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Redes Sociais do Jus Navigandi

  1. Sd-Lupi
    18/11/2011 15:13 | editado

    Usuário suspenso

    Tenho informações que alguns oficiais do EB e da Marinha, já estão se articulando para fazerem a cirurgia(neovagina) e trocar os seus respectivos nomes, isso é possível, bem que isso não é nenhuma novidade entre eles, mas será que chegaria a isso tudo oficializar a viadagem? por favor pode?
  2. KLAUS PIACENTINI
    18/11/2011 15:29

    Sd-Lupi,

    Veja, se tratando de pessoa física, e um civil sem carreira militar, podemos dizer que poderia, MAS, como se trata de militar, acredito que deveria dar uma estudada no regimento interno para ver o que fala a respeito, pois, pense bem:

    Carreira de militar como João, e de repente se torna Maria, complicado e delicado este tópico (...)

    Acredito que atendendo os princípios gerais e tal possa haver chances, mas precisaria ver a rigidez do regulamento interno no qual prevê esse tipo e conduta do militar !!!


    Klaus Piacentini
  3. Adv. Antonio Gomes
    18/11/2011 21:02

    bOA NOITE IN VERBIS:

    Sd-Lupi
    18/11/2011 15:13 | editado
    Tenho informações que alguns oficiais do EB e da Marinha, já estão se articulando para fazerem a cirurgia(neovagina) e trocar os seus respectivos nomes, isso é possível, bem que isso não é nenhuma novidade entre eles, mas será que chegaria a isso tudo oficializar a viadagem? por favor pode?

    R - Apenas para ilidir veementemente o tratamento discriminatório com o cidadão, ISSO É CRIME!!!!! todos os colegas devem repudiar atos deste suposto soldado.

    Att. Adv. Antonio Gomes
    OAB/RJ 122.857
  4. Tabatah
    18/11/2011 22:36

    ABSURDO o termo usado por esse "sd-Lupi".
  5. Sd-Lupi
    19/11/2011 09:18

    Usuário suspenso

    Gente

    Eu só fiz uma pergunta, não tenho que ser crucificado por isso, aliás em Brasília, existe um cabo da Aeronáutica que já fez e trocou de nome e tem um Gal da Reserva que é bem conhecido e atende pelo nome de TOQUINHO DA MALDADE .
    Que vai fazer também essa cirurgia e vai trocar de nome segundo fontes pretende se chamar de Penelope, a louca da velocidade, há também um oficial da Marinha que já fez e se chama Suzy.
    Isso é público e todos sabem disso, eu peço ao Antonio Gomes, que cite o artigo que tipifica como crime alguém trocar de sexo e de nome, e aproveito e peço que atualize o seu cadastro junto a OAB.
    Pois no sistema oab.org.br nada aparece sobre você, nem foto nada, e os verdadeiros advogados que levam os nomes ANTONIO GOMES no Rio, nenhum deles tem essa inscrição 122.857 atualiza lá pra gente ver, e saber com quem realmente falamos.
    Há alguns anos atrás seria impossivel pensar que um militar deixaria a sua pensão ao seu companheiro, isso hoje já é passado existe uma sentença em BH onde o capitão deixou para o companheiro a sua pensão que divide com mais duas irmãs.
    ISSO É CRIME????? senhores a sociedade muda e o Direito só acompanha, para essas pessoas que acham ser um ABSURDO esse tópico, eu aconselho a ler...... e ver que tempos novos já estão na esquina.
  6. Adv. Antonio Gomes
    19/11/2011 13:09

    Chato...Indivíduo que tem mais interesse em nós do que nós temos nele.
  7. Adv. Antonio Gomes
    19/11/2011 13:25

    Não viva para que a sua presença seja notada, mas para que a sua falta seja sentida...
  8. Adv. Antonio Gomes
    19/11/2011 13:25

    A vida é para quem topa qualquer parada. Não para quem pára em qualquer topada.
  9. eldo luis andrade
    19/11/2011 13:39

