REFERÊNCIAS
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Notas
O Holocausto é empregado nesta pesquisa como caso paradigmático para a compreensão dos vínculos entre burocracia, responsabilidade moral e racionalidade institucional, não constituindo objeto de reconstrução historiográfica exaustiva.︎
ARENDT, Hannah. Origens do Totalitarismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 593.︎
ARENDT, Hannah. Origens do Totalitarismo, op. cit., p. 361.︎
ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 135.︎
ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém, op. cit., p. 151.︎
BROWNING, Christopher R. Homens Comuns: o Batalhão 101 e a solução final na Polônia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004, p. 162.︎
ARENDT, Hannah. Origens do Totalitarismo, op. cit., p. 474.︎
BROWNING, Christopher R. Homens Comuns, op. cit., p. 184.︎
ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém, op. cit., p. 276.︎
KELSEN, Hans. Teoria Pura do Direito. Tradução de João Baptista Machado. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998, p. 215.︎
ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal. Tradução de José Rubens Siqueira. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 135.︎
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RADBRUCH, Gustav. “Arbitrariedade legal e Direito supralegal”. In: RADBRUCH, Gustav. Filosofia do Direito. Coimbra: Arménio Amado, 1979, p. 415.︎
FULLER, Lon L. O Caso dos Exploradores de Cavernas e outros escritos. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris, 1976, p. 67.︎
BOBBIO, Norberto. Teoria do Ordenamento Jurídico. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1999, p. 37.︎
HEIDEGGER, Martin. Ser e Tempo. Tradução de Fausto Castilho. Campinas: Editora da UNICAMP; Petrópolis: Vozes, 2012. Especialmente §§ 27 e 38, nos quais o autor analisa a dissolução da responsabilidade individual na impessoalidade cotidiana (“das Man”).︎
É um conceito central na obra Ser e Tempo do filósofo Martin Heidegger. Traduzido geralmente como "o a-gente" ou "o impessoal", ele descreve o modo cotidiano e impessoal como vivemos, agindo e pensando "como todo mundo", em vez de agir por escolha própria.︎
HEIDEGGER, Martin. Ser e Tempo. Tradução de Fausto Castilho. Campinas: Editora da UNICAMP; Petrópolis: Vozes, 2012, §§ 27 e 38; ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal. São Paulo: Companhia das Letras, 1999; BROWNING, Christopher. Homens Comuns: o 101º Batalhão da Polícia de Reserva e a solução final na Polônia. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.︎
MILGRAM, Stanley. Obedience to Authority: An Experimental View. New York: Harper & Row, 1974, p. 122-134.︎
BROWNING, Christopher R. Homens Comuns: o Batalhão 101 e a solução final na Polônia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004, p. 57.︎
BROWNING, Christopher R. Homens Comuns, op. cit., p. 184.︎
BROWNING, Christopher R. Homens Comuns, op. cit., p. 185.︎
BROWNING, Christopher R. Homens Comuns, op. cit., p. 162.︎
ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 287.︎
ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém, op. cit., p. 49.︎
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BROWNING, Christopher R. Homens Comuns, op. cit., p. 189.︎
ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém, op. cit., p. 276.︎
BROWNING, Christopher R. Homens Comuns, op. cit., p. 190.︎
ARENDT, Hannah. Responsabilidade e Julgamento. São Paulo: Companhia das Letras, 2004, p. 93.︎
ARENDT, Hannah. A Vida do Espírito. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1995, p. 191.︎
ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 49.︎
ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém, op. cit., p. 135.︎
ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém, op. cit., p. 287.︎
ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém, op. cit., p. 85.︎
BROWNING, Christopher R. Homens Comuns: o Batalhão 101 e a solução final na Polônia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004, p. 162.︎
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FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir, op. cit., p. 141.︎
ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal. Tradução de José Rubens Siqueira. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 61.︎
FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir, op. cit., p. 135.︎
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FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. Organização e tradução de Roberto Machado. Rio de Janeiro: Graal, 1979, p. 179.︎
BAUMAN, Zygmunt. Modernidade e Holocausto. Rio de Janeiro: Zahar, 1998, p. 31.︎
BROWNING, Christopher R. Homens Comuns: o Batalhão 101 e a solução final na Polônia. Tradução de Luís Reyes Gil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004, p. 189.︎
FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir, op. cit., p. 191.︎
MILGRAM, Stanley. Obedience to Authority: An Experimental View. New York: Harper & Row, 1974, p. 133-149.︎
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BAUMAN, Zygmunt. Modernidade e Holocausto. Tradução de Marcus Penchel. Rio de Janeiro: Zahar, 1998. O autor sustenta que a fragmentação funcional e burocrática das ações coletivas permite que indivíduos participem de sistemas produtores de violência sem perceber integralmente as consequências morais de seus atos︎
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