O impacto da pandemia de covid-19 nas aulas do curso de letras-português da universidade federal do piauí (UFPI): educação a distância (ead)

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20/01/2025 às 15:49
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EFEITOS DA PANDEMIA NO SISTEMA EDUCACIONAL PÚBLICO NO BRASIL

Os efeitos da pandemia no sistema educacional público, ficou evidente que as mudanças e os desafios enfrentados são profundos e de longoalcance. Durante a pandemia de COVID-19, "o fechamento das escolas e a migração repentina para o ensino remoto destacaram asprofundas desigualdades no acesso à educação no Brasil" (Silva, 2019 p. 45). Essa transição abrupta revelou diversas fragilidades no sistema educacional, particularmente em relação ao acesso à tecnologia e à internet, que são essenciais para a efetividade do ensino a distância.

Brasil foi um dos países onde as escolas permaneceram fechadas por mais tempo. Como era esperado, o país sofreu significativamente com o impacto desse fechamento no desempenho escolar dos estudantes. As informações das avaliações oficiais confirmam essas evidências, demonstrando os desafios enfrentados pelo sistema educacional brasileiro durante a pandemia.

A edição de 2021 do SAEB, por exemplo, mostrou quedas em todas as avaliações realizadas em relação ao ano de 2019: língua portuguesa e matemática no 2º ano, 5º ano, 9º ano e ensino médio. Além disso, houve uma grande taxa de fracasso no ensino médio público no ano de 2021, o que não foi observado na rede privada.

Uma das consequências mais significativas da pandemia na educação foi o atraso na aprendizagem em geral. Em julho de 2021, o Inep divulgou o primeiro estudo sobre os efeitos da crise pandêmica, abrangendo toda a educação básica. Conforme dados divulgados, em 2020, 9 em cada10 escolas (90%) não retornaram às aulas presenciais naquele ano letivo (INEP, 2020).

A pandemia COVID-19 teve um impacto significativo no sistema educacional público, ocasionando diversos obstáculos e mudanças que impactaram a educação de maneira geral. Houve o fechamento de escolas em todo o mundo, o que causou a interrupção das aulas presenciais. Esse atraso prolongado afetou milhões de estudantes, deixando lacunas significativas no aprendizado.

A crise de saúde também teve um grande impacto no aumento das disparidades sociais. Na rede pública, 26% dos alunos que fazem aulas online não têm acesso à internet (Chagas,2020 p.78).Tal fato teve um impacto muito negativo na aquisição de conhecimento pelos estudantes brasileiros, como ficou claro na divulgação dos dados do Saeb 2021, que mostrou uma queda na proficiência em

Todas as disciplinas na educação básica em comparação como Saeb de 2019.

A fim de garantir a educação após o encerramento das escolas, diversas instituições de ensino adotaram o ensino remoto. Contudo, essa transição destacou diferenças significativas no acesso à tecnologia e à internet, sobretudo para estudantes de comunidades carentes.

A falta de acesso a aparelhos adequados e a redes de internet confiáveis aumentou as diferenças educacionais. Estudantes de famílias de baixa renda foram desproporcionalmente afetados, tendo que enfrentar dificuldades para assistir às aulas online e completar tarefas.

Professores e gestores escolares tiveram que se adaptar rapidamente aonovo formato de ensino. Muitos enfrentaram uma trajetória de aprendizado desafiadora ao utilizar plataformas digitais ecriar materiais adequados para o ensino remoto. Ficou evidente que os educadores necessitam de treinamento e suporte, Rodrigues e Santos dizem que:

No âmbito da educação, a desigualdade pode ser percebida em dois aspectos: o primeiro diz respeito ao acesso, à permanência e à qualidade, em que os grupos mais vulneráveis têm pouco acesso à escola e, quando têm o acesso, falta, em muitos casos, a qualidadee as condições de permanência. Para alcançar esses três elementos essenciais, é necessária a atuação eficiente do Estado em estabelecer políticas públicas para a diminuição das desigualdades como prioridade. O segundo aspecto é a regionalização do acesso e da qualidade daeducação brasileira.Quantomais periférica aregião, menor o investimento em educação. Se a pandemia atinge de maneira mais trágica ascomunidades periféricas, também são essas regiões que mais sentirão os impactos que a pandemia acarretará à educação (Rodrigues e Santos (2021, p.06).