    Já trocou de identificação o tal CRUEL que foi banido. Já foi amplamente esclarecido que o Dr. Antonio Gomes é advogado no RIO. Por sinal o CRIME que o Antonio Gomes falou não é de troca de sexo e de nome. O crime que ele falou é discriminação. E realmente quem fala em oficializar a viadagem só pode estar expondo preconceitos contra homossexuais. Aliás contra um tipo específico de homossexual: o que é militar oficial de qualquer das 3 forças armadas. Então o sujeito nem sabe interpretar direito o que lê. Apesar disto discordo que seja crime apenas expor idéias discriminatórias contra grupos pela Internet. Desde que nelas não haja apologia pela prática de crimes contra os discriminados. Além do que o cidadão não as expos com intenção de discriminação mas sim com intenção de fomentar um debate não sei com que intenção futura. Então pelo menos o dolo (a vontade) de expor a discriminação não houve. O que no meu entender afasta o crime. Por outro lado só o expor preconceito não é crime. Apenas quando esta exposição chega ao extremo de discriminar, negar certos direitos às pessoas contra quem se tem preconceito e que é. Ainda que fosse crime tal pessoa não está no seu juízo são como já deu a entender em outras manifestações suas. É inimputável, portanto. Deixemos que ele fale sozinho. Ou com seus outros codinomes.
  10. Adv. Antonio Gomes
    19/11/2011 14:06

    Concordo plenamente com o exposto pelo nobre colega Eldo. Agora precebo, realmente é aquela figura que foi banida com outros codinomes.

    Att.

    Adv. Antonio Gomes
  11. Tabatah
    19/11/2011 23:26

    Prezado criador do tópico: ABSURDO não foi o tópico, mas o termo pejorativo que vc usou, num claro sinal de preconceito e desrespeito.
  12. Adv. Antonio Gomes
    19/11/2011 23:42

    Eu diria desprezado criador do tópico. Ainda bem, que para minha felicidade não surgiu nenhum louco para apoiar o recruta.
  13. eldo luis andrade
    20/11/2011 10:04

    O pior é que já foi explicado que o crime que o Antonio falou foi o ele discriminar pessoa pela opção sexual (e ainda ser o optante oficial) e não a pessoa trocar de sexo. E ele continua insistindo. Li e reli o texto e entendi que o crime atribuído foi discriminação pela opção sexual e não troca de sexo. Já notei que ele insiste na mesma tecla. Na famosa discussão sobre o Pacto de São José da Costa Rica que segundo ele está acima até de cláusulas pétreas da Constituição ele citou o caso de Damião Ximenes como um caso em que o STF teve de se curvar a uma decisão da Corte Interamericana de Dreitos Humanos (CIDH). Procurei pela Internet pelo caso e não encontrei em site nenhum qualquer vestígio de intervenção do STF. Questionei a ele sobre o fato. Ele respondeu perguntando sobre se eu sabia qual a condição para ingresso na CIDH. Claro que não sabia. Era a primeira vez que eu começava a ler o pacto e ele, grande entendido do pacto, não gosta de expor seu vasto conhecimento a nós, pobres ignorantes, não só de direito internacional, mas segundo ele até de direito em geral e até da língua portuguesa. Depois é que eu li melhor o pacto e vi que tem um dispositivo que é apenas quando são esgotadas todas as instancias judiciais internas em um país é que se pode levar a questão a CIDH. E aí entendi. E vi que tal como muita gente leiga sobre direito ele entende que o esgotamento de todas as instancias judiciais é quando a questão chega ao STF. Ora, e se a questão não tiver cunho constitucional e apenas legal esgotando-se a questão no STJ no chamado recurso especial e no máximo em embargos de divergência entre turmas do STJ em decisões de recursos especiais? E se a questão sobre direitos humanos ficar circuncrita só a legislação estadual sem conflito com lei federal sendo a última instancia o Tribunal de Justiça Estadual de um EStado? Neste caso está fechado o acesso à CIDH? E se a pessoa perdeu prazo para interpor recurso ao STF quando couber recurso a este tribunal? Ou mesmo perdeu prazo para recurso ao STF? Ou a outro tribunal abaixo do STF? Esqueça a CIDH? Pelo que entendi do caso (se entendi bem) a CIDH entendeu que a primeira instancia estava demorando muitos anos para decidir e que esta demora já caracterizava um esgotamento de instancia. E aceitou o caso. E condenou o Brasil. E o Brasil concordou com a condenação. E a cumpriu. Sem necessidade de o STF intervir. Então este senhor pode entender muito de direito internacional. Mas de direito interno, principalmente processual e constitucional não entende nada. Por outro lado o pacto de São José já provou não ser remédio contra tudo,. No caso da taxação dos aposentados e pensionistas do serviço público julgada constitucional pelo STF a CIDH acabou concordando com o Brasil e o STF. E não se espera que caso se vá a CIDH contra a decisão do STF em considerar constitucional o exame da OAB a CIDH vá contra o STF. Vai considerar que é correto o exame da OAB. Não por acaso há uma cláusula do pacto de São José que diz que os direitos previstos no pacto podem sofrer algumas restrições quando previstas na legislação do país integrante do pacto. Claro que quando razoáveis e justificadas. Neste ponto é que nem nossa Constituição. Os direitos nela previstos não são absolutos. Muito menos os do pacto.
    Então é pura "perca" de tempo discussão com este senhor. Se aprendi alguma coisa a mais sobre direito com este senhor não foi por esclarecimento dele. Ainda mais que a intenção dele não é esclarecer. É confundir. Se aprendi algo a mais foi para rebater as sandices dele.
    Quanto ao mais ignorem este senhor. Nem lhe dirijam a palavra. Correm o risco de acabarem loucos como ele.
  14. luislopes
    20/11/2011 10:44

