, elas não foram discutidas nem debatidas na sociedade. Abcs.

Germano Schulz
Há 18 anos ·
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Oi Erick, estou cumprindo com o prometido; ai vai:

"Fato jurídico. Ato jurídico. Relação jurídica. Direito real e pessoal.

No mundo dos acontecimentos existem aqueles que, por sua relevância, interessam ao direito. Vários fatos ocorrem na vida cotidiana do homem sem que tragam qualquer reflexo no mundo do direito. Os fatos passam a interessar ao direito a partir do instante em que se sujeitam à disciplina de suas normas, especialmente através da lei. Surgem, então os fatos jurídicos. Os fatos jurídicos surgem com a incidência da regra de direito sobre os fatos sociais, dele resultando as relações jurídicas e, com elas, o direito subjetivo. Assim, esse direito pode consistir na faculdade de alguém exigir de outrem uma prestação positiva ou negativa (dar,fazer ou não dar), em decorrência daquela relação jurídica, que emergiu de um fato jurídico (geralmente um ato jurídico ou ato ilícito)."

Extraído do livro: MANUAL PRÁTICO DE DIREITO IMOBILIÁRIO de Jorge F. A. Felipe

Espera que tenha sido útil.

Germano, até a próxima. Byeeeeee.

Gabriel Fenocchio
Há 18 anos ·
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Sou contra as cotas raciais nas universidades, é demagogia chamar de vagas certas de oportunidade e igualdade.

universidade pública é por mérito, não por cor, credo, sexo, qualquer outra coisa.

Imaginemos num futuro próximo um negro no mercado de trabalho, as pessoas dirão, esse é das cotas ou é dos capacitados?

O que o Brasil precisa é dar acesso a todos a um ensino fundamental e médio de qualidade, fazendo com que cada um possa ter chances, por seus próprios méritos, de alcançar a sua vaga. Não garantir resultados.

Veja o absurdo em que chegamos: negros tem vagas em concursos públicos!

Se vc fez uma universidade, coisa que poucas pessoas alcançaram, por que a vaga será sua por causa da sua pele? Que dívida social é essa? Perpetuação dos erros?

Eu estudei mais que vc, mas não sou negro, então minha vaga será sua, embora tenhamos a mesma formação e não a mesma preparação. Tanto concursos, quanto vestibulares o objetivo, própósito é a selecionar o melhor candidato, que tenha mais mérito, não garantir vagas a ninguém.

Talita Negri
Há 18 anos ·
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Boa Tarde colegas...

Também sou contra o sistema de cotas. Existem, e isso é do conehcimento de todos, muitas famílias paupérrimas, sem condição alguma para viver, que são brancas, amarelas, negras, de todas as "cores" e raças que possam existir.

Não são só os negros que não tem condições de viver bem e estudar, como se ouve muito por aí. Não sou racista, mas o problema não está nas raças, mas sim em um governo que não pensa em mudar e renovar as bases da sociedade, que vem a ser a família, a escola, a conscientização da população em geral. Deveria sim pensar em preparar e equipar melhor as escolas fundamentais, e de ensino médio, para que os alunos de baixa renda, não só os negros, possam ter qualidade de ensino, e com essa qualidade ingressarem em uma faculdade por méritos próprios, não por um sistema que lhe dá uma vaga por sua condição racial.

Como diz o ditado, "... deve-se ensinar a pescar, e não apenas dar o peixe".

Se não ocorrer uma forte preparação e dedicação do estudante, este não irá dar o devido valor, que a tão sonhada vaga para muitos, merece.

Por isso, acredito que o sistema de cotas não vem a ser a solução para nosos problemas sociais, e sim um causador de conflitos a mais...

Abraços...

Richard Poli Soares
Há 18 anos ·
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Sou, absolutamente, a favor das cotas. Isso é o mínimo que o Estado Brasileiro pode oferecer, no momento, como forma de reparação por tão longo período de discriminação contra os menos afortunados financeiramente. Igualdade é tratar os desiguais de forma desigual. O negro, o índio, o oriundo de escola pública não tem como concorrer com o filhinho de papai que estudou em ótimos colégios durante o segundo grau, frequentou ótimos cursinhos pre-vestibulares, isso é uma singela compensação social.