É crucial destacar que a democratização e o acesso igualitário à educação são questões fundamentais, tanto em tempos normais quanto em períodos de crise, e devem ser abordados de maneira imparcial. A situação educacional no Brasil apresenta desafios significativos que precisam ser superados em ambos os contextos.

O Ensino Remoto chegou como medida emergencial como intuitode dar continuidade ao processo de ensino, porém muitas vezes é comparada com a Educação à Distância, visto que se caracteriza como um ensino que respeita o

Distanciamento social,Segundo Behar:

O Ensino Remoto Emergencial e a Educação a Distância nãopodem ser compreendidos como sinônimos, por isso é muito importante, no contexto que estamos vivendo, classificar esse conceito. O termo “remoto” significa distante no espaço, no que se refere a um distanciamento geográfico. O ensino é considerado remoto por que os professores e alunos estão impedidos por decreto de frequentar em instituições educacionais para evitar a disseminação do vírus. É emergencial porquê do dia para a noite o planejamento pedagógico para o ano letivo de 2020 teve que ser engavetado (Behar, 2020, p. 2).

O Ensino Remoto Emergencial surgiu como uma resposta rápida e improvisada à necessidade de continuar o processo educacional durante a pandemia. Devido a decretos que proibiram a frequência física em instituições educacionais para evitar a disseminação do vírus, professores e alunos foram forçados a adotar métodos de ensino a distância de maneira súbita e sem planejamento prévio.

Segundo Behar, é fundamental distinguir entre Ensino Remoto Emergencial (ERE) e Educação a Distância (EaD), especialmente no contexto da pandemia de COVID-19. Embora ambos os termos possam parecer semelhantes, eles representam conceitos distintos que têm implicações diferentes para o planejamento e a execução das atividades educacional.

Dessa forma, pode-se dizer que o ensino emergencial é uma modalidade que separa professores e alunos geograficamente e foi adotada pela as escolas deforma temporária em todas as instituições educacionais do mundo para que as atividades escolares não fossem interrompidas.

A Educação a Distância é uma modalidade de ensino que já existe há bastante tempo e foi cuidadosamente planejada para ser implementada sem a necessidade de presença física. A educação a distância emprega tecnologias específicas para simplificar o aprendizado e é concebida como uma alternativa viável ao ensino presencial.

Apesar disso, o impacto no ensino regular foi significativo. Instituições de ensino tiveram que adaptar seus currículos e métodos pedagógicos para integrar a educação a distância, o que muitas vezes exigiu investimentos em infraestrutura tecnológica e capacitação de professores. A implementação da educação adistância também levantou questões sobre a qualidade do ensino, a equidade no acesso à tecnologia, e a necessidade de manter o engajamento e a motivação dos alunos em um ambiente virtual.


ANÁLISE DOS DADOS

A pandemia COVID-19 trouxe mudanças significativas para a educação global, e o curso de Letras-Português da UFPI não foi uma exceção. A necessidade de distanciamento social e a interrupção das atividades presenciais impulsionaram a adoção da Educação a Distância (EaD) como a principal forma de ensino. Esta situação apresentou desafios significativos para docentes e estudantes, evidenciando tanto limitações quanto oportunidades de inovação.

Os professores tiveram que lidar com obstáculos como a falta deinfraestrutura adequada em suas residências, a necessidade de adquirir ouaprimorar serviços de internet e a diminuição da carga horária disponível para planejar e conduzir aulas. Além disso, a falta de uma formação específica para a utilização das ferramentas digitais e plataformas de ensino remoto complicou ainda mais o processo, exigindo um esforço extra para garantir a qualidade do ensino.

Os alunos, por sua vez, também enfrentaram grandes dificuldades. A disparidade no acesso a recursos tecnológicos, tais como computadores e internet de qualidade, impossibilitou a participação efetiva nas aulas. Muitos estudantes relataram dificuldades para se adaptar ao novo método de ensino, com o aumentodo estresse e da carga de trabalho acadêmico. Além disso, a falta de interação presencial prejudicou a dinâmica de aprendizado cooperativo, indispensável em cursos de formação, como o de Letras-Português.