    Então o ânus de uma pessoa é definitivamente órgão sexual, não mais órgão excretor?

    E a medicina, eticamente está correta e em fazer aleijões, mutações, criar verdadeiras aberrações como no caso de uma mulher querer virar homem? Quem já viu algo sobre o assunto ou leu, sabe que mesmo para os melhores "cirurgiões" isto é impossível, o máximo que eles conseguem é criar aleijões.

    Acho que toda a cirurgia deste tipo deveria ser remitida a justiça e a um conselho de ética formado por profissionais da área juridica, médica, neurologica, psicologia e psiquiatrica antes que fosse autorizada.

    A questão é muito séria e a longo prazo cria novos paradigmas para a humanidade, possibilitando novas classes de seres humanos.

    Nem sempre o que é novo e moderno é a melhor solução, precisa-se de um longo tempo para maturar questões como estas, antes de serem popularizadas.

    Acho que existem muitos médicos que são verdadeiros picaretas e os mesmos precisam de novos mecanismos de regulamentação de suas ações.
  15. Olga Maia
    21/11/2011 10:55

    O que está faltando nas pessoas, é o verdadeiro amor ao nosso Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.
    Fiquem com Deus.
    Uma boa semana abençoada.
  16. @BM
    25/11/2011 06:46

    Analisando o tema pelo lado legal entendo que a troca de sexo seria possível, mas a "nova situação" não poderia ser fundamento para mudança no seu sistema administrativo, explico:

    O militar que mudou de sexo HOMEM PARA MULHER, OU MULHER PARA HOMEM, não poderia por exemplo querer mudar de quadro, caso estes sejam separados, ou então deixar de realizar certo tipo de atividades que sejam atinentes à situação anterior, espero ter me feito entender.

    Somente estou respondendo porque o iniciador do presente fórum foi banido, pois como os demais colegas de fórum já demonstraram a forma de tratamento feita pelo mesmo é incompatível com a qualidade deste site.
  17. Passos Dias
    25/11/2011 14:20

    Usuário suspenso

    Muito bom esse tema desse sd-Lupi até que um dia algo interessante!!!!
    meus parabéns....
  18. Nilo Machado Soares
    28/11/2011 08:55

    Usuário suspenso

    Não vejo nada de mais um militar trocar de sexo e de nome e ainda assim permanecer na ativa, isso é preconceito por parte desse usuário, todos sabem que dentro das forças armadas já tem um universo grande deles o que há de errado nisso?
  19. Cerberus
    30/11/2011 03:03

    uma observação talves equivocada, porem...

    no que diz respeito a hierarquia militar " a graduação se refere ao posto ou vice versa" e nao ao individuo,,, portanto pensando assim....

    Se por ex,,, o Maj, Jaozinho,, fizer a cirurgia,, e se tornar Maj, Mariazinha,,,

    nao mudaria muito a cituação dele "de continuar ou nao na força com a mesma graduação"

    ja que nos quarteis um recem formado Of, com seus 20 e poucos anos manda e desmanda nos Sub-tenentes por ex, que tem la seus 40 anos de idade e no minimo ums 20 de serviço....

    ou seja o respeito nao visa o individuo, cor, sexo, idade, mas sim SUA GRADUAÇÂO,,,

    seguindo essen raciocinio no meu ponto de vista eles DEVEM sim ter o direito de trocar de sexo, e permanecer na força na mesma graduação e com outro nome...


    NAO SEI SE O PESSOAL ENTENDEU MINHA EXPLICAÇÂO MAS SE FICAR DUVIDA EU VOLTO E TENDO EXPLCIAR MELHOR
  20. A.H
    30/11/2011 11:56

    Usuário suspenso

    Cerberus


    Posta pra gente ai, onde tem amparo legal: jurisprudência, ação cívil pública ou qualquer coisa do gênero dizendo: que ele tem direito a trocar de sexo e ainda sim permanecer na ativa.
    Estamos esperando um abraço!

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