Germano Schulz
Há 18 anos ·
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Richard p Soares, veja bem, a algum tempo foi noticiado que, na prova para admissão na OAB, um grande número de recém formados em direito não foram aprovados; bem ou o curso na faculdade não é bom, ou, o que eu acho mais provável é que, como os candidatos são de várias faculdade, o que ocorre é que estas pessoas não tiveram um ensino adequado durante os primeiro e segundo graus. Então do que vale facilitar o acesso a faculdade se os candidatos não estão realmente preparados. Vamos colocar no mercado de trabalho um monte de canudos que não vão valer nada, e estas pessoas vão acabar trabalhando como lixeiro. Não que a profissão seja indigna, nada disso.

germano, beyeee.

Erick
Advertido
Há 18 anos ·
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Pelo amor de Deus Germano!!!! Com o devido respeito, você agora está repetindo o discurso nazista do coordenador do curso de medicina aqui da UFBA. Afirmar que o baixo desempenho de algumas faculdades na OAB se dá por causa dos quotistas é insustentável. Olha só, já a algum tempo a UFBA disponibiliza 40 % de suas vagas a alunos oriundos de escolas públicas, isso em todos os cursos e no último exame nacional da OAB essa mesma universidade teve a maior aprovação na OAB do Brasil, sendo que o segundo lugar também foi da Bahia e também de uma instituição que adota a política de quotas - a UESF. É óbvio que a baixa aprovação na OAB se dá em virtude do crescimento de cursos que, literalmente, vende diplomas. Não se pode mudar a realidade!!!! Em segundo lugar, ser a favor ou contra a política de quotas é questão de opinião pessoal, que deve ser, obviamente, respeitada. O que não se pode é dizer que a medida é inconstitucional porque não se gosta dela. Se se é contra ela que se utilze dos meios democráticos cabíveis. O que não se pode é inventar inconstitucionalidade onde não há. Abcs.

Ulisses Soares Passos
Há 17 anos ·
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Definitivamente deve ser seguido os grandes Princípios do Estado Democrático de Direito: Princípio da Dignidade da Pessoa Humana e Princípio da Isonomia. Sendo inadmissível qualquer conteste no âmbito jurídico que não esteja condizente a esses basilares princípios.

Destarte, apoiar o sistema de cotas nas universidades é estar condizente com o supracitado Princípio da Dignidade da Pessoa Humana. Todavia ser contrário a política de cotas nas universidades é uma atitude que fere o princípio da Isonomia, haja vista que este fundamento relaciona-se com o tratamento dos desiguais nas medidas das suas desigualdades.

É ridículo afirmações acima que discutem acerca da fisiologia ou do aspecto físico como grau de capacidade, enquanto se deve pautar na análise histórica, do período de escravidão pelo qual os africanos e seus descendentes foram submetidos onde cerca de 70% de existência do Estado brasileiro. O homem e a mulher negra, ou seja, a família preta foi considerada como "res", não sendo possuindo seus direitos enquanto pessoas naturais plenamente capazes de exercê-los.

A dívida histórica do Estado brasileiro reflete-se em todas as etapas da sua ineficácia para com o povo preto. Saúde, Educação, Moradia, Transporte, todos os deveres de contrapartida do Estado são sucateados para esta parcela da população.

Alguns afirmam que a questão perpassa pela condição ou problemática social, entretanto não passa de outra falácia. A questão central do Estado Brasileiro continua sendo o racismo imperioso deste para com a população preta. Verifica-se, a nível exemplificativo, que não há nenhum descendente de italianos, japoneses, alemães, espanhóis, franceses nas sinaleiras limpando vidros de automóveis, ou como pequenos palhaços mirins com manobras de circo. No entanto, verificam-se descendentes de africanos, pretos e pobres do qual o direito e as oportunidades foram cerceadas antes do seu nascimento pela política da escravidão, séculos antes, e a política do racismo imperiosa hodiernamente.