No entanto, a pandemia também trouxe benefícios, como a maior flexibilidade nos horários de estudo e a possibilidade de explorar novas técnicas de ensino e aprendizagem. A vivência com o uso do EaD pode ter um impacto duradouro na forma como a educação é concebida e implementada na UFPI, incentivando a incorporação mais efetiva das tecnologias digitais no currículo, mesmo após o retorno às atividades presenciais.

Diante disso, apresentam-se os resultados e discussões deste estudo de caso, que possui um caráter qualitativo e bibliográfico. Os dados apresentados a seguir são resultados de questionamentos elaborados no ano de 2023, por meio de perguntas subjetivas dirigidas aos discentes do Curso de Licenciatura em Letras Português da Universidade Federal do Piauí (UFPI).

1.Como você se adaptou ao formato de ensino a distância (EaD) com o surgimento da pandemia de Covid-19, e qual foi o grau de dificuldade que encontrou nessa jornada?

Fonte: pesquisa direta 2024

Sessenta por cento (60%) dos entrevistados responderam que foi muito difícil estudar somente na modalidade EaD, considerando que era uma novidade estudar dessa forma e, com o problema da pandemia de COVID-19, a situação ficou ainda mais complicada. No entanto, os educadores foram fundamentais para que osalunos seguissem firmes nos estudos, programando horas para as atividades. Vinte por cento (20%) que foi difícil estudar somente na modalidade EaD, embora não fosse uma novidade para eles. Com o problema da pandemia, a situação se tornou mais complicada. No entanto, os educadores foram fundamentais para que osalunos seguissem firmes nos estudos, programando entre uma a três horas para as atividades.

Dez por cento (10%) afirmaram que foi fácil estudar na modalidade EaD, pois gostam de tecnologia. Apesar da pandemia ter complicado a situação, o distanciamento social era necessário para combater a COVID-19, e os professores, coordenadores e tutores desempenharam um papel brilhante ajudando os alunos nessa jornada e 6% (seis por cento) disseram que foi excelente estudar na

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Modalidade EaD. O maior problema foi a pandemia que abalou muitas pessoas e levou algumas vidas e 4% (quatro por cento) dos alunos não opinaram.

2 Quais foram as dificuldades que você enfrentou no processo de ensino- aprendizagem na modalidade EaD durante a pandemia?

Fonte: pesquisa direta 2024

Vinte e quatro por cento (24%) dos alunos relataram falta de contato e suporte dos professores e tutores, além de instabilidade no sistema SIGAA. 2% (dois por cento) dos alunos consideraram o estudo muito desafiador, pois não tinham acessoà internet em casa e precisavam ir à casa do vizinho para fazer as atividades e assistir às vídeo-aulas.

Vinte e quatro por cento (24%) dos alunos sentiram falta da presença física do professor como auxiliador, além da companhia dos colegas de classe. Sentir-se sozinhos foi a parte mais difícil e desafiadora. 18% (dezoito por cento) dos alunos apontaram a falta de apoio dos professores e a demora nas respostas por e-mail, o que prejudicava o processo de ensino-aprendizagem.

Seis por cento (6%) dos alunos destacaram a dificuldade de compreensão e

apoio por parte dos familiares em casa. 4% (quatro por cento) dos alunos afirmaram que a falta de um professor ou monitor para tirar dúvidas de forma efetiva os prejudicou. 4% (quatro por cento) dos alunos mencionaram problemas com a qualidade da internet e instabilidade na plataforma SIGAA e 18% (dezoito por cento) dos alunos não tinham nenhum conhecimento de software e desconheciam osistema da plataforma SIGAA.

  1. Você está satisfeito com a tecnologia e o software que utiliza para o aprendizado na modalidade de Ensino a Distância (EaD)? Houve alguma mudança durante o período da pandemia de Covid-19? Justifique sua resposta.

