Notas

[1] SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO. In: Wikipédia: a enciclopédia livre. Disponível em <http://pt.wikipedia.org/wiki/Sociedade_da_informação>. Acesso em: 21 abr. 2015.

{C}[2] PENTEADO FILHO, Nestor Sampaio. Manual Esquemático de Criminologia. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2012. p. 64.

{C}[3] SHECAIRA, Sérgio Salomão. Criminologia. 6. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2014, p. 128.

[4] DAHRENDORF, Ralf. As classes e seus conflitos na sociedade industrial. In: SHECAIRA, Sérgio Salomão. Criminologia. 6. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2014, p. 129.

[5] SHECAIRA, Ibid. p. 128.

[6] Idem, p. 129.

[7] SHECAIRA, Ibid. p. 132-171.

{C}[8] LIBERATI, Wilson Donizeti. Teoria da subcultura delinquente: como surgem as gangues juvenis. Revista de Ciências Jurídicas, Maringá, v. 6, n. 1, p. 271-307, jan./jun. 2008, p. 284.

[9] Edwin Hardin Sutherland (nascido em 13 de Agosto de 1883 em Gibbon, Nebraska – falecido em 11 de Outubro de 1950 em Bloomington, Indiana) foi um renomado sociólogo estadunidense, que ganhou enorme reconhecimento pelo desenvolvimento da teoria criminal da associação diferencial e pela introdução do termo “crime do colarinho branco”, entre outras contribuições. Formou-se nas matérias de sociologia e economia política na Universidade de Chicago, em 1913.

{C}[10]{C} COSTA, Álvaro Mayrink. Criminologia. In: PENTEADO FILHO, Nestor Sampaio. Manual Esquemático de Criminologia. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2012. p. 69.

[11] SHECAIRA, Ibid. p. 191.

[12] David Émile Durkheim (Épinal, 15 de abril de 1858 — Paris, 15 de novembro de 1917) foi um sociólogo, psicólogo social e filósofo francês. Formalmente criou a disciplina acadêmica e, com Karl Marx e Max Weber, é comumente citado como o principal arquiteto da ciência social moderna e pai da sociologia.

[13] Robert King Merton, nascido Meyer R. Schkolnick, (Filadélfia, 5 de Julho de 1910 — Nova Iorque, 23 de Fevereiro de 2003) foi um sociólogo estadunidense considerado um teórico fundamental da burocracia, da sociologia da ciência e da comunicação de massa. Talvez mais conhecido por ter cunhado a expressão "profecia auto-realizável", um conceito nevrálgico para a sociologia moderna que descreve o processo de alteração de um resultado final fático por força de uma crença ou expectativa, correta ou incorreta.

{C}[14] PENTEADO FILHO, Ibid. p. 78.

[15]{C} Idem, p. 78.

[16] Karl Heinrich Marx (Tréveris, 5 de maio de 1818 — Londres, 14 de março de 1883), foi um intelectual e revolucionário alemão, fundador da doutrina comunista moderna, que atuou como economista, filósofo, historiador, teórico político e jornalista.

{C}[17] PENTEADO FILHO, Ibid. p. 81.

[18] SHECAIRA, Op. Cit. p. 215.

[19]{C} LIBERATI, Op. Cit. p. 288.

{C}[20] MOLINA, Antonio Garcia-Pablos de. Criminologia: um introdução e seus fundamentos teóricos. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1992. p. 220.

{C}[21] DIAS, Jorge de Figueredo; ANDRADE, Manuel da Costa. Criminologia. O homem delinquente e a sociedade criminógena. In: LIBERATI, Wilson Donizeti. Teoria da subcultura delinquente: como surgem as gangues juvenis. Revista de Ciências Jurídicas, Maringá, v. 6, n. 1, p. 271-307, jan./jun. 2008. p. 293.

{C}[22] COHEN, Albert K. Delinquent Boys: the culture of the gang. New York: The Free Press, 1955. p. 13-14.

[23]{C} COHEN, Ibid. p. 142 et seq.

[24] Idem. p. 142 et seq.

[25]{C} DIAS, Ibid. p. 293.

{C}[26]{C} BARATTA, Alessandro. Criminologia Crítica e Crítica do Direito Penal. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2011. p. 70.

[27]{C} COHEN, Ibid. p. 25.

[28]{C} SHECAIRA, Ibid. p. 227.

[29]{C} COHEN, Ibid. p. 29 et seq.

[30]{C} LIBERATI, Op. Cit. p. 296.

{C}[31]{C} Existem diversas denominações e classificações acerca dos crimes relacionados à tecnologia. Entre eles: crime informático,  crime cibernético, e-crime, cibercrime, crime eletrônico, crime digital, crime tecnológico, etc. Todas essas expressões são sinônimas.

{C}[32]{C} “Em informática, hacker é um indivíduo que se dedica, com intensidade incomum, a conhecer e modificar os aspectos mais internos de dispositivos, programas e redes de computadores. Graças a esses conhecimentos, um hacker frequentemente consegue obter soluções e efeitos extraordinários, que extrapolam os limites do funcionamento "normal" dos sistemas como previstos pelos seus criadores; incluindo, por exemplo, contornar as barreiras que supostamente deveriam impedir o controle de certos sistemas e acesso a certos dados.

Hackers são necessariamente programadores habilidosos (mas não necessariamente disciplinados). Muitos são jovens, especialmente estudantes (desde nível médio a pós-graduação). Por dedicarem muito tempo a pesquisa e experimentação, hackers tendem a ter reduzida atividade social e se encaixar no estereótipo do nerd. Suas motivações são muito variadas, incluindo curiosidade, necessidade profissional, vaidade, espírito competitivo, patriotismo, ativismo ou mesmo crime. Hackers que usam seu conhecimento para fins imorais, ilegais ou prejudiciais são chamados crackers.”

{C}[33] SÁ, Alvino Augusto de; SHECAIRA, Sérgio Salomão. Criminologia e os problemas da atualidade. São Paulo: Atlas, 2008. p. 244.

{C}[34] LUCENA, Mariana Barrêto Nóbrega de. Subcultura do crime na internet: análise sociológica e psicológica. Disponível em <http://jus.com.br/artigos/20921>. Acesso em: 10 abr. 2015.

[35]{C} VIANNA, Op. Cit. p. 8.

[36]{C} Idem. p. 8.

[37]{C} VIANNA, Ibid. p. 9.

{C}[38] DARLINGTON, Roger. Internet Ethics: oxymoron or orthodoxy?. Disponível em <http://www.roger-darlington.co.uk/Internetethics.html> . Acesso em 10 abr. 2015.


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Como citar este texto (NBR 6023:2018 ABNT)

ROZEIRA, Matheus. A subcultura delinquente nos crimes informáticos. Revista Jus Navigandi, ISSN 1518-4862, Teresina, ano 23, n. 5562, 23 set. 2018. Disponível em: https://jus.com.br/artigos/64988. Acesso em: 16 jan. 2021.

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