Assim, a política de cotas nas universidades e o estatuto da Igualdade Racial são medidas muito além da defesa dos referidos princípios constitucionais, mas, restituições do Estado brasileiro para com o povo preto, com sua cultura, com sua mão-de-obra não paga, com sua história manchada de sangue por esse Estado. Sendo então o mínimo que o Estado brasileiro pode fazer para garantir a indenização e os supracitados princípios do Estado Democrático de Direito.

Pablo Santos
Há 17 anos ·
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Eu me faço valer das exelentes discursões de meus colegas acima, para afirmar que cotas para negros é um ato discriminatório e RACISTA, eu sou Pardo (De acordo com o descrito no meu alistamento militar). Quando eu faço provas ou concursos, SEMPRE realizo minha inscrição com a coloração de pele ("Branco"), no entanto eu passei em 2 universidades federais, 1 estadual. Minha família sobrevive com 5 salários mínimos mensais. Eu estudo muito para ser o que sou hoje, RESUMINDO, a princípio, posso me valer da minha etnia, situação financeira, no entanto, concorro de igual forma, não é como sou, ou de onde eu venho que vai mudar meu futuro, uma vez que quem mora na periferia, baixa renda e coloração mais escura, que vai necessariamente ser um bandido, traficante, incapaz etc.

Caso queiram um Exemplo de superação, pesquisem no Google, Dr. Rodrigo (Arqueólogo PhD. de reconhecimento mundial), Ben Carson (NEUROCIRURGIÃO de reconhecimento mundial), LEIAM AS HISTÓRIAS DE VIDA DE CADA UM e VEJAM, se necessita COTAS para alguém vencer na vida.

Att.

Marisa
Há 17 anos ·
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Olá a todos

Como é que se define quem é negro e quem é branco? Só lembrando o caso de dois gêmeos, que se declararam negros para conseguir o benefício da cota, na mesma faculdade. Pedido julgado por pessoas diferentes. Um foi considerado negro e ganhou o benefício; o outro não. E aí? Detalhe: os dois são da mesmíssima cor. Claro que depois do "oba oba" da imprensa, a faculdade voltou atrás na classificação. Mas convenhamos, cor da pele não significa nada. Alguns de nós descendem de escravos, outros de índios e outros de imigrantes que imigraram justamente por serem das camadas mais baixas da sociedade em seus países. Mais importante do que cotas, vamos batalhar para uma escola de boa qualidade para todos.

Abraços

PS. se alguém se interessar pela reportagem, foi na Revista Veja, depois eu informo o nº (a resvista está na escola)

J. E. D. R. R. F.
Advertido
Há 17 anos ·
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É engraçado invocarem aqui o princípio da igualdade (na vertente substancial do «tratar os iguais como iguais e os desiguais como desiguais na medida da desigualdade»)... quer dizer então que estão reconhecendo que os negros (afro-descendentes, afro-brasileiros, pessoas de côr, ou seja lá do que prefiram chamar) são desiguais? Mas não é precisamente esta idéia que configura racismo? Hehehe... é muito engraçada essa antinomia de discurssos: Não podemos ser tratados de forma desigual pelo simples facto de sermos negros!!! Opa, mas se for um tratamento desigual que apenas venha a nos beneficiar então tudo bem... Devemos ser tratados de forma desigual pelo simples facto de sermos negros.

Igualmente engraçada é a defesa da outra tese segundo a qual o sistema de cotas é uma medida excelente pq vem permitir que os negros entrem nos cursos superiores muito embora não tenham estudado nos colégios fantásticos que só os filhinhos de papai (entenda-se os brancos) podem estudar. Começando pelo fim, se todo o branco é filhinho de papai, então há aqui alguém que acabou de cometer o crime de racismos... Ups... desculpem, esqueci que apenas os brancos cometem racismo. Voltando à questão central, o que poderiam me dizer relativamente aos negros que estudaram em escolinha particular? Esses são duplamente beneficiados? Ou devem ser considerados brancos pelo facto de terem estudado no melhor colégio privado do Brasil, muito embora tenham a pele da côr do asfalto?

Digo e repito... isso é muito engraçado (... muito).

Preto passou a ser sinónimo de pobre. Branco passou a ser sinónimo de rico. Estão a defender as cotas com base na menor capacidade económica dos negros, mas se a questão fulcral é a menor capacidade económica, então deveríamos estar a defender o sistema das cotas para os pobres e não para os negros.

