Direito a vaga da garagem pelo COSTUME
Moro num condomínio ha 10 anos e ao mesmo tempo coloco meu carro no memso lugar, assim como vários condôminos, existem duas garagens uma subterrânea e a outra no patio superior, um novo morador tem uma Kombi (utilitário), como o carro dele não cabe no subsolo, ele quer atraves da justiça, tomar a vaga de alguém do pátio superior onde o carro dele cabe, visto ninguém ter aceito a troca proposta por ele. Ele pode fazer isto, qual a chance dele ganhar? e a jurisprudência o que diz sobre o direito do COSTUME e o direito ADQUIRIDO?.
Gabriel,
Creio que deve ser resolvido em reunião de condôminos, ou, se não houver solução, buscar em juizo o direito de usar a vaga (desde que não seja ela determinada).
O costume não é possível ser invocado, vez que os atos de mera tolerância não são passíveis de usucapíão. Direito adquirido também não vislumbro a possibilidade, pois não incorporou definitivamente no patrimonio desse indivíduo.
A solução será pela insurgencia contra a convenção de condomínio se ela assim trouxer algum direito a esse usuário da vaga. Por exemplo, "o direito ao uso de vaga indederminada".
Espero ter ajudado.
Caros, no meu condomínio existe um parqueamento sem marcação de vaga, e só uma vaga pode ser usada por apartamento.
Por existirem vagas disponíveis (nem todos tem carro), a sindica em diversas ocasiões liberou a utilização de mais de um carro para uma mesma unidade. (atualmente uma filha de um moradora, que casou e está morando no prédio, usa para ela e seu marido mais uma vaga, do apartamento da mãe!)
Ocorre que quando comecei a utilizar mais uma vaga para o carro da minha esposa (recém adquirido, pois tivemos duas filhas gêmeas e seria muito perigoso a utilização de vias publicas como estacionamento, ela chegando com as crianças, a colocação das crianças no carro, etc), a sindica mandou ne comunicar que só pode ser utilizada uma vaga por unidade.
O que devo fazer? pedir formalmente por escrito uma vaga extra? e caso não seja atendido, colocar e o carro e deixar ver o que acontece? recorrer ao judiciário para resolver uma questão deste tipo?
obrigado
Fábio Miranda