Direito do consumidor

Há 22 anos ·
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Em 1999 era titular de um cartão C&A, em 09/1999 fiquei desempregada e como conseqüência inadimplente com o cartão, tendo meu nome incluso no SPC e SERASA, na ocasião do cancelamento do cartão meu débito era de R$ 232,05 ( 11/99), como não podia pagar o valor ficou em aberto, recebi pelo correio várias propostas de acordo,( as quais não solicitei) e como na ocasião não estava podendo pagar, ignorei as correspondências, em julho último, tendo uma condição financeira favorável e tendo interesse em pagar (negociando os juros) procurei a loja para quitar o débito, foi cobrado um valor de R$ 524,74, questionei o valor, pois houve um acréscimo de 126% sobre o valor principal, solicitei uma demonstração do cálculo dos juros,e como a empresa chegou a este valor,o que me foi negado, infomaram que eu deveria procurar a loja para obter um demonstrativo dos juros, procurei a loja e me foi informado que as informações só estariam disponíveis pelo telefone 0800.990203 , me senti exposta ao ridículo e derespeitada em meus direitos, Não obtive informações claras, mesmo assim, tendo interesse em regularizar o débito e já cansada do péssimo atendimento procurei a loja e fiz um acordo da seguinte forma: entrada de R$ 40,00 mais 6 parcelas de R$ 80,79 paguei a entrada em 21/07/03 e acertei os vencimentos das parcelas seguintes para o dia 15 de cada mês, me foi dito para aguardar que os boletos seriam enviadas para minha residência, o que não aconteceu, quando procurei a administradora do cartão para obter informações de como poderia pagar a próxima parcela (15/08), tive a informação de que o acordo havia sido cancelado e que meu nome seria novamente incluso no SPC e SERASA, para renegociar seria cobrado um valor ainda maior, alegando a incidência de juros, quando fiz uma consulta ao SERASA para verificar se meu nome havia sido incluído no cadastro novamente, tive uma surpresa, consta a negativação como se o débito tivesse acontecido em 10/2002, e não em 99 ( período em que fiquei inadimplente) e o valor de R$ 625,00, liguei mais uma vez para administradora, para questionar este fato, mais uma vez ninguem me esclareceu nada, a empresa não tem pessoas preparadas para atender nem prestar informações. Solicitei mais uma vez um demonstrativo dos juros cobrados, mais uma vez foi negado, preciso de orientação sobre 2 aspectos,

Em menhum momento ninguem conseguiu explicar o motivo da negativação do meu nome como se o débito tivesse sido originado em 10/2002 e não em 11/1999, data em que fiquei inadimplente, a empresa pode fazer isso?, pois se eu não tivesse procurado a empresa o exclusão do SERASA ia acontecer em 10/2004, mesmo a exclusão estando próxima procurei a empresa para pagar, o que comprova que não tenho má intenção. Da forma como está, se eu não chegar a nehum acordo com a empresa meu nome vai ficar negativado por 7 anos.

1 - pode meu nome ser reincluido no cadastro do SPC e SERASA, com data diferente do débito original? tenho como comprovar que o débito foi originado em 1999.

Obs. Em 11/10/2002 foi enviada para minha residência, sem a minha solicitação, uma proposta de acordo no valor de R$ 143,56 sendo parcelada em 6 X de R$ 35,89 nesta ocasião não tive não condiçoes de pagar,pois estava sem trabalhar de novo, mas observe que é um valor bem menor que o que foi apresentado quando procurei a empresa em 07/2003

2 - como vou saber se os juros cobrados são justos, não tenho informações sobre o valor da taxa ou como o montante foi calculado, a administradora pode negar tais informações?

3 - Em 24/11/2003. liguei para o telefone de atendimento 0800.990203, Roberto me informou que não poderia mais passar informações por telefone, pois eu tinha um acordo cancelado, que so teria as informações procurando a loja.

Tive a impresão de que não querem mesmo que eu faça o pagamento pois foram muitas as dificuldades, falta de interesse.

Aquem devo recorrer, decon, juizado especial? em que lei devo me basear para me defender?

3 Respostas
Mateus
Advertido
Há 22 anos ·
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Primeiro vc tem q ser avisada pela empresa pelo correio normalmente eles fazem isso q vão incluir no serasa e ou qualquer cadastro, as informações sobre juros, valor a ser cobrado e todos os cálculos q eles fizeram para chegar a esse determinado valor não podem ser negados a vc já q é o seu nome q está incluído no cadastro.

Recomendo q procure ou a curadoria do consumidor, ou juizado do consumidor ou qualquer orgão de proteção aos direitos do consumidor da sua cidade, inclusive se vc poder provar q todos esses fatos (os vejatórios) aconteceram. vc pode pedir ao orgão q vc procurar para entrar com uma indenização por dano moral no juizado especial da sua cidade para eles nunca mais tentarem ridicularizar o consumidor expondo-o ao ridículo além de colocarem pessoas mais capacitadas para nos atender

Claudia Düwel
Advertido
Há 22 anos ·
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Olá Mateus, Qdo vc diz: "fiz um acordo da seguinte forma: entrada de R$ 40,00 mais 6 parcelas de R$ 80,79 paguei a entrada em 21/07/03 e acertei os vencimentos das parcelas seguintes para o dia 15 de cada mês"; este acordo foi feito por escrito? Porque se foi, vc tem como comprovar que houve acordo entre as partes e vc só não pagou porque a empresa nao enviou os respectivos boletos. Para que vc resolva de vez este assunto, aconselho que vc se dirija ao Juizado Especial de Pequenas Causas a fim de propor Ação de consignação em pagamento c/c tutela antecipada, ou seja, vc paga o que acha devido, já na inicial, e logicamente explica na exordial o por que acha devido tal numerário e não o apontado pela empresa, e na tutela vc pede para que tire o seu nome junto aos órgãos do SERASA e SPC. Aliás, no próprio Fórum eles explicam tudo direitinho, pois se vc for a parte, é só explicar o seu problema que já fazem a inicial. Pois no dia em que for marcado audiência de instrução e julgamento, será discutido tb os juros indevidos. O juiz poderá, inclusive, determinar que o contador perito calcule a dívida existente. Espero tê-lo ajudado, Claudia

Joana Silva_1
Há 17 anos ·
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Aluguei um imovél com contrato assinado por ambas as partes. Fiquei desempregada,o aluguel paguei em dias,mais atrazei algumas contas de luz. A propriétaria do imevel veio por contra propria e desligou a força de luz as 20Hs do dias 27/02/2009,e veio alcolizada com um filho me tratar de forma disprossedivel,eu falei que tinha criança pequena e ela alegou que isto não era problema dela, e sim meu que não relegaria a luz,eu falei que a light não havia me enviado aviso de corte ela não podia fazer aquilo e ela falou a casa era dela e la ela faria o que queria. Eu avisei que iria procurar a justiça ela falou que eu podia procurar que ela estava certa.No dia 01/02/2009 ela religou a luz apos meu marido ter pago as contas. Gostaria de saber se realmente ela prossedeu certo,e quais as medidas que devo tomar?

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Há 9 anos
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