É... isso não é engraçado, é revoltante. Eu só me rio por ficar nervoso com esses raciocínios oportunistas e ridículos.

ney roriz
Há 17 anos ·
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universidade não é para maioria ( nem para todos ) ... a maioria deve ser ajudada por nossos impostos a estudar até o nivel mediano de toda sociedade e daí por diante apenas aqueles que até este estágio mostaram especial condição de mais dotados , mais dedicados e mercedores devem ser patrocinados se pobres forem independente da cor e ou da mulatez ou amarelice e até mesmo sendo rico deveria ser estimulado . O genial deve receber ajuda de todos até o fim , o medíocre somente merce ajuda até o patamar médio seja afro-isso ou euro-aquilo ... somos todos mestiços e nossos antepassados de qualquer raça em qualquer época podem ter sido escravos ou dominadores , inclusive muitos negros podem ter sido colaboradores escravagistas , escravocratas e racistas , seja negociando escravos ou como capataz , feitor , capitão do mato , ou PM matador ou terrorista tribal atual racista por etinias africanas e idem os índios e ciganos . Registre-se em tempo que os maiores abolicionistas sempre foram brancos e mulatos claros e que tiveram eco na maioria da sociedade mestiça principalmente no Rio RJ , nosaa maravilha cultural mestiça cosmopolita de ciganos , marujos , piratas , artistas e bons malandros . Se um pobre é bem dotado deve ter estudos pagos por todos nós e se é genial deve ir à faculdade sim , mas independe de sua raça e coloração clara ou escura . Eu e meu Brasil carioca ( cariboca , caboclo ) temos descendentes e ascendentes na maioria de negras e índias escravas e mestiças escuras dominadas ou bem amadas por maioria de brancos e mestiços claros dominadores ou bons amantes . Domínio e ou amor interraciais existem sempre em todas as civilizações . SOU POR AJUDAR A QUEM TEM MÉRITO A PARTIR DA INFÂNCIA ou quando mostrarem vontade clara ,,,, E PRINCIPALMENTE AOS MAIS POBRES que a média ATE ALCANÇAREM a escolaridade MÉDIA NACIONAL INDEPENDENDO DE RAÇA ou histórias de revanchismo . A mania de doutorismo e bacharelismo é uma praga mas se afropetistas desejarem podemos gastar nossos impostos para criar cursinhos prepartórios até que os desjosos treinaem e exercitem o estudo a ponto de serem bem sucedidos nas classificações em concursos universais sem cotas e apenas por mérito intelectual sagrado e indepedendo de apadrinhamentos , demagogias , inquisições ou racismos .

Janice_1
Há 17 anos ·
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Acho que criar um sistema de cotas para negros, é uma clara expressão de racismo. Somos todos iguais, e não é a cor da pele que vai tornar alguém menos inteligente, tanto um negro quanto um branco, podem estudar, se esforçar e entrarem na faculdade que almejarem. Não precisam de cotas, não são incapazes.