Fonte: pesquisa direta 2024

Quarenta por cento (40%) dos alunos se declararam satisfeitos, considerando excelente a modalidade de ensino EaD e o apoio dos professores. 18% ( dezoito por cento) dos alunos ficaram parcialmente satisfeitos, devido à instabilidade no sistema SIGAA.

Doze por cento (12%) se declararam insatisfeitos por causa da instabilidade no SIGAA. Doze por cento (12%) não opinaram, 6% (seis por cento) dos alunos afirmaram que não houve mudanças significativas no período da pandemia de COVID-19 ao ponto de abalar seus estudos na modalidade EaD, pois já estavam

acostumados com essa modalidade. E 18% (dezoito por cento) reconheceram que houve mudanças.

Na modalidade de ensino a distância (EaD), a tecnologia e um bom software são fundamentais, e a plataforma que utilizavam era razoável. Durante a pandemia,a tecnologia foi usada com mais frequência.

  1. Com que frequência você conversa com seus colegas de classe? Existe troca de experiências em relação ao conteúdo ministrado pelo professor (a)?

Fonte: pesquisa direta 2024

Sessenta por cento (60%): responderam que acontecia um pouco no virtual e bastante quando era no presencial, 6% (seis por cento) periodicamente, alguns momentos, principalmente em períodos de avaliações e estágios, 12% (doze por cento) muito baixa, poucas vezes, quase zero. Praticamente não existe troca de conhecimento em relação aos conteúdos – só existia quando tinham trabalho em grupo.

Dezoito porcento (18%) disseram que o aprendizado foi através de gruposde WhatsApp criados no decorrer do curso, 4% (quatro por cento) afirmaram que acontecia umas 3 (três vezes) na semana quando estava perto dos dias de entrega das atividades, para tirar dúvidas, já que o EaD não tem um acesso tão facilitado ao professor.

  1. Em relação ao seu comportamento, você acredita que o estresse aumentou no processo de aprendizado em educação a distância (EaD) durante a pandemia da COVID-19? Por favor, justifique sua resposta.

    Fonte: pesquisa direta 2024

Trinta por cento (30%) afirmaram que sim, porque desejavam receber orientações pessoalmente, enquanto 20% responderam que sim, pois acreditam que as dúvidas são mais difíceis de resolver no ensino online devido àdemora de alguns tutores em esclarecer as questões. No ensino presencial, é mais fácil obter respostas.

Trinta por cento (30%) disseram sim, por conta da pandemia Covid-19 e que o curso tinha previsão de ser semipresencial e 20% (Vinte por cento) responderam não, pois para estudar eles deixavam três horas do seu tempo somente para isso, acredito que com a organização do tempo não deu para causar estresse.

  1. Em relação à aprendizagem, como você avalia a eficácia do ensino à distância (EaD). Essa questão pode ser justificada, caso pretenda dar sua opinião.

Fonte: pesquisa direta 2024

Seis por cento 6% responderam eficiência baixa. 18% (dezoito por cento) responderam eficiência média. Aproximadamente 50% (cinquenta por cento) é muito eficiente,18% (dezoito por cento) responderam ótima eficiência e 8% (oito por cento) acharam a EAD muito eficiente e justificaram que tem apoio dos professores, tutores, alunos e outros, e través da modamilade EaD é que muitas pessoas conseguiram ingressar em uma universidade, algo que antes era difícil.

  1. Quais os obstáculos enfrentados na modalidade do ensino à distância (EAD) da Universidade Federal do Piauí (UFPI) no período da pandemia Covid-19?

Fonte: pesquisa direta 2024

Doze por cento (12%) responderam que os obstáculos eram muitos, pois, quando começou a pandemia, não tinha como se encontrar com os colegas e professores para conversar e tirar as dúvidas, 18% (dezoito por cento) não responderam esse intem, 6% (seis por cento) responderam que o maior obstaculo para os estudos foi a falta de contato com os educadores e companheiros da universidade, pois sentiram falta de relacionamento com as pessoas, pois não poderia ter contato e 36% (trinta e seis por cento) responderam que o maior obstaculo foi não haver aulas presenciais.