vamadasi
Há 17 anos ·
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SAUDAÇÕES A verdade e que com cotas ou nao, o negro está excluido do sistema de educação superior, realmente nao e a cor de uma pessoa que a exclui de realizar qualquer tipo de coisa, mais estamos no Brasil, e o fato da lei dizer que somos todos iguais perante a lei , não e bem assim que as coisas acontecem a realidade e bem outra, o negro no Brasil nao e vitíma de sua cor , mais sim, herdeiro de uma politica de governo excludente que previlegia a minoria da populãção, levando o negro a marginalidade, a ponto de hoje em pleno seculo XXI , ser criado e efetivado a lei de cotas para estudante negros de baixa renda, e estudantes originarios de escola público, com esse sistema de cotas ( PROUNI governo federal) o Governo deixa bem claro , primeiro: que o ensino publico no Brasil nao e de qualidade o suficiente a ponto de capacitar os estudantes negros de baixa renda ou estudantes originarios de escola publica , para competir em pé de igualdade com alunos de de classe media a alta ou escolas privadas. segundo: não precisaria existir cotas para o ingresso ao ensino superior se o Governo brasileiro investir-se em educação de qualidade nas escolas publicas. E mesmo se o Governo começa-se hoje a investir de verdade no ensino publico no brasil , levaria no minimo uma decada para se ver uma mudança efetiva na educação. entao eu pergunto o que fazer com toda uma geraçao em idade escolar que , tem sonhos e vontade de ingressar numa univesidade publica, com o nivel de concorrencia que existe hoje? em 2004 fiz vestibular para UFRJ , houve 35 mil inscritos para 3.445 vagas como um aluno negro de baixa renda ou originario de escala publica, podem competir em meio a tudo que escrevi ate aqui?? a questão das cotas nao devem ser vista com superficialidade, o ser humano e fruto do meio em que vive, o foco da discursão do pro ou contra as cotas deveria está nao na cor do individuo, e sim, ser questionado e cobrado do Governo, que se omite as necessidades basicas do individuo de baixa renda em nossa sociedade, um povo intelectualmente desenvolvido, e um povo autonomo, a ultima coisa que nossos governantes pretendem e formar um povo autonomo. existem outros pontos que nao poderei citar aqui, mais direi mais uns que poucos levam em consideração. a reserva de vagas para negros no ensino superior e garantida mediante a maior nota obtida entre os cotista negros candidatos ao curso de graduação. outro ponto decisivo e a situação socioeconomica deste cotista tem todo um criterio para se adquirir a bolsa de estudo dentro do sistema de cotas, a cota nao e um presente caido dos ceús e nem uma bondade dos Governantes para com os estudantes negros de baixa renda e estudantes originarios de escola publica. particulamente nao gostaria que as cotas existissem que realmente a lei considera-se todos os individuos iguais perante a lei, quando a lei não e cumprida temos que tentar novos caminhos para chegar até lá. a igualdade entre os homens e uma utopia, medidas emergenciais apesar de nem sempre ser o ideal, em um dado momento se faz preciso. eu penso que as cotas sejam isso. ( Vamadasi )

cornelius okwudili Ezeokeke
Há 17 anos ·
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Em primeiro lugar,devo reconhcer a pertinência dessa discussão e parabenizar a todos(as) pelas contribuições que são diversificadas e ricas.Isso ajuda a tercer reflexões que nos possibilitará um inserir na situação Histórica geradora dessa problemática.Segundo,a minha opinião acerca desse assunto,levando em consideração de todas as colocações aqui postadas,é positivamente a favor das cotas.Não no sentido da cor ou raça,uma vez que o conceito da raça,ao meu ver está equivocado:só temos uma raça(a raça humana).Agora,quando se trata da condição do negro no Brasil e tendo em vista a sua realidade marcada pela escravidão,devo reconhecer que na escola,os problemas do negro é grandioso.As dificuldades do negro no ensino foram causadas no passado e a sua consequência perduram até hoje.Acho que a inclusão educacional deve ser pensada a partir do sistema de cotas.Embora eu esteja de acordo com as cotas,vale frisar que não é no sentido de longo prazo senão a curto prazo,até que seja resolvida a grande questão de desigualdade existente no pais.Muitos afirmam que não são racistas,não tendo necessidade de se conversar sobre a situação do negro no Brasil,especialmente quando se trata das questões relativa a educação inclusiva.As pessoas pensam que pelo fato de se dizer que todos são iguais perante a lei,isso queira dizer que todos estejam realmente iguais de fato.Criar sistema de cota para negros a meu ver não se configura de racismo mas a curto prazo,uma forma de amenizar a situação dos negros marcada pela exclusão politico-sócio-educativa em que são criminosamente mantidos desde época colonial.Não há como se falar que os negros têm oportunidades iguais,se desde criança se viu forçado a trabalhar para o sustento da familia,sem poder estudar.Há ainda a questão de escolas públicas imprestáveis em que estão inseridos.As pessoas também tende a generalizar as coisas,quando há um único negro(a)que se sobressaiu,pensa-se logo que o mesmo é igual para todos,sem realmente analizar cada caso especifico.Gostaria de perguntar quem pensa que as cotas deveriam ser destinadas para os pobres e não para os negros,se sabe quem são maioria dos pobres do Brasil?.

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Há 11 anos
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