Seis por cento (6%) se adaptaram apenas às aulas online, já que antes eram semipresencial, 12% (doze por cento) disseram que o problema era para entregar as atividades, bem como a falta de comunicação entre aluno e professor/tutor, dentre outros, 6% (seis por cento) questão de horários, instabilidade do SIGAA e 4% (quatro por cento) falta de internet.

  1. Marque a alternativa que melhor reflete sua opinião sobre a educação à distância (EaD)em geral. ( ) Pobre; ( ) Abaixo da média; ( ) Média; ( ) Boa; ( ) Excelente. Caso deseje, você pode justificar sua resposta.

Fonte: pesquisa direta 2024

Zero por cento (0%) – Pobre – nenhum aluno consideou pobre o ensino na modalidade EaD. (0%) Zero por cento - Abaixo da média – nenhum aluno julgou o ensino EaD como abaixo da médio no tocante a eficiência.

Doze por cento (12%) – Média – consideraram que o ensino EaD é mediano, 50% (Cinquenta por cento) responderam que a educação EaD é boa. 38% (Trinta e oito porcento) afirmaram que o ensio EaD é Excelente e ninguem justificou a questão..

  1. Quais destes dispositivos você utilizou para o ensino à distância (EAD)? Comente sobre as facilidades e dificuldades que você encontra ao utilizá-los: computador, notebook, tablet, smartphone, outros?

Fonte: pesquisa direta 2024

Dez por cento (10%) dos alunos responderam usar Computador portátil, onde nunhum respondeu usarComputador de mesa. Seis por cento (6%) responderam usar Tablet, 36%(Trinta e seis por cento) responderam que usavam Smartphone, quarenta e dois por cento (42%) responderam usar computador portátil e Smartphone e seis por cento (6%) afirmaram que usavam Tablet e Smartphone.

  1. Por que você escolheu o curso de Letras Português na modalidade a distância (EaD) da Universidade Federal do Piauí?

Fonte: pesquisa direta 2024

Seis por cento (6%) disse que foi porinfluência de uma professora do Ensino Médio, 6% (seis por cento) por gostar do Curso de Letras Português, 6%(seis por cento) porque amam a leitura e 6% (seis por cento) por ter sido a oportunidade mais clara que apareceu para cursar uma universidade.

Vinte e quatro por cento (24%) disse gostar do curso de Letras Português na modalidade a Distância (EaD) da Universidade Federal do Piauí – UFPI, 6% (seispor cento) porque era um sonho cursar letras português e como era EaD podiam fazer o próprio horário de estudo, ou seja, flexibilidade.

Dezesseis por cento (16%) por não ter tempo para cursar de forma presencial, 6% (seis por cento) por ser um desafio aprender a língua portuguesa, 6% (seis por cento) autonomia de escolher os horários de estudos e poder conciliar com trabalho e as demais atividades do dias a dia e 18% (dezoito por cento) pela facilidade de adaptação ao horário para estudar.

A análise dos dados sobre o impacto da pandemia de COVID-19 nas aulas do curso de Letras-Português da Universidade Federal do Piauí mostra um cenário complexo e multifacetado. A mudança para a educação a distância (EaD) trouxe desafios significativos, tais como a rápida adaptação de professores e estudantes às plataformas virtuais e a necessidade de repensar os métodos de ensino e aprendizagem.

Ademais, evidenciou-se uma oportunidade de explorar novas tecnologias e estratégias pedagógicas que podem beneficiar o ensino no futuro pós-pandemia. A reflexão contínua e o acompanhamento dos impactos são essenciais para aprimorar as práticas educacionais e garantir uma educação inclusiva e de qualidade.

Sobre o autor
José Josivan de Sousa Loiola

José Josivan de Sousa Loiola, natural de Barão de Grajaú-MA, é advogado e funcionário público. Bacharel em Direito, Teologia, História, Psicopedagogia e atualmente cursando Letras Português na Universidade Federal do Piauí, é alguém que vê nas vertentes da justiça uma forma de desinstalar o caos humano.

Informações sobre o texto

Este texto foi publicado diretamente pelos autores. Sua divulgação não depende de prévia aprovação pelo conselho editorial do site. Quando selecionados, os textos são divulgados na Revista Jus Navigandi

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